História Young Forever - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Kim Seokjin, Namjin, Namjoon
Exibições 55
Palavras 1.535
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Sorry.


Fanfic / Fanfiction Young Forever - Capítulo 11 - Sorry.

- toc toc - ouvi batidas na porta.

- mãe? - deixei o livro que estava lendo de lado e olhei fixamente para a porta de meu quarto, aguardando uma resposta.

- Deus me livre ser sua mãe, sou eu, Vio! 

- ah! Violette. - pronunciei seu nome com cuidado, eu não estava muito acostumado com nomes internacionais. - entre.

Vi a porta se abrir, e logo em seguida uma loira saltitante e alegre entrou.

- minha mãe deixou você vir até meu quarto? - a olhei um pouco desconfiado.

- não. - ela respondeu com tranquilidade - na verdade, ela nem me viu entrar e... bom dia para você também.

- você não deveria invadir a casa dos outros assim.

- foda-se.

- nossa, tão delicada quanto o Yoongi.

- argh! Não me fala naquele cara. - Violette sentou sobre a cama, acariciando sua barriga de cinco meses de gravidez, que agora estava maior que da última vez que eu a vi.

- brigaram de novo? 

- não. - ela cruzou os braços. - ele tomou meu celular só porque eu bati uma foto do Hoseok e do Taehyung se abraçando na cafeteria e sai gritando "SHIPPEI" 

- eu também tomaria seu celular! 

- aff! Deixa eu shippar meus casais em paz? - Vio se levantou-se e olhou para meu livro em cima do criado mudo. - desde quando você ler livros? 

- desde que eu me apaixonei por eles.

- huuuum... aposto que foi o Namjoon que te deu, né? 

- é, foi sim.

- EITA! ADORO! NAMJIN É REAL, NAMJIN É REAL! - ela foi até a janela do quarto. - CHUPA SOCIEDADE NAMJIN É... - antes que ela pudesse terminar de falar aquela frase, eu a puxei para baixo pela barra do seu vestido, fazendo ela cair na cama e tapei sua boca com a minha mão.

- AH! Violette, se controle!

- desculpe. - disse tirando minha mão de sua boca. 

- isso é culpa daquelas coisas que você assiste, qualquer dia desses eu ainda vou pegar aquilo e...

- NÃO! - Violette começou a pular em cima da cama. - PODE TIRAR UM RIM MEU, MAS MEUS YAOI VOCÊ NUM TIRA NÃO!

- TÁ, TÁ - a medida que ela pulava, o meu corpo pulava também. - PARA!

novamente a puxei fazendo ela cair ajoelhada.

- Jin, vocês são tão lindos, tão gostosos, aceitem que vocês se amam! 

- não! Eu não tenho nada com ele, ele namora! Ouviu? N A M O R A 

- FODA-SE MEU IRMÃO - ela jogou as mãos para cima - se namora, se separa, e sinceramente? Eu não vejo graça nem uma naquela namorada dele.

- do que você está falando? A Seong é muito companheira, educada e bonita.

- você tem tudo isso e muito mais amor.

- Violette, para de forçar. Eu não sou gay.

- como você sabe? Nunca ficou com ninguém...

- aish! Sai do meu quarto.

- calma! O que eu quis dizer é: você não teve muito contato com garotas, como pode afirmar que se sente atraido por elas? 

Violette passou alguns minutos me encarando antes de abrir um sorriso sapeca em seus lábios.

- Já sei! Jinzão, hoje vamos sair. - ela bateu palminhas.

- sair? Jinzão? Que? 

- amor, se prepara para hoje a noite, se arruma, fica cheiroso que a gente vai descobri esse seu lado hetero.

- o que? Violette você...

- ARGH! Não pensa besteira, falou? Eu não vou fazer nada com você.

- posso chamar o Hoseok? 

- ue...

- ele me deixa mais avontade.

- hum, está bem. - ela abriu um sorriso e encostou a cabeça no meu ombro. - por falar nele, onde ele está? Está bem? 

Essas semanas foram duras para Hoseok, toda vez que ele vinha aqui em casa, eu tentava o destrair, mas ele sempre tocava no mesmo assunto: o quanto amava a Hye Min, o quanto ela era doce e perfumada... 

- eu já tentei de todas as formas tirar ela da cabeça dele, mas é impossível.

- hum... então, levá-lo para o lugar que a gente vai irá destrair ele um pouco.

- Min Violette, onde você quer me levar? Ao puteiro? 

- mas lógico que não! Ta doido? O Suga iria me chutar de casa se isso acontecesse. Se acalma amor, vai ser legal.

~Namjoon

- querido, está se sentindo mal? - Seong perguntou enquanto se mantinha deitada sobre mim, com sua cabeça sobre meu peito. - quer dizer alguma coisa? 

