História Young Lovers Forever. - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Drama, Hentai, Romance
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Palavras 1.628
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oli unicórnios, desculpa não ter postado sábado e nem domingo, meu curso de Japonês mudou de horário e agora todo domingo tenho treino de artes marciais, então fica meio complicado pra mim chegar do curso e escrever sendo que meu irmão mais velho está usando, e domingo chego do treino e vou descansar porque eu chego quebrada de lá.
Aproveitem!!!

Capítulo 9 - 7-Mensagens Estranhas.


Fanfic / Fanfiction Young Lovers Forever. - Capítulo 9 - 7-Mensagens Estranhas.

Capitulo VII – Mensagens Estranhas.

(2 dias antes do baile)

    Eu estava sentada na cama mexendo no celular quando recebo uma mensagem de um numero desconhecido.

~Mensagens ON~

Desconhecido: Caralho, você ainda está viva? Que vadia resistente.

Lucya: Quem é você? Como conseguiu o meu número?

Desconhecido: Só tenho uma coisa para te dizer, FIQUE LONGE DO LEON!

Lucya: O que você tem com ele? ME RESPONDA.

Desconhecido: Tenho que ir. Tchau vadiazinha.

Lucya: EI, VOLTA AQUI!

~Mensagens OFF~    

   Quem era? O que ele ou ela tem a ver com o Leon? Será que eu conto para ele? Aaahhhh que saco, tenho que resolver isso, mas como?

    Me levantei da cama e desci as escadas e fui até o escritório do meu pai, bati na porta, minha mãe abriu e viu minha de susto e me faz sentar na poltrona ali perto.

    -O que foi filha? – Minha mãe perguntou pegando um pouco de água em uma jarra que tinha ali.

    -Eu recebi essas mensagens estranhas aqui. – Entreguei meu celular para ela e meu pai foi ao lado dela para ver também.

    -O que?..... – Meu pai estava irritado.

    -Não podemos falar com a polícia? – Minha mãe me entrega o celular?

    -Não, certamente não. – Meu pai se sentou na mesa dele. – A polícia não tem um relacionamento bom com o pessoal daqui.

    -O pai do Leon, ele é policial, ele pode me ajudar. Claro, não vou falar nada relacionado aqui em casa. – Falei me levantando depressa.

    -Não Lucy, mesmo ele sendo o pai do Leon é melhor não arriscar. Um policial descobrindo sobre nós pode ser uma tragédia. – Meu pai falou se ajeitando na cadeira.

    -Pai, confia em mim, ele me ajudou quando eu me encontrei com o Gustavo em um restaurante.... – Ele me interrompeu.

    -Você se encontrou com ele de novo? – Ele perguntou furioso.

    -Foi sem querer, ele ia abusar de outra menina no banheiro feminino e ele me viu, mas ele veio ajudar. – Falei tentando esfriar a situação.

    -Ah...... Ok, mas qualquer sinal dele se interessar sobre assuntos pessoais, você vai desistir da ideia. – Meu pai falou sério.

    -Ok. – Falei me retirando.

    -Filha. – Minh mãe veio atrás de mim.

    -Diga. – Falei me virando em sua direção.

    -Por favor, tome cuidado na rua, não quero te ver hospitalizada de novo. – Minha mãe segura a minha mão.

    -Tudo bem mãe, vai ficar tudo bem. – Sorri para ela e ela retribuiu.

~Quebra de tempo~   

    Cheguei na casa do Leon, Vanessa me atendeu, me deixou entrar, conversamos um pouco, ela perguntou como eu estava e tal, eu perguntei se o pai do Leon estava e ela respondeu que sim.

    -Oi Lucya, o queres comigo? – Felipe se senta ao meu lado me cumprimentando com um sorriso.

    -É sobrei isso. – Mostrei as mensagens para ele, logo o sorriso se desfez e ele ficou sério.

    -Quando começou a receber isso? – Ele perguntou dando uma última olhada nas mensagens.

