História Young God - Capítulo 2


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Categorias Dylan O'Brien, Emeraude Toubia, Originais
Personagens Dylan O'Brien, Emeraude Toubia, Personagens Originais
Tags Aventura, Dylan O'brien, Emeraude Toubia, Máfia, Mistério, Ninjas Em Nova York!, Romance, Suspense
Exibições 15
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Galera desculpe pelos erros tive que fazer depressa esse cap. Fiz ele 3 vezes, pq o site fechava e eu perdia o conteúdo :( espero que gostem! Alguma dúvida falem comigo!

Capítulo 2 - Noite feliz


Fanfic / Fanfiction Young God - Capítulo 2 - Noite feliz

New York – 23:00 PM 

— Gostaria de acreditar em suas palavras Chris , mas o problema tá na minha certidão de nascimento, que insiste em afirmar que eu não nasci ontem — Sorrio sarcástico, vendo Chris revirar os olhos.

— Qual é Miles!  – Ele bate as mãos no bolso da calça, amostrados estar sem o crachá da biblioteca – Quebra essa pra mim, porfavor? 

Suspiro coçando a cabeça.

— Sabe que não posso fazer isso, né?  

— Okay, já entendi — Ele passa as mãos no cabelo nervoso – Merda... – Sussurou a última palavra.

— Pra que os livros? – Pergunto curioso.

— Charlotte – Ele revira os olhos.

Penso bem, Charlotte traí Chris quase toda hora mais mesmo assim ele continua com ela,  porque ele a ama mais que tudo na vida.

— Tudo bem – Aceno com minha mão – Pode levar os livros, mais me devolva eles daqui a duas semanas.

Ele força um sorriso,  o motivo de sorrir quando não se está bem, a princípio parece uma forma de esconder as tristezas.. O que não deixa de ser uma verdade. 

Mas venho percebendo que o fato de ninguém ser imune a esse tipo de sentimento, demonstra que é uma forma natural de tentar melhorar as coisas quando não há mais o que fazer. Sorrimos com dores escondidas atrás de cada dente e, o mundo sorri de volta. 

Falando assim eu pareço estar enganado, e talvez realmente esteja em relação a muitas pessoas. Mas se demonstramos todas as nossas tristezas, nos afogaremos em sentimentos de pena, em afastamento das pessoas que poderiam nos ajudar.. Olhamos tristes para o mundo e o mundo nos olhará com tristeza. Quem nos conhecem de verdade, olhará um sorriso apesar de tanta dor e saberá que estamos tentando melhorar, mesmo que esteja tudo em escombros ao nosso redor. 

Que não nos conhece, se sentirá mais à vontade de se aproximar, e com o crescimento da intimidade, virá uma admiração pela vontade de melhorar as coisas. Fora que sorrir apesar de tudo, serve de exemplo pra quem também enfrenta dificuldades. 

Não digo que não devemos chorar, mas junte todos os motivos e chore uma vez só..  Basta aceitar e seguir enfrente,  então fácil para muitos e difícil para outros.

— Vou fica te devendo... – Ele mal termina de falar e seu celular apita no bolso da calça jeans azul escuro que ele usava, ele coloca os livros no balcão de madeira e pega seu celular no bolso. 

Ele mal olha para a tela daquele dispositivo já o guardando novamente no bolso da calça.

Seu rosto que sorria forçadamente agora estava triste e cabixado.

— O que ouve? – Pergunto curioso batucando meus dedos nervosos no balcão. 

— Charlotte terminou comigo – Ele fala com sem tom de voz triste – Ela terminou comigo por mensagem, Miles, acredita nisso? – Ele fingi uma risada jogando os livros de qualquer jeito no balcão.

Eu poderia adverti-lo, dizer que livros são coisas sagradas ou "Não desconte nos livros!" mais tudo o que saiu foi:

— Sinto muito Chris – Coloco minha mão em seu ombro como forma de conforto.

