História You Will Be Mine - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Girls' Generation
Personagens Jessica, Taeyeon, Tiffany, Yuri
Tags Drama, Romance, Sobrenatural, Taeny, Yulsic
Exibições 200
Palavras 1.731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi pessoal, bem, essa e minha primeira fanfic, espero que vocês aproveitem ;D

Capítulo 1 - O inicio


Fanfic / Fanfiction You Will Be Mine - Capítulo 1 - O inicio

Abri meus olhos, e me arrependi no mesmo momento, meus olhos pareciam queimar com a luz forte do sol em meu rosto, pude sentir algo macio embaixo do meu corpo

Provavelmente a grama molhada em que eu me permanecia deitada, meu corpo todo doía, senti meu estômago embrulhar.

Me inclinei rapidamente para o lado e vomitei, observei aquele negócio nojento, pedaços humanos que eu tinha acabado de vomitar, junto com sua coloração avermelhada, sangue.

Fechei os olhos e suspirei profundamente, colocando minha mão em meu rosto, e me amaldiçoei mentalmente, sabia que era algo inevitável, mas não podia deixar de me sentir culpada.

Licantropia, eu nasci com com aquela maldita maldição, e não podia controla-la, meus pais me abandonaram quando eu ainda era um bebê, por isso não sei se isso foi algo único, oque seria muito raro, ou foi passado por gerações.

Eu vivia em um orfanato, mas isso foi por pouco tempo, pois logo Amélia, dona do orfanato, uma senhora bondosa de coração quente, teve que me expulsar logo que perceberá meus atos de agressividade com outros adolescentes do orfanato, e o jeito que eu estava assustando as outras crianças.

Não podia culpa-la, a única culpada daquilo era a merda do destino, ou até eu.

Taeyeon, minha melhor amiga/irmã e surpreendente caçadora de seres como eu, seres malignos

A primeira vez que me viu, foi jogada na rua, e logo tratou de me convidar para sua casa, aonde ela cuidou de mim, e a partir daquele momento, já tinha criado uma confiança gigantesca naquela loira baixinha.

O mais difícil foi conta-la, depois de tanto tempo sabendo de sua "profissão", mas eu não poderia esconder isso dela para sempre. Ela não fez mal algum, apenas pediu para eu promete-la algo, toda sexta feira, dia de lua cheia, eu permitisse ser trancada dentro do porão, com correntes de prata envolta de meu corpo, assim impedindo que eu machucasse pessoas inocentes

Até aonde eu sabia, eu era a única na cidade com tais habilidades, não existiam muitos, monstros, ao redor de Seul, pelo menos foi oque a Tae me disse

Muitas pessoas não acreditam, e pensam não existir tais seres, estão enganados, lobisomens, anjos, demônios. Todos eles existem, e estão espalhados pelo mundo, grande maioria fazendo mal.

Me levantei com dificuldade, e meu olhar caiu sobre a grande corrente que estava envolta dos meus pés, levemente desgastada.

Tinha sido a única que tinha sobrado, as outras devem ter quebrado logo após eu ter me transformado, me inclinei e arranquei aquilo com violência, mesmo que fosse para meu bem, eu sentia um grande ódio por prata.

Olhei envolta, estava no meio de uma floresta com poucas árvores, avistei uma casa não tão longe, eu tinha que falar com a Tae de alguma forma, saber o porque de eu ter conseguido escapar, não era do costume da Taeyeon falhar.

Caminhei em direção à mesma, e parei assim que cheguei a porta da frente, era uma casa grande, quase como uma mansão.

Toquei a campainha, claro, me preparando, afinal, não era normal uma garota com as roupas rasgadas, praticamente semi-nua, suja.

Apesar de ja ter me acostumado com os vários olhares de curiosidade das pessoas, me sentia desconfortável.

Ouvi som de algo destrancando e logo olhei para frente, uma garota de cabelos castanhos escuros, olhos da mesma cor e um pouco menor que eu abriu a porta, me fitando.

