História Youth - Capítulo 19


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Doce, Hentai, Personagens Originais, Romance, Yaoi, Yuri
Exibições 14
Palavras 3.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


--Não deu para postar sábado porque eu estava em uma festa--
Antes de você, que já leu Hush Hush, gritar bem alto "PLÁGIO!" você faça o favor de terminar de ler para entender o contexto.
Becca é uma de minhas escritoras favoritas.
Amém Becca Fitzpatrick.

Capítulo 19 - Run Devil Run (JakeJean) AU Halloween 02


Fanfic / Fanfiction Youth - Capítulo 19 - Run Devil Run (JakeJean) AU Halloween 02

“You better run

 Cause there's gonna be some hell today

 You better run

And that's the only thing I'm gonna say”

Era apenas mais um dia cansativo na faculdade, a nossa frente estava dispostos dois modelos anatômicos masculinos e feminino. Suas intimidades expostas e por mais que fossemos adultos haviam burburinhos e risadas.

Infantil.

Como manter a cabeça na aula era uma boa pesquisa a se fazer na aula quando você só conseguia pensar no garoto da outra classe de medicina. Alto, cabelos negros, tatuagens e sempre muito calado um verdadeiro mistério que poderia ser desvendado, eu só a via com sua moto enquanto analisava pessoa por pessoa que passava por ele, seus olhos julgavam sem piedade. Ele daria um perfeito personagem de um clichê romântico onde a menina nerd se apaixonaria pelo BadBoy novato, chegava a soar ridículo em minha mente.

Tenha foco, Jean! Eu precisava de foco, os exames finais estavam chegando e eu não podia me distrair com coisas estúpidas como tentar desvendar a vida de um completo desconhecido. O sinal da saída parecia ter quebrado e nunca tocava, estava um porre a aula, era sexta-feira e em breve cairia a noite e eu queria mais que ninguém sair para algum lugar e beber um drinque enquanto agradecia a chegada do fim de semana.

—Bom, alunos espero que sejam competente na entrega do próximo trabalho. Estão liberados. —disse o professor com rigidez.

19:47, por sorte eu ainda pegaria algum bar não tão lotado e com alguma tv onde eu pudesse ver o noticiário. Desci as escadas da faculdade com pressa enquanto rezava para não encontrar nenhuma menina que quisesse conversar comigo por puro interesse. Passos rápidos e firmes, minha cabeça só tinha um foco no momento e nada nem ninguém poderia me atrapalhar.

“Você vai no novo parque que montaram perto do Enzo’s? Dizem que tem uma montanha russa assustadora”

Em meio a correria pude ouvir um dos alunos comentar, fazia tempo que eu não ia em um parque ou sequer me divertia com brinquedos desde que entrei na faculdade de medicina. Eu poderia desviar meus planos e dar uma pequena passada por lá depois de ir em casa e ver meus gatos, eu poderia ir sozinho e não chamar tanta atenção ou poderia sair com alguém e possivelmente gerar burburinhos se eu encontrasse algum conhecido, era um porre ter de pensar várias vezes antes de decidir algo. Entrei em meu carro, liguei o rádio e entrei na estrada para casa. Pelo retrovisor eu podia ver um Jeep preto que estava logo atrás do meu carro mantendo um ritmo fixo.

Droga!

Eu não conseguia ver quem estava dirigindo, era como um vidro fumê. Extremamente incomodo e até um pouco amedrontador contando com o fato de que éramos os únicos carros a seguir aquela direção, aumentei a velocidade o máximo que era permitido e rezei para que ele não fizesse o mesmo. Isso! Eu tinha conseguido tomar distância o suficiente e eu só precisaria que ele sumisse na próxima curva, e foi dito e feito, o carro sumiu de um modo como se ele nunca estivesse estado ali antes.

Assim que cheguei em meu apartamento eu fui bem recepcionado pelos meus queridos gatos, mas haviam algumas mensagens na secretária eletrônica que me chamavam mais atenção e me impediam de deitar e brincar com meus gatos.

