História Your Song - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero vocês nas notas finais porque esse capitulo demorou demais pra eu enrolar aqui hahahaha perdoem os possíveis erros, eu estou aproveitando um tempinho livre pra poder postar! Boa leitura!

Capítulo 5 - Holiday



Narração terceira pessoa.

Quinta-feira, 07:45 da manhã, feriado. Por ter sido promovido em seu trabalho, Chris Evans agora conseguia folgar aos finais de semana e feriados, coisa que ele por muitos anos desconheceu. Já tinha se passado alguns dias desde a proposta que recebeu para modelar numa campanha tão importante como a da Strong Soldier, mas o rapaz ainda se sentia em conflito para aceitar. Não sabia exatamente o que o impedia tanto, mas sabia que o impulso principal para tomar uma decisão sobre  a oferta não viria de si mesmo, em partes tinha medo por conta de Hemsworth, mas também temia por seu desempenho. Por conta disso, resolveu pedir auxílio para a única pessoa que confiava na terra e que ele sabia que o ajudaria a tomar a decisão certa sem medo algum.

Pegou seu celular e digitou uma mensagem de texto para seu melhor amigo enquanto se servia de seu vinho barato, tentando ignorar o julgamento mental que se apossou de sua cabeça quando se viu ingerindo álcool ao invés de tomar um café da manhã correto, estava nervoso, isso é algo normal para quem esta nervoso, segundo ele. Vinho o acalmava, sempre acalmou.

"Tom, to de folga hoje, quer passar aqui mais tarde para conversarmos um pouco? Traga queijo, eu tenho vinho."

Deixou o celular sobre a bancada enquanto procurou o que precisava para fazer uma boa limpeza em sua casa, queria aproveitar sua folga para arrumar sua bagunça natural, não que ele fosse muito bagunceiro, claro. A grande verdade é que Chris queria se ocupar de tão nervoso que se sentia, arrumar a casa parecia um ótimo negócio.

Terminou seu vinho, vestiu sua bermuda confortável e encarou a limpeza do lar com animação, optando por não ficar afobado pela resposta do amigo. Era quase meio dia quando estava guardando o rodo e a vassoura, olhando orgulhoso para sua casa completamente em ordem e limpa.

Percebeu que o vinho não tinha sido a melhor escolha para um café e sentiu seu estomago começar uma leve queimação. Buscou um sal de frutas e tomou o remédio, decidindo ver se Tom o havia respondido, não contendo um largo sorriso ao encarar a resposta do amigo.

"Vamos passar o dia toooodo juntos, como nos velhos tempos. Já já estou ai."

Agradeceu mentalmente por ter escolhido limpar a casa cedo pois sabia que com Tom ali ele não conseguiria nem ao menos lavar um copo. Respondeu um "estou te esperando" e decidiu tomar um banho, afinal, estava todo suado.

Seus músculos relaxaram com a água morna e ele deixou a água lhe acalmar por um bom tempo, sem se exceder muito. Ao terminar de se lavar vestiu uma calça de moletom e uma camisa confortável, respirando fundo por ter que criar coragem para fazer algo para comer. Assim que saiu de seu quarto sentiu um cheiro gostoso e não pode conter um sorriso largo de alívio e felicidade ao encontrar Tom em sua cozinha esquentando o que parecia ser uma bela lasanha quatro queijos.

- Sabia que não tinha almoçado, então resolvi trazer sua  comida preferida no mundo todo!

Chris alargou seu sorriso e correu para abraçar seu melhor amigo, se sentindo acolhido nos braços do mesmo.

Tom Hiddleston e Chris Evans se conheciam desde o ensino médio e ambos de imediato ficaram amigos um do outro. Desde então não se separaram mais, encontraram uma família um no outro. 

- Às vezes eu acho que você lê mentes. - Chris suspirou bobo, se afastando do amigo para pegar os pratos.

- Todas as mentes eu não sei, mas a sua sim. - Tom piscou, ajudando o loiro a arrumar a mesa.

Durante o almoço Chris escutava com interesse Tom contar sobre o seu mais novo caso, sem conseguir evitar se encantar com a forma que os olhos de seu amigo brilhavam ao falar do rapaz. Tom havia perdido seu primeiro e único namorado até então em um acidente de carro e desde então evitara a todo o custo se relacionar novamente, sempre optava por algo casual. O ver tão empolgado com alguém da forma que ele estava deixava Chris realmente feliz.

