História You still have all of my heart - Capítulo 17


Escrita por: ~

Exibições 20
Palavras 1.427
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ooooi pra quem está lendo. Bom, esse capítulo foi muito gostosinho de escrever. Eu nem ia postar hoje, porque eu vou sair, mas to me atrasando aqui só pra não quebrar o padrão de postar todo dia... Espero que vocês gostem... Boa leitura <3

Capítulo 17 - Uma noite no apartamento dele


             Chegamos no apartamento e só restava mais algumas caixas no caminhão. Nossa sorte era que o prédio não era tão antigo e tinha um elevador. Barulhento e pequeno, mas tinha.

                Kellin me ajudou a levar minhas coisas para onde seria meu novo quarto. Mike ficara com a suite, já que ele tinha pagado pelo apê sozinho. Eu tinha pegado o outro quarto e tinha o banheiro do corredor só pra mim.

                A cozinha não era muito espaçosa e ficava no mesmo ambiente da área de serviço, que só cabia uma máquina de lavar pequena, um tanque e um varal de teto. Vassouras e rodos ficariam pendurados na parede e os produtos de limpeza ficariam em um armário na cozinha.

                A sala era até que espaçosa, e já que não tinhamos sofá nem mesa, era ainda maior. Iriamos comprar mais móveis com o passar do tempo. As coisas mais essenciais como geladeira, fogão, chuveiro e etc, meus pais tinham feito questão de comprar para nós. Acho que como uma maneira de pedir perdão.

                - Vou desempacotar minhas coisas só amanhã. – meu irmão disse entrando em meu quarto. – quer ajuda pra montar sua cama?

                - Quero. – respondi.

                Montamos a cama mas, assim que colocamos o colchão em cima, ela despencou com um barulhão. Já era. Adeus cama.

                Virei os olhos e bufei.

               - Mas que porra! – disse com o tom de voz um pouco alterado. Por que aquelas merdas só aconteciam comigo? Kellin colocou a mão na boca abafando uma risada.

                - Alguém vai ter que dormir no chão. – Mike começou a dar risada.

                - Você pode dormir na minha casa. – Kellin sugeriu ainda tentando não rir. Ele me lançou um olhar malicioso e eu entendi na hora.

                - Vai ter que ser. Amanhã compro uma cama nova. – respondi.

                - Já até sei. – Mike disse. Fiquei envergonhado, estava tão na cara assim as minhas intenções?

                Coloquei algumas roupas na mochila e fui com Kellin até seu apartamento.

               Quando estávamos na frente do prédio me surpreendi, era uma construção nova e modera. O elevador era melhor que o nosso, tinha espelhos limpos do chão ao teto.

                Kellin morava no quinto andar, seu apartamento ficava no fim do corredor.

                Eu não sabia o que estava esperando, mas quando entrei pela porta seu cheiro me invadiu e meu corpo se agitou.

               Os móveis eram novos e sofisticados. Tudo estava arrumado e limpo. A sala não era grande, mas tinha dois sofás brancos de couro – um de dois lugares e um de três -, uma estante com uma TV de plasma, um videogame e algumas decorações, um quadro na parede de uma paisagem muito bonita e uma mesa de centro com algumas revistas em cima. Do outro lado da sala tinha uma porta de vidro coberta com uma cortina bege que dava vista pra sacada.

                - Vou te levar pra conhecer tudo. – ele trancou a porta, pegou na minha mão e me conduziu para a cozinha.

             Ela também não era grande, o espaço total do apartamento só disponibilizava cômodos pequenos. E, pelo que eu estava vendo, Kellin soube aproveitar muito bem seu espaço. A cozinha tinha móveis de madeira escura e eletrodomésticos de aço inox.

                - Você pode pegar o que quiser na geladeira. – ele disse sorrindo. Assenti.

             Andamos por um corredor e ele abriu a primeira porta a direita, me dando espaço para enfiar a cara dentro do banheiro. Era pequeno, mas estava arrumadinho e cheiroso.

                A segunda porta a direita era um quarto “vazio”. Havia algumas tralhas, como violão, roupas velhas e coisas inuteis.

                A ultima porta, e unica da esquerda era seu quarto.

            Assim que coloquei os pés naquele lugar uma sensação muito boa percorreu meu corpo, causando um arrepio em minhas costas.

                Tinha uma cama de casal grande no canto e uma TV um pouco menor que a da sala na frente, sobre uma estantezinha de madeira branca. Kellin tinha uma estante de prateleiras um pouco ao lado da cama que tinha videogames, livros e filmes. Eu estava os observando quando senti braços me abraçarem por trás.

                - Senti sua falta. – ele disse se abaixando ligeiramente e respirando em meu pescoço. Tinhamos nos visto todos os dias desde que começamos a “namorar”, mas tinhamos transado apenas uma vez, já que ou eu ou ele estavamos ocupados. Sorri e me virei para olhá-lo.

