História Young God - VKook/TaeKook - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7, TWICE
Personagens BamBam, Chaeyoung, Dahyun, Jackson, JB, J-hope, Jihyo, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Jungyeon, Mark, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Rap Monster, Sana, Suga, Tzuyu, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Drama, Namjin, Romance, Vkook, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 58
Palavras 2.880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei pq minha net tava dando piti, sorry.
Boa leitura.

Capítulo 8 - [8]



Yoongi P.O.V.


Eu, Hoseok, Namjoon, TaeHyung e Jin estávamos parados na porta da casa que Jimin tinha comprado para ficar em seu ano “humano”. Já que a mesma estava cheia de feitiços que bloqueiam a entrada de seres sobrenaturais no local, tivemos que esperar ele vim nos receber aqui fora, depois de ter tocado a campainha várias vezes.


- O que foi? - o ruivo pergunta um pouco irritado, assim que abre a porta da casa. Jimin estava todo descabelado, sem camiseta e com o zíper da bermuda aberta… eu acho que não foi uma boa ideia vim aqui agora. - Eu só perdoo vocês se o mundo estiver acabando, e por isso vieram até a minha casa E EMPATARAM MINHA FODA COM UMA SEREIA! - acho que ele estava muito irritado já que começou a gritar. - Vocês sabem como é difícil achar uma sereia que não queria te matar, e que ainda por cima queira tranzar com você? - disse… triste?


Assim que o mais novo terminou seu discurso de ódio/tristeza, vimos uma garota caminhando até a porta e pedindo para que deixarmos ela passar na pela porta.


Mesmo não querendo admitir, ela era realmente muito linda. Tudo nela parecia ser perfeito: seus lábios rosados e carnudos, seus olhos escuros perfeitamente delineados, sua pele, suas bochechas… até mesmo seu corpo.


- Tchau, Jiminnie! - Se despediu dando um beijo no rosto do outro. - Eu te ligo.


- Tchau, Chae. - abanou as mãos. - Você não vai me ligar, né? Eu não te dei meu número… - sussurrou a última frase, e sorriu sem humor ao ouvir uma gargalhada da moça. - Eu odeio vocês! - disse se voltando a nós.


- É só uma garota! - Namjoon tentou amenizar as coisas mas acho que não deu muito certo, julgando pela cara que Jimin fez.


- Não é simplesmente uma garota,é a ChaeYoung, a sereia ChaeYoung! - disse voltando ao normal. O mais baixo entrou em sua casa deixando a passagem livre para fazermos o mesmo.


- Okay, sendo uma garota ou uma sereia, tínhamos que falar com você o mais rápido possível. - Jin disse assim que entramos na sala.  


- É importante. - TaeHyung disse fazendo o outro nos encarar preocupado.


- Deve ser mesmo. Pra fazer você dirigir mais de uma palavra a mim, nossos nomes devem estar na boca do sapo. - o outro disse se sentando (se jogando) no sofá de sua sala.


- Não enche o saco, Jimin. - Tae pediu se sentando ao lado dele no sofá. - Quem vê assim até pensa que eu te odeio.


- E não odeia? - encarou o outro.


- Jimin, eu sempre me pergunto quantos anos você tem, porque sinceramente, as vezes acho que é cinco. - TaeHyung provocou.


- Então você tem dois!


- A gente tem mesmo que discutir o rumo das nossas vidas com duas crianças? - perguntei encarando os dois com desdém. Pelo que eu conheço dos dois, eles só vão parar de trocar farpas quando o sol estiver nascendo.


- Olha, temos mais coisas pra fazer! - Hobi diz chamando a atenção dos dois. - Se vocês quiserem ficar brigando, sugiro que façam isso em outro hemisfério, para não correr o risco de nos atrapalhar. - Continuou olhando para os dois mais novos. Os dois sussurrou um “desculpa” com um bico na boca. Sim, eles são crianças!


- Então, o que querem falar? - o ruivo entre nós pergunta tomando uma postura mais séria.


- Está correndo por aí a notícia de uma profecia sobre nós. - comecei - Resumindo: a visão fala que iremos morrer por alguém que amamos “Mais cruel que seus demônios e mais puro que seus anjos, ele fará você amá-lo! Com seus olhos bondosos e sua alma maligna, ele irá te destruir.”- terminei deixando-os “assustados.. É deviam ficar mesmo. Eu só recitei a visão, nada se compara ao que eu senti, e nem ao que eu vi.


