História You still love me? - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Doctor Who
Tags 11 Doctor, Doctor Who, Matt Smith, Rose Tyler
Exibições 27
Palavras 3.943
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Magia, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Vestido da rose: http://weheartit.com/entry/258972434

Espero que gostem do cap!

Capítulo 7 - "Eu sou o doutor!"


Fanfic / Fanfiction You still love me? - Capítulo 7 - "Eu sou o doutor!"

O doutor ficou calado,ele olhou pra o chão como se procurasse alguma desculpa OU mudar de assunto
-olha,você vai querer fazer de desentendido mesmo? Eu sei que você sabe,é está se remoendo por dentro por estar causando tudo isso-disse jack que estava com uma expressão nada agradável.
-eu não tenho como sair daqui-o doutor falou ainda cabisbaixo.
-e sua tardis? Você é o doutor!-jack disse exclamando
-olha-ele olhou no fundo dos olhos de jack-eu entrei aqui de um modo ilegal,isso causou uma grande confusão no tempo e espaço.a tardis está em outra linha tentando chegar aqui, eu estou preso por enquanto-ele revelou sua situação Para jack.
-e quando sua tardis voltar,você vai conseguir contar a ela? Ou vai correr ,doutor?-jack falou com uma expressão bem séria.
-eu não sei jack...-ele apenas suspirou-como você conseguiu entrar aqui?-o doutor queria ter sua grande dúvida respondida.
-quando você entrou aqui ilegalmente,ou seja,por alguma fenda e não como a rose, você como uma força muito poderosa atuando nesse universo abriu diversas fendas,o que está causando uma grande confusão-ele respirou e prosseguiu-quando eu vi diversas fendas abertas,já sabia que só você com todo esse poder poderia ter causado isso.
-a primeira fenda estava no quarto de uma pequena menina polonesa...ela tinha medo da fenda,e ela parecia ser tão corajosa-ele falou e deu um pequeno sorriso lembrando da pequena menina ruiva.
Jack olhou uma mensagem em seu celular e colocou a mão no ombro do doutor dando leves tapinhas.
-precisamos ir,estão nos chamando no escritório-ele saiu junto com o doutor do helicóptero e colocou a mão em suas costas-e sabia que Ness regeneração você está com um belo peitoral? Só não gostei do queixo-o doutor suspirou enquanto jack ria,indo em direção ao elevador.
Chegando na sala rose estava sentada numa das 2 cadeiras esperando os dois.Martha fez sinal para um deles se sentarem
-quer que eu sente no seu colo?-jack perguntou ao doutor.
-dessa vez vou negar,vou ficar em pé mesmo-o mesmo forçou um sorriso cruzando os braços,enquanto rose segurava uma risada.
-enfim,eu queria parabenizar rose tyler é matt smith pelo bom desempenho na missão,e pelo esforço que fizeram e risco que tomaram no fim dela-martha falou é logo prosseguiu-a família de todos já foram avisadas,e espero que vocês descansem bem esse final de semana.vejo vocês na segunda-ela sorrio e o doutor É rose retribuiram.
-é quando ganhamos um aumento?-o jack perguntou revirando os olhos.
-a única coisa que você fez foi passar 2 horas numa escada observando o mar ,jack, você só ajudou eles a subirem-martha falou.
Jack prefirio ficar calado,sempre diziam que a melhor resposta era o silêncio.
Quando eles saíram do escritório o doutor queria falar com Rose,mas ela foi atrás do jack.ele tentou escutar um pouco da conversa mesmo sabendo do que se tratava.
-jack...como você conseguiu chegar aqui?-Rose o segurou pela manhã,o olhando com cara de dúvida .
-olha,Rose...isso é muito mais complexo do que você imagina, não posso explicar agora-ele falou olhando para o doutor e tentando escapar de loira.
