História You Over Again - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amores Passados, Bts, Casamento, Jikook, Lemon, Namjin, Sexo, Srta_park, Taegi, Traição, Vhope, Vmin, We Don't Talk Anymore, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 336
Palavras 2.622
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Anyeong, kkochis! Dda bom?

Bom, eu nem sabia quando ia atualizar essa fic de novo, pra falar a verdade, mas eu sou tipo "uma pessoa de momentos".

E do nada (do nada mesmo) eu pensei "Porquê não?", aí o restante foi o seguinte: Terminei de comer meu pãozinho, abri o docs, e comecei a digitar.

E foi o que saiu.

Espero que gostem, esse capítulo é uma parte importante do trailer (que eu fiz e vou deixar nas notas finais, o link) e é bem dramático sz. Isso porque eu assisti Pure love pela segunda vez ontem, aí eu tô sensível. Sorry u.u

Não quero enrolar muito aqui, então, boa leitura ^^

Capítulo 4 - Quarto


Fanfic / Fanfiction You Over Again - Capítulo 4 - Quarto

Capítulo 04 — Reencontros


— Jimin, querido, acorde.


O adolescente esfregou seus olhinhos ao ouvir a voz de sua mãe tentando despertá-lo. Logo, fez um bico manhoso nos lábios porque não queria ir para a escola.


Grunhiu, segurando a barra de seu cobertor estrelado e puxou para cobrir sua cabeça, mantendo o corpo pequenino “protegido” — em sua cabeça.


A mãe, já sabendo como seu filho era, entrou no quarto um pouco depois, suspirando ao ver o amontoado de tecido cobrindo-o. Seguiu até a cama e sentou na borda, puxando o lençol para descobrir o rosto gordinho e de olhos lacrimejados de Jimin.


— Minnie, você está se sentindo mal? — Perguntou, preocupada.


O mais novo aumentou seu bico, tentando controlar as lágrimas que viriam e negou, infantilmente, com a cabeça.


— Então, se levante para ir ao colégio, sim?


— Eu não quero. — Murmurou, convicto. Fazendo a mulher suspirar.


— Jimin, não é de hoje, nem de ontem que você não quer ir à aula. Qual o problema?


O garoto de quatorze anos — e mentalidade de dez — conteve o choro. A verdade, era que estava sendo intimidado na escola por ser um pouquinho acima do peso — não era só isso, mas o pequeno achava que sim. Também não tinha amigos, nem ninguém que o fizesse querer ir à aquele lugar ruim.


Contudo, não queria preocupar sua mãe com essas besteiras.


— Não tem problema algum, mamãe. — Disse, virando o rosto para o lado — Só que lá é chato.


A senhora Park fez uma careta e depois revirou os olhos, sorrindo da manha de seu filho.


— Jimin, querido. Você não é mais uma criancinha, sabe que precisa ir para a escola. — Ditou, alheia à situação — Se não está doente, então levante-se. Já perdeu aula demais.


E então, levantou-se, indo para fora do quarto com a sentença de que viria, ela mesma, dar banho nele caso não se levantasse.


Mesmo a contragosto, Jimin saiu da cama, indo em direção ao banheiro e preparando-se para enfrentar mais um dia no inferno.


(...)


Não havia nem terminado terceira a primeira aula ainda, e Jimin já queria poder virar fumaça e desaparecer dali.


Havia pedido licença ao professor para ir ao banheiro, mas a verdade era que estava incomodado pelos xingos e as bolinhas de papel que o arremessavam durante a aula.


Contudo, seus planos não pareciam ter dado certo quando eles o seguiram e o encurralaram ali.


Se encolheu ao sentir uma mão em seu ombro e logo um garoto, que conhecia muito bem, o segurou, fazendo-o ficar preso entre seu corpo e a pia, e fora impedido de fugir pelos outros que cercaram-no.