- Mas ok, eu não vim aqui pra falar de mim, quero saber o que aconteceu para você me mandar uma mensagem às 07:00 da madrugada.

Eles haviam acabado de arrumar a louça - Chris fez chantagem com o fato de que tinha deixado a casa toda limpinha e não queria fazer bagunça, para Tom o ajudar - e estavam sentados na sala, bebendo vinho. Antes de responder ao moreno Chris se levantou e foi até a estante pegar o contrato, entregando para Tom e se sentando novamente.

Hiddleston começou a ler com atenção cada palavra do contrato, o fato de ele ser um dos melhores advogados de NY lhe fazia passar segurança. Seu olhar era impassível e ele nem ao menos piscava. O silêncio e falta de expressão fazia Chris se sentir nervoso e ele tentava a todo custo não roer as unhas.  Quando Tom terminou de ler Chris o encarou afoito, estralando os dedos.

- E então Tommy? O que acha? 

- Certo. - Ele começou, ainda impassível. - É a agência daquele babaca que você tinha saído?

- Sim.. Quer dizer, não, a agência não é dele. Parece que é de um rapaz chamado Sebastian e mais um ou dois amigos. Ele me parece ser muito legal, me defendeu do babaca. - Chris sorriu ao se lembrar da forma como Sebastian se colocou em sua defesa, tomando mais vinho quando viu uma interrogação se formar no olhar do amigo. - Mas por que? É tão ruim assim?

- Não Chris, muito pelo contrário, esse contrato é incrível! - A atenção de Tom voltou para o texto em suas mãos, o que gerou um grande alívio dentro de Chris, sentia medo de aquilo ser uma fria. - Em todo o meu tempo de trabalho eu não me lembro de ter achado um contrato que favorecesse tanto ao modelo como esse. Eu perguntei se era agência dele porque pelo o  que você me disse desse cara, ele não teria capacidade de fazer um contrato assim, muito menos interesse de ser tão positivo.

Evans suspirou aliviado, relaxando no sofá.

- Então acha que eu devo aceitar? Acha que será bom para mim?

- Eu acho que você nasceu para isso, essa é uma oportunidade incrível e é toda sua. Não deixa isso passar por insegurança, de verdade. - Ele sorriu com carinho para o loiro. - Quando será a reunião?

- Sebastian disse pra eu ligar para ele quando tivesse uma resposta, falou que marcaríamos um jantar e ele iria com os outros dois amigos dele para me explicar tudo. - Chris mordeu o próprio lábio, se sentindo nervoso. - Não sei como vou reagir na hora.

- Hey! - Tom alcançou o celular do loiro e entregou para o mesmo, sorrindo confiante. - Liga para ele e marca para amanhã o jantar, eu vou te acompanhar como seu advogado.

- O que? Não Tom! Eu nem tenho dinheiro para pagar seus honorários!

- Eu vou fingir que você não disse uma heresia dessas e vou esperar você ligar logo e marcar esse jantar para amanhã. - Thomas se levantou, confiante. - Vou buscar mais vinho, ligue logo!

Se vendo sem escolhas, Chris ainda com receio discou o número de Sebastian e resolveu acabar logo com aquilo. Seu estomago revirou de uma forma diferente quando ouviu a voz do outro atender a ligação e ele tentou ao máximo se focar em combinar tudo logo e desligar a chamada, até porque se sentia pateta por gaguejar tanto. Quando desligou o celular viu Tom se aproximar com duas garrafas de vinho, negando com a cabeça ao ver o sorriso malicioso do moreno.

- Nós vamos comemorar a sua nova carreira promissora!

Rindo, Chris aceitou novamente ter sua taça preenchida com o liquido vermelho, agradecendo mentalmente por não trabalhar no dia seguinte e por ter remédios pós porre.


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Sebastian ainda sentia os efeitos da crise que havia tido, outro pesadelo real demais acabou lhe rendendo uma crise de pânico e Mark não estava em casa para ajudá-lo, estava com Bomer. Seus pulmões doíam e todo o seu corpo parecia ter sido espancado, não conseguia sair da posição que se encontrava no chão, só conseguia pedir para que Mark aparecesse logo, precisava de ajuda.