“Você tem duas mensagens novas”

—Se for telemarketing eu juro que vou quebrar esse telefone. —murmurei comigo mesmo.

“Jean? Sou eu, Cat. Eu vou dormir na casa de uma amiga, qualquer coisa que precisar me procure por mensagem. Ah! Chegou algumas correspondências em seu nome aqui em casa, Domingo eu te entrego! Bye!”

 

Desta vez o telefone foi poupado e era apenas Cat, ela levava anos para me ligar e quase que todas as vezes eu nunca estava em casa e só podia ouvi-la por uma breve gravação.

—Ainda falta mais uma.

Meow. Cher se enroscou em minhas pernas e enquanto eu pegava ela no colo eu dei play na próxima mensagem. Não havia voz, apenas uma respiração de fundo e o barulho de alguns carros ao fundo. Franzi o cenho e coloquei Cher no chão, não fazia nem 15 min que a mensagem havia sido gravada, era estranho e em minha cabeça eu já cogitava deixar o número da Polícia discado por pura precaução. Deveria ter sido alguém da faculdade que está querendo passar trotes, falta apenas 3 dias para o halloween e isso é completamente normal.

Tomei meu banho e peguei minhas chaves dirigindo até esse parque. Mesmo do estacionamento já era possível ver todo aquele show de luzes e ligeiramente ouvir pessoas gritando na montanha russa. Meu estômago revirava só de imaginar e eu sentia minha espinha gelar rapidamente.

Comprei alguns bilhetes sem nenhum compromisso, não tinha pretensão alguma de brincar em algo tão cedo, eu só queria ver como era e talvez ver se havia alguma lanchonete por lá.

“O PARQUE DE DIVERSÕES DELPHIC ESTÁ DE VOLTA! COM SUA ATRAÇÃO PRINCIPAL: O ARCANJO!”

Um locutor narrava empolgado e o nome “o arcanjo” soava como assustador em meus ouvidos. Adentrei mais o estabelecimento, ao fundo havia um fliperama que fazia mais meu tipo de local, fechado e talvez silencioso.

Aaah qual é!? Eu ganhei essa partida! Você paga o resto da conta!

Eu mal havia aberto a porta e fui recebido com um escândalo de uma garota em uma das máquinas de Mario, a voz me lembrava a voz de Cat mas eu não podia ter tanta certeza quanto a isso, afinal, eu só conseguia enxergar uma garota loira com grandes seios que tentava esconder o rosto com um papel. Me aproximei mais de modo discreto e confirmei o que não queria confirmar, era Cat, seus cabelos estavam ligeiramente bagunçados e presos em um coque, do contrário dela a menina loira parecia nunca nem ter bagunçado seus cabelos mas seu rosto era de quem estava enjoada com algo.

Cat?

Ela se virou como se fosse responder um sonoro e ignorante “O que é?”

—Não achei que te encontraria em um parque, Jean. — sorriu de canto.

—Isso não vem ao caso. O motivo dos berros é dinheiro? Você bebeu?

—Bebeu— murmurou a loira.

Balancei a cabeça em um gesto de negação e fiz sinal para que saíssemos do local e elas me acompanharam. No caminho ela murmurou algo como “estraga prazeres” mas preferi ignorar suas palavras por um momento. Uma grande fila me chamou a atenção e eu não pude evitar bater os olhos no grande título “O Arcanjo”. O Arcanjo era uma montanha russa que parecia te no mínimo uns 30 metros, meu estômago revirava em pensar.

—Vamos! — gritou Cat, apontando para a montanha russa.

—Não, de novo não, eu já estou meio enjoada por causa do Barco Viking. —disse a loira.

Eu encarei Cat com um olhar que dizia claramente “Você é louca!?”. Antes mesmo que eu pudesse checar sua sanidade ela já havia arrastado todos nós para a fila, eu já não podia mais fazer tanta coisa já que a fila andava incrivelmente rápido depois que entramos nela. A minha frente havia um rapaz com uma tatuagem de uma pena negra em seu pescoço e ele exalava um perfume incrivelmente bom.

