História Your Name. - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~RxLuv

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Lily, Magnus Bane, Raphael Santiago, Simon Lewis
Tags Raphaelxsimon, Saphael, Simonxraphael
Visualizações 30
Palavras 1.769
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Alaska - Boa noite
Como vocês estão?
Espero que bem.
Chega de enrolação...
Boa Leitura.

RxLuv - Cap feito com muito amor e carinho, tomara que gostem amores <3

Capítulo 2 - Menu


 Raphael: Magnus [13:17]  

 Magnus: Que foi? [13:18]

Raphael: Vai no shopping comigo? [13:18] 

 Magnus: Como assim… ir ao shopping? [13:18]

 Raphael: Apenas ir ao shopping ué [13:19]

 Magnus: Mas você não vai ao shopping Raphael [13:20]

 Magnus: A não ser que você não seja o Raphael [13:20]

 Magnus: QUEM É VOCÊ E O QUE FEZ COM MEU AMIGO [13:21]

 Raphael: Sou eu Magnus [13:21]

 Magnus: ENTÃO PROVE [13:22]

 Magnus: QUANTOS GATOS EU TENHO E QUAL O NOME DELES [13:22]

 Raphael: Você tem apenas um gato, e o nome dele é Presidente Miau [13:22]

Magnus: Ainda bem que é você [13:23]

Magnus: Achei que era um sequestrador que queria possuir meu corpinho lindo [13:23]

Raphael: Então você topa? [13:23]

Magnus: Tenho certeza que a Lily seria uma companhia melhor para você [13:23]

Magnus: Principalmente quando se trata de shoppings [13:24]

Raphael: Levando em conta o jeito que ela é [13:24]

Raphael: Eu prefiro que você vá comigo [13:24]

Magnus: Tá bom, mas não garanto que ficarei mais de uma hora daquele lugar [13:25]

Raphael: Esteja pronto em vinte minutos [13:25]

Magnus: Certo, câmbio desligo [13:26] 

Raphael: Câmbio desligo [13:26]

Magnus está Off-line.

Precisou apenas calçar seus coturnos esgotados, antes de sair do silencioso e monótono apartamento. Já estava pronto antes mesmo de obter um "sim" do amigo, que mesmo odiando aquele tipo de ambiente tanto quanto Raphael, jamais o deixaria na mão, e estava disposto a fazer grandes e pequenos sacrifícios, mesmo tendo que passar algumas horas "preso" - como Magnus gostava de chamar - naquele lugar fútil, em que se leva em consideração apenas as aparências e o quanto você pode gastar.

[Quebra de tempo]

A primeira coisa a ser feita por Raphael assim que chegou com o amigo no shopping, foi puxa-ló desenfreadamente até a praça de alimentação, se dirigindo até lá em passos rápidos, intrigando Magnus, que até então não havia recebido explicação para a pressa de Raphael.

Se acomodaram nos lugares escolhidos por Raphael, que não deu sinal de que pretendia comer algo, deixando Magnus tomar alguma reação ou atitude, perante o comportamento estranho de Raphael.

Já estava para se fazer três semanas, que Raphael frequentara aquele shopping todos os dias, se sentando no mesmo lugar, observando sempre a mesma pessoa, que também era o motivo pelo qual ele ainda se determinava a não faltar um único dia ali, das uma e quarenta, até as quatro da tarde.

Mantinha uma distância, que para ele era consideravelmente segura: oito à nove mesas, e por meio dessa observação diária fizera por acaso pequenas descobertas, como por exemplo, que o garoto no qual tanto roubava sua atenção costumava ingerir entre três a quatro cafés, entre cappuccinos com pouco açúcar e bastante espuma e cafés fortes sem adoçante ou leite, além das poucas vezes no dia que pedirá algum tipo de bolo ou torta artesanal, todos tão bem enfeitados quanto os que ainda permaneciam nas vitrines da Starbucks.