                Coloquei a mão em volta de seu pescoço e o beijei. Era um beijo apaixonado e quente, cheio de desejo e necessidades.

                Quando vi estavamos andando até a cama. Senti a boca de Kellin se afastar da minha e minhas costas baterem no colchão. Ele se deitou por cima de mim e continuou me beijando.

                Enfiei minhas mãos dentro de sua blusa e acariciei suas costas, o fazendo gemer baixinho em minha boca. Segurei a barra de sua camiseta a puxei pra cima, a tirando. Kellin trocou de lugar comigo e foi minha vez de fazer a camiseta voar pra longe.

            Tudo aconteceu no automático. Tiramos as roupas enquanto nos beijávamos e não tinhamos coragem de separar nossas linguas para nada, nem mesmo para terminar de nos despir.

                Enquanto estavamos nas preliminares notei que entre eu e Kellin aquilo não era algo constrangedor. Eu não tinha vergonha, nem do meu corpo, nem de tocá-lo, nem de olhá-lo. Não era algo “sujo”, era puro amor. Era necessidade de demonstrar ainda mais nossos sentimentos um pelo outro.

                Fazer amor com Kellin naquela noite foi diferente da primeira vez. No começo foi algo fofo e calmo, com paciência e cuidado. Quando nos acostumamos com nossos corpos e nossos limites, passou a ser algo selvagem, intenso.

                Por fim, caí ao seu lado na cama e fechei os olhos para descansar. Peguei no sono instantaneamente.

                (...)

                Acordei com a luz do sol batendo no rosto e um peso em meu peito. Abri os olhos devagar me acostumando com a claridade e olhei para Kellin, que dormia encostado em mim. Ainda estavamos despidos pela noite de ontem e, ao me lembrar de tudo, sorri como um idiota. Eu amava Kellin mais do que qualquer coisa. Nada poderia dar errado. Mal eu sabia que tudo daria errado.

               O decorrer da semana foi normal. Eu tinha comprado uma cama nova e ajudado meu irmão a arrumar tudo. Nosso apartamento estava arrumado e com a nossa cara. Na sexta-feira chamamos nossos amigos para comer uma pizza.

                - Agora sim, finalmente vocês sairam da casa dos seus pais. – Tony disse enquanto pegava uma fatia de quatro queijos.

                Kellin estava sentado ao meu lado com os dedos entrelaçados nos meus enquanto prestavamos atenção na conversa. Mike ria das piadas de Jaime e Tony estava comendo sem parar.

                O celular de Mike começou a tocar e ele se levantou para atender. Andou até a cozinha, mas eu prestara atenção pra saber o que se tratava. Curioso, eu sei.

              - Oi Aly. – ele disse com a voz doce e apaixonada. – Agora? – ela passou de doce e apaixonada para preocupada e apavorada.  Uma pausa se seguiu. – Você tem certeza? Se acalma!

                Fui até a cozinha ver o que estava acontecendo. Mike estava com uma mão na testa e sua expressão era de puro medo. Seu olhar estava vidrado no chão a sua frente. Ele escutava com muita atenção cada palavra de sua namorada do outro lado da linha.

                - Amor você precisa ficar calma. Eu estou indo aí agora. Por favor, fique ai. – ele desligou e olhou pra mim. Nem precisei perguntar o que estava acontecendo. – Alysha e umas amigas estavam andando pela cidade quando foram assaltadas, o cara atirou nela e na Danielle, agora elas estão no hospital. – seus olhos se encheram de lágrimas.

                - Ela está bem? – perguntei preocupado. Eu ainda não a conhecia, mas gostava dela só pelo simples fato de fazer bem a Mike. Fiz uma nota mental para perguntar depois desde quando ela e Danielle eram amigas.

                - Está. O ferimento foi superficial. Mas Danielle está desacordada. As outras garotas conseguiram fugir, mas já estão lá no hospital também – sua voz falhava e ele estava completamente inquieto.

                - Eu vou com você. – eu disse saindo da cozinha e voltando aos nossos amigos e meu namorado, que a essa altura já estavam vendo o desespero no rosto de Mike. – Sinto em acabar com a festa, mas temos que ir ao hospital, a namorada do Mike se machucou. Falamos com você mais tarde.

                Eles assentiram e desejaram sorte a Mike, depois foram embora. Kellin havia ficado, e ele não precisou pronunciar nenhuma palavra, apenas me direcionou um olhar para que eu soubesse que ele estaria comigo naquele momento.


Notas Finais


Comentem o que estão achando e o que acham que vai acontecer no próximo... vocês vão se surpreender...
Até o próximo :3 beijinhos


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