Ele seca uma lágrima que queria fugir de suas olhos. 

— Qual é – Ele rir com certo humor – Chris nunca chora, acho melhor dar tempo ao tempo e esfriando a cabeça, esse deveria ser o jeito principal de se levar a vida, mas… – Ele faz uma pausa – Quando vemos estamos num beco sem saída, onde somos obrigados a fazer isso.. dar tempo ao tempo, esfriar a cabeça… quando a gente não leva a vida, ela é quem nos leva… 

Sábias palavras meu amigo.

– Milhares de palavras para serem ditas de milhares de maneiras pra causarem milhares de impressões e você me escolhe logo essas... – Falo arrancando um sorriso de Chris.

Mais não melhores do estas.

— Quer sabe? Eu vou sair para beber. Quer vir também? Fiquei sabendo que abriram uma nova boate no Queens.

Suspiro.

— Só deixa eu fechar a biblioteca. — Falando sendo o "bom amigo."

(...)

Dias quentes, chuvas fortes, noites descontroladas, pessoas perdidas, e eu aqui, tentando caminhar sem que isso me atrapalhe… Mas com o olhar sempre atento nas ruas desconhecidas do Queens.

Paramos enfrente a boate, as letras escritas em Neon, cor vermelho, estavam cravadas na parede, dando sinal de que havíamos chegado na boate,  NEONDEMON, a rua estava vazia nenhum sinal ou vestígio de pessoa ali, apenas o segurança que fazia sua patrulha enfrente a porta da boate.

Me aproximo em passos largos junto de Chris. O segurança alto,  careca nos vê e da passagem.

Entramos sem questionar nada. 

As cores vermelha, azul,  verde e laranja estavam em todo o lugar, luzes que iluminava a boate inteira, bebidas, pinturas dos corpos e rostos cor fluorescente, estátuas com os deuses da mitologia grega estava como decoração, alguns seguravam bastões de Neon com cores diferentes, outros tinha enfeite pisca-pisca em seu pescoço. Algumas pessoas dançavam eufóricas na pista, outras andavam sem rumo de direção pela boate, outras só ficavam sentadas ou conversando .

Garçonetes com suas bandejas de um lado para o outro.

Chris resolve ir até o bar que havia, se aliviar e vê se conseguia esfriar a cabeça. Apenas concordei e passei a caminhar pela boate sem rumo.

Como se os dias já não estivessem cheio de acontecimentos extraordinários, mesmo com a felicidade que não o deixava perder a tranquilidade dentro de mim, aquele momento me deixou inquieto.

Ela passou em minha frente, alta, morena, olhos castanhos e cabelo platinado. 

E num impulso, ignorou tudo o que tinha acontecido hoje, traição de Chris e ele me ter chamado para vir em uma boate, sigo-a pela boate, ainda um pouco afastado de si consigo vê-la.

Ela tinha ido para a pista de dança e a música Young God de  Halsey toca na boate, as pessoas a sua volta fazem um rodinha dando espaço para ela dançar.

Seus quadris se remexiam conforme a música, suas mãos se movimentavam também no mesmo ritmo que a música.

Deus! Eu nunca tinha visto uma perfeição assim, no meio da música sua mão vai até seu cabelo platinado, ela o puxa para trás revelando ser uma peruca, seus cabelos eram grandes e castanhos como a cor de seus olhos.

Um pouco de afinidade e proximidade e qualquer coisa fica sujeita a mudanças, e isso, geralmente não se controla ou se percebe ao acontecer. Ela havia conseguido minha aproximação só faltava a afinidade.

Ainda de costas ela dançava, até se virar e seus olhos encontrarem os meus. Ela os arregala me fazendo ficar confuso, sinto uma mão em meu ombro, me viro e vejo Chris com um copo de vodka para mim.

— Qual o problema? Parece que viu um fantasma – Ele diz rindo.

Sorrio.

— Pior! Eu vi um anjo.

(...)




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