Tudo estava bem, estava completamente aliviado por Chris marcar finalmente o jantar, os preparativos para o desfile estavam adiantados, Mark e Robert não estavam brigando. Sebastian não conseguia entender o porque de ter uma crise tão forte, nada o havia desestabilizado. Após atender Chris ele acabou por pegar no sono vendo filme e acabou revivendo em sua mente momentos dos quais daria qualquer coisa para esquecer, acordando desesperado e em pânico. Ao tentar ir ao banheiro acabou caindo no chão e por fim ficou por lá mesmo, sem conseguir se mexer. Sentia-se como se estivesse novamente no chão de seu cativeiro esperando pelo próximo ataque que sofreria.

"O fino colchão que estava sob seu corpo não era grosso o suficiente para evitar a friagem gélida que o chão emanava lhe dominasse o corpo. Sebastian tremia, mas não sabia se era de frio, fome, dor ou abstinência, naquela altura do campeonato podia ser qualquer coisa. Estava nu, machucado e completamente molhado, havia vomitado novamente e seu sequestrador o castigara com jatos de água fria para o limpar. A venda em seus olhos estava muito apertada e fazia sua cabeça latejar, assim como algo que estava em seu ouvido, que o atrapalhava em reconhecer qualquer tipo de som. Seu rosto ao redor dos olhos se encontravam tão dormentes que ele nem sabia se por debaixo daquela venda seus olhos estavam abertos ou fechados.

Os punhos - presos para trás com uma algema - davam fisgadas fortes de dor, sentia como se ambos estivessem quebrados. Era tanto lugar que doía que ele nem ao menos conseguia qualificar qual dor era pior. Se contrair tanto pela forma que estava tremendo não o ajudava em nada no alívio da dor e ele só conseguia implorar que injetassem aquilo que o apagava. Após a sessão de abuso, o sequestrador de Sebastian tinha o costume de lhe aplicar algum tipo de sedativo que o fazia apagar de imediato, algo que o deixava grogue ao acordar, porém, o fazia sumir de seu pesadelo por algumas horas.  O problema era que até o momento nada havia sido injetado nele. A água fria foi jogada, alguns chutes no abdômen, mas nada além disso. Nunca pensou que seria capaz de implorar para aquele homem aparecer, mas ele realmente precisava apagar.

- P-por favor... P-por favor.. - Ele sussurrava em meio a tremedeira, respirando com dificuldade.

Ouviu o que parecia ser a porta abrindo e se encolheu, se assustando quando sentiu uma mão sobre sua cabeça, alguém aparentemente agachado em sua frente e uma voz muito próxima de si.

- Eu disse pra você não vomitar em mim, não disse? - Sebastian conteve um grito quando sentiu seus fios serem puxados. - Mas aparentemente você gosta disso... - O homem puxou Sebastian pelos cabelos até ter o mesmo de joelhos, ficando de pé em seguida, trazendo com brutalidade o rosto do rapaz contra seu baixo ventre, guiando em seguida a boca dele até seu membro exposto. - Já que quer tanto vomitar, vou te fazer me chupar até vomitar. E nem pense em me morder.

Quando Sebastian tentou protestar, sentiu a glande gorda do homem lhe invadir a boca de uma vez, seguida do resto da extensão do órgão. Se debateu desesperado, sentindo o ar faltar e o enjoo vir forte, engasgado em meio ao membro a sua boca e a bílis que tentava sair. A verdade é que ele não tinha mais o que por pra fora, não comia há tempos, não entendia nem como ainda conseguia estar acordado. O homem lhe socava sem dó a garganta, fazendo questão de deixar seus gemidos ecoarem pelo cativeiro. Seus olhos se fixavam em Sebastian com um prazer doentio, ele podia gozar só de ver o desespero do garoto. Se sentia vitorioso, forte, o dono daquele que o outrora o desprezara sem nem ao menos ter se dado ao luxo de conhece-lo melhor. Sebastian estava pagando por sua arrogância, segundo dominante, e pagando da melhor forma possível. A única coisa que ele se frustava era não poder encarar os olhos desesperados do rapaz, mas sabia que não poderia deixar que ele o reconhecesse.

