História Privacy - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Karim Benzema, Marcelo Vieira
Visualizações 141
Palavras 1.677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie... Ainda não acredito que estou iniciando mais uma nova história. Eu sei que tenho outras histórias e qua algumas dels estão parada no tempo precisando urgentemente de atualização, mas eu me segurei demais... demais demais a ponto de não conseguir mais esperar pra postar ela pra vocês. Espero sinceramente que curtam essa fic e se divirtam tanto quanto eu que estou aqui escrevendo-a.
Boa leitura...
Beijos da Jujuba <333

Capítulo 1 - Um


Fanfic / Fanfiction Privacy - Capítulo 1 - Um

CAPÍTULO UM

 Lyon, França

P.O.V Karim Benzema

As luzes do local piscavam em sincronia com as batidas do som. Era aquela batida de hip-hop que eu tanto gostava. As correntes em dourado caiam entre as passagens completava a parte sensual da casa noturna. Aquilo era o paraíso, ou melhor, era o inferno prazeroso que qualquer homem da face da terra queria estar. Meus olhos percorreram sem pressa por todo ambiente. Os homens mais velhos também estavam presentes e geralmente usavam o espaço para resolverem questões comerciais, assim se sentando ao fundo, um lugar reservado, onde eram delimitados por mais correntes douradas e variedades de garrafas de uísque.  Entre os meios e os cantos do grande salão aconteciam pequenas performances entre danças sensuais com alguns objetos, entre facas, gaiolas e chicotes ou até mesmo um agradável serviço com direito a doses de álcool destinadas direto na boca. Mas nunca seria tão atraente e provocador quanto à parte da frente. O palco da casa noturna, onde as luzes vermelhas eram sempre apontadas direcionando os olhares de todos enquanto notificava o inicio do grande espetáculo da noite.

Grande parte dos rapazes com quem vi estavam se deliciando ao terem em seus rostos a carne quente dos seios das dançarinas, que ali se esfregavam enquanto me concentrava com a ruiva que rebolava sobre meu colo sem ter nenhuma intenção de parar.

-Eu avisei. –Bass riu enfiando notas de dinheiro dentro do sutiã de uma das mulheres que descia bebida em sua boca. –Isso aqui é o inferno. Elas só podem ser o diabo tentando me conquistar.

Não estava em condição de responder Bass. Minha boca tinha se ocupado no gracioso pescoço da ruiva que me controlava com sua gostosa fricção. Aquela calcinha enterrada quase na minha cara era uma tortura a parte.

Gressy não estava tão diferente de mim. Tinha o par de seios da loira em sua boca como se nunca tivesse tido aquilo em sua vida.

Eu ri.

Todos riram com a euforia dele.

Gressy levantou seu dedo do meio para todos ali e logo o afundo para dentro da boca da loira que o chupou pornograficamente.

Esse era o mundo que nos rodeavam. E claro, o que a minha carreira contribuía generosamente para que isso aconteça. Ostentávamos. Muito. A vida que levo permite que eu me mantenha assim. Máquinas absurdas, roupas de marca, bonés de grifes, uma vida altamente cara. E estar em uma casa noturna faz parte de todo um pacote sobre gastar dinheiro com pura satisfação.

As pessoas sabiam disso. Nunca me preocupei em esconder isso de alguém. E digo particularmente das mulheres que habitavam esse ambiente em busca de presas. Algumas queriam dinheiro e poder e ali era um local quase certo para se ter aquilo de maneira rápida. Um belo ambiente para caça ou para o  caçador.

Retirei a bela ruiva do meu colo antes que fosse tarde ou toda minha parte que estava recebendo a vibração de sua cintura ficaria úmida. Sua língua lambeu meu rosto e suas unhas desceram gostosas pelo meu braço.

-Pode me ter a noite inteira se quiser, é claro. –sussurrou em meu pescoço.

-Sei que posso. Eu sempre posso. -bati sem intenção em ser sutil sobre sua bunda e me afastei.

Percorri cruzando quase todo o salão em busca do balcão. Jeremy, uns dos meus amigos que me acompanhava na noite se juntou a mim até as bebidas.

-Isso é uma loucura.

-Mulher é uma loucura. –avisei.

-Precisamos vir aqui mais vezes. –ele virou a pequena dose inteira na boca. –Por Allah, Karim... Isso é algo celestial. Me faz sentir com se conhecesse uma prévia do paraíso que Maomé tem preparado para mim com as minhas 72 mulheres virgens.

Ri.

-72 mulheres virgens são para homens bombas, Jeremy.

-E como não ser com todo esse acervo aqui, man. Estamos em campo minado. Difícil, não?

-Muito difícil. –concordei.

As luzes do ambiente de apagaram e logo na frente, onde estava instalado o palco principal as luzes vermelhas refletiram por todo o espaço.

Era o melhor da noite se iniciando.

-Eu não vou perder isso.

Jeremy pegou seu copo do balcão e avançou para o espaço próximo ao palco onde Gressy, Farid e Bass estavam. Fiz o mesmo.

As luzes que antes estavam vermelhas se converteram para luzes baixa em tons amarelados. Um bastão cumprido surgir por debaixo do palco. Sinal claro que teríamos uma dançaria e um pole dance como atração principal da noite. Depositei meu corpo em uma das largas poltronas e esperei ansioso pelo show.

Logo ela apareceu. A luz tocou seu corpo relevando suas curvas. As pequenas peças que cobriam seu corpo brilhavam tanto quanto seu corpo. Seu rosto estava coberto por uma máscara preta deixando-a incrivelmente misteriosa. A dançarina caminhou graciosa até o bastão de ferro antes de segurá-lo. Seu corpo contornou o mastro e todos viram a preciosidade daquela bunda quase toda a mostra. Mordi meu lábio inferior inconscientemente. Estava começando a entender porque era a grande atração da noite.  

