História Your Voice - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~HappyChimChim

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Everydayisdayofjimin, Happychimchim, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Park Jimin
Visualizações 6
Palavras 1.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


helloooooooooooo fofossss do meu fígadoooooo, Ônix voltouuuuuuu
Dessa vez com mais uma Jikook (não pude resistir) e dessa vez uma lung! ebaaaa
Essa vai estar fazendo parte do lindo projeto que eu e a Safira estamos montando, o HappyChimChim, que serão fanfics voltadas para nosso lindo bolinhooooooo S2.
se quiserem ouçam Sendipity enquanto leemmmmmm, coisa linda

Capítulo 1 - Whay?


                                          YOUR VOICE

 

Por que ele estava ali?

Por que ele acordou de repente entre aquelas frias paredes brancas?

Sua cabeça doía com a repentina luz forte atingindo seus olhos cansados. Seu corpo estava pesado, estava confuso, perdido por minutos até conseguir clarear um pouco a mente. Percebeu que vestia um pijama de flanela branco, havia dormido no chão e suas costas estavam dormentes, ao seu lado jazia uma cama de aparência desconfortável.

Fora jogado ali.

A porta estava camuflada e a única coisa mais aparente era uma entrada de ar.

Ele chorou, chorou muito quando tudo clareou e lembrou-se dos motivos que fizeram estar trancado ali. Aquelas vozes terrivelmente familiares sussurravam como fantasmas em seu ouvido, ele faria de tudo para tira-las dali.

Depois de muito tempo, respirou fundo enxugando as grossas lágrimas de seu rosto. Sentiu nojo do chão que pisava, da cama intocada, de todo aquela lugar, daquele hospício. Ele não era maluco, não tinha problemas, não era um doente, não deveria estar ali.

Quando sentiu que ia surtar mais uma vez, um barulho de metal foi soado, uma pequena portinhola se abriu na porta e um prato de sopa rala sobre uma bandeja, ao lado dele três comprimidos coloridos.

- Coma tudo garoto, e o remédio também – Uma grave voz foi ouvida – Você vai ficar melhor.

Com um impulso de raiva o jovem preso jogou seu peso contra a porta, esmurrando-a.

- Eu não sou um doido! Tira-me daqui! – Gritou – Não vou comer essa droga de sopa, eu não deveria estar aqui!

Mas tudo que ele ouviu foi o som de risada.

- Sei, e eu sou a chapeuzinho vermelho, agora vê se fica quieto aí seu idiotinha.

O garoto berrou ao ouvir o som dos passos distanciando-se, pegou o prato e jogou com força na parede, fazendo o liquido escorrer e dar uma cor amarela àquela brancura.  E assim se seguiu as horas, ele simplesmente não aceitava, queria sua vida de volta.

O tempo ia tão lentamente, ele sabia que estava se passando os dias graças às refeições que lhe eram entregues, muitas se recusava a comer. Ele nunca tocava nos comprimidos, e previa o dia que viessem obriga-lo a toma-las.

Estava sentado ao lado das grades da ventilação quando o ouviu pela primeira vez.

- Você deve ser alto.

Achou que se já não estivesse sentado poderia ter caído com tudo no chão, pensou por um momento que realmente estava ficando louco. Mas então a voz soou novamente, vinda das pequenas grades.

- Mais alto que eu pelo menos, mas não alto que daria para ser um jogador de basquete – Um suspiro – Acho que sua cor favorita é vermelha, mas também pode ser preto.

Ele podia dizer que nunca havia ouvido voz tão suave em toda sua vida, era um homem, se assustou ao perceber que aquela pessoa acertara sua cor favorita e até mesmo sua altura.

- C-como descobriu isso? – Perguntou hesitante.

- Não sei, só achei isso – Ouviu um risinho – Finalmente tomei coragem de falar com você, parecia estar tão solitário...

- Não estou solitário! Sinto-me muito bem! – Gritou, mas logo se calou ao perceber que nem em si acreditava - Você também está preso aqui não é? – Perguntou para o estranho – Por que está aqui? Há quanto tempo me ouve?

- Tempo bastante eu garanto – Um silêncio durou por um minuto até o homem voltar a falar, evitando sua segunda pergunta – Qual seu nome, senhor “eu não devia estar aqui”?

Estava envergonhado ao se lembrar de seu ataque, aquela pessoa devia ter ouvido tudo e muito mais.

- Jeon Jungkook – Respondeu.

- Hm, olá Kookie, meu nome é Park Jimin – Respondeu risonho pelo apelido que inventou – Como vai essa vida animada, meu novo colega de duto de ar?

- Não tão bem, como deve ter percebido – Respirou fundo – Sinto muito por ter ouvido tudo aquilo.

- Está tudo bem Kookie, todos passam por isso quando chegam, é normal – Jimin disse – Se bem que disse que foi jogado aqui, estou curioso, mas esperarei você contar por si próprio.

