História You're Afraid? | CHANYEOL - EXO (+18) - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanyeol, Chanyeol Exo, Exo, Kpop, Park Chanyeol, Psicopata
Visualizações 363
Palavras 1.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hmmm capítulo pequeno, desculpe :3

Vou investir nos maiores, só estou esperando a semana q vem passar (provass -_-) e então começo uma rotina com caps grandes :))

N postei antes porque tava doente, mas já estou melhor 😆

Beijo beijo beijo!

Capítulo 22 - Going crazy


Meu corpo inteiro insiste em sentir seus toques, ele quer sentir seus dedos gélidos passando sobre minha pele. Minha mente não para um segundo sequer de pensar em você; pensar em como os seus lábios viciam os meus e em como eu parecia necessitada em ter sua pele tocando a minha, seus espalmos e carinhos viraram drogas para mim. Eu preciso sentir você, Chanyeol. 

Eu continuava deitada no sofá, incrédula e totalmente imersa em meus pensamentos. Era difícil de aceitar que talvez esse homem tenha mexido de alguma forma dentro de mim. Minha vida estava uma bagunça, e Chanyeol era o motivo disso. Jamais imaginei que um dia ficaria no meio de uma situação assim, e muito menos pensei que despertaria algum tipo de sentimento, que não seja ódio, por alguém como aquele homem. 

Talvez eu tenha sido fraca, cedi tão facilmente que cheguei a dúvidar se realmente tinha odiado me encontrar em tais circunstâncias. Tudo que estou passando neste momento deve ser um castigo, dos piores, devo admitir. 

Estou ficando louca, eu não posso desejar alguém que desprezo, ou pelo menos acredito desprezar... Ah Chanyeol, por que está fazendo isso comigo? Existem milhares de mulheres em Seul, por que quis brincar de louco justo comigo? Acho que o psicopata da história virou eu; eu que estou ficando louca...

(...)

Acordei confortável, totalmente diferente da forma que estava na noite anterior. Percebi que meu corpo era envolvido em um edredom quentinho e acompanhada de travesseiros fofos e relaxantes. 

Primeiro cogitei a possibilidade de estar em casa, mas logo lembrei de que Chanyeol e eu tivemos uma noite juntos. Fechei os olhos me possibilitando de lembrar de seu corpo, seus toques, seus beijos e sua voz rouca, sussurrando todo tipo de coisa possível. Desta vez eu não repreendi meus pensamentos, não valeria a pena investir em barrar meus desejos e lembranças sendo que meu futuro estava ligado no homem que tirara minha paz. 

Me sentei na cama, logo sentindo uma dor percorrer no meio de minhas pernas. Foi resultado de ontem. Ele não estava com paciência, e como sempre, não usou cautela. Sorri ao lembrar de sua cara debochada e maliciosa - Oh céus! Estou virando uma maníaca. - Balancei minha cabeça em negação, apenas para dar foco em sair daquela casa e ir para a minha. 

Virei a maçaneta da porta com cuidado para não fazer barulho, porém, ela estava trancada. Murmurei um palavrão e me joguei de volta sobre a cama. Fechei os olhos e soltei um longo suspiro, de repente milhares de flashbacks vieram em mente. 

Eu me lembrava da minha família, em como eramos unidos, até meu pai nos abandonar. Minha mãe nunca explicou o motivo direito para isso, então meu irmão e eu nunca soubemos a verdade. Eu de fato não ligava, cresci não sentindo a falta dele. Depois vieram lembranças com minha mãe, um novo sorriso se abria a cada vez que lembrava de seus carinhos. Era doloroso ficar longe dela por tanto tempo, mas aprendi a suportar isso.

Eu sentia falta de muitas coisas, principalmente da aproximação que tinha com meus amigos. Nada era como antes, Baekhyun e eu mal nos falavamos direito, Hyu só estava comigo em uma parte pequena de meu tempo, já que minha opção era ficar sozinha. E Kai... - Ah kai! - Eu havia perdido as esperanças de voltar a conversar com ele, e não pense que isso me fez bem, porque não fez. 

O fundo do poço era onde eu me encontrava, e não era difícil entender o motivo. 

Sai do estado de transe assim que ouvi a porta sendo aberta. Rapidamente me sentei e fiquei encarando minha frente, onde vi o homem entrar e tranca-lá novamente. 

- E então S/n, gostou de onde acordou? - disse ele, se aproximando da cama. 

- Você me trouxe? 

- Sim. - se sentou do meu lado e levou sua mão até meu pescoço, onde tirou meu cabelo da frente. - O sofá só tem utilidade para algumas coisas, se é que me entende. - sorriu malicioso e depositou um beijo molhado no meu pescoço. Mordi meu lábio inferior para não soltar nenhum gemido. 

- E..Eu preciso ir pra aula. - gaguejei, sendo totalmente aleatória, na intenção fazê-lo parar. 

- Eu sei, mas hoje você fica. 

- Chanyeol, eu não posso. 

- Mais uma vez você quer passar por cima das minhas palvras. - Riu debochado e me olhou sério. - Se eu disse que você vai ficar é porque estou mandando. 

- De..desculpe...

- Você fala muito isso, mas sempre repete o mesmo erro. - me deitou e fez mesmo, ficando do lado do meu corpo, apoiado em seu braço direito. - Entenda S/n, a única pessoa que pode mandar aqui, sou eu. Você deve respeito a mim, e mais ninguém. - passou os dedos por minhas bochechas e acariciou meu queixo, se curvando e selando seus labios com os meus. - Entendido? 

- Sim... - olhei dentro de seus olhos e vi um sorriso indecifrável se formar em seus lábios. 

- Eu amo vê-la assim, com medo... - pousou suas mãos em minha cintura e começou a alisar, de baixo para cima. - Você me chama de louco, e eu talvez seja mesmo. Sinto prazer em ver dor e desespero; gosto de ouvir os gritos de 'Socorro' de meninas indefesas, que por ventura, cruzam caminho comigo. Mas olha, você tem se feito resistente, e confesso que isso está mexendo comigo - Meu peito subia e descia rapidamente depois de ouvir as últimas palavras. Então ele também sentia algo? - Sinto que vou explodir se não provar do seu desespero, eu preciso senti-lo... - por fim, senti seus lábios envolverem os meus em um beijo quente. Sua língua brincava com a minha e nossa sincronização estava perfeita. Seus dedos fizeram caminho até meu queixo, onde o homem ergueu um pouco e desceus os beijos para o pescoço. Ele mordia e dava fortes chupões, que definitivamente marcariam. 

Depois de um curto tempo marcando minha pele, ele separou seu corpo do meu e se sentou do meu lado.

- Sabe para que fiz isso? - perguntou, se referindo as marcas e passando os dedos por cima. Neguei com a cabeça e ele sorriu. - É para que saibam que você é minha. 

Minha expressão era de incredulidade, ele sorriu mais uma vez e se levantou. Indo para fora do cômodo e trancando a porta mais uma vez. 

Eu não posso amar um psicopata, mas não existem regras para amar, ou existem? Eu não ligo, já é tarde de mais para concertar meu erro. 

Eu não te culpo, vim parar aqui sozinha. 


Notas Finais


Hmmmm S/n apaixonadinha

Tchau amores ❤


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