História You're My Wonderwall - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Capitão América
Personagens James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Nick Fury, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers
Tags Bucky Barnes, Capitão América, Marvel, Sebastian Stan, Soldado Invernal, Viuva Negra, Winter Soldier
Visualizações 133
Palavras 3.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI GENTE!
Então, aconteceram vários problemas na vida de novo (problemas que não valem a pena serem mencionados) eu fiquei muito doente mas agora voltei pra terminar a fic.
Eu disse que não importa quanto tempo passe eu não vou abandonar a fic pois não acho justo com quem gosta e acompanha a história.
Pensei em dividir esse capítulo em dois mas como faz muito tempo que não posto deixei ele bem grande mesmo. Aproveitem e obrigada pelas mensagens de preocupação, eu estou bem agora.

Capítulo 21 - Minha Pequena


Fanfic / Fanfiction You're My Wonderwall - Capítulo 21 - Minha Pequena

Aquela semana se passou de uma maneira calma mas eu estava ficando inquieta, não tive nenhuma memória sobre o paradeiro do livro e a cada minuto achava que Tracy e John viriam atrás de nós. Além dos dois ainda tínhamos a Hidra no nosso pé, Steve achava que Ossos Cruzados estava morto mas não tinha como ter certeza já que um prédio caiu em cima dele mas nenhum corpo foi encontrado.

Durante uma tarde convenci todos a irem comigo na cachoeira que ficava ao lado da casa, eu queria um momento normal no meio de aquela confusão, queria aproveitar a companhia de todos enquanto ainda podia.

-Ainda está com medo? – Steve disse se sentando do meu lado e ficamos observando Nat, Bucky e Sam nadando nas águas transparentes da cachoeira.

-Sim. Tenho a sensação que um de nós não vai sair vivo dessa, que eu e ele vamos ser separados de novo. – Steve passou o braço ao redor do meu ombro e me senti grata, eu sabia que Bucky estava com medo também, ele fazia o possível pra não demonstrar, mas eu sabia a verdade.

-Essa sensação é só por causa das coisas que aconteceram antes. Vai ficar tudo bem. –Steve tirou a mão do meu ombro e começou a procurar algo no bolso.

-Isso é seu. – Ele colocou o colar que John me deu na palma da minha mão e senti meu coração acelerar, aquela pedra preta era tão familiar que não consegui conter as lágrimas quando a vi.

-Obrigada, Steve. – Eu o abracei e disse no seu ouvido. – Eu amo você.

-Eu também pequena. – Ele resolveu se juntar aos outros na parte do meio da cachoeira e fiquei por alguns minutos absorvendo toda aquela felicidade, as coisas estavam bem demais, isso era o mais estranho.

Foi então que senti uma súbita vontade de entrar na cachoeira, eu não sabia nadar mas senti um impulso incontrolável de entrar. Pensei em ignorar aquela sensação, mas depois de tudo que aconteceu eu acabei aprendendo uma coisa: nunca ignore seus instintos.

Enquanto todos estavam distraídos na parte central da cachoeira eu caminhei até uma parte um pouco mais afastada e não pensei duas vezes, me joguei. Fiquei um pouco embaixo da água até começar a pensar que isso tinha sido uma atitude muito idiota e impensada, mas quando tentei voltar pra superfície meu pé foi puxado por alguma coisa. Estava preso, meu pé estava preso em alguma coisa.

“Merda, merda, merda”

Tentei com todas as forças soltar meu pé mas nada funcionava. O desespero começou e com ele a falta de ar. Me debati tentando fazer com que a água se agitasse e alguém percebesse que eu estava ali mas o cansaço só piorava com a falta de oxigênio. Segurei a pedra do colar que estava no meu peito com força e pedi ajuda pra qualquer coisa que pudesse me ajudar. No momento em que engoli água e que achei que não fosse conseguir segurar mais minha respiração a lembrança veio.

