História Your arms, my lost - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Lílian Evans, Remo Lupin, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Harry Potter, Marotos, Romance
Exibições 20
Palavras 3.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ecchi, Festa, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


BOOOOA NOITE GALERÊ!


sexta é dia do que? Quadribol! Tornados versus as Harpias! Pegue sua vassoura e que vença o melhor time!

Capítulo 12 - O pedido


Fanfic / Fanfiction Your arms, my lost - Capítulo 12 - O pedido

Domingo de manhã

Sirius:

 

 

Estacionei minha moto no meio fio da rua dos MacLaine, eu já estivera aí antes mas nunca para buscar Mari e irmos num encontro, ainda não havíamos contado a ninguém que estávamos nos vendo e estava ficando cada vez mais difícil, hoje demos a desculpa que  como era o jogo de nossos times sairíamos como amigos, apesar de ter a impressão que já desconfiavam.

            Fiquei sentando na moto, um tanto nervoso por ter que busca-la na casa dos seus pais, como deveria me comportar? Por que não tinha um manual para essas coisas? Meus devaneios foram interrompidos quando vi se aproximarem de mim, por um momento não reconheci, então lembrei que era o ex idiota da Mari, era só o que me faltava.

-Posso ajudar?- Falei me irritando com seu olhar de quem analisava.

-O jeito que você defendeu a Mari naquele dia que voltei... Sempre soube que vocês tinham algo.

-Não vou mentir, sua aparição até que nos ajudou a ficarmos juntos então muito obrigado- Comentei com sarcasmo, ele cerrou os olhos.

-Quando eu estava nos Estados Unidos sempre pensei que ela ficaria com outra pessoa, afinal ela é a menina mais doce, incrível que eu já conhecia, quem não iria gostar dela, agora eu não entendo é porque ela foi gostar de um cara como você.

-É que você não transou comigo- Rebati dando um sorriso- Bom se você me der licença tenho um encontro para ir- Ahhh vá à merda, como é que essa cara conseguia ser tão chato? Respirei fundo e fui em direção a porta dos MacLaine, bati na porta e esperei que quem me atendesse, mas ao abrir a porta dei de cara com a Senhora MacLaine me recebeu com um sorrisinho de lado.

Ela sabia.

-Bom dia Sirius, veio buscar a Mari?

-Sim senhora, vamos assistir um jogo hoje

-Oh e eu não sei? Ela não parou de falar nisso desde que chegou ontem aqui, está tão animada, nem sei se dormiu, mas entre querido, quer beber uma cerveja amanteigada?

-Eu vou aceitar- Falei entrando, a casa estava quentinha e era aconchegante, não vi o Senhor MacLaine, então segui para a cozinha.

-Como está o outro filho de vocês, o Henrique né?

-Está bem, ele está no quarto ano um adolescente já. Ele está naquela casa azul, sabe

-Corvinal- Ri

-Essa mesma, não sei porque mas Mari e Betto fizeram um estardalhaço quando isso aconteceu.

-Corvinal é uma ótima casa, mas acho que eles esperavam que ele fosse ou para Grifinória ou Lufa-Lufa

-Vocês ingleses e rixas com as casas, bom Rique ama a Corvinal, é um dos alunos mais brilhantes da turma e no Natal descobrimos que ele está namorando

-É mesmo?

-Sim, sim uma mocinha da Grifinória eles estão no mesmo ano. –Ela deu um suspiro virando-se para mim- Parece que foi ontem que eu tinha dois bebezinhos, e agora ambos estão namorando- Arregalei os olhos com sua declaração.- Por favor Sirius vocês dois são óbvios demais, eu sou mãe, sou mais sensitiva que qualquer professor de Adivinhação que vocês tiveram.

-Eu...

-Não precisa se explicar, apenas trate bem minha filha que está tudo bem- Senhora MacLaine sorriu carinhosa e relaxei.

-Prometo.

-ótimo, porque senão...- Ela tirou da gaveta uma enorme faca, engoli seco.- Brincadeira, oh céus vocês não sabem o que é uma brincadeira.

-A senhora me ameaçou com uma faca.

-Mas eu jamais machucaria o rapaz que está fazendo minha filha feliz.

-Sério?

-Ela sempre pronuncia seu nome sorrindo- Senhora MacLaine confessou sentando na minha frente entregando minha bebida.