Ousou experimentar alguns cafés da cafeteria famosa, mesmo aquela sendo a única bebida no mundo que ele detestava, conseguindo odiar o gosto e o cheiro mais do que odiava emojis e shoppings, fazendo uma careta de puro desgosto e enjôo, implorando para que aquele gosto amargo abandonasse sua boca e para que a bebida parasse de rodar em seu estômago.

Com toda a certeza ele deveria estar parecendo um psicopata ou um stalker, perseguindo aquele garoto para todo lado, sem falar ou interagir diretamente com ele, mantendo seus olhos e suspiros sempre no rapaz desconhecido, e foi em um certo dia, que Raphael o seguiu até fora da praça de alimentação, percebendo então, assim que foram para o estacionamento, que o garoto tinha uma caminhote, com a tinta vermelha desbotada e para-choque enferrujado no qual usava para transportar seus matérias de estudo.

- Acho que o quê você quer comer não está no menu. - A frase conseguiu milagrosamente tirar Raphael de seus pensamentos impenetráveis até então.

Virou seu pescoço em uma velocidade de estralar a sua espinha, para olhar especificamente para um Magnus malicioso, com metade de seu rosto escondido por trás do menu da Taki's, deixando a mostra apenas seus olhos felinos, e suas sobrancelhas levantadas, vendo que suas bochechas estavam erguidas, muito provavelmente estava esboçando um sorriso malicioso e sacana, pronto para desferir novas brincadeiras e implicâncias sobre o amigo apaixonado pelo "garoto da Starbucks".

- Vai se danar. - Retrucou, disfarçado suas bochechas coradas com uma expressão séria e ameaçadora, levantando um dedo do meio para Magnus, que estava longe de terminar as zombarias infantis.

- Não precisa ficar bravinho Rafinha, se quiser eu chamo seu namorado para te acalmar. - Não evitou de rir com seu próprio comentário, fazendo o rosto do amigo se converter em fúria.

- Cale a boca, seu imbecil. - Trincou os dentes, podendo sentir seu sangue fervente em suas veias, ficando em vermelho vivo, antes de transferir golpes com seu menu por toda a cabeça de Magnus, que não pode desviar deles, ainda mantendo a mesma expressão risonha, começando uma guerra entre eles, fazendo Raphael esquecer sua raiva e se render a diversão que ambos aproveitavam, esquecendo dos olhares que caíam sobre a escandalosa brincadeira.

Assim que se deram conta que eram dois adolescentes de 17 anos, se batendo e gritando no meio de uma praça de alimentação quase lotada em uma quinta-feira, pararam de imediato, soltando seus menus - que antes estavam sendo usados como armas - sobre a mesa de mármore, e voltando cada um ao seu devido lugar, evidentemente envergonhados pela algazarra que estavam fazendo.

De repente um súbito medo do garoto da Starbucks estar olhando para Raphael, veio a tona em sua mente, olhando para a direção dele, podendo parar de hiper ventilar, ao ver que o garoto ainda mantinha sua concentração toda nos livros e no laptop branco.

Ao mesmo tempo que estava aliviado e contente, pelo garoto não ter dado atenção a sua brincadeira nem um pouco madura, para não ver o quão idiota Raphael era, ele também estava nervoso e inquieto, ainda muito notável que sua vergonha não havia ido embora, se auto repreendendo em sua mente.

Muito diferente do Santiago, Magnus já havia deixado a vergonha de lado, estava com mais interesse em escolher algo para saciar sua fome, analisando com presição cada item no menu, perguntando a Raphael se o mesmo preveria algum lanche fast-food ou se queria comer outra coisa.

Passaram-se boa parte da tarde no shopping, para ser mais exato, ficaram todo o tempo apenas na praça de alimentação, pois Raphael se recusava a sair dali a todo custo, mesmo que não fosse comer nada, insistindo para que o amigo ficasse ali consigo, e não fosse perambular pelo shopping.

Conversar também não era uma opção considerável, pois Raphael se fechou completamente para qualquer interação direta, deixando Magnus tendo que depender, do entretenimento que seu celular poderia lhe oferecer, para não ficar entediado.