- Quem seria “ele”? - TaeHyung ponderou.


- Ah, nós temos que conversar com vocês sobre isso… - Jin disse deixando os outros mais preocupados. Eu já sabia ao que ele se referia - aliás, fui eu que o ajudei a manter em segredo-, então não fiquei tão abismado.


- Você sabe quem é “Ele”? - Hoseok pergunta


- Não temos certeza, mas pode ser uma ideia. - Namjoon diz encarando os três - TaeHyung, Hobi e Jimin.


Os três mais novos estavam sentados no sofá,  nos encarando com uma cara confusa. Eu me sentia um pouco culpado por esconder isso de Hoseok, nunca escondia  nada dele. Mas estou ainda mais incomodado por isso ser o motivo que eu falei coisas horríveis pra ele no passado - o que resultou em um Hobi me odiando.


- Como eu acho melhor não enrolar, sugiro irem direto até o ponto. - falei deixando- os com uma cara ainda pior. Quem mandou esconde isso por quase vinte anos…


- SeokJin e eu tínhamos um filho!- Namjoon soltou as palavras tão rápido que quase se atropelou nelas. Nessa hora, Jin já tinha virado um pimentão.


- Não era pra você falar assim! - repreendeu Jin. Vai começar…


- Eles tinham que saber uma hora ou outra. - Se defendeu.


- Mas eu ia contar do meu jeito. - o loiro mais baixo disse fazendo bico. Agora eu te pergunto, como uma pessoa tão infantil tem um filho?


- Calma… vocês tiveram um filho? - Hobi perguntou tentando digerir o fato.


- A quase vinte anos atrás. - respondi.


- E VOCÊ NÃO ME DISSE NADA? - perguntou já alterado.


- O que eu podia fazer? O filho não é meu, portanto o segredo também não. - Me defendi. - Você deveria estar cobrando essa informação de SeokJin, ele não é seu irmão? - perguntei irônico recebendo uma carranca como resposta.


- Eu não acredito que você escondeu isso de mim. - agora Jimin que dizia. Pelo tanto de surpresa que havia em sua fala, não pude perceber se ele estava feliz ou o que. - VOCÊ TEM UM FILHO, NAMJOON! - exclamou correndo até o mais velho e o abraçando. Acho que ele gostou da notícia. - Estou triste por você não ter me contado, mas estou orgulhoso por você ser papai! - disse sorrindo.


- Eu realmente não acredito que você não me contou, Jin. Mas, eu deveria ficar feliz por você, eu acho. - Tae, que até agora parecia estar com a cabeça no mundo da lua, se pronuncia.


- Okay, okay. Paternidade revela, ótimo. Mas o que isso influencia na tal profecia? - Hoseok perguntou, tentando não ficar com raiva por termos escondido algo tão sério dele.


- Achamos que o filho deles é a pessoa que “irá nos destruir”. - respondi.


- Ele tem poder pra isso? - Tae disse.


- E por que ele faria isso? - Agora Jimin perguntou.


- Para responder essa pergunta, temos que achar ele. - Jin disse ainda vermelho. - Você consegue achar ele? - perguntou olhando pra mim.


- Não sei. - respondi sincero. - Geralmente, quando vou procurar alguém, vejo a pessoa em minha mente. Eu só vi esse garoto uma vez e isso foi a uns quinze anos atrás, ele não tem a mesma aparência. - expliquei.


- Uma vez você me ensinou a fazer uma feitiço com sangue. - Jimin sugeriu.


- Se você tiver o sangue dele, seria uma boa ideia.


- Mas nós temos! - Hoseok disse indo até Namjoon e Jin. - Ele é filho de vocês, obviamente tem o sangue dos dois. Dá certo? - perguntou sem me olhar.


- Podemos tentar. - respondi.


Então decidimos fazer o feitiço ligado ao sangue. Pedi para que eles me entregasse os ingredientes - sangue dos dois mais velhos e um mapa.


Depois de colocar o mapa em uma plataforma lisa, pedi para Namjoon colocar sua sangue em um copo, e SeokJin fez o mesmo. Joguei o sangue dos dois, um em cada ponto extremo do mapa, então comecei a recitar o feitiço.


Primeiro o sangue dos dois foram até o meio do mapa, assim virando um só, e então começou a andar pelo mesmo. Eu deslizava minha mão por todo o mapa, enquanto ouvia o líquido viscoso andar pelo papel. Eu já tinha passado por todo o mapa até que um ponto me chamou atenção, foi como se uma agulha tivesse picado bem no meio de minha palma. Abri os olhos para ver onde tinha parado. O sangue cobria uma pequena parte do mapa, que era exatamente onde nós estávamos.


