História Young Folks 2 - O amadurecimento dos delinquentes. - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Himuro Tatsuya, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Momoi Satsuki, Murasakibara Atsushi, Nijimura Shuuzou, Shougo Haizaki
Tags Akashi, Aokise, Aomine, Haizaki, Himuro, Kagakuro, Kagami, Kise, Kuroko, Midorima, Midotaka, Momoi, Muraaka, Murasakibara, Nijihai, Nijimura, Oi Mãe, Sasahtrakinas, Young Folks
Exibições 416
Palavras 2.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oian, voltamos :u
Sim, quinta feira e eu aqui atualizando as coisas :u
Sem desenho dessa vez -_-
Bjs na bunda e boua leitchura OuO

Capítulo 16 - Carnes preciosas vem para ajudar os necessitados


-Ohh, finalmente chegou!

                Midorima e Kagami estavam em seu dormitório passando a tarde de maneira preguiçosa. Cada um deitado em sua cama sem interagir entre si, não trocando uma palavra. Kagami jogando seu mini-game e Midorima lendo um livro qualquer.

                De repente os dois escutam barulhos vindo da porta. O esverdeado se levanta e vai até a mesma, abrindo-a, e vendo que Momoi estava parada com um sorriso no rosto, segurando duas caixas que pareciam estar pesadas.

                -S-sim, chegaram! Pega logo, está pesada! –Gritou a rosada com dificuldade. Logo Shintarou pegou as caixas e as colocou em um canto no quarto.

                -Ohh, Momoi! –Disse Taiga, surpreso em ver a garota.

                A rosada encarou Kagami por alguns minutos em silêncio, um pouco confusa: -Kagamin... –Disse numa tonalidade de incerteza.

                -ELA ME RECONHECEU! A MOMOI NÃO DISSE UM NOME DIFERENTE OU ME TRATOU COMO UM ESTRANHO! –Taiga, alegre e emocionado, desce da beliche e abraça a mulher com força. –PELO MENOS VOCÊ ME RECONHECEU NA HORA, MOMOI!!!

                -C-calma, aí! –Disse Satsuki, um pouco sufocada pelo abraço. Quando fora solta, respirou fundo. –É lógico que eu reconheceria você, né, Kagamin! Reconheceria essas sobrancelhas ridículas até no inferno!

                O sorriso de Taiga diminui drasticamente.

                -Ki-chan disse que você deixou seu cabelo natural por causa das regras da universidade, não é?

                -Pois é. –Coçou a nuca –Kuroko me agrediu achando que eu era um tarado, e Akashi me confundiu com um tal de Joanito.

                -Tinha que ser o Akashi-kun. –Sorriu.

                -Aquela peste... –Revirou os olhos.

                -Que maravilha, tudo está aqui! –Disse Midorina, chamando a atenção dos dois.

                -O que faz aí, Midorima? –Kagami se aproxima do esverdeado, olhando para dentro da caixa. –Que porra são essas? –Estava um pouco assustado.

                -Umas coisinhas que pedi á Momoi para fazer minhas experiências e conseguir passar em todos os semestres com pontuação máxima.

                -Vai ameaçar os professores com isso aí?

                -Não, idiota! Com isso, terei vantagem para estudar. –Midorima começa a vasculhar a caixa, pegando um frasco transparente com um pó branco –Está vendo isso daqui? É um acido super poderoso que misturado á água consegue corroer a pele do ser humano em poucos minutos. Isso aqui no banho é um perigo.

                Poderia ser engano, mas Kagami parecia ter enxergado um brilho nos óculos de Midorima ao falar aquilo, como se o esverdeado quisesse testar aquele ácido em Taiga no momento de seu banho.

                -Momoi, por tudo o que é mais sagrado, devolva esses artigos de tortura! –Disse Kagami, virando-se para a rosada desesperado.

                -Por que? –Perguntou com um sorriso inocente.

                -ELE QUER ME MATAR!!!

                -É verdade, Midorin?

                -Esse idiota que está inventando calúnias!

                -Ah, porquê aí eu iria dizer para você misturar com vinagre, que aí a substancia corrói até o osso!

                -Boa ideia, Momoi. –Midorima faz jóinha.

                -O que vocês são!? Monstros? –Questionou Kagami, ficando indignado com a loucura daqueles dois.