-jack...em 2 missões eu vi a tardis,quer dizer,acho que vi e tenho imagens nítidas do doutor eu não sei o que está acontecendo,mas alguma coisa está mudando e eu preciso saber o que é!-ela exclamou o que deixou jack sem palavras.
Na hora um homem de sobretudo magro apareceu lá.parecia exausto pos deveria ter vindo correndo
-Rose!-o clone gritou e correu em direção a loira A abraçando,que logo a mesma retribuiu com muito carinho.
Jack ficou tranquilizado por escapar da conversa,já o doutor olhava a cena sem saber se ficava feliz por os dois se amarem tanto ou..."besteira minha" ele pensou.
-olá...-ela falou o abraçando com força.
-me ligaram e vim o mais rápido que pude,fico bem em saber que você está bem-ele a olhou falando meio rápido depois de sua corrida o que A fez rir.
O clone segurou em sua mão e deu um selinho nela,QUE retribuiu.jack chegou perto do doutor
-meio...protetor ele ,não ? Que dizer,você era assim?-jack perguntou de lado para o doutor
-sim-ele falou sem mudar sua expressão e foi saindo de lá,já satisfeito com o bom trabalho que fez.
Rose olhou de lado para o doutor, ela queria ainda o abraçá-lo e agradecê-lo por tudo, ela o considerava muito...como amigo?
O final de semana foi passando muito rápido,o doutor em seus livros torcendo por sua tardis conseguir chegar logo,e jack sempre gostava de visita-lo.
-então -ele falou bebendo um copo de água-voce gosta mesmo da rose? -ele perguntou ao doutor que estava ocupado mexendo em uma de suas geringonças.
-não-ele falou nem ligando para a pergunta do amigo.
-ah,o jeito que você olhava para ela,quando viu ela com seu outro você...-jack tentava arrancar alguma prova do que o doutor sentia pela loira
-que sentido a em ter ciúmes de ela está com um clone meu...-ele falou tentando se focar em sua "máquina"
-ah doutor,você não engana ninguém-ele riu bebendo mais um pouco de água -se você tirar essa gravata borboleta 15 mulheres por dia irão cair ao seu pé,até eu.
-o que tem minha gravata?-ele deixou sua máquina de lado e olhou para o jack.
-ela é muito...antiga...eu preferia o sobretudo-ele falou bebendo a água.
-eu adoro gravatás borboletas-ele falou com uma expressão triste.
-e loiras também-jack disse tentando segurar o riso e bebeu a água.
O doutor jogou sua chave de fenda que arrumava sua geringonça em jack,que rio junto com ele.
A segunda chegava, Martha Jones pediu para o doutor e rose se reunirem em seu escritório para uma missão,que não era em alto mar para a alegria do doutor e de rose.
Os dois se encontraram no elevador da U.N.I.T o que gerou sorrisos
-por que saiu tão rápido naquele dia?-ela perguntou.
-bom dia para você também,senhorita tyler-ele deu um sorriso que fez ela sorrir junto.
-bom dia,smith-ela entrou na brincadeirinha tambem 
-e respondendo sua pergunta...eu estava muito cansado,me desculpe-ele falou mudando sua expressão
-tudo bem,eu também estava com vontade de me jogar numa cama e dormir muito-ela sorrio de leve para ele.
As portas do elevador se abriram revelando o andar do escritório de Martha.Eles foram andando juntos em direção ao escritório.quando entraram,martha fez sinal para os dois sentiram,e ela sentou em conjunto.
-bom dia,rose-ela olhou para rose-e matt-e para o matt.
-bom dia-eles falaram em conjunto.
-desculpe tirar voces tão cedo assim de seus aposentos,mas a missão não podia por esperar mais algum tempo sem eu ter que notificar vocês-ela disse olhando pra os dois.
-e do que se trata?-o doutor perguntou.
