História You're pretty fucking dope! - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Drama, Keana Marie, Lucy Vives, Romance, Shawn Mendes, Veronica Iglesias
Exibições 218
Palavras 1.852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi oi gente, como vocês estão? Espero que estejam bem!
Tá tudo meio corrido aqui, mas vim postar o capítulo rapidinho pra vocês e já nem lembro mais se tem algum recado pra da, então qualquer coisa eu falo depois kkkkk
Espero que vocês gostem! Erros ortográficos corrijo depois.

Capítulo 18 - Dont discard the possibility of my death


Point of view – Camila Cabello

– Aceita um? – Bea pergunta ao acender teu cigarro e eu apenas nego com a cabeça, ela então guarda o maço em seu bolso e volta a me encarar – É hoje que seu pai sai do hospital?

– Sim! – Digo um tanto entusiasmada. Estávamos no capô do meu carro olhando o céu enquanto ela fumava. Já passava das 15h30min e meu pai seria liberado as 17h00min – Ele sai daqui a pouco então assim que você terminar esse cigarro, eu vou para o hospital, ok?

– Ok... Mas agora que disse, eu vou demorar bastante com esse cigarro. – Ela diz e acaba arrancando um sorriso meu – Gosto do teu sorriso, você deveria sorrir mais.

– Digo o mesmo pra você.

– Ah... Não gosto muito do meu sorriso e também não tenho muitos motivos pra fazer isso. – Ela diz e eu consigo entendê-la perfeitamente – Mas como você e Lauren estão? Mais cedo no corredor parecia que vocês estavam discutindo.

– Ela só está com medo de eu voltar a usar drogas. – Digo e respiro fundo – Entendo a preocupação dela, mas às vezes enche o saco.

– Tenta relevar, porque aquela garota realmente te ama. – Ela olha em meus olhos e sorri, então da uma última tragada no cigarro e o joga fora – Terminei, mas podemos fingir que não por mais alguns minutos?

– Você é demais. – Sorrio com a expressão fofa que ela estava fazendo – Por cinco minutos contados.

– Ótimo! – Ela diz e volta a encarar o céu que hoje estava completamente aberto.

O silêncio maravilhoso nos permitia escutar toda a natureza ao nosso redor. Não ficávamos mais no estacionamento do colégio. Eu e Bea tínhamos conseguido nosso próprio lugar em uma floresta próxima que sempre nos trazia uma tranquilidade imensa e mal pegava sinal de celular. Passou-se um mês desde que eu a conheci e na mesma semana em que a conheci, ela me trouxe a este lugar e fizemos dele nosso. Ela é uma excelente companhia e me acalma demais! Não causa problema nenhum, sempre tenta me mostrar o lado bom e o melhor de tudo é que Lauren não sente ciúmes dela.

Lauren e eu estamos tentando manter uma “relação”, mas não está sendo fácil já que ela vem me cobrando muitas coisas das quais ela não tem direito. Entretanto, eu sempre tento relevar porque eu já aceitei que a amo e preciso dela. Ela costuma se tranquilizar mais quando sabe que eu estou com Shawn, Dinah ou Bea, mas quando eu estou sozinha ela falta morrer de medo de eu estar fazendo algo de errado e eu juro que não estou. Na verdade, estou até um pouco contente esses dias. Apesar de muita coisa está sendo extremamente complicado, meu pai finalmente vai receber alta hoje e eu tenho me esforçado bastante pra ser alguém melhor, só não sei se venho conseguindo.

– Acho que já deu o tempo. – Bea se levanta e em seguida me puxa para um abraço – Quando chegar em casa, não esqueça de me ligar e dizer como está seu pai.

– Pode deixar. – Aperto-a mais sobre meu corpo e sinto seu cheiro maravilhoso – Tome cuidado voltando pra casa.

– Você também! – Ela se distancia e caminha até seu carro, então entro no meu e juntas saímos da floresta.

[...]