- Deve ter algo errado. - Hobi comentou. - Nós estamos exatamente aqui. - me olhou como se pedisse uma explicação.


- Acho que ele está na cidade então. - disse.


- Ele não pode estar aqui. Acho que iríamos sentir. Ele é o quarto Hygi, íamos sentir algo! - Namjoon comentou.


- Ai, meu Deus… - ouvimos Jimin sussurrar como se tivesse lembrado de algo. - Como eu não liguei os pontos?


- Fala logo, Jimin. Fala logo! - exclamou TaeHyung impaciente.


- Ontem/hoje, não sei, umas 17:40 mais ou menos, MoMo e Jihyo vieram aqui avisar que tinham terminado o que você pediu as eles fizessem. - disse olhando pra mim.


- Eu? Não me lembro de ter pedido nada… - respondi.


- Você mandou elas darem um fim no garoto que estava cuidando do TaeHyung. - ele explicou.


Puta que pariu! Por que ele disse isso aqui? Na frente de todos, na frente do Hoseok...


- Você mandou o que? - TaeHyung perguntou se aproximando.


- Não sei por que eu ainda espero que você melhore… - Hobi disse suspirando.


- Você tem sorte que o JungKook tá vivo. Porque se ele estivesse morto agora por sua culpa, você estaria na mesma situação que ele! - provocou se aproximando mais.


- Eu não ligo pra suas ameaças, TaeHyung. E como você mesmo disse, ele não está morto. Esquece isso! - resolvi não colocar mais lenha na fogueira.


- Jimin, o que isso tem a ver? - até que em fim alguém (SeokJin) fez uma pergunta útil.


- Okay, - Jimin continuou - elas me disseram que o garoto tinha morrido, mas Hoseok tinha trazido ele de volta, porém, não foi por isso que ele “não morreu”. Elas até apostaram na hipótese de ele ser algo sobrenatural…


- Jeon não tem nenhuma mania, ou cheiro sobrenatural. Ele é totalmente humano! - Tae defendeu.


- Sim, mas olhando por esse lado, as manias e cheiro, nós também parecemos humanos. - O baixinho continuou explicando. - Isso explicaria porque vocês viram ele é não sentiram nada.- a teoria dele está bem certa, pra mim.


- Mas não é ele! Essa profecia diz que “Ele” irá matar todos nós, Jeon JungKook não consegue matar nem uma batata, literalmente, ele tem medo delas. - explicou - Não é ele!


- Podemos ir até a casa dele e … - fui cortado por TaeHyung.


- Pra você tentar matar ele de novo? - provocou mais uma vez.


- Olha, eu estou tentando ajudar. Se eu quisesse matar ele, ele já estaria morto! Principalmente pelo fato de ele estar assinando nosso atestado de óbito. Então se você quer ficar brigando comigo por uma coisa que aconteceu não passado, já fala logo pra mim não ficar perdendo o meu precioso tempo com coisas fúteis! - disse alterado.


- Yoongi, para de drama. - Hoseok pede.


- Drama? - perguntei surpreso. - Meu “drama” não chega perto do de vocês, Hoseok; eu não tenho nenhum filho perdido - olhei pra Namjoon e jin -, não estou apaixonado por nenhum humano - me referi a Taehyung -, e não perdi foda com nenhuma sereia. Então não fala como se eu fosse uma garotinha adolescente que perdeu o namorado e fica chorando pelos cantos, porque sinceramente, acho que eu sou o menos dramático daqui.


- Agora você está fazendo drama… - Jimin disse baixo.


- Ah, - suspirei - eu nem sei o que eu ainda estou fazendo aqui. - disse já me dirigindo até a porta e saindo de lá.  


~☆~


Ok, talvez eu tenha sido um pouco dramático. O que posso fazer? Em algum momento todos temos que perder a cabeça um pouco, ser dramático… pra tudo tem sua primeira vez.


Tentei esquecer um pouco toda essa novela mexicana que é minha vida, e me acalmar. Antigamente, eu costumava ir para a montanha mais alta da cidade em que eu estava, e simplesmente observar as luzes da mesma. Bom, aqui estou eu. Não sei em qual montanha, muito menos em qual cidade, só pensei em um lugar bonito, e vim.