— Hora, hora. Olha quem temos aqui? — Taemin debochou, rindo quando esticou a mão para tocá-lo e ele se encolheu. — A garotinha resolveu parar de fugir?


— Eu não sou uma garota e não estava fugindo! — Murmurou, arranjando coragem de qualquer lugar para se impor à aquele garoto que tanto lhe incomodava.


Taemin sorriu, segurando o queixo do ruivinho e o fazendo lhe olhar irritado.


— Ei, porque está gritando com seus amigos, uh? — Disse-lhe, fazendo-o contorcer o rosto em uma expressão de nojo — Será que eu deveria te ensinar uma lição?


Jimin estremeceu pelo seu tom, abaixando a cabeça e virando o rosto para o lado quando o mais velho pressionou seu quadril com o próprio, dando-lhe náuseas ao acariciar seu rosto.


— O que será que essa sua boquinha faz, uh? — Umedeceu os lábios, ao acariciar os lábios do menor — Além de mal agradecer quem cuida tão bem de você?


— Solta ele.


A atenção de todos foi levada em direção à um garoto moreno, que tinha mais ou menos o tamanho de Jimin, mas aparentava ser mais novo. Os olhinhos do ruivo brilharam e se arregalaram ao reconhecê-lo.


— E quem é você, pirralho? — Um dos garotos que estava com Taemin perguntou, aproximando-se do moreno para intimidá-lo. Contudo, ele não se moveu.


— Jung… Jungkook-ah? — Jimin perguntou, trêmulo.


O Lee, irritado por ter sido interrompido, largou Jimin e foi até Jungkook, segurando-o pela gola da farda, mas o garoto permaneceu impassível.


— Você… Ninguém nunca te ensinou a não se meter na vida dos outros?


— Me larga. — Segurou as mãos alheias, livrando-se delas.


Jungkook não disse mais uma palavra; passou por eles e segurou a mão de Jimin, arrastando-o para fora, porém, foi interrompido.


— Opa, opa. Aonde pensa que vai,gracinha? — Jimin estremeceu ao ter seu pulso agarrado pelo outro, e o Jeon percebeu, endurecendo sua expressão.


— Largue-o.


— E se eu não quiser? — Rebateu, com um sorriso cínico — O que é que o garotinho vai fazer, uh?


Jungkook não seria louco de iniciar uma luta corpo a corpo com aqueles idiotas, contudo, essa não era a única arma que possuía.


— Acredito que seu pai não iria gostar de saber que você está incomodando o filho único dos Jeon, não é mesmo? — Riu, provocando-o. E sentiu-se satisfeito ao ver sua expressão mudar.


— Você está morto se disser uma palavra, garoto.


O dito não respondeu, segurou com força em sua mão e o fez largar o pulso de Jimin, trazendo-o mais para si.


— Se eu direi algo ou não, vai depender de você, Lee Taemin.


E com tais palavras, tirou o Park dali, levando-o até o jardim dos fundos, onde somente então, se virou, sorrindo grande ao poder ver sem impedimentos à quem tanto desejou ver nos últimos anos.


Fazia dois anos que haviam se separado, com um selinho inocente dentro de um guarda-roupa; dois anos que não se viam, e dois anos em que sentiam a falta um do outro mais que tudo.


Parecia bobagem, se levar o fato de que eram apenas duas crianças que não sabiam nada da vida; porém, isso não importava para eles dois.


O que realmente importava, era que Jungkook cumpriu sua promessa; ele estava de volta, e dessa vez não iriam mais se afastar — ao menos, era o que ambos pensavam.


— Há quanto tempo, Jimin-ah.


Seu sorriso fofo foi mesclado pelas lágrimas do mais velho, que sorria enquanto pulou em seu colo, abraçando-o com força, como se tivesse medo de que não fosse real.


— Eu senti tanto a sua falta… — Murmurou baixinho, acalmando-se com o cheiro que ele emanava.


Jungkook sorriu, abraçando-o de volta com a mesma intensidade.


