História You're on top of the world again - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jake Bugg
Tags Jake Bugg, Romance
Visualizações 8
Palavras 768
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem :)

Capítulo 2 - Capítulo II


Acordei com o barulho da rua e Tom já não estava mais no quarto. Ele parecia ser uma pessoa que saia bastante, o que é muito bom, pois eu amo ficar em casa e sozinha. Levantei ainda meio sonolenta e fui até o banheiro tomar banho. Depois que sai, sentei na cama e Tom abriu a porta do quarto carregando uma sacola branca.

            -Olá! Trouxe café – disse animado.

            -Nossa, brigada

            Sentamos na pequena mesa que ficava perto da porta e começamos a comer.

            -Então... – disse Tom pensando em algum assunto – Quantos anos você tem mesmo?

            -Quinze, vou começar o primeiro ano daqui a uma semana. E você?

            -Dezesseis

            Depois de comer, fui ensaiar algumas músicas antes de ir ao pub caso eles quisessem que eu tocasse algo. Preparei um repertório com algumas daquelas músicas que ninguém mais aguenta ouvir, pois é isso que estão sempre tocando na maioria dos pubs em que já fui. Tom ficou me vendo ensaiar enquanto lia alguma coisa no celular. Depois de ensaiar, botei meu violão nas costas e saí a procura de um prédio verde escuro.

            Não precisei caminhar muito para encontrar um pequeno pub com um anúncio de “precisamos de gente pra tocar”. No momento em que adentrei no prédio, me deparei com um pub escuro com cheiro de álcool e fumaça de cigarro no ar. Havia algumas pessoas espalhadas pelo pub falando e rindo e bem lá no fundo, um pequeno palco mal iluminado. Fui até o homem que estava servindo as bebidas, um homem grisalho que estava usando um avental e uma camisa social branca e aparentava ser levemente ranzinza.

            -Olá senhor, vi que vocês precisam de alguém pra tocar e...

            -Fale com Harry – ele me interrompeu apontando para uma mesa.

            Na mesa, um senhor com uma barba branca, um colete estilo motoqueiro, um óculos escuro e um boné estava sentado bebendo cerveja.

            -Ok, obrigado.

            Me dirigi até o tal de Harry aproveitando para analisar um pouco mais o local: o chão preto e branco tinha algumas marcas de sapato e o pub até que estava bem ativo para o horário.

            -Olá, eu vi que vocês estão precisando de alguém pra tocar e eu...

            -Sente-se – fui interrompida novamente. Nossa, as pessoas aqui não tem nem paciência pra esperar os outros acabarem de falar. – então menina, a quanto tempo você toca? Preciso de alguém que toque bem, sabe, não aceito mediocridade no meu bar.

            -Eu toco desde os doze anos. A princípio posso tocar qualquer tipo de música. – disse tentando transmitir confiança.

            -Hmmm tá. Me diga menina, de onde você é?

            -Sou do Brasil, cheguei ontem aqui em Liverpool.

            -Do Brasil?! Por que não me disse isso antes?! Você poderia tocar músicas brasileiras? Podem ser as mais clássicas e podem até ser chatas, mas seria muito legal.

            -Claro!

            -Está contratada então. As noites de música ao vivo são quarta, sexta e sábado das 20:00 as 22:00. Não se atrase.

            -Nossa, obrigado mesmo, de verdade. Sério, obrigada – fiquei tão feliz que só consegui pronunciar a palavra “obrigada”.

            Ele riu.

            -Tá bom guria, não precisa agradecer. Agora vai pra sua casa. – ele se levantou e deu dois tapinhas leves em minhas costas.

            -Tenha um bom dia! – disse enquanto abria a porta do pub.

            Não imaginei que seria tão fácil. Eles deviam estar com bastante dificuldade de achar alguém mesmo para me contratarem tão rápido assim. Comecei a caminhar em direção ao apartamento e devo admitir que por um momento fiquei com um pouco de medo. A rua estava completamente vazia e o céu nublado, não se ouvia nenhum barulho além de meus passos e eu caminhava olhando para baixo. Até que me arrependi de estar tão desligada ao tropeçar em um buraco na calçada e cair no chão deixando todas as minhas folhas de partituras caírem no chão. No mesmo momento, uma figura de preto que não tinha notado a presença, veio em minha direção e começou a me ajudar a juntar as folhas.

            -Você está bem? – ele pergunta.

            Comecei a observar seu rosto: era um menino de olhos azuis e pele muito branca. Ele usava um casaco preto, uma calça jeans e um sapato preto. Fiquei o observando tão perdida em seus olhos azuis que esqueci que estava sentada no chão encarando um cara desconhecido que tinha acabado de me fazer uma pergunta que eu não respondi, então rapidamente levantei e peguei meu violão.

            -Sim, obrigada pela ajuda – respondi pegando as partituras de sua mão.

            Ele sorri para mim, e que sorriso lindo, e vai embora. Eu então me pego parada no meio da calçada com um sorriso bobo no rosto.

            



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