História Your babie's daddy - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, Rap Monster
Exibições 100
Palavras 2.052
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei! Heuehueueh
Outra short fic, não sei quantos capítulos vão dar, mas sei que ela tá prontinha, então sem atrasos! Hey!

Capítulo 1 - Fingir que nada aconteceu


Fanfic / Fanfiction Your babie's daddy - Capítulo 1 - Fingir que nada aconteceu

Sam não se impressionou ao ser informada de que o primo estava em uma reunião importante e não poderia buscá-la no aeroporto. Era típico da família Kim colocar os negócios antes de qualquer coisa.   Ela também não ligou muito ao ser levada até o seu novo lar - Um apartamento triplex na cobertura ao lado da do primo, mas no outro bloco - por um motorista particular, Senhor Song, que se tratava de um velhinho simpático.

- Esse é o seu novo apartamento. Senhor Kim pediu para que eu ficasse disponível para a senhorita se precisasse, então é só me ligar naquele celular moderno e eu estarei te esperando quando precisar.
- Obrigada, Senhor Song. - ela se curvou.
- Por nada querida, me chame apenas de Lee. - pediu o mais velho e logo se retirou do apartamento.

Era muito cedo ainda, então Sam não tinha muito o que fazer. Apenas seguiu com as malas até o closet e aos poucos arrumou tudo o que faltava. Os outros móveis e objetos eram tão novos quanto o apartamento dado por seu tio.
Além das roupas só trouxe consigo uma caixa de recordações, um álbum de fotos, seu celular e fones de ouvido e seu cachorro.

- Tudo bem, essa é nossa nova casa, Hunter. - falou com o filhote de Terra Nova de cor chocolate - Não destrói o sofá aqui também ok?  Meu tio provavelmente me mata.

O pequeno filhote apenas abanou o rabo e correu em volta da dona, logo desistindo e pulando no sofá para se deitar e tirar uma sonequinha.
Sam apreciou a ideia do animal e se deitou ao seu lado, dormindo até que fosse tarde demais para almoçar.

Entretanto, a garota ficou com fome e não havia nada nos armários da cozinha, ou seja, teve que sair para fazer compras.
Não muito longe do seu apartamento, encontrou um mercado grande e pode comprar tudo o que se lembrou que precisaria para viver normalmente. Não era uma garota cheia de frescuras e não costumava a gastar com mais que o necessário apesar de ter o suficiente para esbanjar.
Comprou alimentos,  alguns produtos de limpeza, tapetes higiênicos para Hunter e alguns petiscos para o peludo.
Enquanto andava de volta para casa, encontrou uma loja de carros, todos com o projeto e marca assinados pelo primo.
Era por isso que ela estava em Seul. Havia saído de Toronto, onde sua família morava, para iniciar um estágio na empresa de carros de Namjoon. Queria ser uma designer tão boa quanto sabia que o primo era - Apesar de nunca ter realmente o visto -  então acompanharia seu trabalho de perto.
Perdeu algum tempo observando os modelos novos pela fachada toda de vidro, mas logo retomou seu caminho. Não queria parecer uma louca ou alguém planejando roubar um dos carros.
Logo estava em casa e fervia seu ramen apimentado, se deliciando com a comida pouco saudável,  mas que simplesmente era sua segunda favorita, vinha depois da carne, óbvio.

- Hey Hunter,  mamãe comprou um bifinho novo pra você.  - balançou o petisco no ar, vendo o cachorro se animar - Senta! Vamos Hunter, senta! Aish! Um dia você vai me obedecer?

Como se tivesse entendido alguma coisa o cãozinho latiu em resposta, pulando no colo da dona e roubando o bifinho.

- Hey!  Seu ladrãozinho!

Brincou mais um pouco com o animal até que finalmente fosse noite e então resolveu que deixaria para encontrar o primo pela manhã e iria se divertir e quem sabe fazer algumas amizades na cidade.
Já havia visitado Seul antes e sabia que as melhores baladas ficavam em HongDae. Ficou mais animada ao se lembrar que agora era maior de idade e não precisava mais usar uma identidade falsa então se arrumou mais rápido do que o previsto e logo estava ligando para o senhor Song, pedindo que ele viesse a buscar.