-Mãe!- Esbravejou uma voz atrás de mim, virei a cabeça para ver Mari, vestida de verde e dourado da cabeça aos pés, até as bochechas estavam pintadas e ela usava tranças, ficando mais adorável possível. –Você prometeu!

-Então você sorri quando fala meu nome?- Quis saber dando uma piscadinha, ela mostrou a língua.

-Tá vendo, agora ele vai ficar se achando- Mari disse sentando do meu lado e pegou minha caneca e bebeu .

-Hey, ladra de comida- protestei

-Mari, desse jeito Sirius vai achar que não lhe educamos- A mãe dela ralhou

-Ele já se acostumou- Mari simplesmente falou.- Vamos? Antes que minha mãe deixe escapar mais alguma coisa

-Ah, tem mais coisas??- Indaguei me levantando

-Tem as fotos de bebê – Senhora MacLaine falou se divertindo- Ela já contou que tinha a mania de levantar a saia quando era pequena? Uma vez a Mari fez isso no casamento de uma prima do Betto e...

-MÃE! Por Merlin!- Mari exclamou enquanto eu gargalhava.

-Não é pra ter vergonha, corujinha- Então ela abraçou a filha- Bom jogo pra vocês, divirtam-se e mande uma carta quando você chegar em casa.

-Sim senhora- Mari falou e então trocou algumas palavras em português com a mãe, não fazia ideia do que era, mas deixou Mari levemente constrangida.

-Juizo vocês, e Sirius não deixa a Mari se entusiasmar demais- Ela avisou quando estávamos fora da casa.

-Ela não, vai. Até porque os Tornados vão ganhar- Provoquei. Senhora MacLaine acenou então fechou a porta.

-Vocês dois são terríveis- Mari falou.

-Adoro sua mãe.

-Hunf, e ela você. E fique feliz porque ela raramente vai com a cara de alguém que estou saindo... Que contando com você são duas pessoas.

-Ela não gostava do idiota?- Sorri

-Não muito...- Mari refletiu enquanto colocava o capacete, me ajeitei também na moto.- Mas você... Merlin, você viu.

-Quem não gosta de mim?- Brinquei fazendo ela rir- Pronta?

-Com certeza, obrigada por me chamar- Então me abraçou por trás, encostando a cabeça nas minhas costas, não evitei o sorriso. Merlin, ela era tão fofa.

-De nada, agora se segure bem. –Avisei e ela colou em mim. Liguei a moto e no momento seguinte acelerei.

            Para não levantar suspeitas dos trouxas os times de quadribol tinham um forte esquema de segurança, sempre mudando de lugar seus jogos, e o de hoje seria na região montanhosa do interior da Inglaterra, longe de Londres, portanto eu andaria mais de moto que estava acostumado, mas sempre que eu começava a cansar me concentrava nos braços que entrelaçavam minha cintura. Percebi que já estava chegando quando vi alguns vultos, pessoas andando na floresta, parei a moto no lugar que o ingresso indicava, meu estômago deu um solavanco de animação, o ambiente com torcedores indo para o estádio era contagiante.

-Vamos, vamos, vamos!!- Mari exclamou já fora da moto.

-Um momento- Peguei a câmera de dentro da jaqueta e tirei uma foto dela- Pronto, agora sim.

Tinha que admitir que dependendo do contado físico eu não era um expert, antes da Mari abraços eram raros, mãos dadas então? Acho que nunca tinha dado a mão para alguma garota, mas enquanto nos encaminhávamos para o estádio nossos dedos roçavam até que ela entrelaçou, e não me afastei, muito pelo contrário, um arrepio bom passou por mim... Era um gesto tão simples, mas tão carinhoso. Olhei para ela e vi um sorrisinho brincar nos lábios, podíamos não verbalizar mas nossas ações eram de dois namorados.

E eu estava bem com aquilo.

            Entramos no estádio e o barulho era ensurdecedor, a agitação das torcidas era visível, obviamente que a maioria da torcida das Harpias era composta por mulheres, Mari praticamente pulava do meu lado, mas não soltava minha mão, o que gerava comentários bem humorados de quem passava que um dos dois não sairia feliz daquele jogo.

-Será ele!- Mari respondeu animada para um senhor

-Você está muito confiante, MacLaine- Falei subindo as escadas da arquibancada- Não conte com os ovos que a coruja não botou ainda.

