História You make me crazy (Imagine Park Jimin - Hot - BTS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Jimin, Park, Senhor Delicia
Visualizações 1.397
Palavras 1.456
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amoresss!
Agora é a vez do cara mais gostoso que voce respeita, é ele mesmo senhoras e s...:
PARK JIMINNNN , AEEE
Se ficou bom eu realmente não saber, o que me dizem?
Boa leitura *-*

Capítulo 1 - Me fode hoje, Park Jimin?


                                                              

Abri os olhos abruptamente. Outra vez o mesmo sonho. Droga. Sento na cama calmamente suspirando pesado, sinto o suor escorrendo pelas maçãs de meu rosto até meu queixo. Tento não lembrar de tudo o que sonhei minutos atrás e levanto da cama indo para o banheiro tomar um banho bem frio e apagar esse calor.

Já devidamente arrumada tomo meu café amargo e como umas torradas. Missão do dia: Não pensar naquele sonho. 

Essa tensão entre eu e o Park está me deixando louca. 

Ele me deixa louca.

Park Jimin, a pessoa que ocupa até mesmo meus sonhos mais íntimos, a pessoa que me beija enquanto marca e contorna todo meu corpo com os lábios e as mãos grandes e habilidosas – nos meus sonhos, claro.

Ele e eu somos o que chamam de "Melhores amigos" e eu confesso, me sinto super atraída por Park, nunca tentei nada porque tenho medo...

De não ser reciproco o sentimento.

O desejo...!

Suspiro balançando negativamente a cabeça, se eu pensar mais um pouco nele vou precisar ir para um hospício e não para o trabalho. Eu, na verdade sou garçonete do restaurante da família dele, mas Jimin sempre está lá.

Também frequentamos a mesma faculdade, eu curso letras e ele medicina, além de fazer aulas de dança. Jimin sem dúvidas é um talento na dança. Isso me deixa mais atraída ainda por ele, o tipo perfeito.

Viu, já pensando nele de novo! Saio de casa apressada, estou 5 minutos atrasada. Consegui chegar antes do ônibus e em 10 minutos estava em frente ao restaurante. 

15 minutos atrasada. Porra.

– Agora, senhorita (S/N)? – o gerente me olha com a expressão dura. Suspiro baixinho. 

– Desculpe-me – curvo-me levemente enquanto peço desculpas.

– Eu... – ele é interrompido por uma voz suave.

– Deixe-a, senhor Kim, ela não teve culpa – Jimin estava ao meu lado encarando o mais velho, que descruzou os braços e assentiu. – Tudo bem, por que chegou agora? – perguntou-me depois que o gerente saiu.

– Tudo, estava – pensando muito em você, disse em pensamento – Dormindo – ri sem graça – É isso!

– Hum – fitou-me desconfiado. – É isso mesmo?

Claro que não, idiota irritantemente lindo.

– Sim – me apressei em dizer – O despertador pifou.

– O senhor Kim está te cercando, tem que tomar mais cuidado, (S/N) – ele olhou para o lado.

Fui trabalhar e tive que tentar não pensar nos meus sonhos sujos quando via Jimin mordendo os lábios ou sorrindo com uma cara um tanto safada, tudo pra me provocar.

Me sentia molhada apenas com suas encaradas e com muita raiva quando alguma mulher olhava com desejo para meu Jimin.

Só meu!

Dane-se o medo, ele está provocando e eu vou dar o que ele merece.

             [...]

No fim da tarde Park me acompanhou até em casa, nossos dedos entrelaçados enquanto ele acariciava minha mão destra. Aquela roupa o deixava ainda mais atraente, mas eu prefiro todo aquele corpo despido... 

Nossos assuntos eram aleatórios e cheios de risadas. Minha vontade é agarrar esse gostoso aqui na rua mesmo, na frente do prédio. Subimos para meu andar e eu o convidei para dormir aqui "inocentemente".

– Tem certeza? – ele perguntou, um tanto desconfortavel.

– Ah, qual é? Você já dormiu aqui tantas vezes – cruzei os braços na altura dos peitos, deixando-os mais àmostra – Está com medo por acaso? Eu não mordo Park – fiz meu draminha e logo ele concordou, inocente. – Vamos assistir que filme? – perguntei sentando ao lado dele no sofá.

– Você escolhe e eu estoro a pipoca – nem tive tempo de intervir, ele já tinha corrido para a cozinha. Ri sozinha.

Aproveitei e escolhi um filme que tenha muitas cenas "quentes" para animar ele um pouquinho.

Talvez hoje eu possa acabar com nossa amizade.

Mas eu quero muito que Jimin foda minha bocetinha.

– Já escolheu? – ele voltou, com a pipoca e refrigerante, esse cara é muito folgado.

– Já.

– Qual?

Cinquenta tons mais escuro – respondo com um sorrisinho, Jimin faz uma expressão engraçada e se senta ao meu lado.

– Sério? 

– Uhum.

      [...]

O que eu posso dizer? Park Jimin estava muito animado, o filme já tinha acabado e minha calcinha encontra-se molhadinha. Minhas mãos acariciavam as coxas de Jimin, ele arfava baixinho. 