Um urro alto foi ouvido quando o homem encheu a boca do moreno com seu gozo quente, afastando a cabeça do mesmo para observar o rapaz tentar cuspir e respirar ao mesmo tempo, em meio a um choro sofrido. O empurrou contra o chão e começou a caminhar para fora do cativeiro, falando enquanto se afastava de forma tranquila:


- Sem drogas pra você hoje, vou te deixar pensando em meios de evitar me desapontar de novo.

Sebastian chorava e tentava dizer algo, sem conseguir por conta da garganta ferida, tendo como som de fundo a gargalhada do homem que o  subjugara. Naquela altura ele só desejava estar morto, cada segundo que passava ele só conseguia pensar em como gostaria de parar de respirar de uma vez e acabar com aquele tormento que ele não conseguia imaginar quando iria acabar."

Robert tinha acabado de entrar no apartamento do amigo, havia decidido lhe fazer uma surpresa já que sabia que Mark estava com Bomer e tinha achado que seria bom passar o feriado com Sebastian. Ficara muito empolgado por saber que o Evans finalmente havia topado participar da campanha e decidiu por ir comemorar com Seb.

Assim que entrou no apartamento percebeu algo errado, tudo estava silencioso demais e Sebastian tinha certa fama por ser um tanto barulhento. Ao se aproximar do quarto do amigo pôde ouvir choramingos vindo do mesmo e não pensou duas vezes antes de invadir o quarto com preocupação, arregalando os olhos e correndo para se ajoelhar ao lado do amigo quando o viu no chão, o puxando para seu colo.

- Pelo amor de Deus, Seb! O que houve? - Afagava a testa do rapaz, que se encontrava molhada de suor e um tanto quente, vendo o mesmo tremer e delirar.

Por não saber o que fazer resolveu por dar um banho no mesmo, o arrastando de roupa e tudo para baixo do chuveiro e ligando a ducha de água morna. Ficou sentado debaixo da água, com Sebastian entre suas pernas enquanto ouvia o mesmo chorar, sem forças para gritar, o apertando em seus braços enquanto sussurrava que o mesmo ficaria bem, que ele não o deixaria.

Robert não sabia quanto tempo havia passado até perceber que o amigo havia dormido, sentiu seu coração quebrar ao se dar conta de como seu amigo realmente estava, sem nem ao menos imaginar o que havia acontecido com ele.

- O que houve com você Seb? O que aconteceu quando você sumiu? O que te deixou assim? Por favor.. Confie em mim seu cabeça dura... - Sussurrou suas palavras sabendo que o amigo não o ouviria, suspirando e resolvendo o levar para a cama.


A crise havia passado, mas Robert tinha se recusado a deixar o amigo. Após o trocar e o colocar na cama ele foi para a cozinha atrás de algo para beber. Não sabia quanto tempo ficou ali, sentado na bancada e olhando para um ponto fixo na parede, mas apenas saiu de seu torpor quando ouviu alguém se aproximar, não conseguindo evitar um desgosto automático ao ver Mark e Bomer.

- O que houve com você? Esta todo molhado! - O mais alto perguntou com certo desdém, indo para a geladeira e pegando a jarra de suco.

- Se você não tivesse comentado eu não teria reparado, Matt. - Robert respondeu sem nem ao menos tentar esconder seu desprezo pelo homem, voltando a tomar sua bebida esquecida.

- Rob, pega leve! - Mark intercedeu antes de Bomer responder, percebendo que Robert não estava em seu estado normal. - Aconteceu algo? - O olhar de Robert foi o suficiente para Mark entender a mensagem, se voltando para o ficante em seguida. - Baby, se importa em nos deixar a sós um momento?

- Bom, me importo pelo fato de ficar longe de você, mas não me importo nem um pouco em te deixar com ele, não me trás nenhum risco. - Bomer observava Robert como se o menosprezasse, terminando seu suco e sorrindo de forma debochada. - Vou pro quarto porque pelo visto ele esta precisando de algum ombro amigo, que é o máximo que pode conseguir de qualquer forma. Não demore amor. 

Deixou um selinho em Ruffalo e se retirou de forma pomposa da cozinha. Aquele era o tipo de situação que provavelmente deixaria Robert fora do sério, mas ele simplesmente não conseguiu esboçar reação.

