História Your smile - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Acidente, Ambre, Armin, Debrah, Docete, Lysandre, Memória, Morte, Nathaniel
Exibições 43
Palavras 2.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente
Obrigada pelos 2 favs :3
Comentem se gostarem :)
Boa leitura ♡

Capítulo 2 - II


Fanfic / Fanfiction Your smile - Capítulo 2 - II

Narrado por: Amane
     Sim. Nath, meu melhor amigo, estava de volta! Meu coração pulava de felicidade. Eu estava nas nuvens, nunca tinha me sentido tão leve, mas, como dizem, a vida não te deixa ser feliz. Esbarrei em alguém, derrubando minha bolsa e a pessoa que esbarrei.
       - Ai, meu Deus! Desculpa! - gritei, um pouco assustada. Olhei para a pessoa e era o ruivo falso: Castiel.
       - Olha por onde anda! - ele berrou, levantando-se e me olhando com raiva. Saiu batendo os pés.
     Peguei minha bolsa e corri para a sala de aula, mas não deu tempo, o professor não me deixou entrar, então fui para o pátio, esperar o segundo período. Fiquei ouvindo música,sentada de baixo de uma árvore.
       - O que está ouvindo? - disse alguém puxando meu fone.
       - Ei! - me virei para a pessoa que roubou o fone. - Quem é você?
       - Sou Armin, prazer. - ele era alto, com os cabelos pretos e olhos da mesma cor. Usava roupas estranhas. Ele sentou do meu lado, na grama macia e úmida. - Gosto dessa banda.
     Ele sorriu e ficou tão fofo! Duas covinhas apareciam em cada lado de seu rosto. Ele me devolveu o fone, mas continuou me encarando, sorrindo de canto. Senti meu rosto ficar quente, desviei o olhar.
        - Você é novo por aqui? - perguntei, tentando puxar assunto.
        - Sou, minhas aulas começam amanhã - ele suspirou - E você está a quanto tempo aqui?
       - Dois anos... Sou a representante de turma. Não sei seu nome ainda. -olhei pra ele e sorri.
       - Armin Lancaster, prazer.
   Desfiz o sorriso. Parei de respirar por um momento. Lancaster é o sobrenome do Alexy. Oh não...
       - Você... - limpei a garganta - Você é irmão do Alexy? - desviei o olhar e fiquei olhando para o nada, esperando a resposta.
        - Infelizmente. - virei para ele, com a testa franzida - Nós nos odiamos. Você gosta dele?
        - Não. Ele se juntou com a Rosa e os dois viraram a escola inteira contra mim... - suspirei pesadamente - Mas, mudando de assunto, o que você está fazendo aqui se suas aulas começam amanhã?
        - Vim socializar, conhecer meninas bonitas, já achei uma. Até agora não achei mais ninguém além de você. - ele sorriu de canto. Demorei para entender que a menina bonita que ele achou era eu, corei muito.
         - Está dizendo que sou bonita? - ele concordou com a cabeça, me olhando profundamente - Você precisa de óculos.
          - Eu sei reconhecer quando algo é bonito, algo como eu. - ele fez uma pose e eu ri. Me sentei virada para ele.
           - Você gosta de jogar o que? - eu perguntei depois de o sinal tocar.
           - Qualquer coisa, mas meu jogo favorito é GTA V, conhece? - assenti e ele sorriu - Vamos para a minha casa jogar então. Três horas? Okay, estou te esperando.
     Ele saiu correndo para dentro do prédio sem esperar minha resposta. Sinto um cutucão nas costelas e viro rapidamente.
           - Quem era ele? - perguntou Nathaniel, sentando ao meu lado.
          - Armin, por quê? Está com ciúmes? - ele riu da minha careta e me abraçou com força, fiquei surpresa e soltei um suspiro, devolvendo o abraço.
    Ficamos assim por um tempo até ele me soltar e sorrir lindamente. Ficamos olhando um para o outro, sorrindo.
            - Quer ir lá em casa hoje? Minha mãe quer ver você. - perguntou ele.
           - Eu já tenho compromisso... Desculpe - abaixei os olhos - Pode ser amanhã? Prometo que passaremos a tarde toda juntos. Desculpe mesmo.
          - Tudo bem. Amanhã você vai almoçar lá em casa, ok? - assenti com a cabeça e olhei para ele, um sorriso bobo surgiu em meu rosto - Aonde você vai? - fiquei vermelha na hora.
             - Jogar video game... Com Armin.