—Se tivermos sorte você se sentara ao lado dele. Moreno, alto e...—murmurou Cat

—...e Desagradável. —completei.

Ela riu baixo e continuamos a esperar nossa vez, entreguei minhas chaves para que Cat guardasse em sua bolsa. Quando finalmente chegou eu entreguei os bilhetes já pensando em minha morte naquele brinquedo.

Elas se sentaram um vagão a frente do meu e a loira logo prendeu seus cabelos em um forte coque, isso explicava seus cabelos bem arrumados e a bagunça total de Cat. E como esperado, o tal moreno sentou-se ao meu lado lançando um sorriso malicioso um tanto quanto imperceptível para qualquer pessoa que não olhasse do meu ângulo. No nosso vagão estava desenhado um anjo com suas asas cortadas e seus olhos totalmente negros, eu engoli em seco e respirei fundo.

—Assustado, garoto? —ele me lançou suas palavras que soaram como um arrepio em meu corpo.

Apenas neguei com a cabeça e apertei meu cinto. Aos poucos os vagões iam subindo e o barulho assustador dos trilhos me remetiam a um brinquedo velho e que poderíamos morrer a qualquer momento. Iam cair, era a hora da descida, a pior hora. Uma queda de 30 metros nos esperava, o ar estava mais pesado e frio e as pessoas lá em baixo pareciam formigas, o rapaz nem sequer demonstrava reação quanto a ideia que íamos despencar em queda livre.

 A neblina mal deixava que os próximos trilhos fossem vistos e o ar fazia com que eu engolisse meus gritos e tudo o que eu estava tentando falar e então eu gritei o mais forte que pude e me segurei no primeiro lugar que consegui, o vagão começou a ir mais devagar e finalmente estávamos parando aos poucos.

Ele soltou uma risada debochada.

 —Isso que eu chamo de gritar. Você até arranhou meu braço! —disse em meio a risos.

—Calado. Eu nem sei quem você é.

Até agora eu não havia me arriscado olhar diretamente em seus olhos mas eu sentia os olhos deles sobre mim.

—Faço faculdade no mesmo lugar que você.

E foi ai que eu o encarei, olhos azuis mas que não transmitiam nada além de perigo.

Perigo.

Minha mente gritava em desespero, essa era famosa hora de se afastar mas quanto mais eu pensava em fugir dali era como se algo controlasse meus pensamentos me colocando nos eixos que me levavam a ficar com ele por perto.

—Me chamo Jake Grey. Vamos sair do vagão, eu te pago uma cerveja.

Era errado porém aceitei. Eu vi a garota loira se encostar na parede do fliperama e passar a mão em seu rosto enquanto respirava fundo, ela estava completamente pálida e Cat não estava melhor do que ela. Eu reprovei a situação delas mas eu não podia reclamar demais já que eu também sentia o mundo realmente girar.

Ele me levou até um bar no fim do parque, a garota do bar sorriu para ele e me olhou com desdém, seu olhar me deixou cada vez mais desconfortável.

As bebidas estavam dispostas a nossa frente enquanto conversávamos coisas aleatórias tentando quebrar o gelo.

—Por que “O Arcanjo”? Eu ainda não entendi o sentido. —disse.

—Arcanjo é um anjo de grande cargo, quanto mais alto seu cargo mais alta é a sua queda. —disse com certa tristeza em sua voz.

Concordei com a cabeça e continuamos a beber.

—Quer dar uma volta? Podemos ir em alguma tenda do parque.

—Eu dispenso qualquer outro brinquedo mas vamos dar uma volta.

Assim que saímos foi notório uma mudança extrema do clima e foi necessário apenas que nos afastássemos apenas um metro do bar para que uma chuva intensa caísse sob nós, parecia que um balde bem cheio de água foi derramado bem em cima de nossas cabeças, as pessoas em volta corriam e as tendas eram fechadas o mais rápido possível.

