História Your secret is safe with me - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Drama, Romance
Exibições 11
Palavras 1.636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoal...
Tive uma ideia... e estou aqui para compartilhar... Espero que gostem... ;)
PS: A garota da foto seria como pensei ser a Allie.
Desculpem qualquer erro.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Your secret is safe with me - Capítulo 1 - Prólogo

Allie’s pov

 

    Sinto que todo o ar que puxo para meus pulmões não é suficiente. Minha cabeça dói e levo a minha mão na têmpora, sentindo que tem algo errado, desço a minha mão e vejo que estava sangrando.

    Olho em volta e tudo o que vejo são árvores e mais árvores e estou sentada no chão de terra e meu vestido branco está todo sujo de lama e sangue.

    Como vim parar aqui?

    O que é mais estranho é que não me lembro de nada. O que me lembro era de chegar a uma festa da faculdade.

    Levanto-me lentamente, é como se eu tivesse sido atropelada por um caminhão... todo o meu corpo dói.

    Escuto um barulho de galhos e me escondo atrás de uma árvore. E tento ficar o mais calma possível. Solto o ar pela boca compassadamente... Calma Allie. Respira... é milagre eu ainda não ter surtado. Geralmente em situações de perigo eu me descontrolo... não que eu tenha passado por essa situação antes, ou algo parecido, mas... Eu não quero morrer... ainda tenho muito o que viver... não vivi nada.

    Estreito os olhos assim que vejo três pessoas correndo como se tivessem visto uma assombração ou algo do tipo. Mas infelizmente não consigo ver os rostos... era uma menina e dois menino.

    Saio de trás da árvore e vejo algo brilhando no chão, agacho-me e pego um brinco, bem extravagante. Ouço outro barulho, meus olhos se arregalam e me levanto rapidamente deixando o local onde estava correndo desgovernada sem ao menos olhar por onde ando e acabo indo ao chão assim que esbarro em um borrão.. que se transformou em um garoto.

    Mas o que está acontecendo?? Todos estão brincando de “pique pega” ou “pique esconde” na floresta??

    - Allie! – disse o garoto surpreso.

    Assim que o encaro, o reconheço na hora, J-Hope, seu cabelo estava bagunçado, sua camisa social estava sem uma manga... que só reparei por que ele estendeu o braço para me ajudar a levantar. Isso é muito estranho... Mais estranho é ele estar aqui sozinho. E como ele sabe o meu nome? Não somos amigos.

    - O que está acontecendo? – pergunto já nervosa com a situação descabida.

    Ele respira fundo algumas vezes antes de falar alguma coisa.

    - Eu não sei. – disse ele balançando a cabeça negativamente. – Acordei aqui. Eu tenho que ir para casa. – completou ele atordoado.

    J-Hope saiu correndo e sumiu na escuridão da floresta e não pude fazer nada para impeli-lo de ir.

    Olhei em volta e não vi ninguém.. estava sozinha na floresta descalça, com um vestido que ia até o joelho todo sujo... e um brinco que segurava em minhas mãos.

    Mas que droga! O que está acontecendo.

    Ouvi outro barulho... e desta vez decidi correr em vez de me esconder... Corri... corri... e corri... e aquela floresta parecia não ter fim.. Já estava começando a me desesperar... ficarei, eu.. perdida para todo o sempre... AHAH.

    A minha linda mente traiçoeira estava começando a me pregar peças, ou seria eu que estava ficando doida? Tudo bem... é tudo um sonho... Eu só tenho que parar de correr, contar um, dois e três que eu vou acordar em minha cama quentinha com roupas limpíssimas.

    Tropecei em alguma coisa e cai em cima do que quer que tenha tropeçado. Olhei e olhei de novo... meus olhos e minha boca se abriram do mesmo tamanho... se isso era possível.. minha voz não saia, mas eu gritava com toda aminhas forças... inútil, já que a minha voz não saia. Eu tinha caído em cima de uma pessoa, que parecia ser uma menina, ela estava toda suja de lama e irreconhecível, mais uma coisa eu sabia... ela estava morta.

    Lentamente fui me levantando, eu estava totalmente em choque. Meus pés se arrastavam junto ao chão... nunca tinha visto ninguém morto.. e como não tinha cheiro nenhum... acredito que ela tenha morrido a pouquíssimo tempo.

    De repente um estalo em minha mente me fez voltar a minha realidade e todas as sirenes do meu cérebro faziam um barulho ensurdecedor. Aquela situação não podia ser pior... o assassino provavelmente está na floresta e à procura de sua próxima vitima.

    Comecei a correr outra vez...

    A noite estava mais escura que o normal. O vento que batia no meu rosto estava gelado, embora a noite não estivesse muito fria. Sem que eu percebesse meus pés tocaram uma superfície diferente de terra. Parei e olhei para o chão, era asfalto... Tudo bem... respirei fundo e fui caminhando na beirada do estrada.

    Algum tempo andando, sem rumo, tentando me localizar, avistei uma pessoa caída alguns passos à frente. Corri até lá e era Escobar Ralsline.

    Meu Deus! Será que ele morreu também?