Foi tão natural. Minha visão se embaçou e vi exatamente o lugar onde o livro estava, era uma gruta, uma espécie de caverna escura e imediatamente soube o lugar.

Fui acordada pela água subindo pela minha garganta, meus pulmões queimando e cercada por quatro pessoas muito preocupadas.

-Bruna? – Disse Bucky segurando meu rosto enquanto eu recuperava o fôlego.

-Está tudo bem. – Disse e todos soltaram um suspiro de alívio, todos menos Bucky.

-QUE MERDA FOI ESSA? – Ele gritou me assustei.

-Eu... eu senti vontade de entrar. – Eu sabia que ele ficaria muito bravo e era ainda mais difícil explicar.

-Você sabe nadar por acaso? – Ele saiu de perto de mim e Nat me ajudou a ficar sentada. – Já não basta estarem tentando te matar? Você precisa tentar fazer isso sozinha?

-O QUE? EU NÃO ESTAVA TENTANDO ME MATAR, VOCÊ PODE ME OUVIR POR 2 MINUTOS? – Essa era a primeira vez que gritava com ele que claramente não esperava por isso já que me olhou com aqueles malditos olhos claros esbugalhados.

-Fale. – Ele passou a mão pela testa tentando recuperar a calma.

-Eu sei onde o livro está. – Todos me olharam assustados. – Antes de perder a consciência eu lembrei, está na Irlanda.

-Tem certeza disso? – Nat perguntou e notei que já estava ficando escuro.

-Temos que arrumar nossas coisas e ir pra lá, podemos fazer isso amanhã cedo. – Steve disse levando Nat e Sam pra longe mas todos sabiam que ele tinha feito isso pra me deixar sozinha com o Bucky.

-Você não podia ter feito isso. – Bucky disse ainda irritado.

-Você me ouviu? – Falei me levantando e batendo no peito tentando acalmar a dor. – Eu sei onde o livro está.

Ele me puxou pelo pulso com força fazendo com que me assustasse e olhou a marca que Tracy e John tinham feito pra tirar meu sangue.

-Eu não me importo. Você podia ter morrido... De novo.

-Se você queria fazer com eu me sentisse culpada, conseguiu. – Olhei pra ele chorando. – Você não se importa? Eu sim. Essa é a nossa melhor chance de parar com isso, se você aguenta viver outra vida desse jeito, saiba que eu não consigo. – Falei soluçando pra ele que ainda segurava meu pulso.

-Nós vamos parar isso, mas não quero você se colocando em perigo por causa desse livro, se fizer isso de novo... – Ele deu uma pausa antes de falar. – Eu nunca vou te perdoar.

-Você fala isso porque parou de lembrar das nossas vidas anteriores. Me solte, eu quero ir pra casa. – Ele soltou e comecei a caminhar em direção a casa mas ele entrou na minha frente.

-O que você viu? – Ele disse sério.

-Nada demais. – Dei um passo mas bati no peito dele que não se moveu.

-Bruna. – Ele usou um tom autoritário igual ao da idade média.

-Eu não posso dizer. – Falei tentando desviar do corpo dele que me encostou em uma árvore do lado e por deus, seu cheiro era tão bom.

-Você sabe que não vai conseguir sair daqui então não me faça repetir a pergunta. – Ele não tirava os olhos de mim e estava tão perto que podia sentir o calor que emanava do corpo dele.

-Eu vi como Tracy me matou na idade média. – Quando disse isso ele fechou os olhos, eu sabia que ele já tinha visto mas me recusei a comentar porque doía demais lembrar.

-Nunca quis que lembrasse disso. – Ele me abraçou e eu desabei.

 

-Me diga onde está o livro. – Ela disse calmamente enquanto me mostrava um punhal.

-Não. – Alguém ia me salvar, alguém ia aparecer, eu tinha certeza.

-Você acha que eu não sei sobre essa criança crescendo dentro de você? – Ela apontou pra minha barriga e senti um frio na espinha. Coloquei as mãos na barriga em uma tentativa inútil de proteger a criança.