–Espere, pai, eu esqueci meu celular no carro. – Digo ao notar que o aparelho não estava no meu bolso. Deixo papa encostado na porta de casa e volto correndo até o carro.

Destravo a porta do carro, entro no mesmo e procuro o maldito aparelho. Escuto um barulho insuportável de moto se aproximando e me irrito com aquilo. Ao finalmente achar o aparelho, coloco o mesmo no bolso e saio do carro. Fecho a porta do mesmo e a travo, o barulho de moto fica ainda mais próximo e acaba me estressando ainda mais. Assim que me viro novamente para o meu pai, a maldita moto passa bem atrás de mim e, segundos depois, ouço estalos altíssimos. Abaixo-me para me proteger, apavorada e completamente angustiada. A moto vai ficando cada vez mais distante, então me levanto rapidamente e corro até meu pai que estava deitado. Só quando chego perto dele que vejo a poça imensa de sangue espalhada por todo o lugar. De repente lágrimas começam a descer insanamente e eu sinto os braços de Lauren me envolverem... Sei que é ela pois escutei seus gritos logo após os tiros. Ela estava na porta de sua casa me esperando chegar para entrar na minha pois hoje dormiria comigo. Desabo no chão e entre gritos, lágrimas, soluços e desespero, vejo meu pai, que acabou de sair do hospital, morto na porta de sua própria casa.

Point of view – Lauren Jauregui

– Ela ainda está acordada? – Pergunto a Martha assim que entro na casa e ela apenas acena com a cabeça – Ok...

– Então eu já vou... – Ela diz ao colocar seu casaco e pegar sua bolsa – Qualquer coisa já sabe, não é? Ligue para a emergência e, em seguida, para mim. Boa noite, Lauren.

– Sei sim. – Digo tranquila – Boa noite Martha.

– Ah... E Lauren? – Ela diz e eu me viro para olhá-la, pois já estava na ponta da escada – Não se esqueça de dá-la o medicamento para que ela possa dormir assim que vocês terminarem a conversa. E também não a irrite, você sabe que ela não tem saúde pra isso!

– Eu sei e fique tranquila, ela irá dormir em breve.

– Ótimo! – Assim que Martha fecha a porta, subo as escadas correndo. Entro no quarto e, pela primeira vez em meses, vejo Camila acordada me esperando. Tiro meu casaco, deposito um beijo em sua testa, deixo minha mochila ao lado do puff e então me sento no mesmo.

– Boa noite, Camz, hoje o dia foi mais tranquilo que ontem. Tive prova de direito civil como eu lhe contei que teria e acho que me saí bem, mas não tenho certeza. Alycia e eu tivemos uma breve discussão porque eu não fui pra casa ontem, mas depois que eu expliquei que estudei aqui e não dormi propositalmente, ela entendeu e até me pediu desculpas porque sabe o quão importante é pra mim ficar do seu lado. Basicamente é isso... As aulas foram bem tranquilas e divertidas também! – Conto sobre meu dia e, finalmente, a vejo sorri – Como foi o seu dia?

– Exatamente da mesma forma de sempre... Remédios e mais remédios. – Ela diz e revira os olhos – Mas não estamos aqui pra falar sobre isso e como meu tempo é curto, porque eu já deveria estar dormindo, vamos parar de enrolar e falar sobre o que é realmente necessário.

– Ok... E o que seria isso?

– Você!

– Eu? – Franzo a testa sem entender ao que ela se referia.

– Sabe nosso combinado? Você não está o cumprindo, Lauren. – Ela diz chateada – Você tem que cumpri-lo ou irei parar de cumprir minha parte. Você sabe muito bem que minhas chances são poucas, mas você tem uma vida inteira pela frente então pare de desperdiça-la.

– Exatamente, Camz, eu tenho uma vida inteira pela frente, então não vai fazer diferença eu dormir aqui ou na minha casa. – Digo, chateada com o fato de ela não me entender – Eu quero ter certeza que você vai ficar bem porque você vai! Eu não aceito te perder!

– Eu realmente acho linda sua esperança, mas seja mais realista, Lolo, ou você ficará presa em mim até mesmo depois que eu morrer.