-Confiança meu caro, apenas isso... –Ela se aproximou de mim colocando os braços em volta do meu pescoço.

-Quero ver essa confiança toda quando os Tornados arrasarem com vocês- Provoquei roçando meus lábios nos dela, minha mãos estava na sua cintura.- Quer apostar?

-Hummm agora ficou interessante, o que?

-Se os Tornados ganharem você passa a noite lá em casa- Propus

-Nada mal... Se as Harpias ganharem você passa a noite no meu apartamento, mas você vai usar uma camiseta do meu time.

-ótimo, sei que vou ganhar- Aproximei meus lábios da sua orelha- E além do mais, se a gente passar a noite juntos não pretendo usar nenhuma peça de roupa.

-Ai Si...- Mari falando mas sua atenção voltou-se completamente para o campo, os times sobrevoavam, ela se agarrou na grade insanamente animada, era uma cena engraçada de ver.

-Mari, calma- Pedi.

-UHU! VAMOS ACABAR COM ESSES MERDINHAS!- Ela berrou quando o juiz apitou o começo da partida.

            Era uma das partidas mais acirradas da Liga, os dois times competiam pela liderança, logo os artilheiros atacavam a todo custo, eu tinha que dar o braço a torcer, as artilheiras das Harpias eram habilidosas, chegando a marcar 40 pontos seguidos, e nenhum sinal do pomo, a torcida ficou tensa quando a rebatedora do time de Mari acertou em cheio um artilheiro do time adversário, causando uma penalidade. Grudei na grade para ver um belo gol feio pelo meu time.

-PUTA QUE PARIU ATÉ EU DEFENDERIA ESSA MERDA DE GOL, NÃO PODEMOS DEIXAR ELES GANHAREM!- Olhei para a garota do meu lado, não parecia nada com a Mari que eu estava saindo, tirando os xingamentos ela parecia muito com a jogadora de quadribol de admirei de longe em Hogwarts.

O jogo durou a manhã inteira só teve uma pausa de tarde, fui comprar algo para comermos antes do jogo recomeçar.

-Eu vi o pomo pelo menos umas três vezes- Mari resmungou comendo seu lanche- Se eu tivesse aceito a posição de apanhadora... Esse jogo teria acabado logo.

-Convencida, mas tenho que admitir suas capturas eram de tirar o fôlego.

-Hey ela me chamou- Estou adorando o dia de hoje.

-Eu também...- Dei um beijo rápido- Mas terei que contar pra sua mãe a quantidade de palavrões que saiu dessa linda boca.

-Nem foram tantos.

-Você chamou o juiz de filho da puta calhorda escroto cego- Reproduzi, ela apenas rolou os olhos.

-Aquilo foi uma penalidade- Ela tentou se justificar

-Certo... Antes que o jogo recomece e você volte a xingar meio mundo, quero tirar uma foto nossa.

-Sério?

-Lógico, a primeira de muitas- Falei, Mari me abraçou enquanto eu levantei o braço com a câmera, na hora que apertei o botão ela beijou minha bochecha. A foto havia ficado ótima, muito natural. Guardei no meu bolso, essa eu deixaria sempre por perto.

            O jogo recomeçou, os Tornados perdiam feio, mas esboçava uma reação, comecei a provocar Mari, falando que elas perderiam. Então vimos os dois artilheiros disputarem um zigue zague.

-VAI

-AGORA VAI

-NÃO DEIXA ESSES SACRIPÂNTAS GANHAREM

-Sacripantas?

-SE VOCÊ NÃO PEGAR ESSA PORRA DE POMO EU VOU AI.... NÃO!

-SIM!

            Samuel Cant, apanhador dos Tornados exibia o pomo, porém...

-CHUPA ESSA SIRIUS BLACK!

-NÃO...

-GANHAMOS, GANHAMOS!

Mesmo com a captura, os Tornados não conseguiram alcançar as Harpias que por um placar final de 670 a 650. Inacreditável.

-Alguém vai ficar lindo de verde de dourado- Mari cantarolou, esperávamos os torcedores saírem, o sol começava a se por, dando um tom avermelhado no céu.

-Não dá para propor algo melhor não? Posso ficar sem roupas se quiser.