             - Você vai deixar de ir na casa do seu amigo - ele aponta para o próprio peito - para ir na casa de um mariquinha? - ele pergunta, visivelmente irritado.
        - Primeiro: vou sim na casa dele. Segundo: eu posso ir na sua casa todo dia, mas na dele, não. Terceiro: ele não é mariquinha... Ele é mais bonito que você! - me irritei mesmo.
      Ele fez uma pose dramática e eu reviro meus olhos.
           - Então você só vai porque ele é mais bonito que eu? - neguei - Então explique.
           - Eu, Amane Misa, vou jogar video game na casa de um amigo. Eu não sou comprometida com ninguém e tenho mais de 16 anos, sou emancipada também, ou seja, o que você tem a ver com o que eu vou fazer ou com quem eu saio?
      Ele abaixou a cabeça e bufou de raiva. Senhoras e senhores, temos um ganhadora. Quem ele pensa que é?
       O sinal tocou e fui até minha sala, que era no segundo andar. Aula de Ciências com professor Martin.
       Foi uma bagunça total quando anunciaram que o professor não tinha chegado ainda e por isso poderíamos descer para a aula de Educação Física com o professor Boris. Que era uma das aulas mais chatas.
        Fui correndo para casa logo que o sinal bateu. Minha barriga fazia um barulho muito alto. Almocei correndo e fui me ajeitar. Tomei um banho relaxante que durou meia hora. Fiquei na frente do guarda roupa, esperando que algum look pulasse na minha cara. Acabei escolhendo um macacão jeans e uma camiseta que tinha vários controles de video game. Penteei meus cabelos negros, que iam até a cintura, e fiz uma trança. Coloquei, no final, um All Star azul escuro. Já eram duas e quarenta da tarde. Peguei vinte reais e coloquei na minha bolsa, junto com celular, fone de ouvido e uma barrinha de cereal. Escovei meus dentes e passei batom azul marinho. Desci as escadas, indo até a sala. Saí pela porta da frente, trancando a mesma e guardando a chave na bolsa.
        "Por que diabos estou indo até a casa de um menino com o sorriso mais lindo que eu já vi e que conheci a algumas horas atrás?" era a pergunta que surgia em minha mente.
        O prédio era bege com pilares brancos. Havia grama verdinha e flores coloridas nos lados, um banco estava ocupado por uma mulher que olhava seu filho pequeno (acredito que seja filho dela) correr atrás de seu cachorro. Toquei o interfone. Ainda me lembrava do número, pois fui amiga de Alexy.
             - Sim? - uma voz feminina sai pelo alto falante do interfone.
              - Oi. Sou amiga do Armin. Pode abrir?
              - Espera um minuto. - ela se afastou e gritou para Armin: Deixo ela entrar? - Entre, entre. - Ela respondeu. O portão faz um barulho e eu o empurro para abrir, faço o mesmo com a porta e vou subindo as escadas. Chego no quarto andar. Paro em frente a porta branca com o número 408, respiro fundo, ajeito a postura e toco a campainha, ouvindo um " já vai ".
Narrado por: Nathaniel Willis
         Não consigo acreditar que minha irmã,  Ambre, é namorada do babaca chamado Castiel Waters! Entrar na sala e ver os dois trocando beijos foi... enjoativo. Minha irmã é tão delicada, parece uma fada e está com aquele ogro filho da mãe que me acusou de traição... Vou ter que dar uns conselhos para dona Willis!
            Outra coisa que me incomoda é Misa ir na casa de Armin. Não, não é ciúmes, é preocupação. Amane pode ser tudo aquilo que ela disse, mas ela não consegue ser responsável! Aquela menina vai se meter em um problema e quem vai ajudar? Isso mesmo, eu aqui vou ter que apoiar ela.
             Ouço o barulho da porta de casa rangendo. Dever ser Ambre.
          - Já disse que não quero almoçar, fui na lanchonete com Cassy, mãe.  - vi ela entrar no quarto na frente do meu, onde era seu enorme quarto. Saí de minha cama e fui até lá.
          - Olá, irmãzinha. Como vai seu namoro? - me escorei no batente da porta.
          - Oi, Nath. - ela sorriu - Vai muito bem. Cassy é um menino muito fofo!
          - Só lembre-se do quanto minha vida foi ruim quando ele fez aquilo comigo, ok? Não quero que você se machuque.