– Jimin – chamei-o manhosa – Jiminnie!

(S/N), por favor, eu estou tentando me controlar – sussurrou com os olhos fechados.

Sorri maldosa e... 

Sentei em seu colo com as pernas cada lado de seu corpo, rebolei em seu pau que estava ficando animado. Ele arfou mais alto.

– Vamos, Park – seu nome saiu em um tom erótico. 

Ele mordia o lábio inferior com força, estava pensativo demais pro meu gosto. Dei uma rebolada mais violenta em seu pau já ereto, ele gemeu e me olhou, seus olhos estavam mais negros e transbordavam perigo.

Você me deixa louco – ditou rouco e selou nossos lábios.

Um beijo feroz e necessitado, como se o mundo fosse acabar a qualquer segundo e aquela fosse nossa despedida. Nossas bocas se conheciam enquanto nossas línguas brincavam uma com a outra. Meu interior se contorceu de tesão ao ter meu lábio inferior sugado com força, arfei.

Park Jimin nunca esteve tão atraente. Respiração ofegante, lábios vermelhos e inchados, olhos semi cerrados, suas mãos contornaram minha cintura possessivamente e roubou meus lábios mais uma vez.

Sorri entre o beijo, com a euforia que Jimin me apertava e me beijava.

– Eu sempre quis isso – ele confessou, terminando o beijo com um selar demorado – Eu sempre quis provar o gosto dos teus lábios.

– Eu também, Park.

– Quando você me chama de Park eu fico tão exitado – riu.

– Me fode hoje, Park Jimin? – murmurei rouca em seu ouvido, senti seu corpo ficar tenso e gemer baixinho.

– Caramba, parece que meu pau vai explodir.

Ri de sua expressão e fiquei em pé. Curvei e depositei um selar em seus lábios, rapidamente tirei sua blusa e a joguei no sofá. Trilhei uma linha imaginária até sua calça, que tinha um volume gigante. Jimin me ajudou a tirar sua calça, ficando de cueca.

Ele se pôs de pé e puxou me corpo para si. Sua boca macia tocou meu pescoço onde ele distribuiu muitos selares molhados, mordidas e sucções deliciosas. Pegou minha perna esquerda e levou até seu quadril, pressionado meu sexo em sua ereção. Entrelacei meus braços em seu pescoço erguendo minha  outra perna e ficando suspensa no ar, enroscada em Park Jimin.

Minhas roupas encontravam-se espalhadas pela sala, Jimin hora chupada, hora mordiscava meus mamilos durinhos. Minha bocetinha pulsava de tesão e ansiedade. Nossas peles quentes pareciam querer se fundirem a todo instante.

Jimin ergueu seu rosto e me encarou fundo, desci de seu colo com um olhar malicioso e beijei toda sua pele alva, mordi seus ombros e arranhei  seus braços fortes. Me ajoelhei sem quebrar o contato visual.

– Não se atreva a fechar os olhos enquanto eu te chupo! – ordenei séria, ele assentiu desesperado. – Bom garoto.

Abaixei sua box preta e seu membro duro feito pedra pulou em meu rosto, grande, grosso. Dei um breve selar em sua glande rosinha, virei minha cabeça de lado chupando seu comprimento. Jimin arfou alto. Massageava suas bolas e engoli seu falo até onde consegui, o que não coube em minha boca masturbei com a mão livre.

Jimin gemia alto, o que me instigava a continuar. Suas veias se sobressaltavam em minha cavidade bucal, fazia movimentos sensuais com a boca e deslizava minha língua em seu mastro e chupava suas bolas, o gosto amargo de seu pré-gozo preencheu minha boca.

Ele me puxou e me jogou no sofá com uma certa brutalidade.

Fica de quatro – disse com a voz rouca e sensual.

Fiz como ele mandou e empinei minha bunda para ele, gritei com o tapa que foi desferido em minhas nádegas. Jimin segurou ambos lados de minha cintura e sem avisar invadiu-me com uma arremetida forte. Suas estocadas eram violentas, nada que me machucasse, muito pelo contrário. Meus gritos era de puro prazer.

Ás vezes ele marcava minha bunda com sua mão grande. Gemiamos como dois loucos sem importamos com quem ouvisse. Aquele era nosso momento. Meu corpo todo explodiu em espasmos e eu tive meu tão esperado orgasmo. 

Jimin saiu de dentro de mim e se sentou no sofá, me chamando com o dedo em uma expressão de pura malicia. Sentei em seu pau duro e comecei a rebelar lentamente e depois quicar rapidamente. Sobe, desce, cima, baixo, uma, duas, vinte vezes.

Jimin se derramou dentro de mim, o que não tinha problemas já que eu tomo anticoncepcional.

     [...]

No dia seguinte acordei com um cheiro fortemente delicioso. Me levantei e depois de lavar o rosto andei até a cozinha, encontrando Jimin usando um avental rosa bebê enquanto estava concentrado fazendo as torradas.

– Bom dia – desejei para ele.

Jimin me encarou e pareceu asustado, depois sorriu e disse:

– Bom dia, princesa – me encarou malicioso – Dormiu bem...?



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