-enquanto vocês estavam em alto mar conduzimos uma investigação de uma festa que ira acontecer hoje-ela suspirou e prosseguiu-sera numa mansão de um casal muito famoso mas problematico para a U.N.I.T.quando invadimos seus laboratórios encontramos uma substância que mechia no sistema servoso das esposas a tirando todos seus motivos para viver-ela deu uma pausa e prosseguiu-e fazem cometer suicidio.
O doutor e rose se olharam um pouco assustados,e se ajeitaram na cadeira.
-não conseguimos provas o suficiente contra eles,mas tememos que essa substância seja utilizada essa noite já que nessa festa terá a presença de pessoas importantes-martha disse
-e o que você quer que a gente faça?-rose perguntou
-quero que salvem as vidas dessas pessoas.com a pouca amostra que conseguimos ,fizemos 3 líquidos que podem curar a pessoa infectada-martha falou.
-e vocês ja sabem como essas coisas podem ser transmitidas? Por ar,comida...-ele falou
-não ,mas estamos numa correria para tentar descobrir,então tomem cuidado ,iremos avisa-los quando descobrirmos como-martha deu por encerrado o assunto-a festa será daqui a 5 horas então começaremos ja os preparativos pra deixa-los arrumados e disfarçados e depois daremos os ingressos que conseguimos.
Os dois foram acompanhados para lugares diferentes com guardas para começar a se aprontar.
Como a festa era um baile baseado na época antiga, rose foi colocada num vestido vermelho,tomara que caia com bordados em suas pontas com uma pequena cauda,uma maquiagem básica foi aplicada nela com um batom vermelho da cor de uma rosa.seu cabelo foi amarrado em um coque com algumas mechas caindo em seu ombro.
O doutor foi colocado num terno azul e seu cabelo penteado para o lado,ele não estava usando uma gravata borboleta,e sim uma gravata.ele preferia gravatas borboletas,por que ele não poderia usar uma? Quando ele estava perto de começar uma longa discussão de como gravatas borboletas são melhores que gravatas normais, ele viu rose que bateu na porta,ja aberta.
Ele a olhou quase boquiaberto.ela estava linda ao seu ver.o vestido cabia perfeitamente em suas curvas,e olhe que ele sabia bem como eram as curvas de seu corpo.
-ja esta pronto?-rose o perguntou,com um sorriso tímido.
Ele não respondeu nos próximos segundos,mas abriu um sorriso
-quase-ele segurou seu riso-a madame esta linda.
-o cavalheiro também-ela disse abrindo um largo sorriso rindo.
-agora ,me diga..-ele chegou perto dela falando baixo-gravatas borboletas são bem melhores,não é?-ele disse persuasivamente 
Ela segurou o riso e segurou em sua gravata-sim,mas gravatas também são bonitas-ela olhou para seu terno azul,por que aquilo lembrava muito o doutor? Aquela ultima veZ...aquele terno que seu clone usava.parecia uma piada
Ela balançou a cabeça deixando algumas mechas cairem delicadamente.
-está ótimo com esse terno-ela disse espantando os pensamentos e sorrio para ele,que retribuiu o sorriso.
-senhores,o carro ja esta pronto para leva-los-um guarda bateu na porta e disse aguardando os dois.
-ja estamos indo-rose tirou a mão do terno dele,e o doutor só concordou com rose a seguindo junto com o guarda.
O doutor abriu a porta para rose que adentrou no carro,logo ele entrou em seguida.
-nas identidades falsas de vocês, a senhorita rose tyler se chamara margaret bake e o senhor matt smith se chamara jhon bake.os ingressos já estão dentro da bolsa da senhorita rose-o motorista falou enquanto dirigia.
Os dois fizeram que entendido com a cabeça e permaneceram calados pela viagem toda.
Quando chegaram o motorista saiu do carro e abriu a porta para os dois descerem.quando eles desceram rose entrelaçou seus braços com o do doutor.Ja era de costume dos dois fazer isso,eles adoram fazer isso e sorriram um para o outro.