-Hoje eu quero você vestido com a minha camiseta das Harpias, e vou tirar uma foto.

-Ah não Mari

-Ah sim, nisso que dá apostar comigo- Ela falou.- Mas olha pelo lado bom...

-Qual?

-Meu time ganhou- Ela disse dando uma risada um tanto estranha, mas adorável, por fim fizemos nosso caminho de volta, meus braços em volta de seus ombros enquanto comentávamos sobre o jogo, o tempo passara tão rápido, mas pelo menos passaríamos a noite juntos, o que era um alívio para mim. Chegamos a Londres já era de noite.

-Sabe, tem dias que dá vontade de ficar nele por um bom tempo- Ela comentou enquanto entrávamos no seu prédio- Hoje é um deles.

-Eu me senti assim com aquela tarde da nossa primeira vez, queria reviver para sempre- Confessei.

-Bom, olha pelo lado bom, mais dias assim virão- Mari falou me encarando quando entrou no elevador- Se você quiser, claro.

Não respondi, apenas andei até ela, ficando a milímetros de distância do seu rosto, encarando seus olhos castanhos.

-Você é a única garota que não quero que saia da minha vida.- Sussurrei.- Chega a assustar

-A mim também, mas não quero que acabe.

-Nem eu- Falei, mas antes que eu fosse beijá-la duas mulheres entraram no elevador, não me afastei de Mari, ela se aconchegou perto de mim enquanto cumprimentava as outras duas.

-Boa noite minha querida- A mais velha disse então voltou-se para a outra lhe acompanhava- Então, Catherine falou que vai reclamar para o síndico

-Mas é tanto barulho assim?

-Ela disse que sexta foi impossível dormir.

-Aconteceu algo?- Mari indagou curiosa- Teve alguma festa aqui?

-Quem dera, mocinha... Catherine do quarto andar falou que algum vizinho do andar de cima fez uma barulheira danada.

-Barulhos de sexo- A outra moça exclamou e na hora Mari enrijeceu, eu disfarcei uma risada com tosse.

-É- é mesmo?

-Sim, ela estava reclamando isso conosco, ela só não sabe quem é o morador

-Hum, não sei também- Mari falou e vi seu rosto ficar cada vez mais escuro.

-Uma falta de pudor- A senhora falou quando chegamos no quarto andar- Boa noite para vocês

-Para as senhoras também – Sorri educado vendo elas saírem, quando a porta fechou comecei a rir alto

-Não tem graça! Merlin nos ouviram... Eu não fazia ideia

-Ahh Mari qual o problema? Como se ninguém fizesse isso

-Mas é algo que tem que ficar entre nós- Ela disse escondendo os rosto com as mãos, puxei –a ainda mais para perto.

-Isso só quer dizer que a gente se deseja tanto que na hora que estamos junto mal percebemos algo tão mundano como o volume...- Expliquei- E também porque não tem som melhor que você gemendo meu nome alto, ou seus incentivos.

-Ainda sim, é algo especial ninguém deveria ouvir- Ela falou quando chegamos ao quinto andar, fiquei um tanto desconsertado e lisonjeado com o fato dela considerar sexo especial, ainda mais quando nós fazíamos. Entramos no seu apartamento enquanto ela acendia as luzes.

-E ai garoto?- Fiz carinho em Ziggy enquanto eu a havia ligar o rádio.

-Quer comer alguma coisa?- Mari perguntou e dei um sorriso malicioso, na hora ela sacou-Merlin Sirius, que mente suja

-Eu não falei nada, mas se você está sugerindo algo...

-Não estou sugerindo nada- Ela disse vindo na minha direção- Mas tenho algo pra lhe pedir.

-Qualquer coisa

-Essa noite... Podemos só dormir? Ou ficar conversando?

-Er... Ok- Falei surpreso com seu pedido.

-Obrigada, vem estou exausta- Andamos até seu quarto, eu gostava muito de lá era aconchegante e a cama sempre muito convidativa.- Vou me trocar, já venho.

-Ok- Respondi vendo-a ir para o banheiro. Tirei minhas roupas ficando apenas de cueca e deitei na cama, já me sentia confortável com essa intimidade que compartilhávamos, mas ainda estava pensando porque será ela havia pedido isso a mim, se algo lhe incomodava. Fechei os olhos escutando a música baixa que vinha do rádio, era em português*, mesmo não entendendo era uma melodia gostosa de se ouvir, clima um clima calmo, diferente da euforia de mais cedo.