Sentiu-se ruborizar, quem quer que estivesse do outro lado era realmente um cavalheiro. Conversaram por um bom tempo, até Jungkook ter seus olhos fechando involuntariamente.

Ao acordar se assustou ao perceber que em muito finalmente havia conseguido dormir bem. Talvez conversar com Jimin lhe tivesse feito bem.

Rapidamente percebeu que o outro lado das grades havia ficado mudo. Era como se sentisse a presença do outro, mas nenhuma palavra era dita. Houve noites que achava ter ouvido algo estranho, mas tudo sempre silencioso. Então, enquanto olhava mais uma vez para as enjoativas paredes brancas, a suave voz falou novamente.

- Gosta de desenhar, não é mesmo?

Parecia calmo, como se não tivesse sumido por dias.

- Sim, como soube? – Jeon já havia percebido como o outro era bom em adivinhar, e sua curiosidade não cansava até descobrir como.

- Você bate muito os dedos, dá a impressão de faz alguma coisa com as mãos – Respondeu Jimin sinceramente – E como tem cara de ser culto e tal, pensei em algo como desenho ou até mesmo piano.

- Acho que você é baixinho, deve ser alguém fofo – Falou então para o Park, logo ouvindo uma risada – Cabelos negros e talvez seja asiático também.

- Você está indo muito bem! Continua! – Jimin pediu.

- Ah, não sei, tem mãos pequenas? – Disse aleatoriamente.

- Está bem, por mais que tenha apenas chutado, você acertou Kookie.

Fechou os olhos. Era tão bom ouvir aquela doce voz sussurrar aquele apelido. Nome que nunca ouviria se estivesse fora daquela prisão.

---YV---

Em certo dia, os dois tiveram suas conversas interrompidas pelo som da bandeja sendo deixada no quarto de Jungkook. Mais uma vez o mesmo recusou comer o que havia ali.

- Você precisa comer, não pode fazer greve para sempre, vai ser pior se adoecer – A doce voz disse dessa vez severa.

- Não desistirei de lutar para sair daqui! Não deixarei isto ocorrer! – Berrou, logo se arrependendo pelo modo que disse – Droga, você não precisa cuidar de mim.

   Daquela vez Jimin demorou a responder.

- Sei disso, mas não se mate para isso – Disse – Quero apenas seu bem, confie em mim.

Jungkook sentiu um gosto ruim na boca, estava brigando com aquele ser que lhe parecia tão gentil, ao olhar para a bandeja sua barriga roncou e sentiu salivar. Sem pensar duas vezes atacou o prato, estava com tanta fome.

- Jimin, me desculpe por ter sido tão rude – Disse após terminar, deu um suspiro – Irei contar meu passado, mas lentamente, tenha calma.

Esperou por uma resposta, ouvindo o som de alguém se apoiando nas grades em que também estava encostado. Respirou fundo, começando a falar.

- Tudo começou quando eu tinha treze anos, minha inteira começou a desandar – Sua voz já se encontrava tensa – Eu era o garoto prodígio da minha sala, com as melhores notas e sempre arrasava nas aulas de educação física, tinha até um bom grupo de amigos. Vivia somente com minha mãe, meu pai havia nos largado quando era mais novo, algo que nunca foi problema já que eu a amava e sabíamos viver sozinhos.

“Até minha mãe contar que estava com câncer”

 

 

 

Continua...

 


Notas Finais


WAAAA que ótimo q chegou até aquiii, espero que tenha gostado
acabei ali só para deixar todos curiososs kkkkk
Bem, quem quiser pular essa parte tudo bem, vai ser só uma rápida declaração ao meu lindo Jimin, que está fazendo aniversário hj UHUUUUUUUU
Bem, sei q vc nunca vai ler (pq essa fic vai floppar tenho certeza e pq vc não sabe português hhehehehe), mas vou ignorar kkk
Você deve ser uma das partes mais importantes da minha vida Jimin, agradeço muito por ter você como meu utt e fazer minha vida mais colorida a cada dia, mesmo q indiretamente.
como qualquer idiota sonhadora, ainda torço pelo dia q vou poder te abraçar, ver se minha mão é maior q a sua (bem provável, já q ela é enorme 'o'), tocar em seu cabelo, ver seu sorriso com olhos como linhas e poder apertar essa bunda enorme e linda kkkkk
E também fico muito feliz de poder ter ido no show e visto você mais perto, acho q foi um dos dias mais felizes e importantes de minha vida, nunca vou esquecer!
Espero conseguir sempre acompanhar tudo o que fizer por muitoooooooooooooooooooooooooooooooooooo tempo, inclusive os aniversários kkkk
Te amo muito bolinho e feliz aniversáriooo ChimChimmmmmmmmmmmmmmmm

Bjsssssssssssssssssssss Fofosss do meu fígadooooooooooooooooooooo


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