-quando soubemos mais informações da missão iremos ligar para o celular que esta dentro de sua bolsa-ele falou para rose que confirmou,logo o motorista entrou em seu carro e deu partida.
-bem...boa sorte para nos,senhora bake-ele lançou aquele seu clássico sorriso que foi retribuído com outro ainda maior.
-bom jogos,senhor bake-rose disse,logo eles foram na entrada da mansão.
A mansão por dentro era enorme,os guardas deixaram eles passarem depois de mostrar as identidades falsas.ela tinha pinturas clássicas e um tom de vermelho vinho em suas paredes.Rose olhava tudo aquilo de boca aberta,era um casarão perfeito.
Eles pegaram suas mesas reservadas e se sentaram observando algumas pessoas dançando no salão.
-agora é só esperar um ataque?-rose perguntou ao doutor.
-a gente precisa esperar um ,infelizmente, Só vendo para se entender o que passa aqui.
-ele falou apoiando seus cotovelos na mesa.
rose pegou uma bebida que serviam e a tomou.
-você acha uma boa ideia tomar as bebidas daqui?-o doutor perguntou,suspeitando de onde poderia estar o veneno.
-eu espero que não faça mal, não quero ficar parada sem fazer nada-ela disse deixando a taça um pouco de lado.
-então por que não dançamos?-ele abriu um sorriso e se levantou- assim nos estaríamos fazendo algo-o doutor falou
Ela abriu um largo sorriso com o convite-por que não?-ela se levantou e segurou em sua mão,indo para o meio do salão onde varias pessoas dançavam.
O doutor colocou a mão nas costas de rose e ela segurou em suas mãos.começou a tocar a parte sonora da musica let her go.o doutor conhecia essa musica,era a que rose cantava em seu banho.
Um silêncio se lançou no salão e eles dançavam em seus passos combinados.A musica ia para um ritmo calmo e bonito.eles não sorriam mais um para o outro, apenas se encaravam no ritmo da melodia.
O doutor deslizou sua mão de suas costas até sua cintura.eles continuavam se encarando mesmo os toques do doutor em sua cintura.sua mão chegou até o fim de sua cintura perto de sua bunda,sem perceber.seus rostos se aproximaram ao som do violino.quando viram suas testas estavam coladas e seus lábios perto um do o outro,os narizes quase se tocando.eles estavam de olhos fechados escutando a respiração um do outro,ao som da bela musica que tocava no salão.o doutor segurava firmemente na cintura de rose,e ela apenas escutava sua respiração.
Algo parecia que iria acontecer ali,provavelmente os dois não pensavam e apenas seguia o clima da musica.na hora a musica acabou e eles se tocaram, e se afastaram batendo palmas para as pessoas que tocavam a musica envergonhados.
Eles foram se sentar calados,sem graça pelo que poderia ter acontecido naquele momento.eles evitavam contato visual.rose mexia em sua bebida com o dedo enquanto o doutor olhava a movimentação.ele precisava de um tempo.
-eu...vou no banheiro,volto logo-ele disse se levantando,indo em direção ao banheiro.
Quando abriu as portas do enorme banheiro ele ficou olhando para o espelho,
Molhou seu rosto e ficou pensando olhando para seu reflexo.
-se eu ainda tivesse aquele rosto...-ele passou a mão em seu rosto,pensando.
Rose estava sentada,olhando para sua bebida ate uma mulher sentar do seu lado.
-vocês são um casal bonito-sarah jane smith olhou para rose sorrindo.
Rose deu um largo sorriso tímido.
-eu não te vejo a muito tempo, sarah jane-ela disse.
Rose sabia que essa era uma sarah de universo paralelo,e como não existia seu doutor nesse universo,então ela não tinha consciência de quem era ele.mas mesmo assim elas eram bastante amigas.