                -Estou só brincando, Kagamin! Quer saber? Meu horário está curto aqui, preciso ir embora. Não vou nem falar com o Daí-chan. –Momoi segue até a porta do quarto dos meninos. –Digam á ele que passei aqui e que estou com saudades. Tchau! –E fechou a porta, indo embora.

                -Pra ela estar tão apressada deve ter coisas mais importantes para fazer. Nem ficou aqui direito... –Disse Kagami, colocando as mãos na cintura. –No mínimo está fugindo da polícia.

                -Não diga nada, também estamos sendo procurados, lembra? Aquele super mercado continua destruído.

                -Eu não tenho nada a ver com aquilo! Fica quieto!

                Curioso, Taiga se aproxima novamente da caixa, vasculhando as coisas que haviam lá dentro. Tinha vários fios e objetos estranhos com alguns botões. Frascos e líquidos coloridos que julgava ser algum tipo de substancia mortal. Além das várias coisas estranhas que receava mexer muito, viu uma caixa térmica.

                Abriu.

                -GWAAAAAAHH!!!! –Gritou o moreno, caindo para trás –T-TEM UM CORAÇÃO. TEM A PORRA DE UM CORAÇÃO ALI DENTRO!!!

                -Ohh! –Os óculos de Midorima brilharam –Não acredito que ela conseguiu. –Se aproximou da caixa, rapidamente pegando uma luva de látex que havia dentro e segurando o coração com cuidado –É um coração de um vaca.

                -M-MAS O QUE DIABOS!? PRA QUE!?

                -É para os meus experimentos, idiota! –Midorima guarda o coração da vaca novamente. –Não conte ao Aomine e Mirasakibara que tenho um coração de vaca aqui, tá bom? Eles vão querer fritar pra comer.

                Kagami estava horrorizado.

                -E-eu definitivamente devo ter mijado em cima da cruz de Jesus Cristo para estar pagando por isso, cara! Por que caralhos estou dividindo um quarto com você!? Tá explicado porque você não tinha nenhum companheiro no internato Britanikka!

                -Eu que pedi ao diretor para ficar com o quarto só para mim, idiota.

                -Me surpreende você ainda ter um namorado!

                -Eu não sei porque ele continua comigo. –Deu de ombros –A propósito, tenho que ligar para ele. Takao me enche o saco quando não ligo ás tardes e nas noites.

                Ao ver o amigo de quarto sair, Kagami estava pensativo. Não estava nenhum pouco a fim de continuar ali dentro, convivendo com o Midorima. Queria trocar de quarto... E iria!

 
                                                                                      xXx

                Mais tarde, naquele dia, Kagami estava na frente da porta do quarto do Aomine e Kuroko. Estava segurando sua mala com seus pertences.

                Sem pensar duas vezes, o dono de sobrancelhas duplas bate na porta, e minutos mais tarde Daiki abre a porta, mostrando que estava tirando uma soneca naquela tarde. Ao ver que o amigo segurava uma mala e estava com uma cara de cachorro sem dono, Aomine logo entendeu o que Kagami queria.

                -Não. –Logo disse, sem nem ao menos esperar Taiga dizer alguma coisa.

                -Ahh, brother, não faz isso comigo! –Disse Kagami, desesperado.

                -É isso mesmo o que estou pensando? Quer dormir aqui!? Desculpa, mas o Kuroko está no seu limite, e eu duvido muito que se você dormir aqui perto dele, ele não vai se segurar! Não tô a fim de escutar vocês transando!

                -Mas você pode dormir no meu quarto!

                -Com Midorima? Nem fudendo. –Estava pronto para fechar a porta.

                -Mano, se eu continuar ali o Midorima vai me matar.

                -Estará nos fazendo um favor.

                -Eu não quero perder a minha vida!

                -A vida é uma derrota.

                -Cara, é sério!

                Kagami tentava empurrar a porta de um lado, e Aomine do outro, os dois idiotas pareciam estar testando suas forças.

                -O que eu ganho em troca? –Perguntou Aomine, parando de empurrar a porta.

                Taiga tentou pensar em algum beneficio em estar dividindo o quarto com Midorima, mas nenhum passou por sua cabeça. O esverdeado era um psicopata! Qual o lado bom disso?

