História You' re My Angel Baby - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Amor, Novela, Romance, Shawn Mendes
Exibições 14
Palavras 2.939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


I'M BACK UHUUUUUULL
Eu voltei com outra fic e devo explicações
Eu fui escrever a att de Guns mas de repente surgiram ideias que não poderia usar nessa fic, então resolvi escrever outra e ambas vão ser atualizadas toda a sexta feita, e quando eu não postar na sexta é por que houve um imprevisto como bloqueio criativo ou a escola começou a socar minha cara com trabalhos e provas.
Sexta que vem tem att de Guns sim senhores e provavelmente dessa fic também
Espero que gostem dessa fic, e é com meu shawnzinho S2 S2
espero que gostem e pfv comentei que acharem isso é muito importante para me motivar a escrever mais
bjs meus amores e desculpa pela demora de verdade S2 S2

Capítulo 1 - You saw me dancing


Fanfic / Fanfiction You' re My Angel Baby - Capítulo 1 - You saw me dancing

Eu escutava minha mãe gritar com o meu pai de novo, isso acontecia basicamente toda sexta-feira à noite, meu pai nunca gostou de ficar muito tempo em casa, então ele saía e minha mãe não gostava nada disso, ele tinha problemas com bebida e sempre voltava sábado de manhã, o que fazia a minha mãe pensar que ela estava sendo traída. O que não duvido que seja verdade.

E hoje ela estava falando isso a ele, de novo.

Ela deve ter falado algo a mais para meu pai, pois eu conseguia escutar meu pai dizendo, ou melhor, gritando que nunca a amou de verdade. Canalha. Era a única coisa que eu conseguia pensar sobre ele nesse momento, eu estou cansada de tudo isso.

Quando se tem 18 anos você precisa de seus pais te orientando o tempo todo, até porque é agora que sua vida começa de verdade, mas é claro que isso não iria acontecer comigo, seria muita sorte. Sorte de mais para uma menina como eu, sem amigos.

Estava deitada em minha cama abraçando o travesseiro e escutando partes da discussão, e foi aí que escutei a porta da sala batendo, com uma força incrível. Eu já sabia que isso iria acontecer. Era previsível.

Levantei da cama ainda um pouco assustada e fui em direção à janela que tinha em meu quarto que dava em direção para a rua e lá vi meu pai indo para o carro com uma mala, entrando no mesmo, ligando-o e indo embora.

É, meu pai foi embora mesmo, e sem se despedir, sem nem um tipo de adeus, ele apenas foi.

Resolvi descer até a sala para ir ver como minha mãe estava, desci no maior silêncio possível, e vi minha mão sentada no chão da cozinha, com as mãos ao rosto, seus cabelos ruivos iguais aos meus presos em um coque um tanto bagunçado.

Eu fui abraçar minha mãe, sentei ao seu lado colocando meu braço em cima de seus ombros a puxando para perto, e ela chorou mais ainda em meus braços.

Ver a minha mãe naquela situação fazia meu coração apertar de dor e meu sangue correr mais rápido de raiva daquele canalha. Minha mãe se afastou de meus braços de repente e me encarando com seus olhos incrivelmente castanhos e sussurrou um “me desculpa”

Eu a abracei novamente, e falei no mesmo tom de voz dela:

-Mãe, a senhora não tem que se desculpar, não é culpa sua okay?

-Se eu não tivesse brigado com ele, ele não iria embora, a culpa foi minha sim- Ela se lamentou se separando de mim novamente e agora encarava as próprias mãos, mordendo o lábio para tentar não chorar novamente.

-Mão me escuta, a culpa não é da senhora, o pai foi embora porque ele é um babaca, não quero escutar a senhora se lamentando por uma coisa que não foi culpa sua, por favor- Pedi a encarando então ela olhou pra mim e assentiu.

Ela se levantou do chão me deu boa noite e subiu para seu quarto, e eu me levantei e peguei um copo de água, lógico que não iria conseguir dormir de novo, não iria conseguir ficar naquela casa por muito tempo, pelo menos não hoje. Eu precisava sair, esfriar a cabeça, esquecer-me tudo.

Subi para meu quarto e troquei meu pijama para uma roupa mais aceitável, uma calça Skinny preta, uma blusa rosa claro de manga curta e um tênis qualquer. Peguei minha jaqueta que nunca me abandona, a vesti e descia as escadas novamente peguei minha chave de casa, minha carteira e saí de casa.

Eu estava decidida em ir para uma balada que sempre ia quando precisava esquecer-me tudo, basicamente toda a sexta-feira à noite, beber, e dançar muito. Hoje não vou beber até ficar inconsciente, minha mãe esta sozinha em casa, não vou deixar ela sozinha justo quando ela mais precisa de mim.