— Eu também, Jimin. — Sussurrou baixinho — Senti muito a sua falta.


•    •    •


Sentia meu coração praticamente quase saltar do peito; a respiração desregulado e a visão escurecendo — estava a ponto de sofrer um desmaio, porém, eu não estava em condições de me dar a esse luxo.

Todas as vozes ao meu redor pareceram se tornar somente zumbidos, e tudo parecia embaçado. O único som que eu ouvia com precisão era o do meu coração batendo forte no peito.

— Há quanto tempo, Jimin-ah.

E então, tudo parou.

Pisquei os olhos lentamente, minha respiração magicamente voltando a normalizar e meu coração — ainda palpitava, porém, já não mais tinha a sensação de que ele estava ao lado de meu ouvido.

Eu apenas sentia como se nada fosse real; fosse apenas mais um dos milhares sonhos em que tive anos atrás. E por isso, meu corpo parecia estar normal por fora — ainda que a confusão estivesse presente em minha mente.

Ele tinha um sorriso bonito no rosto, e uma sensação de nostalgia me invadiu. Lembrei-me do dia em que ele mantinha um igual — ainda que fosse um pouco mais iluminado e confiante — no rosto ao me dizer aquelas mesmas palavras.

Porém, ao contrário daquele reencontro. Eu não pularia em seus braços, muito menos diria-lhe em voz alta que senti sua falta.

Percebendo a minha falta de ação, Hoseok foi até ao garoto, o abraçando com força e sendo retribuído também — ainda que os olhos do, agora castanho, estivessem focados em mim.

— Jungkook, querido. — Jin hyung o cumprimentou também, dando espaço para ele. — Vamos, entre.

Senti a mão de Taehyung apertar a minha e sua respiração se tornar mais forte. Mesmo assim, eu não consegui desviar o olhar do de Jungkook.

— É maravilhoso reencontrar vocês, hyung’s. — Ele disse, exibindo seu sorriso de coelho para os garotos — Mas, agora, eu… Jiminnie. — Tae irritou-se ainda mais ao ouvir meu apelido sair da boca dele e eu acariciei sua mão com meu polegar, tentando acalmá-lo. Jeongguk me encarou, temeroso — Será que podemos conversar… À sós?

— Ei, cara… — Hobi hyung sorriu meio nervoso, tocando o ombro dele — Eu não acho que…

— Mas é claro que ele não… — Taehyung tentou negar por mim, mas eu o interrompi.

— Deixem-nos à sós.

— Jimin!

Virei-me para o meu marido e sorri sem mostrar os dentes, enquanto acariciava suas mãos com as minhas.

— Está tudo bem, Tae. — Tranquilizei-o, piscando devagar — Pode confiar em mim, uh?

— Mas eu confio, amor. — Ele sequer pensou antes de responder, mas suspirou logo após, fitando Jungkook com o canto dos olhos antes de voltar a me fitar — Eu só estou preocupado.

— TaeTae. — Sorri, fazendo uma expressão tranquila — Eu estou bem, juro.

— Está certo. — Sorriu pequeno — Estou acreditando em você.

Ele veio em minha direção e eu me surpreendi quando tomou meus lábios nos seus. Não era um beijo afoito ou erótico, era calmo, porém possessivo — a sua mão apertando minha cintura deixava isso bem claro. Ainda um pouco relutante, o correspondi, meio envergonhado.

Sentia os olhares dos outros em cima de nós, mas o que mais me incomodava eram os olhares fixos que Jungkook mantinha em nós. Mas, eu fingi não me importar.

Taehyung é meu marido. Não há nada de errado nisso. — Repeti mentalmente.

Não durou muito, ele apartou o ósculo com um selinho em meus lábios e outro em minha testa.

— Eu te amo, Jimin.

Eu sorri um tanto incomodado, pois sabia que ele estava dizendo isso para Jungkook ouvir.