O site para turistas que entrou não mentiu sobre a boate ser extremamente boa e animada. As pessoas ali não queriam outra coisa além de se divertir, diferente dos clubes em Gangnam onde elas iam para se mostrar ou coisa do tipo.

Estava sentada em uma das banquetas do bar quando percebeu um olhar sobre si.
Usou seu copo para disfarçar e encontrou um  homem fazendo o mesmo do outro lado da ilha do bar.
Logo ele abaixou o copo e pediu mais uma dose do que bebia, avisando o barman que estaria do outro lado da ilha, exatamente onde Sam estava.

Era um homem bonito. Não era bombado, mas tinha um bom físico. Era alto e tinha olhos bem espressivos, assim como uma bela boca cheinha que, quando se esticou no sorriso mais maroto que Sam já tinha visto, fez duas covinhas se formarem nas bochechas.
Devia ser alguém importante, pelo cabelo acinzentado bem penteado com algum fixador e a calça e camisa sociais que usava junto de uma gravata frouxa no pescoço.

O barman lhe estendeu o novo copo, mas antes que pudesse pegar, Sam já havia tomado a dose de uma só vez.

- Ótimo gosto para bebidas! - ela comentou e se retirou para dançar entre as outras pessoas.

Obviamente fora seguida pelo homem que admitiu não dançar muito bem, mas era um ótimo condutor e tinha uma boa pegada quando se tratava de segurar a cintura de uma mulher que dança contra seu corpo.
Ficaram dançando por mais algum tempo e até dividiram mais algumas bebidas até que estivessem fora de si o suficiente para um aceitar a sugestão do outro de irem em busca de um lugar mais tranquilo.
E por fim, acabou que o destino fora o apartamento do homem que Sam nem sabia o nome e não fez questão nenhuma de saber. Assim como ele também não quis saber o seu.

O quarto era tão luxuoso que Sam teve certeza de que era alguém com bens. Os móveis eram pretos ou brancos e a roupa de cama seguia o mesmo padrão.  A parede da cabeceira era feita de tijolo à vista pintados de branco num aspecto descascado e envelhecido, mas obviamente era proposital. O ambiente ainda contava com uma poltrona e um sofá pequeno, uma lareira suspensa e um sistema de home theater completo conectado a um projetor bem em cima da cama. Numa das paredes laterais - que Sam não sabia se era direita ou esquerda, já estava alta demais para diferenciar -  uma porta de correr de vidro fumê com uma fechadura por senha ou digital. Provavelmente ali ficava  o closet e o banheiro.
Na lateral oposta, uma grande prateleira com miniaturas de automóveis e motocicletas de modelos  clássicos aos mais atuais e entre eles alguns porta retratos.
Não teve tempo de reparar nas fotos já que o - antes focado nas bebidas do aparador ao lado da lareira - desconhecido, porém extremamente sexy, havia voltado para perto de si e agora atacava seu pescoço.

- Qual será o gosto da sua pele misturado com o de um bom uísque doze anos hein? - ele sussurrou contra o ouvido de Sam que se arrepiou na hora, depois a empurrou até que se deitasse na cama confortável.  - Você me permite descobrir?

Sam não fez nada além de acenar positivamente e morder o lábio, então pouco tempo depois estava nua, com o corpo úmido pela bebida e o rastro da língua dele. O homem ainda usou alguns cubos de gelo para enlouquecer ainda mais a garota que já não aguentava os joguinhos que ele estava fazendo.

- Ok, já chega de brincar. - ela disse autoritária antes de o empurrar para o seu lado da cama e se sentar sobre sua pélvis. Ele apenas sorriu. Gostava das garotas com atitude.

Sam passou a tirar as roupas que ainda estavam no corpo alheio enquanto se deliciava com o calor e a textura macia da pele pouco mais bronzeada que a sua. Em pouco tempo ele também já não tinha mais pano nenhum sobre si e Sam espalhava beijos, mordidas e chupões  por seu tórax e pescoço, mas focada apenas em descer até que encontrasse o osso do quadril, onde arranhou com um pouco de força além do necessário, vendo-o soltar um silvo em puro deleite.
Desceu os beijos mais um pouco, até encontrar a intimidade máscula já bem desperta. Teria feito um belo trabalho ali, mas ele também não aguentava mais os jogos e puxou a garota pra cima. Fazendo-a sentar em seu membro de uma só vez.