-como esta seu namorado? Ele não gostaria de ver isso...-sarah disse bebendo o copo que ja havia em sua mão.rose olhou discretamente para ele.
-ah,Só foi uma dança,ele não se remoeria por isso...-rose disse meio confusa.
-vai saber, vocês se olhavam com tanta intensidade,chega ate eu senti um calor aqui-ela rio de leve.ela não parecia estar bem.
-sarah...voce esta bem?-ela perguntou preocupada com o estado da amiga.
-ah,eu estou bem...so preciso ir no banheiro-ela falou se levantando com a mão na barriga.
Rose disse a si mesmo que não precisava ir atrás dela,ela iria ficar bem.sentada esperando sarah,observando seu copo,ela começou a ve-lo brilhar.uma luz amarela como um pó dourado.
Ela arregalou os olhos e foi correndo atras de sarah,alguma coisa devia estar acontecendo com ela.
Quando ela chegou no banheiro batendo a porta com força ela viu sarah no chão com a pele pálida,segurando um pedaço da pia.toda a pia de marmore tava no chão quebrada,sarah tinha quebrado e estava com um mármore em sua mão
-sarah!-ela gritou segurando no pulso de sua amiga que estava lutando contra sua propria vontade de se matar.
-me ajude,rose-ela falava implorando enquanto rose segurava em sua mão tentando impedir uma tragedia.
O doutor estava no banheiro ao lado,se ela tivesse sorte ele poderia houvir algo.
-MATT!-ela gritava alto-POR FAVOR!-toda a casa poderia ouvir.
O doutor ainda estava no banheiro quando escutou gritos e uma mulher,que parecia ser a rose.Na hora ele correu arrebentando a porta do banheiro feminino e vendo rode segurar a mão de sarah jane smith...sarah? Ele balançou a cabeça,ele deveria se concentrar no que estava acontecendo.
Ele correu se ajoelhando ao lado de rose.
-o que esta acontecendo?-ele disse nervoso.
-ligue rápido para a U.N.I.T e veja se eles descobriram a poção! A sarah esta tentando se matar,ela foi envenenada!-ela disse rapidamente enquanto suas mãos se feriam com o mármore que sarah tentava enfiar em seu peito.
Ele pegou o celular da carteira de rose e ligou para a U.N.I.T.ele explicou o que estava acontecendo.logo rose escutava alguns susurros da U.N.I.T enquanto via o doutor se lembrar do que eles falavam,quando ele desligou o celular ele olhou rapidamente para rose.
-aguente 3 minutos e 24 segundos, eu vou resolver isso-ele disse precisamente e saiu correndo em direção a cozinha.
Quando chegou la todos se assustaram,ele pegou um pote e começou a colocar alguns ingredientes.os cozinheiros olhavam ele como se ele fosse um louco.
-sal grosso!-ele derramou.
-leite-ele colocou jogando na tigela e olhoj pra uma mulher que estava assustada
-onde fica o Amido de milho?-ele falou gritando e ela entregou para ele uma bandeija,que ele derramou na tigela sem pensar duas vezes.
Ele pegou mais Xia,alga, e ele precisava de mais uma coisa.Ele pegou a faca do cozinheiro e fez um corte em sua mão derramando 3 gotas de sangue e mexeu tudo, colocando em um pequeno pote e correndo de la,deixando todos perplexos.
Ele voltou com uma pequena poção  no pote.rose ja estava com suas mãos sangrando quando ele chegou.imediatamente ele se ajoelhou ao lado de sarah,e colocou uma parte em sua boca.
Na hora ela soltou o caco de marmore o que deixou rose tranquila,estancando o sangue de sua mão em seu vestido.um pó dourado,como poeira cosmica saiu da boca de sarah,que desmaiou em seguida.
Os dois tiveram um alívio imenso e olharam um para o outro.
-como isso aconteceu?-ele perguntou sem entender nada.
-ela apenas estava passando mal de tanto beber,e quando ela foi no banheiro eu vi seu copo de bebida brilhando.