Uns vinte minutos que estou aqui, e já me sinto mais calmo. Sinto que estou sendo observado. Mas não é aquela sensação de perigo, é uma sensação de nostalgia, saudade, isso é bom! Olhei para o lado encontrando a última pessoa que eu esperava encontrar ali.


- Deu três mil e dez! - Hoseok exclamou encarando- me.


- O que? - indaguei confuso.


- As luzes da cidade! Pelo menos essa parte. - explicou, mas eu ainda não entendia. - Quando eu ficava nervoso, magoado, triste, e essas coisa… - veio até meu lado e se sentou no chão, junto à mim - … você dizia que pra mandar todos esses sentimentos ruins e agonizantes pra fora, eu tinha que escolher um montanha bem alta, que de pra ver a cidade perfeitamente bem, e contar as luzes que estavam na paisagem. - terminou com os olhos na cidade.


Fiquei feliz pelo fato do mais novo lembrar. Na maioria das vezes que fazíamos isso, Hoseok não conseguia se acalmar o suficiente pra conseguir contar as luzes, e quando conseguia, perdia as contas e voltava do começo. Chegamos a ficar mais de 12 horas para contar as luzes de uma cidade, mas mesmo assim era bom, porque mesmo se ele não se acalmasse com as luzes, eu acalmava ele. Seja com palavras, toques, amor…


- No que pensa tanto, hum? - ele disse me tirando de meus pensamentos.


- Quer que eu seja sincero? - perguntei ouvindo um baixo “sim” como resposta - Em você! Aliás, é bem difícil eu parar de pensar em você. - vi o ruivo ficar com as bochechas vermelhas, o que me fez soltar um riso abafado. - Você disse que eu podia ser sincero!


- Mas eu não achei que você ia dizer isso! - se defendeu.


Depois disso, voltamos a encarar a cidade, ambos em silêncio. Não um silêncio constrangedor, mas um silêncio que somente mostre que você está ali só outro precisar. Apesar do silêncio e do bom clima que estava entre nós, uma pergunta me corroía:


- Por que veio atrás de mim? - soltei sem encarar ele.


- Nem eu sei! - respondeu depois de um sorriso sem humor. - Só não queria te deixar sozinho…


- Sei me cuidar muito bem. Você já deveria saber disso!


- Eu… não foi isso que eu quis dizer. - disse com a voz mais baixa.


- Explique! - Resolvi olhar ele. O mais novo estava com as pernas balançando para fora da montanha, e seus dedos brincavam um com o outro como se estivesse nervoso.


- Eu queria ficar com você. - disse mais baixo ainda, ficando mais vermelho que um pimentão. Sorri com a confissão e resolvi provocar mais um pouco.


- Então você queria ficar comigo… - vi o outro afirmar com a cabeça. - Mas não era você que estava apontando uma espada pra minha garganta há uma semana atrás?


- Então eu posso colocar outra coisa na sua garganta, se assim desejar… - parece que agora os papéis se inverteram; ele que está me provocando e eu que estou vermelho. Admiro a forma que Hoseok pode mudar da água para o vinho em segundos.


Eu realmente não sabia como responder isso. Hobi está realmente flertando comigo?


- Relaxa, Yoongi. Não precisa ficar tão vermelho, não seria a primeira vez. - isso foi o cúmulo. O pior é que eu não sei como responder então só tapei o rosto com as mãos. - Quer sair comigo? - Perguntou de repente.


- O que? - falei ainda com as mãos no rosto.


- Quer sair comigo? - repetiu. - Sei lá, podíamos ir á uma boate em New York. Ou tomar um comer algo em Paris? O que você escolhe? - disse tirando minhas mãos da frente do meu rosto.


- Você está falando sério? - perguntei olhando o outro, percebendo que ele realmente não mentia.


- Se você não quiser é só dizer não. - suspirou profundo.


- New York! - exclamou me levantando.


- Sério? - indagou com um sorriso. - Não achei que você ia aceitar!


- Por isso convidou? - estreitei os olhos.


- Não, não. Só achei que você ia me mandar pro inferno e tudo mais.


- Porque eu faria isso? - perguntei, sem resposta - Eu só preciso saber uma coisa. Você me perdoou? - falei é vi ele abaixar a cabeça. - Desculpa…


- No final da noite eu te digo! Okay? Pode ser assim? - afirmei com a cabeça vendo o mais alto se levantar.


Eu ainda tenho uma chance. Não irei desperdiçar por nada! 



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