-Por que você não esquece isso? Você é minha irmã, por favor. – Implorei pra ela que sorriu.

-ME DIGA ONDE ESTÁ O LIVRO OU EU ARRANCO ESSE BEBÊ DA SUA BARRIGA!

Eu não podia falar, eu não podia. Isso era maior do que eu, Benjamin e até o bebê. Ela se aproximou com mais raiva nos olhos do que eu jamais tinha visto, eu tentei me defender mas ela torceu meu braço. Foi quando senti algo gelado na barriga.

-Não. – Disse chorando e senti uma dor enorme. – Coloquei a mão na barriga e quando olhei ela estava banhada de sangue.

-Eu não vou conseguir o livro mas você não vai ficar com o Benjamin e com esse maldito bebê. – Ela deu outro golpe na minha barriga sorrindo e eu gritei.

Caí no chão de terra batida quase desmaiada e ainda senti ela desferir outro golpe na minha barriga antes de sair.

“Eu vou morrer” pensei naquele lugar escuro e frio fechando os olhos mas fui acordada por uma voz familiar.

-Minha pequena. – Abri os olhos e vi Benjamin na minha frente, quando olhei pra ele meu coração se partiu. Ele estava com vários cortes pelo corpo e estava sangrando muito.

-Não, não, não. Isso não está acontecendo. – Senti as lágrimas descendo pelo meu rosto e ele caiu do meu lado já sem forças pra ficar em pé.

-Me desculpe. – Ele me abraçou no chão e ficamos deitados até que eu conseguisse falar alguma coisa.

-Não é culpa sua. Você encontrou minha irmã antes de chegar? – Perguntei receosa.

-Sim, os homens dela estão mortos e deixei ela muito ferida. Não vai conseguir ir muito longe naquele estado. – Ele beijou o topo da minha testa e eu realmente senti pena por ela, mas ao mesmo tempo estava aliviada por saber que ela não poderia fazer nenhum mal pra ninguém.

-Benjamin... –Tentei falar sobre o bebê, mas as palavras não saiam, eu achava que ele não sabia que eu estava grávida.

-Eu sei. – Ele colocou a mão sobre minha barriga e vi a poça de sangue que tinha se formado no chão, nosso sangue.

-Nosso bebê... – Falei soluçando e quando ergui minha cabeça que estava apoiada no seu peito pra olhar pra ele vi duas lágrimas solitárias escorrendo pelo seu rosto. Soube que ele também estava morrendo quando o sangue começou a escorrer pelo canto da boca dele.

-Eu amo você. – Ele disse com a voz fraca antes de fechar os olhos ainda com a mão na minha barriga.

Eu não tinha mais forças também, já não senti mais dor e antes que a escuridão tomasse completamente meu corpo ainda ouvi ele dizer:

-Isso não termina aqui.

 

-Ela tirou vocês de mim. – Disse enquanto afundava minha cabeça no peito do Bucky.

-Calma, já passou. – Ele segurou meu rosto entre as mãos. – Eu não vou deixar eles tocarem em você, confie em mim.

-Me prometa que não vai morrer. – Disse pra ele que sorriu.

-Prometo. – Ele beijou minha testa.

A lua estava cheia e linda, então resolvemos ficar um pouco sentados na grama. Eu estava sentada no colo dele que tinha colocado sua jaqueta em mim por causa do vento, depois de algum tempo eu me acalmei com a esperança de que dessa vez as coisas serão diferentes.

Bucky estava tão lindo, banhado pela luz prateada da lua com seus olhos claros brilhando e a barba que há algum tempo ele não fazia. Seu cabelo comprido estava colocado pra trás e suas mãos grandes com as veias saltadas estavam apoiadas na minha perna.

-Ainda me surpreendo com a sua capacidade de não sentir frio. – Disse pra ele que estava sem camisa e tranquilo, já eu com a jaqueta dele não conseguia evitar a tremedeira de vez em quando.