Cheguei a porta da balada, e estava bem cheia eram quase 00:00 então ainda estava cedo, eu tenho muito que aproveitar.

Entrei na balada, e as luzes piscavam em tons de verde, vermelho, azul e amarelo. Pessoas dançavam na pista, alguns se beijavam como não se houvesse amanhã, outras apenas estavam sentadas no bar bebendo e observando a multidão. O som estava alto, e havia fumaça pela extensão  do lugar todo, que não era pequeno, a música era alguma do Panic! At The Disco muito animada.

Eu fui em direção ao bar e pedi a dose mais forte ao barman, ele me olhou com uma cara meio estranha, de reprovação, mas me deu a bebida de qualquer jeito, mas antes me pediu a identidade, claro.

Tomei a bebida que desceu queimando toda a minha garganta, logo fiquei alegre o suficiente para poder dançar sem vergonha de quem estivesse olhando, afinal, nunca irei ver aquelas pessoas de novo, então pra que ficar com vergonha? Eu quero mais é esquecer de tudo hoje e ser feliz. Pelo menos por algumas horas.

Eu cantava a música que já consegui identificar, era Vegas Light do Panic! Vulgo minha música favorita, cantava com toda a força possível, com todo o ar de meus pulmões, pedia dose atrás de dose da bebida mais fraca de lá, eu disse que iria ficar alegre e não bêbada.

Subi em uma mesa que ninguém estava usando, pulava em cima dela e dançava, gritando outra música que tocava essa era eletrônica, acho que era David Gueta, mas isso não importa.

As pessoas de repente se juntaram em minha volta e gritavam para mim, eu estava amando aquilo tudo, então apenas sorri fechei os olhos e cantei mais alto junto com aquelas pessoas, totalmente desconhecidas.

A música acabou e todos gritaram novamente, me fazendo rir e abrir os olhos, quando vi todos já estavam voltado pra pista de dança, e foi então que avistei um menino alto, meio musculoso, com um topete de cabelo castanho, e com um sorriso encantador, me encarando com as mãos no bolso de seu casaco verde musgo, acho que era essa a cor, estava escuro de mais para identificar, e foi então que me toquei de que era o Shawn Mendes, um menino da minha faculdade de publicidade, e que era a única pessoa que falava comigo, não o considerava um super amigo, acho que nem um amigo, conversávamos pouco, mas eram as melhores conversas que tinha.

Era difícil eu considerar alguém meu amigo, não era apenas conversar e pronto, deveria demonstrar para mim que podia confiar nele, pra qualquer momento da minha vida, sem exceção.

Eu o encarei durante uns 3 segundos e então desci da mesa um pouco envergonhada, pelo fato de alguém da minha faculdade, ou pior, da minha sala, ter me visto daquela forma, tão solta. Tão eu.

Sentei-me em um banco perto do bar e bebia agora uma batida de Kiwi, minha fruta favorita.

Vi de canto que alguém sentou do meu lado, e era ele, ele veio falar comigo depois de me ver naquele estado, provavelmente veio rir da minha cara. Estou sentindo algo diferente, eu estou com um frio na barriga que nunca havia sentido antes, meu coração esta um pouco acelerado, deve ser a bebida.

-Olha, quem diria Sarah Cooper, dançando em cima de uma mesa de balada?- Shawn disse em um tom brincalhão pedindo ao garçom uma bebida qualquer logo em seguida.

-O que eu posso fazer? É o efeito de mais uma briga de casal- Falei como se fosse a resposta mais óbvia do mundo, e dando mais um gole na bebida tentei ser o mais bem humorada possível, mas a verdade é que estava arrasada.

-Brigou com o seu namorado?- Perguntou ele dando um gole em sua bebida e virando para mim.

-O que? Não, que namorado?- falei dando uma risada meio forçada no final- Meus pais de novo, só que agora meu pai foi embora de vez.

Shawn sabia o que acontecia com os meus pais, todas as nossas poucas conversas eram sobre esse assunto, o que era maravilhoso, pois podia desabafar com ele.

-Oh, eu sinto muito- Ele disse em um tom de pena- Mas olha, hoje você pode esquecer-se de tudo, pode ficar bêbada, eu te levo até a sua casa depois- Agora ele falava mais animado e engraçado, eu achava o máximo o jeito dele de tentar fazer com que todos ficassem felizes a sua volta.