-e você? Esta bem?-ele perguntou preocupado lembrando que ela também bebeu.
-sim,sim...apenas machuquei minha mão,mas vai ficar tudo bem-ela sorriu de leve e eles se levantaram ate o salão.
Saindo do banheiro e indo ate o salão viram um pequeno caos.Um homem estava desesperado parando todos perguntando alguma coisa,rose e o doutor se aproximaram.
O homem imediatamente tocou no ombro do doutor o balançando.
-Você a viu!?-ele gritava olhando para os dois
-vimos quem?por favor tente se acalmar-o doutor disse tirando a mão de seus ombros.
-Minha mulher!ela disse que estava passando mal e correu!-ele gritou.
Rose e o doutor imediatamente se olharam.
-qual é a mesa que você e sua esposa estavam?-rose perguntou.
Ele apontou para a mesa,rose e o doutor viram um copo brilhando,imediatamente eles correram pelo salão, o doutor levava o pote com a pequena poção da cura e rose corria em sua frente.eles bateram em todos os banheiros da casa procurando s mulher do homem, ela estava correndo perigo,na verdade,tentando se matar.
Eles chegaram ate um quarto isolado,o doutor tentava abrir a porta mas ela tava trancada,ele tentava arrombar a porta com força,ate dar um chute nela,a arrombando.
Quando observaram o quarto ficaram plerplexo.o que parecia ser a mulher do homem, estava presa por uma corda no teto, enforcada,com uma cadeira logo atrás dela.
O doutor correu ate a mulher a tirando da corda e a colocando deitada no chão,ele tentava amaciar seu peito e fazia respiração boca a boca.
-matt...-rose tentava falar.
Ele pegou o pote e colocou na boca da mulher,tentando fazer ela beber.
Ate que ela deu uma tossida e eles arregalaram os olhos.a mulher segurou no pulso do doutor, cochichando poucas palavras no ouvido dele.
-eles vinheram te buscar-ela disse rocamente ate cair no chão novamente,morta.
Ele arregalou os olhos chocado, rose se lamentava e tentou consolar o doutor,ate ele se levantar até uma comoda do movel e ficar com suas mãos apoiado la,com raiva,bufando de odio e arremessar tudo no chão.rose olhou assustada enquanto ele tinha uma crise de raiva.
Rose ficou assustada,mas não evitou em chegar perto dele e dar um abraço,o acalmando.
-você não pode ter salvo ela...mas veja quantos você salvou.veja todas as vidas que te devem tudo a você.lembre deles,e lembre de quanto essa mulher pode ter sido grata por você ao menos ter tentado.
-ela devia ter filhos...uma vida...-ele falou retribuindo o abraço.
-todos tem uma vida,mas você não pode salvar todos,você de tentou...-ela disse o abraçando com força enquanto ele retribuía.
Eles ficaram assim por um tempo,tentando reprimir a dor de não conseguir pela primeira vez,impedir uma morte.
-tudo bem...precisamos continuar-ela disse encerrando o abraço.
-sim...devemos nos separar?-ele perguntou.
-claro,eu vou ver esse andar e o terraço ao ar livre, você ve o salão e a cozinha.
-ok-ele disse ,e os dois saíram numa direção oposta.
O doutor desceu numa incrivel velocidade,procurando algum indício da proxima vitima,agora eles estavam sem a poção,e não tinha como fazer outra.não dava tempo.
Enquanto o doutor procurava por debaixo o homem veio parar ele.
-encontraram minha mulher?-ele perguntou,desesperado.
O doutor não sabia o que falar para ele,ele não queria mas ao mesmo tempo devia.
-me desculpe...-ele falou-encontramos ela no ultimo andar..enforcada.