Seus olhos cheios de curiosidade me encaravam intensamente, até seus olhos abaixarem e eu ver ela observando minhas roupas rasgadas, sua expressão rapidamente se tornou de surpresa, com suas bochechas levemente avermelhadas, dei um sorriso fraco para ela.

-Me desculpe o incômodo, eu não conheço essa região, eu...bem, participei de uma festa bem agitada, será que eu poderia usar seu telefone?

Coçei minha nuca, sorrindo descaradamente, eu nunca soube mentir, claro que aquilo não parecia muito convincente, mas nada veio em minha mente.

-Krystal, quem é? - ouvi alguém gritando, provavelmente no andar de cima, minha audição não me enganava, era uma mulher, a escada rangeu assim que ela começou a descer, com seus passos lentos, a porta estava bem aberta, por isso consegui visualizar a outra mulher.

Seus cabelos loiros, enrolados na ponta, olhos castanhos escuros, imediatamente senti um arrepio.

Estranhamente comecei a tremer, e minhas mãos ficaram suadas, seus olhos que antes estavam baixos se encontraram com o meu, engoli em seco e dei um passo para trás

Oque esta acontecendo comigo?

Sua feição que antes estava inexpressível se tornou seria, seus olhos ficaram mais intensos, e por um momento podia jurar ter visto seus olhos ficarem amarelos

-Ah, sica, ela estava perguntando se eu poderia emprestar o telefone, parece que ela está perdida - deu um sorriso amarelo direcionado a loira, que apenas cerrou os olhos - Venha, você poderá usar o telefone de casa - ela pegou em meus braços, me levando aparentemente até o meio da sala, onde tinha um telefone de gancho, ela pegou e me estendeu o mesmo.

-Pode fazer sua ligação - seu sorriso era gentil, e reconfortante, totalmente diferente dos olhos frios e penetrantes que eu tinha visto antes, logo ela caminhou até onde eu acreditava ser a cozinha, me deixando sozinha.

Disquei o número, e coloquei na altura da minha orelha, um chiado deixou bem claro que ela tinha atendido

-alô? - sua voz curiosa se fez presente do outro lado da linha

-Tae. Sou eu, Yuri.

-Yuri? Ah meu deus, onde você se meteu nega? - dei uma risada fraca pelo apelido.

-Bom, eu não sei, me diga você...oque aconteceu? Pensei que você conseguiria me manter presa - disse sarcasticamente, sinceramente, aquela baixinha...

-Acho que você lembra que ontem eu tive um encontro certo? - sua voz saiu um pouco hesitante, dei um sorriso malicioso.

-Sim, me lembro muito bem.

-Sem piadinhas, por favor, enfim, eu cheguei atrasada em casa...tipo, muito atrasada, procurei você em todo os cantos daquela maldita casa, yul! Você me assustou, por favor, me diga que você não matou ninguém...- engoli em seco, me lembrando da cena hoje de manhã

-Sim, eu matei...- minha voz saiu baixa, e falha.

Merda! Se eu não tivesse dormido.

-E minha culpa Tae, eu estava cansada por causa da faculdade, me desculpe, eu acabei pegando no sono, não era realmente minha intenção...- abaixei a cabeça e olhei para meus pés, vi uma gota de água cair, e rapidamente passei a mão pelo meu rosto, tentando inutilmente parar de chorar.

-Não se preocupe com isso agora yul, graças a deus você está bem, aonde você está agora? - olhei envolta da sala.

-Em uma casa, como você acha que eu estou falando com você? - dei uma risada fraca, quase sem vida.

-Não aja desse jeito yul, quer que eu vá te buscar?

-Claro, vou passar para a Krystal, ela te passará o endereço -segui ate a cozinha um pouco excitante, a vi de costas parecendo cozinhar alguma coisa -Krystal? Ah...desculpe, poderia falar para minha amiga o endereço? Ela vira me buscar.