    Coloquei a mão no ombro dele e ele se mexeu. Pude respirar aliviada. Ele abriu os olhos e me encarou, suas roupas estavam sujas de terra e sangue como as minhas.

    - O que aconteceu? – disse ele me encarando com seus olhos castanhos.

    - Eu não sei. – disse o ajudando a se levantar. – Não se lembra de como veio parar aqui?

    Ele balança a cabeça negativamente.

    Nós nos apoiamos um no outro, e nem eu e ele parecia ter coragem de falar nada. Mas que essa situação é estranha de mais... ah isso é!      

    

 

    Dois meses antes...

 

    Sai da universidade ao meio dia, felizmente hoje é sexta e não tenho aula a tarde. Meu nome é Allie Robbins, nasci em Brighton, uma cidade litorânea localizada no sul da Inglaterra.

    Meus pais se divorciaram quando eu era pequena. Não me admira os motivos que meu pai teve para deixar a gente. Ela é louca. Mellorie me odeia e me culpa pelo meu pai, segundo ela, seu grande amor, tê-la deixado. Mellorie já se casou cinco vezes e a cada casamento ela faz questão de ter um filho. Agora ela está em um novo projeto: ter o sexto casamento.  

    No começo eu via muito o meu pai, até que um dia ele recebeu uma proposta de emprego, para trabalhar em uma empresa de tecnologia em Seul na Coréia. Desde então, nunca mais o vi.. se ele mandou cartas.. ou tentou se comunicar comigo? Não faço ideia. Mas não ficaria surpresa se Mellorie tivesse nos afastado.

    Eu não confio em Mellorie e a minha vontade é de formar logo e saiu de perto dela de uma vez. Já teria ido embora, mas infelizmente tem a Liz.. a minha irmã mais nova. Ela não merece os pais que tem.

    Quando se tem uma mãe louca e uma rotatividade grande de homens estranhos em sua casa... tem que saber se defender, então aprendi a lutar. E já bati em alguns caras que tentaram alguma coisa comigo.

    Cheguei em frente ao prédio onde moramos, abri o portão e entrei no prédio. Como não tem elevador, subi oito lances de escadas. Quando entrei no apartamento dei de cara com Mellorie de braços cruzados, a minha espera.

    Revirei os olhos e joguei a minha mochila no chão.

    - O que foi agora? – disse ríspida.

    - Já chega! – disse ela me encarando com fúria nos olhos verdes. – Você deixou sua irmã ir a uma viagem?

    Ela deve está falando da Allane.

    - É uma excursão do colégio. Em alguns dias ela já está de volta. Ela tem dezessete anos e meio e precisava de uma assinatura de um responsável.

    - Eu sou a responsável por ela. – disse ela descruzando os braços e se aproximando alguns passos. – Eu sou a mãe dela.

    - Nossa! – disse balançando a cabeça. – Fala de um jeito que até parece que se importa. Allane precisava de uma assinatura e você não saia daquele quarto com seu mais novo marido. Está tentando ter o sexto filho.

    Mellorie acertou a sua mão cheia de dedos na minha cara.

    Levei a minha mão na bochecha que ardia pelo tapa.

    - Não quero você na minha casa. É má influencia para meus filhos. – disse ela estendendo um pequeno envelope pardo. – Pegue! – ordenou ela.

    Não movi nenhum musculo para pegar o que quer que seja aquilo. Mellorie jogou o envelope no chão aos meus pés.

    - Conversei com seu pai. – disse ela se afastando. – E você vai para lá terminar a sua faculdade de música, seja lá o que você faz. Ele já viu tudo.. sua transferência. Você vai estudar na Universidade Nacional de Seul.

    - De repente o meu pai se importa comigo? – Mellorie respirou fundo revirando os olhos. Eu sabia que ela escondia isso de mim. Sempre dizendo que o meu pai se esqueceu de mim, que não ligava. - Eu não vou não.

    - Se você não vai... eu não estou nem ai. – disse ela apontando para algum, lugar atrás de mim. Olhei para ver o que era. Ela tinha arrumado as minhas malas. – Aqui você não fica mais. Você deve ir agora antes que a Liz chegue. Eu sei que vocês são muito grudadas e não quero ninguém chorando no meu ouvido, você sabe das minhas enxaquecas.

    - Não vai deixar me despedir?

    - Não! - disse ela séria. – Eu já chamei um taxi e me certificarei que você vai entrar nele e vai embora. Não importa para onde seja.

    Peguei o envelope pardo e olhei o que tinha dentro. Era uma passagem de avião para Seul. O voo saia às 19h. Me virei, peguei as minhas coisas e desci as escadas com Mellorie em meu encalço. O taxi já estava a minha espera e assim que o motorista colocou as minhas malas no carro, entrei no taxi e pelo canto do olho, vi Mellorie cruzar os braços e fechar a cara.

    Por um lado estou feliz de ir embora. Mas honestamente, estou com uma dor no peito de deixar os meus irmãos mais novos. Como eles vão ficar se eu era a pessoa que cuidava deles?


Notas Finais


Então...
O que acharam???
Estou curiosa para saber a opinião de vocês!
Vejo vocês em breve...
XX Kathy


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