                Mas logo pensou em algo que poderia ser o gatilho para fazer Daiki mudar de ideia.

                -Midorima tem um coração de vaca. –Falou rapidamente.

                -Um coração de vaca? Por que?

                -Ele está guardando para fritar mais tarde. Ele disse que é uma iguaria que nem o Akashi sonharia em comer, e você sabe que aquele ruivo idiota adora coisas caras por cagar dinheiro.

                -O que um coração de vaca tem de iguaria, cara?

                Francamente, Aomine poderia ser um idiota, mas estava sendo difícil fazê-lo aceitar essa proposta. Depois de pensar mais um pouco, Taiga responde: -É um coração de uma que veio da índia. Aquelas vaca sagrada, sabe?

                -Ohhhh, to ligado... –Daiki põe a mão no queixo, mostrando interesse. –Ele pretende comer aquilo sozinho? Nossa, que mesquinho.

                -Melhor amigo do Akashi, né... –Disse como se fosse óbvio.

                -É, taí, boa ideia. Tá bom. –O moreno deu de ombros –Eu topo trocar de quarto contigo. Mas se ele tentar me matar, pode voltar pro teu canto que eu volto pro meu!  

                -Fechado.

                Os dois dão as mãos, fazendo o acordo. Em poucos minutos, Aomine reuni suas poucas coisas em sua mochila e sai do quarto, deixando livre para Kagami. Quando Taiga entrou lá dentro, sentiu-se salvo e mais aliviado, logo jogando sua mala no canto do quarto e organizando suas coisas para ficar mais a vontade, como o vídeo game ao lado da TV.

                -Kagami-kun?

                Kagami levou um susto ao escutar a voz do namorado aparecer de repente atrás de si.

                -K-kuroko!

                -O que faz aqui?

                -Troquei de quarto com o Aomine. Não aguento mais dividir um dormitório com alguém que quer me matar para conseguir uma nota boa.

                -Ah, entendi. E vai ficar aqui, é?

                -Vou.

                -V-vai dormir aqui? –Perguntou para ter mais certeza. Parecia estar um pouco entusiasmado com aquilo.

                -Uhum!

                Kuroko vira-se de costas, esbanjando um sorriso com segundas intenções. “Pro cacete esse negócio de trancar” Pensou.  

               
                                                                                        xXx


                Haizaki andava pelos grandes pátios da universidade irritado, como de costume. Porém, parecia estar mais irritado que o normal, tanto que até chutou uma lixeira que havia passado perto.

                O motivo daquilo era que um velho conhecido estava na universidade Santa Rosa, e o albino realmente não queria reencontrá-lo. E o pior, o velho conhecido estava dando aulas para o seu curso.

                -Só pode ser sacanagem. Ele está me seguindo!

                [FLASH BACK]

                Estava sentado em baixo de uma arvore, aproveitando a sombra fresca enquanto comia o seu lanche naquele horário de almoço.Via aquele bando de alunos podres de ricos conversando entre si, deduzindo que tinha vontade de bater em gente metida.

                Quando estava prestes a dar mais uma mordida em seu lanche, sente a claridade diminuir drasticamente por dois pares de sapato social de couro. De baixo para cima, Haizaki encarou o ser que estava atrapalhando a sua calmaria.

                Quando encarou o rosto do homem, seus olhos engrandeceram e tomou um grande susto, quase engasgando com o pedaço de lanche parado na boca.

                -N-NIJIMURA!!! –Gritou, levantando-se rapidamente.

                -Oe~ -Acenou o homem de cabelos pretos. –Faz tempo que não nos vemos, não é Haizaki? A propósito, para você não é “Nijimura”, é senpai. Ou melhor, professor.

                -O que diabos faz aqui!? –Estava completamente confuso.

                -Eu comecei a dar aulas por aqui. Fui aprovado para ser professor. E adivinha só, estamos juntos novamente, acredita? Vou dar aula para o curso de administração.-Falou num grande sorriso, esperando que o albino ficasse alegre também.

                -Que porra de sorriso é esse? Está achando que estou feliz, é? Corta essa, Nijimura, vai á merda! –Estava totalmente irritado, fazendo com que o moreno desfaça o sorriso e revire os olhos, totalmente desinteressado no ataque histérico do albino.