Ela virou e assentiu positivamente, indo até mim e pegando o telefone, ela falava um endereço totalmente desconhecido por mim, e depois de alguns minutos ela colocou o telefone sobre o balcão.

-Prontinho - ela sorriu, me fazendo dar um sorriso largo

-Muito obrigado, Krystal.

-Como sabe meu nome, aliás? Não lembro de ter te falado.

-Ah, certo, eu ouvi a outra garota te chamar por esse nome - coçei minha nuca, aquela garota me dava arrepios

-Ah sim, Jessica.

Assim que ela pronunciou esse nome, senti mais um arrepio, e pude jurar estar sendo encarada por dois olhos penetrantes, me virei devagar e nossos olhares se cruzaram, ela estava encostada no balcão, seus braços cruzados e sua expressão séria.

-A..Ah...E um prazer conhece-las, Krystal, Jessica - minha voz saiu hesitante, e Krystal soltou uma risada baixa

-Krys, posso conversar com a...- ela parou de falar por uns instantes me encarando, merda

-Yuri, Kwon Yuri.

-Certo - Sua voz carregada de desconfiança, mostrava o quanto ela poderia estar se sentindo mais desconfortável que eu, ela passou do meu lado, piscando um olho e logo saindo da cozinha, deixando apenas eu e a Jessica

A olhei com certa desconfiança, oque ela queria afinal?

-Vou ser rápida, Kwon, quem é você?.-ela veio se aproximando de mim, até ficar em uma distância razoável

Eu não tinha entendido exatamente nada daquela pergunta, oque ela queria dizer com aquilo?

-Ahn? - a olhei confusa, que garota louca!

-Eu te fiz uma pergunta, você poderia fazer o favor de responde-la?.- seu tom rude saiu um pouco alto, ela estava perdendo a paciência.

-...Eu acredito que já tenha te falado meu nome..- a olhei com certa dúvida, ela cerrou seus olhos e veio até mim, com passos apressados.

Cada passo que ela dava na minha direção, eu dava um para trás, parei de andar ao sentir a pia contra minhas costas, e ela por fim ficando muito perto de mim.

-Você não é humana, então oque diabos você é? Lobo? Demônio? - ela agarrou a gola da minha pobre camisa já rasgada me puxando contra ela, engoli em seco, como ela...?

-Você quer saber como eu sei de tudo isso? Eu sou uma vampira, agora me conte, oque você é? Não gosto de ameaças dentro da minha casa, ainda mais perto da minha irmã.- arregalei os olhos. Vampira? Pude ver seus olhos ficando mais claros, e sua respiração começando a ficar ofegante

-Sou portadora de licantropia. - falei rapidamente, eu não queria confusão, muito menos com uma inimiga natural minha.

Ela me soltou bruscamente, e um sorriso irônico apareceu em seus lábios

-Eu pensava que cachorros como vocês, não ficavam entrando na casa dos outros pedindo por ajuda, vai pedir oque mais? Um ossinho?

Agora ela estava começando a me irritar, franzi o cenho e ela continuava com aquele sorriso irônico em seus lábios.

-Pelo menos a gente não fica brilhando que nem fadinha no sol. - sorri sarcasticamente, e vi ela fechar a cara

-Cuidado, lobinha, você não está no seu território, aqui sou eu que mando.- disse, enquanto me olhava friamente

Nossos rostos ainda estavam próximos, eu estava com tanta raiva que nem ouvi a campainha tocar, logo aparecendo uma Taeyeon confusa e ao seu lado a Krystal, com a mesma expressão

-Oque está acontecendo aqui? - a Tae disse, se aproximando da gente.

Pronto, o barraco estava armado.


Notas Finais


OIE GALERINHA DO MAL, ta, ignorem isso
espero que tenham curtido o primeiro cap :)

Abraços, e ate o proximo <3


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