— Eu também, Tae. — Respondi baixinho, notando pelo canto dos olhos, Jeon abaixar a cabeça.

Taehyung me soltou, passando por Jungkook, mas todos puderam perceber o olhar sério que ele o lançou. Ele saiu pela porta, sendo seguido por Jin e Hoseok — que me abraçaram e se despediram antes de segui-lo — e, ao fim, restou apenas nós dois na sala.

E então, o nervosismo de antes voltou com força. Porém, fiz de tudo para não deixar transparecer.

— Jimin, eu… — Ele aproximou-se, me fazendo cruzar os braços e recuar um passo para trás.

— Seja breve, Jungkook.

Seu sorriso morreu um pouco. Notei-o abaixar a cabeça, mas logo a ergueu, sorrindo novamente.

— Senti sua falta. — Confessou, parecendo um tanto quantos cansado.

— É só isso que tem a dizer? — Perguntei-lhe, rancoroso, fazendo menção de me retirar. Contudo, ele segurou meu braço e eu o encarei, repreensor.

— Desculpe. — Murmurou, largando-me.

Virei novamente para si e cruzei os braços, esperando-o continuar a falar. Ele passou as mãos pelos cabelos castanhos e eu não pude deixar de notar que ele estava diferente; ainda tinha o mesmo rosto e o mesmo sorriso, mas estava diferente. E, à mim, não parecia ser só o físico.

— Eu sei que não tenho direito algum de sequer aparecer na sua frente, e que você, provavelmente, está me odiando agora, mas… — Suspirou, olhando-me nos olhos — A verdade é que não há explicação alguma para o que eu fiz. Só…

Engoli a seco, sentindo minha garganta arder e os olhos formigarem, deixando-me ainda mais estressado por estar agindo daquela forma depois de anos.

— Eu voltei, Jimin. — Ele concluiu, fitando-me com os olhos marejados — Isso não pode ser o suficiente? — Umedeceu os lábios — Ao menos, por agora? Já passou tanto tempo, Minnie.

— É sério isso, Jungkook? — Ri, sem humor. Incrédulo do que estava ouvindo e o encarei, endurecendo a expressão — Você faz tudo o que fez, desaparece, fica anos sem dar notícias nem para dizer que ainda estava respirando, e vem me perguntar se ter voltado não é o suficiente? — Ele abaixou a cabeça, fitando o nada, apenas para fugir do meu olhar.

Suspirei, fechando os olhos e olhando para cima, enquanto mordia meu lábio inferior para me conter; mas logo, voltei a encará-lo, sem expressão.

— Você acha que é só aparecer, sem explicar merda nenhuma... — Deslizei a ponta da minha língua pelos lábios secos fechando os olhos para me acalmar.

— Jimin… — Abri os olhos, o interrompendo.

— Você simplesmente volta, e acha que tudo vai voltar a ser como era antes?

— Eu sinto sua falta, Jimin. Muito. — Disse-me, tentando uma aproximação novamente. Me afastei, percebendo ele engolir o choro — Não sabe como eu me senti nesses últimos anos.

— Eu senti muitas coisas nesses últimos anos, Jungkook. — Afirmei, ficando sério — Uma delas foi decepção.

— Jimin, por favor, tente entender. — Implorou.

— Bastava apenas uma frase. — O cortei, sentindo a dor irromper ainda mais dentro de mim — Bastava você dizer a porra daquela frase. Não importa que fosse mentira, eu teria acreditado em você.

Ele calou-se. Me encarando como se estivesse prestes a desabar — irônico porque, era eu quem estava quase fazendo isso.

— As coisas mudaram, Jungkook. — Disse-lhe, seco — Eu já tenho outra pessoa e eu… — o olhei, com os olhos lacrimejando — Eu amo o Tae.

Ele estava de cabeça baixa, mas a ergueu lentamente após minhas palavras. Senti minha garganta fechar quando ele me fitou daquela forma intensa como se fosse capaz de quebrar-se ali mesmo.

