História Your Decision - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Alice In Chains
Personagens Jerry Cantrell, Mike Inez, Personagens Originais, Sean Kinney, William DuVall
Tags Alice In Chains, Amizade, Grunge, Romance
Visualizações 10
Palavras 1.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse foi o primeiro capitulo do Tom e Sean que escrevi.
Tenho um xodozinho por ele ahahahaha
Espero que gostem

Capítulo 17 - Bebedeiras e carruagem


Fanfic / Fanfiction Your Decision - Capítulo 17 - Bebedeiras e carruagem

Acordo com um barulho chato e insistente e demoro um tempo a entender o que estava acontecendo. Olho as horas e são quatro da manhã, Bia dorme no meu peito e quando já estou quase dormindo novamente, o barulho  volta.

E só aí identifico ser o meu celular vibrando na mesa de cabeceira. E quando pego com cuidado para não acordar minha namorada, vejo que é Tom. Atendo rápido já tentando colocar Bia deitada no travesseiro sem acorda-la.

-Tom?  - falo baixo levantando com cuidado da cama.

-SEAN! – ele fala alto – Desculpe te acordar. Você tá com a minha mãe? – ele fala meio arrastado.

-Estou, você quer que eu a acorde?

-Nãããão  - ele fala mole e começa a rir – eu preciso é de você mesmo, da sua ajuda na verdade.

-O que foi? Você está encrencado? -  falo já pegando minhas roupas do chão do quarto e indo para o corredor me vestir.

-Mais ou menos! Eu bebi um pouco, só um pouco. Mas o Daniel, que tá dirigindo hoje, ele tá muuuuuuuito bêbado. E os outros também. E eu acho que não é bom a gente dirigir.

-Você está certo – falo rindo dos meninos – onde você está? – falo pegando minha carteira e as chaves do carro.

-No Lake Washington, na casa da Vivi.

-Vivi do Stone?

-Essaaaa mesmo! Você conhece todo mundo!

-Meu Deus Tom, com tanta menina na cidade você foi logo na que tem o pai mais ciumento.

-Nããããão! O Ray que pega a Vivi, eu pego a amiga dela, a Karen– ele fala rindo – e a gente deu essa festinha aqui e deu ruinzaço – e ele ri loucamente.

-Tá bem, eu já estou indo. Fica quieto aí ouviu? – falo ligando o carro e saindo.

-Você é fera Sean – e ele desliga.

Agora eu realmente tinha virado padrasto de adolescente. Mas se Bia descobrisse que eu estava acobertando os meninos, certeza que eu iria ficar de castigo de novo. Por outro lado eu precisava ganhar meus pontos com meu enteado também e conquistar a confiança dele. Por favor que ela não me coloque para dormir no sofá.

Cheguei a porta de Liz, ex-mulher de Stone e mãe de Vivi, e os quatro patetas estavam sentados no meio fio rindo como verdadeiras hienas.

-Vamos princesas, a carruagem chegou – falo abrindo a porta do passageiro, e olhando os quatro.

-Tio Sean – grita John – você é o salvador!

-Só não vomite no meu carro, seu filhote de lombriga.

Antes de ir para casa, decido parar em um fast food e tentar abaixar o fogo dos meninos com Coca cola e comida gordurosa. Sempre resolvia para mim. Entrego os pedidos para eles e aos poucos eles vão melhorando e ficando sonolentos.

-Tio Sean, você sabe das coisas – fala Daniel.

-São anos na frente de vocês, seus pirralhos.

-Você não sente saudade de ficar chapado na estrada? – pergunta John.

-Não, eu gosto da minha vida do jeito que é agora.

-Agora você pega a tia Bia, nada mal para um velho como você – o insolente continua.

-Moleque você não tem medo de ficar a pé no meio da madrugada não? – resmungo.

-Ela é minha mãe, seu idiota- responde Tom com um tapa na cabeça do amigo.

-Ah é mesmo, eu me esqueço.

-Se alguém quiser vomitar, agora é a hora – falo levantando e puxando a fila de volta para o carro.

Resolvo leva-los para a minha casa e eles entram no quarto de hóspede que tinha próximo ao estúdio.

-Valeu Sean, você salvou a minha pele – fala Tom agora sóbrio e com as bochechas vermelhas igual a mãe  quando envergonhada.

-Por nada, me ligue sempre que precisar. Você fez o certo. – falo enquanto vejo todo mundo se acomodar no quarto e sigo para de volta para o meu.

Agora preciso de uma desculpa para ter os quatro aqui em casa e não me colocar em problemas. Penso tirando minha roupa e voltando para debaixo das cobertas, agradecendo por Bia não ter acordado.

...

 

No meio do meu sonho sinto um toque e tenho certeza que estou duro. E não quero acordar. Demoro um tempo para perceber que não, eu realmente estava duro e o toque era de verdade. Abro os olhos devagar e vejo Bia sentada sobre minhas coxas, me tocando e completamente nua.

-Bom dia – ela fala mordendo o lábio.

-Um ótimo dia mesmo – falo soltando um gemido e ela abaixa me dando um beijo – acordou animada hoje? – falo contra sua boca a prendendo contra meu peito.

-Talvez porque encontrei quatro rapazes de ressaca na cozinha que me relataram como meu namorado foi resgatá-los no meio da noite.

-E você não está brava? – falo surpreso.

-Com você? Não meu amor, se possível estou é mais apaixonada – ela fala se encaixando em mim e me deixando louco.

-Espero que eles me chamem mais vezes então – retruco enquanto ela se levanta e começa a se mexer, devagar, em cima de mim – porque quero essa recompensa mais vezes.

-Seu safado- ela fala aumentando o ritmo e fechando os olhos. Ela não tem a menor noção do controle que tem sobre o meu corpo. Eu já estou a ponto de explodir quando a sinto se contrair e jogar a cabeça para trás me levando ao meu orgasmo em seguida.

Bia deita em cima de mim, sem separar nossos corpos. Eu a beijo com carinho.

-Confesso que eu tive medo de estar em apuros – falo depois de um tempo com a respiração normalizada e ela me olha, doce.

-Não meu anjo, você fez muito mais do que eu poderia pedir. Você esteve lá para o meu filho quando ele precisou de você. Não tem nada que me faça mais feliz.

-E ele está em apuros?

-Ele está, com certeza! Mas prometo não pegar muito pesado.

-Afinal ele foi responsável e pediu ajuda.

-Olha só você defendendo ele – ela fala passando as pontas dos dedos pelo meu rosto – vou levar em consideração ok? Mas preciso conversar com ele de qualquer forma.

-Eu sei – respondo para ela.

-Obrigada!

-Eu disse que estava pronto para entrar na sua família, e não vou fugir, ok? – E ela me sorriu largo, com os olhos marejados. E ali eu tive certeza do meu amor por ela e pela nossa família.


Notas Finais


Sean tá muito paizão fala sério!


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