          - Se Castiel me magoar você vai me ajudar a juntar os caquinhos do meu coração? - ela perguntou, olhando no fundo de meus olhos.
         - Cada um deles, quebrarei a cara de ogro dele também. - ela me atira o travesseiro e eu atiro de volta, saindo correndo para meu quarto.
       Tranco a porta e sento na poltrona do canto. Pego meu violão e começo a dedilhar ele. Uma música qualquer vem em minha cabeça e eu toco ela, cantando baixinho, com a cabeça em outro lugar ou, melhor dizendo, em outra pessoa.
                                       ☆
Narrado por: Armin Lancaster
        Ouvi a voz de minha mãe e de Misa. Vou até a sala e vejo as duas conversando. Misa percebe minha presença e me cumprimenta. Chamo ela e vamos até meu quarto. Ficamos jogando vários jogos aleatórios. E, tenho que admitir, ela era muito boa em todos.
        Ela era a garota dos meus sonhos: alta, bonita, gamer, nerd, inimiga do meu irmão. Tem coisa melhor? Não!  Essa é a única chance que eu tenho de achar alguém que vá me fazer feliz.
                                       ☆
Narrado por: Amane Misa
         Confesso que estava muito chato ficar ganhando dele em todos os jogos. Então peguei meu celular e fingi responder uma mensagem.
           - Está tudo bem? - ele perguntou, pausando o jogo.
           - Tenho compromisso agora. Desculpe... Podemos marcar para outro dia. - peguei minha bolsa e me levantei da cadeira dura em que eu estava sentada - Não é necessário descer comigo.
          - Nos vemos amanhã então. - ele me deu um beijo na bochecha, me deixando vermelha, me dirigi à porta.
      Fui para casa e tomei café preto assistindo programas na TV. Era um programa de culinária, mas eu não prestei atenção, pois minha cabeça só tinha um nome: Nathaniel.
      Resolvi ligar para o loiro, talvez ele ainda queira companhia. Disquei o número - que estava em sua ficha hoje de manhã - e tocou várias vezes até atender.
         - Nathaniel? - perguntei meio triste.
         - Misa! Sabia que você não conseguiria viver sem mim. - nós rimos - Por que ligou?
         - Queria saber se ainda ta de pé uma saída só nossa. - suspirei.
         - O que há? Armin não era aquele príncipe que você imaginava que era? - ele parecia se divertir.
        - Não - ele não era você -, mas que tal você me encontrar no parque? Podemos tomar um sorvete.
         - Claro. Em cinco minutos estou indo.
                                       ☆
Narrado por: Nathaniel Willis
      Cabelos negros amarrados em uma trança. Olhos violetas brilhantes. Macacão azul claro, uma camiseta de games. Um batom azul se destacava em sua pele incrivelmente pálida. Um sorriso surgiu em meus lábios assim que a vi.
          - Você está linda! - corei e sorri.
          - Não acredito que me arrumei assim para ir ver aquele noob! - ela me abraçou - Você não tem ideia do quão chato foi ficar lá.
          - O que ele fez? - perguntei rindo.
          - Só ficou me olhando - ela aponta para as pernas dela. Que idiota ele! - e não disse uma palavra. Meu Deus, Nath... - ela me olhou furiosa, ri mais com sua carinha fofa. - VOCÊ ACHA ISSO ENGRAÇADO?! Se fosse uma mulher iria estar do meu lado.
          - Você fica tão fofa bravinha. - sorri ao ver ela vermelha - Estou do seu lado, sim. Mas não vou ficar gastando meu tempo falando mal dele, mal conheço ele também.
           - Homens... - ela revirou os olhos - sempre nos compreendem.
           - Diga-me o que quer e eu lhe ajudo. - parei na frente dela, impedindo-a de caminhar.
           - Neste exato momento? - assenti e sorri - Quero sorvete. - ela sorri, fazendo meu pequeno coração iludido saltar de alegria.
           - Então, vamos lá na soveteria. - voltei a caminhar.
          - Preciso pegar meu dinheiro. - ela vai voltando, mas agarro a sua mão e continua a caminhar, puxando-a de leve.
          - Não precisa, eu pago. - ela respirou fundo para me xingar, mas eu a interrompi - Só hoje, por favor. - ela soltou o ar e concordou.


Notas Finais


Esse ficou grande :)
Espero que tenham gostado
Comentem aí >w <
Kisses ♡


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