-Mas já dormiu?- Ouvi sua voz e abri os olhos, ela usava o mesmo pijama do dia que voltei da missão.

-Você realmente quer dormir comigo com essas roupas.

-Oras é o meu pijama

-Pra você é um pijama, para mim é a tentação- Mari deu uma risadinha e deitou do meu lado, apoiando a cabeça no meu peito enquanto eu fazia carinho no seu braço.

-Sirius... Posso lhe fazer algumas perguntas?- Ela disse após algum tempo

-Claro.

-É sobre sua vida pessoal, tudo bem?

-Sou um livro aberto, MacLaine.

-Você se deitou com muitas mulheres antes da gente começar a sair?

Ah

-Não diria muitas, mas não foram poucas- Falei sendo sincero.

-Elas eram...Experientes?

-A maioria .

-Então era bom

-Há muitos níveis de sexo ser bom Mari. Claro que quando eu estava lá experiência era algo bom, afinal eu só procurava por prazer. Mas também é bom quando você está descobrindo esse prazer com alguém que você realmente gosta- Baixei meus olhos para ver sua reação- Você não precisa se sentir insegura, Mari... Sim, houveram mulheres antes de você, mas o que nós temos aqui na cama, essa conexão eu nunca tive com ninguém.

-Nem eu- Ela zombou e rimos- Desculpa as perguntas, mas é que eu me perguntava você sempre chamou atenção na escola, e fora dela então... Aí de tantas mulheres que você teve...

-Nem foram tantas

- ...As coisas que elas deviam manjar...

-Bom...

-Então a garota que você tinha uma queda em Hogwarts era eu! Por que?

-Porque você traz o melhor em mim- Falei e vi um lindo sorriso abrir de seus lábios – Satisfeita?

-Sim, desculpe eu não queria parecer insegura mas é que... Quando fui almoçar com Edward...

-Como você ousa falar o nome dele na nossa alcova- Zombei

-Bobo. Despois que conversamos fiquei com essa dúvida.

-Ele quer plantar essa dúvida em nós dois, hoje ele veio perguntar o que você tinha visto em mim

-Oh, o que você respondeu?

-Que eu tinha a incrível habilidade de te levar a loucura – Respondi e ela deu um tapinha no meu braço- Eu também me sinto inseguro, afinal ele foi seu primeiro namorado, você ficou devastada com o término.

-Exato, no passado. Talvez se ele tivesse voltado antes de eu e você termos algo, eu poderia ficar balançada, mas não conseguia, porque eu sempre pensava em você, em como eu me sentia atraída, o modo que você cuidava de mim... Foi quando eu percebi que Edward era meu passado, e você era meu presente. Não há motivos para dúvidas, eu gosto é de você apenas de você

-Eu acho que só tem uma saída para o fim das nossas inseguranças- Falei, meu coração batia forte, eu não conseguia desviar o olhar de seu rosto.

-Que seria...?

-Seja minha namorada- Pedi e ela sentou na cama, de supetão.

-Eita, sério?

-Seríssimo, apesar de estar levemente ofendido com seu eita. Então... você?

-Sim, eu quero... Ah como eu quero- Ela subiu no meu colo e meu beijou, retribui seu beijo, entregue de corpo e coração a ela. Era um beijo lento, em que parecíamos explorar cada canto da boca do outro, eu adorava a maciez de seus lábios, de passar as mãos pelo seu corpo, dos arrepios que eu causava nela, e ali tudo intensificado devido ao pedido. Terminamos o beijo ofegando, mas sorrindo um para o outro, algo dentro de mim se revirava em felicidade. Por fim nos deitamos, conversando sobre banalidades, até ela adormeceu primeiro, o rosto sereno, mas com um sorrisinho ainda, beijei a ponta do seu nariz.

-Eu te amo- Sussurrei pouco antes de dormir também.


Notas Finais


então???? Quadribol, declarações e um pedido de namoro! o que acharam??
* A música que tocava no rádio era essa aqui https://www.youtube.com/watch?v=aUzW9io-Om0

não percam o próximo cap, teremos altas emoções e um teste de gravidez a vista!

obrigada a todos que leem, acompanham e comentam <3 beijos!


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