- Desculpe por isso, Rob... - Mark começou, sem jeito. - Matt tem ciumes de você.

- Não me importo, até porque o que ele disse é verdade, eu não conseguiria nada mais que um ombro amigo. - Ruffalo desviou o olhar, um tanto incomodado e corado enquanto Robert continuou. - Mas não estou aqui por mim, não estou nesse estado por mim. - Robert se voltou para Mark, o olhando sério, sentindo seu coração pesado com tudo o que havia acontecido. - O que há com o Sebastian?

O outro piscou algumas vezes com a pergunta do amigo, ficando em alerta em seguida.

- O que houve com ele? Ele esta bem? 

Robert o segurou assim que o mesmo estava pronto para ir ao quarto de Stan, suspirando profundamente.

- Ele esta dormindo agora, parece bem, dei um banho nele. - Mark relaxou e Robert prosseguiu, sem  o soltar. - O encontrei no meio de uma crise, não sabia o  que fazer. Precisamos descobrir o que houve, Mark, só assim vamos poder ajuda-lo.

- Eu sei Rob... - Mark se sentou ao lado do amigo, respirando fundo, preocupado. - Precisamos trazer o Seb pra gente, e vamos.

Robert afirmou com a cabeça e deixou seus olhos nos de Mark, sentindo um misto de emoções que tentava guardar vir a tona. O mais novo retribuiu a explosão de sentimentos até então guardados dentro de si com toda aquela proximidade, piscando lento, sem conseguir se desvincilhar do olhar do amigo. Robert, de forma hesitante, subiu sua mão até a nuca de Mark, sentindo seu estomago se revirar em expectativa. Viu os olhos do amigo se fecharem quando teve os fios afagados e sorriu, se deliciando com aquela imagem. Quando estava prestes a avançar ouviu a voz de Bomer ecoar no corredor.

- Amor eu to ficando com sono! Você vem ou não?

Mark se assustou e levantou, se afastando de Robert. Sentia seu coração bater na boca e um grande constrangimento o dominou. Quando ia se pronunciar Robert falou antes, se erguendo da bancada.

- Não precisa dizer nada, ok? Desculpe por isso. - Teve o caminho interrompido quando Bomer entrou na cozinha, vestindo apenas uma boxer. - Espero que tenham uma boa noite.

Voltou a andar, parando quando o mais novo do local resolveu lhe chamar a atenção, com seu tom debochado de praxe.

- Vai embora assim? Nesse estado?

- Ué, quem disse que eu vou embora? - Robert se virou, colocando o melhor sorriso sarcástico que tinha em seus lábios. - Vou ficar com o Seb hoje, pego alguma roupa dele para dormir. Amanhã o dia será corrido já que teremos o jantar com o nosso modelo principal da campanha, então vou ficar por aqui para me certificar que Seb se levantará bem. - Sentiu uma satisfação pessoal imensa com o olhar de ódio de Matt, fingindo um bocejo em seguida. - Bom, até mais amigos.

Saiu da cozinha ainda sorrindo, mas sentindo seu peito apertar aos poucos. O que ele realmente queria não poderia ter.

- Você vai deixar ele falar assim comigo? - Bomer perguntou incrédulo, encarando Mark.

- Primeiro, eu não mando no Robert, segundo, você procurou por isso. Agora vamos pra cama porque eu estou cansado.

Ruffalo nem ao menos esperou a resposta de Bomer, seguindo direto para seu quarto, sentindo sua cabeça girar com tanta informação e sentimentos, precisava descansar, o dia seguinte seria importante para o trabalho.

Arrumou tudo o que precisava para dormir, ignorando o olhar acusador do ficante, apagando as luzes e se enfiando debaixo das cobertas. Dormir, ele só precisava dormir.


Notas Finais


OI PESSOAS, PRIMEIRO DE TUDO EU VENHO PEDIR DESCULPAS PELA DEMORA!

Está em caps porque eu me sinto mesmo culpada por demorar tanto, mas esta tudo muito corrido mesmo gente, eu mal ando tendo tempo pra respirar! Mas as férias estão chegando e eu logo poderei compensar com muitos capítulos para vocês, ok? Perdoem esse final de semestre e não desistam da história! Obrigada a todos que estão lendo e acompanhando a história, isso é muito importante para mim! Beijos pessoas queridas! <3


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