Ele so conseguiu ser direto,não sabia mais outro jeito.os olhos do homem encheu de lágrimas, ele começou a chorar enquanto seus filhos o olhavam,o abraçando.o doutor saiu de perto da cena,ressentido e com dor por não ter conseguido fazer nada.mas ele precisava lembrar do que rose havia dito,ele fez o máximo que pode.
Rose estava entrando nos quartos, quando sentiu uma má sensação em seu estômago.o que era aquilo?ela começou a se contorcer de dor,ela precisava do doutor naquele momento.
O doutor olhou para sua mesa,enquanto tentava escapar daquela cena.ele viu o copo de rose brilhando,não podia ser,ele precisava encontra-la.
Ele correu ate o andar onde eles estavam.Nada dela.ele arrombava todas as portas enquanto corria atras dela,onde ela poderia estar? A única opção era o terraço.
Ele correu em desespero ja sabendo o que iria acontecer,chegando la ele viu rose em cima da sacada,a um paço de se jogar virada para ele.imediatamente ele subiu junto a ela,segurando em sua cintura a impedindo de cair.
-Rose!-ele gritava para ela acordar.
-Me deixe cair!-ela gritou fazendo força para trás,mas ele ainda segurava firmemente nela.
-Acorde ,rose! Isso não vale a pena!-ele tentava acorda-la
-ele me deixou...-ela falava chorando-eu estou aqui sozinha!
-não! Você tem sua mãe,seu namorado..-ele gritava enquanto ela chorava,querendo se jogar.
-não...eu quero ele, eu quero ver as estrelas, eu quero sentir a galaxia em mim,e eu não posso! Eu não quero mais isso!-ela gritava tentando se largar dele.
-rose...-ele suspirou-lembre,lembre do fim
Da terra que você assistiu nos céus junto a eles-ela parou para escuta-lo-lembre dos manequins assassinos, lembre da mulher que so tinha pele e batom-ele abriu um pequeno sorriso-lembre quando você ficou presa naquele planeta,lembre da rainha victoria e os lobisomens,lembre de como você corria-ele disse olhando em seus olhos.
-como você sabe...-ela falou sem entender nada em dúvida.
-por que eu sou ele, o doutor-ele disse abrindo um sorriso melancólico.
-não não não!, você não é ele!-ela gritou tentando se largar dele.
-eu sou o doutor,e eu prometo que quando saímos daqui,rose,você ira ver as estrelas e sentir tudo de novo,a correria, e tudo o que quiser,então por favor,não se jogue-ele falou implorando
-como posso saber...-ela queria continuar a chorar.
-você pode saber pelo meu jeito de te beijar-ele disse a beijando ,puxando ela cintura a um passo de cair da sacada.ele a beijou misturando sentimentos e memórias,um beijo de forma diferente, um beijo quente e carinhoso.ela retribuiu colocando suas mãos em seus ombros.os dois queriam sentir isso, e essa era a hora.depois de alguns segundos ela se separou dele.
-doutor-ela disse, liberando de sua boca o pó dourado e desmaiando.
Ele a segurou e colocou em seu colo.ele olhou para a vista do terraço e o mundo estava um caos, alguma coisa estava acontecendo.na pontinha do céu ele viu uma caixa azul voadora,logo abriu um sorriso enorme e desceu as escadas correndo, ate o primeiro andar.
Quando saiu da mansão,que ja estava praticamente vazia de tanta gente que corria pela confusão ele olhou ao redor.era uma mistura de mudanças climáticas, o que era para ser 3 da manhã,o céu estava preto como se fosse 10 da noite.
Sua tardis pousou em sua frente em grande estilo,e logo ele abriu um grande sorriso.
-Um pouco atrasada,não?-ele disse sorrindo para sua tardis enquanto carregava rose em seu colo.
A tardis abriu sua porta e ele adentrou,com sua rose no colo.
Agora era o doutor,rose, e a tardis salvando o mundo.

 


Notas Finais


Deixem seu comentario e apoio!
Até o prox cap!


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