—Rápido! Para o carro! —gritou fazendo sinal para o estacionamento.

Merda, o carro. Minhas chaves ficaram na bolsa de Cat e ela era audaz o suficiente para pegar meu carro e ir embora, visto que ela estava um tanto quanto no efeito do álcool.

—Eu perdi minhas chaves! —gritei.

—Não tem problema, entre no meu carro!

Ele parecia não entender o sentido total de perder as chaves, todas a minhas chaves, incluindo as do meu apartamento. 

Assim que bati os olhos no Jeep preto eu me lembrei do ocorrido hoje cedo, eu engoli em seco e travei antes de entrar no carro. Ele parecia ter notado minha hesitação e mudou completamente seu semblante.

—Me leve para o apartamento da minha irmã.

—Achei q ela fosse dormir na casa da amiga dela. —murmurou.

—Verdade, eu me esqueci. Mas como você sabe? Você é algum tipo de stalker maníaco?

Ele riu.

—Você é o que? Uma jovem donzela indefesa? Calma, eu não sou nenhum maníaco e eu apenas deduzi o fato da sua irmã. Eu vou te levar até um hotel, não ligue para a conta.

Passei a mão em meus olhos e pensei o quão imprudente eu estava sendo em aceitar ir a um hotel com um completo estranho, eu poderia estar assinando a minha sentença de morte. Ele dirigiu por uma longa estrada que subia e quase que bem no topo havia um hotel, não parecia ser algo de má procedência mas também não exibia cinco estrelas estampadas no letreiro, no máximo quatro.

Ele me levou até um quarto, uma grande cama de casal mas também havia um sofá ao canto.

—No banheiro tem coisas para você se secar ou tomar um banho. Tem roupas secas no armário, eu estarei aqui. —ele piscou.

Você está caindo no jogo do lobo, Jean! Eu queria não fazer as coisas mas era como se algo maior controlasse minha mente e falasse bem baixo que o errado era o certo a se fazer. Entrei no banheiro e tirei minhas roupas abrindo o chuveiro deixando com que a água quente percorresse meu corpo e aliviasse o frio da chuva. Eu fiquei ali por mais um tempo e então sai me enrolando em uma toalha e indo até o armário em busca de roupas, a visão que tive era de seu corpo nu a minha frente e seu rosto brevemente assustado enquanto ele tentava com movimentos desajeitados colocar sua roupa.

—Meu Deus! Sério, foi mal! —disse virando meu rosto.

—Tudo bem, foi imprudência minha, se bem que eu não me incomodei nem um pouco. Já pode olhar, estou com roupas.

Eu o olhei e ele estava apenas com uma calça de moletom. O desgraçado não tinha um pingo de vergonha do ocorrido, pelo contrário, ele tirava sarro de tudo. Cada movimento dele me assustava, eu estava no quarto com um desconhecido que até segundos atrás estava nu na minha frente.

—E você pretende ficar de toalha o resto da noite? Eu não me incomodaria. Ou se preferir ficar sem... —murmurou a última frase.

—Pervertido. —ri.

Quando ele se virou de costas para mim eu vi uma cicatriz em forma de V que cobriam grande parte das suas costas, eu estava olhando tentando imaginar o que havia causado tal cicatriz e ele parecia sentir meus olhos sob ele. Foi meio que incontrolável e eu n estava mais comandando minha mente, caminhei até ele e toquei em suas costas e foi como eu tivesse recebido uma descarga elétrica em todo meu corpo e eu me afastei aos poucos, com um movimento extremamente rápido ele me pegou pelos pulsos e bateu meu corpo contra a parede, ele sorriu com um sorriso diabólico e em seus olhos agora eu não via mais nada além de um vazio e escuridão.

—Você é curioso demais. —sussurrou em meu ouvido.

Meu copo se arrepiou, eu já não podia mais segurar a toalha em minha cintura e eu podia sentir ela cair lentamente.

—Você não vai protestar? Que raro.