Eu não sábia como dizer, só estavamos a quatro meses juntos, como eu iria explicar para ela que eu estou gostando de um homem? Que não dava mais para continuar com aquilo? Eu não a amava, ela não merecia se prender a um relacionamento baseado em mentiras da minha parte.

- eu não estou mais suportando lhe ver assim. - ela me olhou diretamente. - seus olhos estão avermelhados e cheios de lágrimas, a dias eu percebo isso.

- Seong... - engoli a seco. - não dá mais para continuar.

- hum? - emitiu um som, confusa.

- sua companhia realmente foi muito boa, foi uma namorada incrível durante esse pouco tempo mas...

- onde quer chegar, Namjoon? 

- você não é para mim, eu realmente sinto um carinho enorme por você, mas eu não te amo, sinto muito.

Ela simplismente me olhava calada, com lágrimas nos olhos, se controlando para não deixarem cair. 

- bom... Eu pensei que um dia eu faria você me amar, mas parece que não deu muito certo, né? - Seong levantou-se pegando sua bolsa, que estava ao lado da cama.

- não vá embora assim...

- como quer que eu vá? Implorando para você ficar comigo? Eu te amo Namjoon, por isso só quero que seja feliz.

Eu levantei e a abracei com todo o carinho que sentia por ela.

- obrigado, meu bem. Eu sábia que me entenderia - a abracei mais forte. - você é boa demais para mim.

- sempre que você precisar de mim, estarei aqui. - ela saiu do abraço, com um sorriso doce nos lábios, mas ainda continham lágrimas em seus olhos. - seja feliz, Namjoon.

- obrigado mais uma vez. - beijei suas mãos.

- agora... Eu tenho que ir. Ficamos amigos? 

Seong estendeu seu braço em minha direção, eu olhei sua mão por um tempo e logo a apertei.

- amigos! 

[...]

eu fiquei tão mais aliviado em saber que Seong aceitou tudo, que ela realmente me entendia, mas não era de se esperar menos dela.

Mas meus olhos ainda estavam carregados de lágrimas.

Eu sabia que precisava ir a casa ao lado, pedir desculpas, e prometer que não o faltaria com respeito. E a coragem? Eu não sei com que cara Seokjin iria me receber.

Mas enfim eu resolvi ir. Ao por do sol sai de casa e segui o curto caminho a casa dele, toquei a campainha e logo a senhora de cabelos curtos abriu a porta.

- Namjoon, a quanto tempo. - dizia em uma voz serena com um sorriso no rosto.

- olá! - a cumprimentei me curvando um pouco para frente.

- veio ver o Jin? Eu vou avisa-lo! 

- não, não, não. Eu quero fazer uma surpresa para ele.

- surpresa? - ela me olhou com desconfiança. - ele está em seu quarto.

Sai depressa até o quarto dele, mas ao chegar na porta me veio um sentimento de nervosismo, eu podia sentir borboletas no estomago.

Abri a porta devagar para não fazer barulho, enfim pude o ver. O quarto estava escuro, sendo iluminado apenas pelo brilho da TV, e ele estava deitado de bruços em sua cama.

Jin, que saudades eu senti de você. Agora eu teria que me controlar para não o agarrar e o encher de beijos ali mesmo.

- oi. - me sentei de lado em sua cama. - sou eu, Namjoon.

Ele nem ao menos desviou o olhar para mim, continuava a ver a televisão.

- eu vim para me desculpar. Desculpe pela falta de respeito que eu tive com você, por ter dito aquelas coisas, por ter te beijado à força. - limpei minhas lágrimas. - só nos conhecemos a pouco mais de dois meses, eu não quero lhe forçar a nada.

Jin continuava a ver a TV.

- me desculpe também por aquele dia que dormiu em minha casa, eu acabei o chamando de ridículo e mal agradecido, quando não sábia um terço do seu passado, do porquê é assim hoje em dia.

Abaixei minha cabeça e o silêncio entre nós dois dominou, só podia-se ouvir o som baixo da TV.

- aquela noite foi horrível... - ele disse numa voz rouca e baixa. 

Eu levantei a cabeça sem entender, mas logo percebi.

- a bala acertou a medula óssea. - ele indicou o local com o dedo - anos depois eu fiz uma cirurgia, a cirurgia que iria decidir se eu voltaria a andar... Mas deu tudo errado, e eu acabei contraindo várias doenças. Até hoje eu lembro das lágrimas da minha mãe, e da voz alterada do meu pai dizendo que não iria cuidar de filho aleijado.

Naquele momento, minha única reação foi deitar-me sobre ele e o abraçar, como alguém foi capaz de fazer tamanha crueldade? E justo a uma criança?! 

E então um sentimento de carinho veio a tona, eu sentia tanta vontade de o abraçar ainda mais forte, beijar cada espacinho do seu rosto, dizer palavras bonitas e o confortar no meu colo.

Ah, Jin... Eu poderia dar minhas próprias pernas a você, só para te ver feliz



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