    -Hoje de manhã. – Ele me devolve o celular, fiquei olhando sem entender nada.

    -Você pode ficar aqui até o Leon voltar, quando ele chegar você dois vão para a sua casa, não saia de lá até que eu resolva isso. – Ele estava sério, mas dava para ver o quanto ele estava preocupado comigo. – Vou instalar um programa para que todas as mensagens desse número sejam mandadas para o meu computador lá da delegacia, vou poder trabalhar melhor lá.

    Depois que Felipe instalou o programa no meu celular ele saiu e foi até a delegacia, eu e a Vanessa conversamos, ela perguntou se minhas feridas já estavam melhores, que qualquer coisa que eu precisasse ela faria para mim, mas logo ela teve que sair pois ela ia trabalhar, subi para o quarto do Leon, fiquei esperando ele até que ouvi a porta lá da sala abrir, desci as escadas para vê-lo.

    -O que você está fazendo aqui? – Ele pergunta surpreso.

    -Eu te explico depois. – Segurei a mão dele e entrelacei nossos dedos. – Vai trocar de roupa e depois vamos para minha casa, lá eu te explico tudo.

    -Tá bom. – Subimos para o quarto dele.

    Enquanto Leon trocava de roupa recebi outra mensagem, fiquei com medo de olhar o celular, peguei o celular com a mão tremendo, olhei e era minha mãe, suspirei aliviada.

    -O que foi? – Leon pergunta me olhando, olhei de volta e ele estava só de box branca.

    -Nada, pensei que era uma mensagem de outra pessoa. – Me deitei no puff.... Ahhhh, delicia!

    -Você está estranha hoje, o que acontece que você está enrolando para falar? – Ele se senta do meu lado, ainda só de box.... Só acho que molhei a calcinha.

    -Te conto depois. – Abracei ele de lado, coloquei a cabeça no ombro dele.

    Ele se levantou e colocou uma roupa, uma camiseta regata com uma jaqueta, calça jeans e uma timberland, como ele consegue ficar lindo usando qualquer roupa... Ahhh, relaxa. Leon pegou o notebook dele, colocou em uma mochila e saímos, fomos andando mesmo, eu me enganchei nele, quando cheguei em casa tinha um papel na mesa da sala de entrada, meus pais tinham saído, entramos no meu quarto e me sentei na cadeira da escrivaninha.

    -Vai me falar o que está acontecendo? – Ele se apoia na escrivaninha me encarando.

    -Tá.... – Me levantei e fiquei de frente para ele.

    Contei tudo para o Leon, que eu tinha falado com o pai dele e tal, depois de contar tudo para ele meu celular começou a tocar, ele me olhou confirmando com a cabeça que era para mim olhar, era novamente uma mensagem do desconhecido.

~Mensagens ON~

Desconhecido: Olá vadiazinha, parece que você encontrou alguma ajuda não é mesmo.

Lucya: Você não vai conseguir o que quer.

Desconhecido: Será? Leon não pertence a você, ele é meu, sempre foi, até você aparecer e atrapalhar toda a minha chance de conquistar ele.

Lucya: A fila anda moça, você não chegou a tempo.

Desconhecido: Estou te dando um último aviso, você tem até segunda feira que vem, se você não se afastar dele, você morre, e dessa vez não vai ter nem tempo de ter de salvar.

Lucya: Não tenho medo da morte.

Desconhecido: É o que veremos, tenho que ir, preciso ver como vou te matar. Tchau vadiazinha.

~Mensagens OFF~

    Leon estava do meu lado vendo todas as mensagens, ele me abraçou forte, devolvi o abraço, deu para sentir que ele estava preocupado.

    -Eu vou te proteger, eu prometo, não quero te perder gatinha. – Deu para sentir o quão ele estava preocupado comigo.

    -E se algo acontecer comigo, promete que vai me esquecer e continuar a vida como se não tivesse me conhecido. – Falei séria, ele me olhou indignado.