— Não. — Murmurou, vindo até mim. Segurou meu rosto entre suas mãos — Você… Não pode ter se esquecido de nós assim.

Me encolhi, tentando desviar de seu toque, mas fui perdendo as forças aos poucos.

— Era comigo que você sorria. — Disse-me, com o olhar esperançoso — Era à mim que você amava! Você não lembra de tudo que passamos juntos?

Meu corpo todo tencionou com sua menção ao nosso passado. Soltei o ar que nem percebi estar segurando e ergui a cabeça devagar; fitando-o sem expressão.

— Eu só lembro de como você me quebrou. — Murmurei, seco.

Ele devolveu meu olhar, porém o seu estava desolado, e então, tirou suas mãos de mim aos poucos, se afastando um pouco relutante enquanto eu forçava-me a manter o olhar firme.

— Dizem que as palavras machucam, Jungkook. — Iniciei. — Mas foi o seu silêncio que me destruiu.

Uma lágrima escapou do meu controle e rolou pela minha bochecha, que provavelmente estava corada pelo esforço em conter o pranto. Limpei-a sem muita delicadeza, voltando a fitá-lo.

— Ainda assim, é um alívio saber que você, ao menos, está bem. — Funguei, desviando o olhar. — Eu não pretendo manter essa mágoa para sempre. Isso só vai me fazer mal.

Suspirei, umedecendo os lábios mais uma vez.

— Jin hyung está certo, talvez devêssemos tentar nos dar bem novamente. Todos nós. Mas… — o fitei — Agora eu quero ficar sozinho. Por favor, vá embora.

— Tudo bem. — Suspirou, dando-se por vencido, mas logo levantou a cabeça, abrindo a boca para dizer mais alguma coisa — Jimin, eu…

Ding dong.

Foi interrompido pelo som da campainha. Ele bufou e eu fui até a porta, para atender quem quer que fosse.

— Jimin, espera! Deixa que eu… — Olhei confuso para trás quando o Jeon veio atrás de mim, mas logo voltei a olhar pra frente, retesando ao ver quem eu menos esperava ver ali.

E, vindo do apartamento à frente, enquanto carregava uma carteira de couro — meus olhos marejaram porquê eu a reconheci como o presente que eu dei ao Jungkook no último aniversário dele, antes de tudo acontecer — estava ele, de cabeça baixa.

— Jungkook-ah, você esqueceu… — Ele calou-se, ao me ver. — Jimin…

Meus olhos se tornaram inexpressivos e minha feição endureceu, ao pronunciar seu nome:

— Min Yoongi.


Contudo, fui ingênuo em demasia ao pensar, por um breve momento, que somente a escuridão estava voltando para me assolar.

E a realidade não foi misericordiosa ao dar-me um belo tapa na face; pois, os dois causadores dela, estavam voltando juntos.


Notas Finais


AAAAH, YOONGI MOZÃO APARECEU Sz

Olá de novo.
O que acharam?
Não vou nem prometer que irei atualizar logo, porque vocês sabem que eu sou péssima com promessas. Sorry ><
MAS eu juro que volto.
Não sei quando, mais volto -q

Aaaaaah, eu postei novas fics Jikook's baseadas na Melanie:

Soap: https://spiritfanfics.com/historia/soap-9216852

Tag, you're it: https://spiritfanfics.com/historia/tag-youre-it-9237457

Uma Chanbaek tbm:

Simpatia: https://spiritfanfics.com/historia/simpatia-9302525


Ah, aqui está o trailer dessa fic, pra quem ainda não viu: https://youtu.be/cechcD8lmk4

É isso, tchau tchau!
Deixem nos seus comentários o que acharam porque isso é muito importante pra mim, tá bom?

Ah, alguém tem teoria do que aconteceu pro Minnie ter todo esse rancor aí? E o que o Yoongi tem haver com isso? Rsrs.

~chuu 💋


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