-Eu já te disse, fui obrigado a me acostumar com ele. – Ele sorriu. – Sobre o bebê, não se preocupe, quando você quiser um filho ou filha...Eu estarei aqui.

Eu sorri e levantei do colo dele quando lembrei que nunca tinha reparado nas suas costas.

-O que vai fazer? – Ele estava confuso quando me coloquei atrás dele.

-Nunca tive tempo de reparar nas suas costas. – Disse começando a passar os dedos pelas inúmeras cicatrizes nas costas dele, eram de todos os tamanhos e espessuras.

-Bonitas, né? – Ele disse se referindo as cicatrizes.

-Eu posso ter sofrido, mas você sofreu muito mais que eu. – Falei ainda sentindo os cortes e tentando imaginar todos os lugares por onde ele andou e o que foi obrigado a fazer. No meio desses pensamentos senti a pele dele se arrepiar e sorri.

-Pare. – Ele sussurrou olhando pra o céu e fechando os olhos.

-Por que? Você não gosta do meu toque? Talvez isso seja melhor. – Dei uma pequena mordida no ombro dele que me jogou na grama e ficou por cima de mim.

-Essa é toda força que você tem pra me dar uma mordida? – Ele riu. – Minha vez. – Ele mordeu meu pescoço com força fazendo com que arqueasse meu corpo pra trás, aquilo doía e tentei afastá-lo mas ao mesmo tempo era tão bom.

-Você é mau. – Disse pra ele passando a mão no local da mordida.

-Sim, eu sou. – Ele ainda estava em cima de mim e me olhava sério. – Admita que essa é sua parte favorita em mim.

-Não seja tão convencido. – Nós rimos. – Sobre o bebê... – Passei a mão pelo rosto dele. – Quando toda essa confusão passar, eu quero, quero muito.

Eu o beijei de um jeito calmo e doce, quando parei ele me beijou de volta do jeito forte e agressivo dele, passei meus dedos na nunca dele e agarrei seus cabelos enquanto uma das mãos dele apertava minha cintura e a outra subia o vestido pela minha perna.

-Bucky, vamos fazer isso aqui? – Estava noite mas estávamos no meio da floresta ao lado de uma cachoeira.

-Não vai chegar ninguém. – Ele disse apressado baixando as alças do meu vestido. –E eu não posso esperar. – Ele abocanhou um dos meus seios e me segurei pra não gemer alto.

Pra falar a verdade eu não podia esperar também, eu queria ele, ali e naquela hora.

-Espere, deite. – Disse pra ele que parou por um instante mas se deitou. – Quero fazer uma coisa.

Eu tirei a calça dele e segurei seu membro com a mão, quando lambi vi ele jogar a cabeça pra trás e fechas as mãos em punhos, isso era divertido.

-Puta merda. – Ele sussurrou rouco quando comecei a chupar e ele segurou meu cabelo guiando meus movimentos. Fiquei um tempo fazendo isso e sentindo os arrepios no corpo dele, os tremores e aquilo era melhor do que eu tinha pensado, provocar essas sensações nele me deixava excitada também.

Quando parei ele me beijou e sorriu ainda ofegante, Bucky não precisou tirar meu vestido, ele estava com tanta pressa que apenas levantou meu vestido até a cintura e me penetrou sem aviso. Eu gritei e agarrei a grama com as mãos quando ele começou a se mover rápido e segurou meu cabelo pela parte de trás enquanto seu corpo me mantinha imóvel, exatamente onde ele queria.

Bucky tinha um poder incrível sobre mim, eu sentia prazer no ritmo dele e não demorou muito pra chegar no meu limite e sentir meu corpo estremecer nos braços dele, ele sorriu e mordeu meu pescoço e ombros. Soube que ele estava quase chegando lá quando apertou as mãos na minha cintura e senti sua respiração ficar ofegante.