    -Nada vai acontecer com você, eu não vou deixar. – Ele apertou o abraço. – Eu te amo.

    -Eu também te amo, e muito. – Devolvi o abraço forte, ele me deu um beijo na testa.

    Meu telefone tocou, olhei era um número desconhecido, atendi, era o pai do Leon me falando que estavam rasteando o número que estava me mandando as mensagens, suspirei aliviada, ele disse que amanhã na escola ele mandaria seguranças me vigiarem o dia inteiro junto com o Leon.

~Quebra de tempo~   

    Estávamos deitados na cama quando Leon olha uma mensagem no celular dele.

    -Os rapazes do grêmio falaram que mudaram o dia do baile, em vez de ser essa terça à noite vai ser no sábado a partir das 19:30. – Leon disse passando a mão no meu cabelo ainda olhando para o celular.

    -Ahh.... Isso é até bom, minhas feridas vão ter começado a cicatrizar e vão ser mais fáceis de esconder. – Deitei a cabeça no peito dele.

    -Elas não estão tão ruins assim. – Ele se senta na cama. – Me deixe ver.

    -Não. – Me sentei abraçando minhas pernas.

    -Não confia em mim? – Ele segura minha mão.

    -A do braço tudo bem, mas a da coxa não. – Entrelacei nossos dedos e puxei ele para perto de mim.

    -A da coxa também, por favor. – Ele me olha de um jeito dengoso.... Ahhh, não dá para dizer não.

    Tirei as faixas do meu braço revelando alguns arranhões que estavam começando a cicatrizar, o corte no rosto também estava cicatrizando, levantei minha saia revelando uma cicatriz enorme, abaixei a saia escondendo rapidamente a cicatriz.

    -Ei, não sinta vergonha de mim. – Ele passa mão na minha perna tocando a cicatriz.

    -Tá horrível. – Eu queria chorar.

    Leon me sentou no colo dele, beijou meu pescoço e subiu até meus lábios, um beijo doce e reconfortante, puxei a gola da jaqueta dele puxando para um beijo mais quente, como amo esse beijo, quente mais nada agressivo, mas como tudo o que é bom dura pouco, alguém bateu na porta.

    -Entra! – Me sentei do lado do Leon.

    -Com licença. – Minha mãe entrou no quarto com uma caixa cheira de furinhos.

    -O que é isso? – Perguntei tentando ver o que era pelos furinhos.

    -Seu pai e eu decidimos comprar um... como posso dizer? .... Algo que não te deixe solitária. – Ela me entrega a caixa para mim. – Pode abrir.

    Quando abri a caixa me deparei com um filhote de cachorro, parecia ser um Pastor Alemão, tão fofinho.

    -Muito obrigada mãe, muito mesmo. – Agradeci comum sorriso enorme no rosto.

    -Bom, vou sair. – Ela pega o filhote dos meus braços. – Vou deixar os dois sozinhos, não quero atrapalhar nada... se eu já não atrapalhei hehe.

    -Mãe... – Falei séria levantando uma sobrancelha, ela sorriu inocente e saiu.

    Eu e Leon nos olhamos, ele deu risada da minha cara envergonhada, bati no ombro dele, o mesmo continua a rir, sai do colo dele, mas ele me puxou e se deitou na cama comigo.

    -Amanhã vc vai para escola? – Leon perguntou, ele me olhava diretamente nos olhos.

    -Sim, não gosto de ficar faltando. – Abracei ele.

    Estou com um mal pressentimento, eu admito, tenho medo da morrer sim, muito medo.

Continua....


Notas Finais


Quem está mandado mensagens para a Lucya?
Será alguma pessoa que ela conhece?
Como ela sabe do namoro deles sendo que só a Martha, a Sofia e os pais deles sabem do namoro deles?
O que vai acontecer na escola? Outro acidente? Uma morte talvez?
Vou deixar vocês curiosos Huehuehue. Tchau Unicórnios.


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