Ele continuava a falar perto da minha orelha até que ele se deu conta que minha toalha estava caindo, colou seu corpo ao meu e beijou meu pescoço me fazendo soltar um leve gemido. Suas mãos eram firmes e me seguravam com força, eu tinha certeza que ficaram marcadas em meu pulso pelo resto da noite.

Ele esfregava seus lábios nos meus como se estivesse querendo atiçar o fogo antes de queimar tudo.

—Não faça isso... —mumurei— é errado, desse jeito você não entra no céu.

—E quem disse que eu quero voltar para lá?

Ele falou convicto antes de me beijar, sua frase não fazia sentido para mim mas eu apenas seguia a dança do momento, nossos corpos já não estavam mais tão colados e ele havia soltado meus braços e assim que ele se afastou minha toalha caiu e ele parou no mesmo instante dando uma breve olhada e sorrindo maliciosamente.

—Nada mal. —riu.

Eu revirei os olhos e segurei em seu pescoço enquanto o puxava para mais um beijo, ele me guiou até a cama me jogando sobre ela enquanto me beijava em diversos lugares de forma voraz. Eu nunca havia beijado alguém assim, era sobrenatural cada beijo, era algo místico demais para eu definir com palavras. Suas mãos eram curiosas e ele tocava onde bem entendia, assim como ele percorria lugares sensíveis com sua boca.

—Por favor... —murmurava enquanto segurava em seus cabelos o guiando.

Ele parecia se glorificar internamente toda vez que me ouvia gemer ou tentar balbuciar palavras ou o seu nome, eu já estava sendo levado aos delírios.

������

5:10 a.m | Segunda-feira.

Amor, acorda.

Eu ouvia a voz de Jake bem longe enquanto sentia ele passar as mãos em meu cabelo. Me revirei na cama agarrando os lençóis e murmurando enquanto podia ouvir ele rir de mim, abri meus olhos e ele estava sentado na cama já com sua roupa de trabalho e podia sentir cheiro de café no ar.

—Você sempre me acorda no melhor do sono. Estava bom. —protestei.

—Pelo visto estava mesmo. —riu enquanto fazia sinal para que eu olhasse para as minhas pernas.

Joguei uma almofada rapidamente sobre o local e quis esconder meu rosto entre os travesseiros enquanto ele me olhava com malícia.

—Temos ainda uns 30 minutos, eu posso resolver isso bem rápido e...

—Não! —exclamei—Eu dou meu jeito. Agora sai, vou tomar um banho e depois quero comentar algo com você.

Eu tomei meu banho e depois fomos tomar café, eu contei todo o sonho e ele parecia querer rir em algumas partes e em outras ele ficava extremamente concentrado.

—Você leu aquele livro que a Bell te forçou a ler, Hush Hush o nome? —riu— Ler essas coisas antes de dormir provoca isso.

—Eu fiquei curioso quanto a história, não me culpe!

—Se bem que, você me arranhou tanto que quase que realmente eu ganho cicatrizes permanentes. Eu só não sou nenhum anjo caído.

Eu virei o rosto enquanto ele ria da situação.

—O que você acha? Eu posso ir de anjo caído na festa de Halloween hoje a noite.

—Nem pensar! —protestei.

Continuamos a comer enquanto jogávamos papo fora, ele se levantou pegando sua bolsa no balcão da cozinha e me deu um beijo na testa.

—Vamos, você tem que salvar algumas vidas e eu tenho que ficar plantado na farmácia do hospital. Quando chegarmos eu posso fazer algo interessante com você. Gostosuras ou travessuras? —ele disse dando ênfase em algumas palavras.

Eu sorri e peguei minha bolsa enquanto o acompanhava para mais um dia árduo de trabalho.


Notas Finais


Para quem mesmo assim gritou que era plágio mesmo eu avisando eu só lamento e creio que foi um plot twist o final.
Anyway, para quem não sabe eu só voltei a escrever por causa dos livros da Becca, se não fosse ela eu estava ainda enfurnada no quarto fazendo nada. Bjs e até a próxima!


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