Bane rapidamente ficou frustado, pelo fato óbvio de que Raphael o arrastará até ali para vê-ló babar cachoeiras pelo garoto da Starbucks, pensando na maneira mais cruel que podia para se vingar do amigo, enquanto verificava seu Twitter.

Raphael poderia ficar contemplando aquele ser magnífico o dia inteiro, que nem ao menos iria perceber o tempo se passar, e as horas se esgotarem a sua volta, não medindo esforços em deixar suspiros escaparem, enquanto o ar sumia de seus pulmões, restando somente a sensação de borboletas batendo asas contra suas entranhas, causando algumas cócegas dentro de seu íntimo.

[Quebra de tempo]

Puderam enfim retornar a suas moradas, usando o mesmo meio de transporte que usaram para chegar no shoppings movimentado, dando a Magnus tempo suficiente para brigar com Raphael por sua falta de consideração, enchendo os ouvidos e a cabeça de Santiago com um forte dor de cabeça.

Nunca desejou tanto poder colocar seus pés doloridos em seu apartamento, mais do que feliz por ter escapado do sermão de Magnus, no qual fôra obrigado a ouvir o caminho de volta todo, mesmo que tivesse se desculpado diversas vezes.

Verificou o horário em seu celular, tirando seus coturnos, antes de se jogar no sofá da sala, e ler as novas mensagens de suas conversas, procurando o controle remoto no meio das almofadas - que combinavam perfeitamente com o resto da sala - apalpando tudo que sua mão direita conseguia tocar sem sair do lugar, precisando se arrastar até o outro lado do sofá, para poder pegar o controle de sua televisão.

Navegou pelos canais, procurando algum filme que prestasse em meio a diversidade de opções que estavam ao seu alcance, ignorando sua maioria, espreguiçando todo seu corpo sobre o sofá, bocejando de cansaço, perguntando a si mesmo, se Rosa ainda demoraria muito para voltar.

Coçou seus olhos assim que encontrou algo decente para assistir, largando o controle perto de si, caso precisasse mudar de programação. Não se deu ao esforço de ler o nome do filme, havia o pego na metade, não entendendo direito como era a trama da história, não ficando acordado para saber o final do filme, dormindo de qualquer jeito sobre as almofadas, ficando em uma posição que mais tarde lhe causaria dores na coluna.

[Quebra de tempo]

Girou a chave no sentido horário, até ouvir o trinco se abrindo, retirando a chave da fechadura, antes de girar a maçante e empurrar a porta de seu apartamento, entrando no mesmo com suas sacolas de compras.

Acendeu a luz do cômodo e pendurou sua chave no chaveiro próximo a porta, deixando seu amuleto de dragão pendurado a chave, andou até o sofá, ficando surpresa em ver que seu irmão mais novo estava dormindo nas almofadas tortas.

Bateu com a sacola mais leve no rosto do caçula, querendo acorda-ló, chamando pelo nome de Raphael, enquanto ainda batia nele com a sacola.

- Rafa acorda e vem me ajudar a preparar o jantar. - Disse, chamado pelo irmão com a voz mais alta e clara.

- Hum? Rosa? - Resmungo o nome da irmã ao acordar, coçando seus olhos após os mesmo entrarem em contato com a luz da lâmpada, estralando suas juntas ao se esticar.

- Guarde seus coturnos fedidos e venha me ajudar na cozinha. - Ordenou Rosa, indo até a cozinha para guardar suas compras e começar a descascar os legumes.

 Raphael ainda permaneceu algum tempo deitado no sofá, até finalmente conseguir coragem para se levantar do mesmo, levando seus coturnos nos dedos até seu quarto, cambaleando durante o percurso, devido a dormência de suas pernas. Jogou seus coturnos em um canto aleatório do quarto escuro, indo até o banheiro para lavar seu rosto e se despertar por completo, terminando isso, se juntou a Rosa na preparação da lasanha.


Notas Finais


RxLuv - O próximo cap vai ser focado no Simon, espero que tenham gostado

Alaska - Kisses


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