– Você não vai morrer! – Digo um pouco mais severa – Não diga isso de novo, Camila, porque não é verdade. Eu tenho me esforçado muito pra fazer tudo da certo e eu não posso deixar você desistir agora.

– Já tem 15 meses, Laur, você precisa transferir seu curso pra Yale e namorar Alycia... Você precisa seguir em frente assim como todo o resto do grupo seguiu.

– Eu preciso que você aguente firme até conseguirmos a cirurgia. – Digo evitando me estressar para que ela não se estresse – Você pode fazer isso?

– Vá para Yale, namore Alycia, volte a se alimentar direito, volte a tomar banho direito e eu prometo que aguentarei o máximo possível.

– Nosso trato era eu fazer faculdade e dá uma real chance a minha vida, então você seguiria o tratamento direitinho e não desistiria. – Passo minhas mãos pelo meu rosto tentando não demonstrar minha impaciência – Por que está o mudando agora?

– Porque só eu estou cumprindo o trato. – Ela diz, seca e sem desviar os olhos – Faça isso ou eu paro o tratamento agora!

– Eu não vou sair daqui quando você mais precisa de mim, entenda isso!

– Entenda que eu não te quero aqui!

– Quer sim, Camila, você quer sim! – Digo já impaciente com aquela conversa e com o tom de voz dela – Mas se quer tanto me ver namorando outra pessoa sendo que eu claramente amo e sou apaixonada por você e não por ela, eu farei isso e irei para a Yale, mas com uma condição.

– Qual?

– Eu só irei fazer isso um mês depois que você fizer a cirurgia e eu perceber que você está realmente bem. – Digo no mesmo tom dela – É isso ou você pode ter certeza que não será só você a desistir da própria vida.

– Tudo bem! – Ela estica sua mão e eu a pego – Quero você bem longe daqui depois que essa porcaria passar... E caso eu morra, quero você bem longe daqui do mesmo jeito!

– Tudo bem, mas você não vai morrer e vai pra Yale comigo. – Sorrio ironicamente e a faço revirar os olhos. Aproximo-me o máximo possível e selo nossos lábios. Com muita cautela, peço passagem com minha língua que é cedida e então iniciamos um beijo calmo que é finalizado segundos depois, pois ela já não tem mais todo esse fôlego necessário para um beijo – Eu sou perdidamente e completamente apaixonada por você... Eu amo você e você tem que entender isso!

– Eu entendo porque sinto o mesmo e é exatamente por isso que não quero te ver aqui... Jogada num puff e vendo a vida passar. – Ela diz com os olhos cheios d’água – Você será uma excelente advogada, mas não se continuar perdendo seu tempo comigo.

– Eu não estou e nunca estive perdendo meu tempo contigo, não diga isso pra mim de novo e nem que você irá morrer. – Peço verdadeiramente – Você não tem ideia do tanto que dói ver você dizendo isso.

– Eu só tenho 01% de chance de sobreviver, Lolo, ou bem menos que isso... Vamos ser realistas, por favor. – Ela pede, chorando – Não descarte a possibilidade da minha morte.

– Eu não estou descartando, eu apenas não quero pensar nisso e nem colocar como verdade absoluta. – Meu coração doía tanto ao vê-la chorar – Você ainda irá me ver no tribunal.

– Tudo bem, Lolo, tudo bem... Eu irei! – Ela sela nossos lábios mais uma vez e se deita – Aplique os remédios, eu já passei dos limites hoje.

– Tudo bem. – Faço o que ela pede com muito cuidado, então me sento ao seu lado na cama e a observo ficar sonolenta rapidamente – Boa noite e durma bem.

– Toma banho e deite comigo... – Ela pede baixinho, pois já estava praticamente dormindo – Quero sentir teu cheiro quando acordar, minha Lolo.

– Ok, Camz!


Notas Finais


Então é isso... Espero que tenham gostado! Até a próxima ><

Twitter: @orgasm5harmony


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