Ela agachou apoiando suas mãos sobre o joelho e se empinou primorosa quando levantou. Agarrou o mastro e agachou novamente, sem pressa alguma, fazendo com que tivéssemos olhos apenas pelo seu maravilhoso traseiro. O sangue começou a fluir mais rápido para o meio das minhas pernas e minhas mãos se fecharam sobre a lateral da poltrona. Foi então que ela agachou de frente e lambeu sem sofrimento a base de metal.

Os gritos preencheram o ambiente enquanto algumas notas começavam a preencher o chão do palco principal.

Uma de suas pernas se esticou para o alto apresentando uma cena curiosa e altamente sensual. Sua barriga tocou o metal e por céus, eu precisava me lembrar de  pedir a Allah para me transformar  em um bastão de pole dance na próxima vida. Seu corpo se deitou sobre o chão e o bastão que antes tocava sua barriga agora permaneceu entre suas pernas. Seus belos pares de pernas. Suas mãos envolveram o metal e seu corpo girou. Girou, girou e caiu delicada sobre o chão do palco. Seu corpo serpenteou no assoalho aproximando-se da ponta. Bass tentou afundar inúmeras notas entre o seio da mulher que não aderiu bem à ideia de ser tocada e lhe bateu com os fios ondulados do cabelo.

Aquilo levou a plateia ao delírio. Inclusive eu.

Sua cabeça rodou fazendo seus cabelos acompanharem seu movimento. Ela se aproximou ainda mais, quase na minha direção e se arreganhou. Meu queixo despencou. Não tive forças em qualquer lugar do corpo para me manter de pé. Exceto, é claro, o que pulsava forte entre minhas pernas pedindo por urgência por uma atenção.

Mais notas voaram sobre a mulher. Dessa vez fiz questão de pendurar algumas sobre a tira fina da lateral de sua calcinha. Seus olhos se aproximaram do meu rosto. Lambi os lábios em expectativas. Eles estavam cuidadosamente misteriosos e por um segundo me questionei se deveria ser pela mascara que cobria seu rosto ou se eram exatamente assim.

-Não tem permissão para tocar aqui, querido. –suas mãos tiraram minhas notas sobre sua cintura e despejou de volta sobre mim.

Jeremy, Gressy, Farid e Bass e os demais caíram na gargalha. Não sei qual era a da mulher mascarada, mas ela era diferente das outras que presenciei naquele palco.  Ah se era.

-A atração da festa é você, baby. –Bass gritou, empolgado.

-Eu sei, querido. E você... –balançou um indicador safado na minha direção. –Não toque no que não é seu.

-Quanto é então para você ser minha  essa noite? –questionei sem tirar meus olhos dos seus.

Os gritos de protesto pela pausa da dança começaram a aparecer. Ela sorriu perversa e me mostrou seu dedo do medo como resposta.

-Porra, Karim. –senti os tapas leves do meu irmão Farid sobre minhas costas. –Para de atrasar o show.

-Vamos gracinha. –um homem do outro lado gritou, apressado. –Rebola sua bunda gostosa ai, vai?!

Seus olhos deixaram os meus e fitaram o homem que tinha acabado de gritar. Suas mãos fizeram algum sinal para o homem que tinha metade do corpo para fora da cortina e todas as luzes se acenderam.

-O QUE? –Jeremy levantou da poltrona erguendo as mãos para cima. –A DANÇA ACABOU?

Voltei meu olhar ao palco e ela já não estava mais lá.

O show tinha acabado.

-Sabe que isso é culpa sua, não sabe? –Gressy bateu em meu peito antes de afastar junto ao Bass.

-Meu? Todo mundo estava jogando dinheiro. Eu só quis ajudar ela a evitar esforços em ter que agachar àquela traseira no palco depois para recolher todo aquele dinheiro sozinha.

-Evitar esforços? Ah, vai se ferrar. –foi à vez de Jeremy se retirar.

-Qual é o problema deles?

-Você acabou com o show. -Farid esclareceu.

-Eu não. Aquele rapaz ali. –apontei para o rapaz que estava sendo retirado do local pelo os outros pagantes do show.

-Você contribuiu, Karim.

-Ela é uma dançarina, Farid. Então só fiz o que sempre faço. O que todos fazem. Inclusive você. –apontei o dedo firme em seu peito.

-Você tem razão em dizer que ela é uma dançaria, mas ela não é uma dançaria qualquer da casa. É isso que você tem que saber. Ela é a estrela da casa. Não é só a atração da noite. Ela é a atração em qualquer dia da semana. –piscou seu olhar, afirmando. -Ah, você deveria saber que Serena é a única mulher daqui que não está disponível para os marmanjos.

-É a mulher do dono da casa? –perguntei irônico.

-Nenhum homem coloca amostra sua peça de carne na vitrine. Não sei o que ela é, mas não é a mulher do dono da casa. Deve ser a privilegiada ou algo parecido.

-E como você sabe disso?

Ele riu, glorioso.

-Não pense você que foi o único a querer pagar para ter uma noite com ela. O nome dela não condiz nada com sua personalidade. Serena. –o nome da dançarina correu com gosto sobre sua boca e logo ele gargalhou. –De serena ela não tem nada. Aquilo é o diabo em pessoa. 

 


Notas Finais


Oie...
Então, o que acharam? Estou bastante curiosa e apreensiva para saber a opinião de vocês...


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