-Não, eu não posso ficar bêbada hoje, minha mãe esta sozinha em casa e amanhã eu tenho que estar totalmente bem, sem os efeitos da ressaca para ficar com ela- Falei analisando a mesa do bar, que era mais fácil do que encarar Shawn, não conseguia olhar em seus olhos por muito tempo, eu ficava um pouco perdida em seus olhos castanhos, eles eram mais bonitos do que qualquer olho azul por aí.

-Ah tudo bem, mas eu sei de uma forma de você se divertir sem ficar mal amanhã, sabe qual é?- Ele disse chegando um pouco mais perto de meu ouvido, como se fosse sussurrar  e meu coração parecia que ia sair pelo peito.

-N-Não, qual seria?- Gaguejei um pouco, mas consegui soltar a frase me um tom alegre e não envergonhada.

-DANÇAR!- Ele gritou e se levantando da cadeira, mas só depois se deu conta que havia gritado em meu ouvido, pois agora eu os tapava- Ai meus deus me perdoa, foi sem querer, eu fiquei muito empolgado- ele falou me abraçando de lado e soltando uma gargalhada muito contagiante.

Eu comecei a rir também, aquilo tudo estava sendo tão estranho, mas não vou negar, estava amando, e não vou desperdiçar essa noite por nada.

Eu me levantei segurando em sua mão e pulando pela pista de dança, agora tocava Bad do David Gueta, estava no começo então ainda dava para cantar antes da batida contagiante começar.

Eu não iria conseguir o encarar, então fechei meus olhos e deixei me levar pela batida da música, comecei a cantar, e senti que Shawn fazia o mesmo, pois ele apertava a minha mão com força, mas sem machucá-la.

Senti-o afrouxar sua mão e então abri meus olhos e ele se aproximou de mim indo em direção ao meu ouvido e falou em um tom alto suficiente para que eu pudesse escutar por conta do som alto.

-Eu vou pegar uma garrafa de Vodca, divide comigo?

Eu ri e me aproximei também de seu ouvido.

-Shawn, eu disse que não vou ficar bêbada.

-Você não precisa beber muito, apenas divida comigo, assim nenhum fica bêbado, apenas alegre.

-Tudo bem então.

Ele soltou a minha mão e foi em direção ao bar, o acompanhei com o olhar até perdê-lo de vista por conta da multidão, talvez seja uma desculpa para se separar de mim, ir atrás de qualquer uma pela festa, ou seja verdade, ele apenas foi comprar uma garrafa no bar e já estaria de volta, o que me resta é esperar aqui, dançando é claro.

A música já era outra, e claro do Panic! É por isso que amo essa balada, é a melhor com certeza. Tocava Hurricane e todos pulavam e cantavam conforme a música, e eu ,é claro, dançava com vontade e de olhos fechados, essa música faz coisas comigo, me traz uma felicidade gigante e uma vontade de dançar maior ainda.

A música estava na metade e sinto alguém pegando em uma de minhas mãos, abri os olhos no mesmo instante, e vi que era ele, Shawn.

Ele voltou, +1 ponto para Shawn Mendes, logo irei conseguir considerá-lo meu amigo.

Ele balançou a garrafa e me guiou pela multidão, segurando em minha mão, até uma mesa no canto da balada. Afastada da pista, fazendo com que o som não fosse tão alto assim, e nos possibilitando de termos uma conversa civilizada.

Sentamo-nos e ele começou a sorrir e balançar a cabeça negativamente enquanto colocava a bebida em dois copos pequenos que estavam em cima da mesa. Por que ele está rindo?

-Por que está sorrindo?- Resolvi perguntar, enquanto encarava o líquido cair nos pequenos copos.

-O que?- ele perguntou me olhando parecendo que acabou de sair de um transe, porém ainda sorrindo.

-Você. Você estava rindo enquanto colocava a bebida nos copos, o que tem de tão engraçado?- Perguntei encarando seus olhos, mas logo desviando o olhar para a mesa.

-Ah, me desculpa, é só que eu nunca pensei que estaria bebendo Vodca numa balada com Sarah Cooper- ele respondeu me entregando um dos pequenos copos.

-E o que tem de engraçado nisso?- Falei sorrindo, fazendo com que a pergunta não saísse tão grossa quanto parecia, e logo em seguida virando o copinho com a bebida em minha boca.

-É que você sempre foi tão no seu canto, nunca pensei que veria você em uma balada Sarah Cooper, nós conversamos de vez em quando, mas nunca vi esse seu lado tão solto. Tão livre. - ele respondeu simplesmente e bebendo logo em seguida.

-Ah entendi, é que eu não gosto muito de mostrar esse meu lado. - Disse colocando mais um pouco de bebida para mim.

-Mas deveria, iria te fazer bem. Por que não gosta?- ele perguntou me encarando.