                -Nossa, como é bom escutar sua linda voz falando tais atrocidades, Haizaki~

                -Você adora me perseguir, não é? Acha que pode mandar em mim!

                -E eu posso, não posso?

                -Lógico que não, canalha! Eu não sou mais o seu Kouhai, e eu não sou o seu aluno! Que se foda, sou capaz de mudar de curso!

                Esperando que o albino agisse dessa forma, Nijimura Shuzo não estava surpreso. Apenas mantinha os braços cruzados e com a mesma expressão desinteressada, dando de ombros quando Shougo terminara de falar.

                -Já acabou? –Perguntou o moreno.

                -... Tsc!

                -Eu estava com saudades~ -Fez bico.

                -Que se foda.

                Haizaki deu de ombros, irritado, esbarra propositalmente em Nijimura, fazendo com que o moreno soltasse uma risada de pura provocação. Aquele cara havia acabado com sua hora de almoço, e com certeza com o resto da tarde também.


                [FLASH BACK OFF]

                -MAS QUE PORRAAAAAAAAA!!!! –Gritou de repente, assustando algumas pessoas que estavam do lado.

                -Yoo, Shougo-kun!

                Haizaki vira-se bruscamente para a voz que havia lhe chamado, com o intuito de afugentar a pessoa mandando-a ir a merda. Porém, recomponha-se ao ver que era o seu companheiro de quarto, Kise.

                -Tsc, é só você... –Deu de ombros –O que quer?

                -Vi que você estava conversando com um professor... Vocês são amigos?

                -Não somos amigos! –Exaltou-se.

                -Tá bom, tá bom... É que vocês pareciam se conhecer pela maneira que estava agindo e tals. –O loiro deu de ombros, logo dando um sorrisinho de canto com um olhar sugestivo. –Por acaso são...

                -NEM ISSO!!! –Interrompeu-o.

                -Hahaha, tá bom, estou só brincando!

                -O que você quer, hein, Ryouta? Veio só me encher o saco?

                -Na verdade não, eu preciso de sua ajuda.

                -Com o que? –Perguntou, desconfiado.

                Minutos mais tarde, já no quarto de ambos.

                -... Mas que porra é essa? –Perguntou Haizaki, com uma veia saltada na testa.

                O albino se olhava no espelho do quarto, vestindo um vestido rosa que mais parecia um tutu de bailarina.

                -Que gracinha! –Disse Kise atrás do albino com os olhos brilhando. –Caiu bem em você! Quer dizer, ficaria melhor se suas pernas fossem depiladas.

                -Você é bem bixa, sabia?

                Ryouta revira os olhos –Já não basta o Aominecchi ficar me falando isso, agora você? –O loiro dá as costas, procurando novas roupas que ele mesmo fez para Haizaki experimentar.

                -O que são essas roupas?

                -São para um desfile que a professora do meu curso quer promover. Para quem é estilista terá a oportunidade de fazer roupas e dar á modelos para desfilar no dia da apresentação.

                -Está me fazendo vestir essas roupas para que eu vá desfilá-las?

                -Não, você não! Meus amigos irão –Riu maldoso. –Só quero ver a reação deles.

                -Eles não sabem?

                -Não...

                -... –Haizaki ficou calado por um tempo –Você é bem malvado... Um viado malvado.

                -Obrigado~    

                Enquanto isso, quando Midorima voltava para o seu dormitório, ele começa a sentir um cheiro estranho vindo de seu quarto. Era um cheiro bom de fritura, como se um bom churrasqueiro estivesse preparando uma boa carne.

                Com o pensamento amedrontando sua mente, o esverdeado corre para o seu quarto e abre a porta com brusquidão, esperando que aquilo não estivesse realmente acontecendo.

                E lá estava o que menos queria; Aomine sentado no chão em frente á uma pequena churrasqueira portátil que provavelmente havia pegado no curso de culinária da universidade, e o seu precioso coração de vaca, sendo frito com vários molhos e sal grosso, tudo para ficar mais apetitosa.

                -E aí, Midorima~ -Disse o moreno. –Como assim iria comer esse coração sem me chamar, cara? Mancada. –Sorriu, voltando a fritar a carne.

                Se Kagami mijou na cruz, Midorima cuspiu em cima... Estava para ter um infarto. 


Notas Finais


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