A noite estava apenas começando ali, com Sam cavalgando um corpo sensual e desconhecido. Eles ainda repetiram seus orgasmos por mais algumas vezes até que finalmente ficassem cansados e se deitassem lado a lado, não demorando muito pra dormir.

                     □■□

Quando acordou, Sam não fazia ideia de onde estava até conseguir se lembrar de tudo o que havia acontecido na noite anterior. Ela riu, impressionada com sua própria capacidade de fazer coisas perigosas e que poderiam acabar mal.
Afinal, quem dorme com um homem sem nem saber o nome dele? Nem as prostitutas mais vadias fazem isso.

Ao se sentar na cama percebeu que estava sozinha no espaço e a julgar pelo barulho vindo do canto esquerdo - Onde ficava a porta de vidro -  deduziu que o tal amante anônimo de uma noite estava tomando banho.
Se levantou e enrolada no lençól de seda negra saiu em busca de suas roupas. Enquanto se vestia parou para analisar a prateleira de miniaturas, encontrando uma placa metálica que parabenizava Kim Namjoon pela mostra tecnológica em que havia sido escolhido como melhor designer do ano.
Se lembrou do nome de seu primo,  mas não havia ligado os fatos até que viu em uma das fotos o garoto sorrindo ao lado de um homem conhecido: Seu tio.

- Puta merda! - exclamou. Agora sua ficha havia caído - Eu dormi com meu primo!

Antes que pudesse sair correndo daquele apartamento e fingir que nada tinha acontecido ali, Sam ouviu a porta correr e dela saiu seu primo, apenas de toalha e com o celular no ouvido.

- Bom dia, gata. Me dê um minuto para fazer uma ligação rápida e eu já te dou total atenção, ok? -  ele sorriu e piscou um dos olhos.

Ao mesmo tempo o celular de Sam começou a tocar. Correu até o aparelho em cima do aparador e viu as 5 chamadas perdidas do primo e a que ele fazia agora.

- Namjoon, desliga o celular. - pediu sem olhá-lo.
- Só um minuto gatinha, eu só tenho que falar com alguém, é rapidinho.
- Namjoon, desliga! - ela andou até ele e tirou o telefone de sua mão.
- Hey! Eu preciso falar com a minha...
- Prima? Deixa eu adivinhar,  Samantha Wang?
- Como você sabe? - ele estava confuso.
- Tenta de novo! - jogou o celular na mão do homem e ele novamente chamou número da prima.
- Tá vendo aqui? - Sam mostrou seu próprio celular onde o nome "Namjoonie" agora parecia um letreiro em néon.
- Espera então...
- Sim, sou eu Namjoon, sua prima. - revirou os olhos.
- Sam! Nossa, você tá tão diferente! Eu nem te reconheci. Também,  seu cabelo costumava ser curto e agora tá azul e longo e você perdeu aquela carinha de anjo! Hahaha e eu te chamando de gatinha pensando que você era a garota que eu.... Pera! - Namjoon arregalou os olhos - Me diz que não era você deitada na minha cama a hora que eu acordei.

Sam suspirou e voltou a se sentar na cama. Só agora o primo tinha entendido toda a situação.

- Era eu, Namjoon. Assim como era eu na noite passada naquela boate, assim como era eu tirando sua roupa e sentando no seu colo. -  ela soltou.
-  Então... O que a gente vai fazer? Tipo, porra! Nós fizemos sexo loucamente. - Namjoon se sentou ao seu lado.
- Eu sei. Mas a gente simplesmente vai colocar a culpa na bebida. Olha,  estávamos bêbados, você é um homem bonito e eu sou uma mulher esperta. Não nos vemos tem pelo menos uns 15 anos e não dava pra reconhecer mesmo. Então a gente vai esquecer e fingir que nunca aconteceu nada disso ok?
- É... Acho que sim. - ele deu de ombros.

Continua...


Notas Finais


Espero que gostem! Bjs♡


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