-Eu não sei, não me sinto à vontade para mostrar isso pra todo mundo, então se sinta privilegiado- Eu respondi rindo e fui acompanhada por ele, e por seu lindo sorriso.

-Sabe Sarah Cooper, eu admiro esse seu jeito de sempre ter um sorriso no rosto, mesmo passando por tantos problemas-Ele falou  ainda sorrindo e encarando a mesa.

-Eu não tenho tantos problemas assim, são só meus pais, eles nunca foram aquele casal feliz então já estava na cara que um dia eles iriam ter uma briga e, então finalmente, se separarem. Eu apenas estou aceitando isso, não tem muito que eu fazer não é mesmo? Então vou seguir minha vida, sendo o mais feliz possível. - Respondi o encarando e sorrindo, estava fácil de olhar para ele, já que não me encarava. Peguei a garrafa de Vodca e coloquei a bebida em meu copo pela terceira vez.

-Então tudo bem, eu te entendo até, a minha vida não é a mais perfeita, meus pais também estão em um processo de divórcio, então tento esquecer ao máximo isso. –Ele falou um tanto triste e pegando a garrafa novamente e enchendo seu copo, pela segunda vez.

-Então quer dizer que somos apenas adolescente com pais divorciados, que estudam na mesma faculdade, conversa, não frequentemente, mas ainda sim conversam e que se esbarraram em uma balada, e que agora zeram com uma garrafa de Vodca juntos?- Perguntei a ele agora encarando em seus olhos, não acredito que consegui olhar neles, eles são tão lindos, castanhos iguais aos meus, porém são mais bonitos. E lá vou eu me perder em seus olhos novamente.

-E não se esqueça do fato de eu desvendar sua identidade secreta, Sarah Cooper em uma versão mais solta. - ele respondeu ainda olhando em meus olhos e sorrindo, esse garoto vai me matar qualquer dia desses com esse sorriso maravilhoso.

-Ah é claro- eu comecei a rir conseguindo desviar meu olhar que agora focava na mesa novamente- esse fato já mais será esquecido.

-Então bate aqui!- Shawn levantou a mão em um sinal de Hi-Five

Eu bati na palma da sua mão. Correspondendo ao Hi-Five, foi então que quando terminei de bater Shawn entrelaçou seus dedos nos meus e abaixamos a mão até encosta-las à mesa, fazendo com que ficássemos de mãos dadas, meu coração estava mais acelerado que o normal, e eu não conseguia parar de sorrir, meu estômago estava com aquela sensação de borboletas voando dentro dele, e para piorar tudo, estávamos mantendo contado visual.

O que esse garoto fez comigo? Não acredito que ele fez eu me apaixonar por ele. Eu estou apaixonada, e essa é a triste, talvez nem tanto, realidade.

Shawn cortou o nosso contato visual pegando o celular que deveria estar tocando, desligou a chamada e colocou seu celular em cima da mesa, com a tela ligada, fazendo com que eu pudesse ver o horário, quase 01h30min da manhã. Arregalei meus olhos e olhei para Shawn.

-Shawn, está muito tarde eu preciso ir, minha mão esta sozinha em casa. - Falei apressada e me levantando soltando, infelizmente, nossas mãos fazendo Shawn se levantar também.

-Ah okay, quer que eu te leve pra casa? Como você disse, está tarde- Ele perguntou me olhando. Eu assenti, Shawn pegou a garrafa de Vodca que estava na mesa ainda meio cheia, e saímos da balada em direção à seu carro, que estava estacionado no outro lado da rua.

Entramos em seu carro, e Shawn começou a dirigir, ele aparentemente não estava bêbado, o que era um bom sinal por que não sofreríamos um acidente no meio do caminho. O carro estava fechado então tirei minha jaqueta e abri a janela do carro, colocando a jaqueta no banco de trás. Shawn perguntou o endereço e eu o mostrei que não era muito longe dali.

Chegamos à porta de casa e agradeci à Shawn por me levar até em casa, ele me deu um beijo na bochecha, provavelmente fiquei rosada. Saí do carro e entrei em casa.

Dei-me conta de que esqueci minha jaqueta em seu carro, parabéns Sarah, sua esquecida.

Fui conferir se minha mãe ainda estava dormindo, e ela estava dormindo como um anjo. Fui para meu quarto deitei em minha cama e repassei a noite toda em minha cabeça, todos os momentos que tive com Shawn, momentos incríveis, ele é maravilhoso, eu conheço poucas pessoas, mas com certeza ele é a melhor delas.

Estou definitivamente apaixonada por Shawn Mendes, e é a melhor sensação de todas.


Notas Finais


Bjs da titia unicórnio
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