Depois que terminou ele deu sua jaqueta de novo e eu me deitei na grama de lado, ele se deitou de costas pra mim e afundou o rosto no meu pescoço.

-Isso é real agora, não é? – Eu fiquei de frente pra ele e enterrei meu rosto no seu peito.

-Precisamos acabar com isso se quisermos viver nossa história direito, pelo menos uma vez. – Eu não aguentaria nascer nesse mundo de novo só pra passar por isso, precisava pegar esse livro e entregar ao Fury pra sempre.

-Desculpe ter gritado quando te tirei da água. – Ele disse passando a mão pelos meus cabelos.

-Está tudo bem, eu quase me matei, você tinha um ponto. – Disse fazendo ele rir.

-Vamos arrumar as coisas? – Bucky disse e eu assenti, fomos pra casa e quando todos estavam concentrados arrumando as coisas resolvi fazer algo pra comer. Antes de começar ouvi um grito de criança vindo do começo da floresta, sai correndo em direção ao som mas não encontrei nada.

-Como você pode ser tão burra? – Ossos cruzados estava na minha frente segurando uma faca e com o rosto completamente desfigurado.

Tentei correr mas ele me alcançou me segurando pelo pescoço com a mão me fazendo soltar um grito.

-Isso grite, chame seu namoradinho. – Ele disse no meu ouvido e segurou a faca na frente do meu pescoço.

-Solte ela. – Ouvi a voz rouca do Bucky atrás de nós e ele me virou de frente pra ele.

-Olha o que temos aqui, o traidor. – Ele cuspiu no chão, Bucky estava usando um boné então eu não conseguia ver seus olhos. – Está vendo meu rosto? ISSO TAMBÉM É CULPA SUA! – Ele gritou e apertou mais a mão no meu pescoço.

-Sim, eu sei. Então porque não resolve isso comigo? Deixe ela fora disso. – Bucky estava tão calmo e soltava as palavras lentamente.

-Eu nunca imaginei que você, justo você, fosse largar tudo por causa de uma garota. –Ele riu. – Ela é tão cheirosa, não é? – Ele cheirou meu pescoço e soltei um som de repulsa.

-Calma. – Bucky disse olhando pra Ossos Cruzados mas eu sabia que ele estava falando pra mim.

-Eu entendo o seu interesse por ela, você deve se sentir o máximo perto de alguém tão frágil. – Bucky deu um passo na nossa direção e como resposta Ossos Cruzados enfiou a faca no meu braço e eu soltei um grito.

Bucky parou de se mover e minhas pernas já não pareciam capazes de sustentar meu corpo por causa da dor, o sangue que escorria pelo meu braço começou a cair no chão quando Nat apareceu e ficou do lado do Bucky.

-Se der mais um passo o próximo corte vai ser no pescoço dela. – A mão dele no meu pescoço começou a pressionar mais me fazendo tossir. –Tire o boné. – Ele apontou para a cabeça do Bucky. – Quero ver a expressão nos seus olhos quando eu a matar.

-Acho que não. – Bucky disse quando o escudo do Steve bateu na mão em a faca estava fazendo que ele a derrubasse no chão. Bucky pegou a faca e enfiou no braço do ossos cruzados fazendo com que ele soltasse meu pescoço eu gritei com aquela cena horrível do sangue jorrando do braço dele quando Bucky me puxou pelo braço que não estava machucado e me jogou pra longe.

Eu caí no chão e Nat veio ao meu encontro, Bucky não tinha me olhado nenhuma vez mas eu não tinha tempo para pensar nisso, meu corpo estava tremendo de dor e não parava de sair sangue do corte no meu braço.

-Você está pálida. – Nat disse se ajoelhando na minha frente, na verdade eu sentia que ia desmaiar a qualquer momento.

-Tire ela daqui. – Bucky disse pra Nat e só de demorarmos alguns segundos ele já ficou bravo. – Agora.

 

 

 

 


Notas Finais


Bucky tá bravíssimo, eita


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