História Youth - Capítulo 10


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Jark, Lá Vamos Nós, Markson, Primeira
Exibições 87
Palavras 2.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Esporte, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha quem chegou? A tiaaaaa.
Bom caps, enjoy..


P.S.zinho do amor: Gente amanhã pode ser que não tenha cap novo por motivos de, estou nas últimas semanas de aula e amanhã eu não estarei em casa uma boa parte do tempo porque vou para casa de um amigo fazer o nosso trabalho final, caso dê tempo eu posto cap amanhã, mas não vou dar certeza para caso não dê vocês não esperem a toa. Beijos no coreo, tia ama vocês.

Capítulo 10 - 10


Eu não queria olhar na cara de ninguém, se pudesse esqueceria o que aconteceu, passei por todas as aulas me perguntando se eu não fui bom o suficiente lutando contra as lágrimas para que ninguém me achasse fraco. Mas me concentrei nas aulas e na hora do intervalo corri da sala antes que Jackson quisesse conversar comigo. Eu não desci para o pátio, fui para um lugar mais afastado de tudo que eu e Jin encontramos alguns anos antes. Era como se fosse um jardim secreto atrás das dependências da escola, havia levado algum Jae algum tempo antes naquele lugar tão escondido.

- Sabia que estaria aqui.

- Jae – o abracei voltando a chorar – por que ele fez isso comigo?

- Eu não sei, nunca entendi o que se passa na cabeça de quem trai.

- Estávamos felizes, pelo menos eu acho.

- Sabe que mesmo assim vocês vão ter que conversar uma hora ou outra né?

- Posso adiar isso?

- O tempo que for necessário.

Sorri e Jae continuou fazendo carinho no meu rosto. Minha mente voltou para alguns anos atrás, antes de Jae entrar na escola quando Jin era meu confidente, ou melhor quando eu era seu confidente, quando ele me contou do medo que tinha de ser traído, o medo que tinha de abrir seu coração para alguém e essa pessoa brincar com ele, naquela época eu não entendi mas agora nessas circunstâncias eu sei bem do que ele estava falando, é tão ruim se sentir incapaz.

Passando todo o intervalo quietos naquele lugar escondido.

- Temos que ir hyung.

- Não podemos passar o resto das aulas aqui?

- Hyung vamos fazer assim, vamos até a enfermaria e você diz que está passando mal, a enfermeira te dá uma dispensa e você vai para casa, descansa e quando eu sair vou para lá, pode ser?

- Pode.

Jae me levantou e fomos até a enfermaria, ela apenas perguntou se eu poderia voltar para casa sozinho e eu concordei. Em qualquer outra ocasião, até se eu estivesse realmente doente eu teria ficado, mas eu não conseguia parar de chorar, acho que isso era o que o amor representa uma hora você está feliz e do nada tudo desmorona e você está triste.

Cheguei em casa e nem me preocupei em tirar minha roupa ou comer eu só queria ficar ali chorando na cama em posição fetal.

 

**

 

- Mark hyung eu te trouxe doces, nada melhor do que doces.

Sorri para Jae dando para ele um lugar na cama ao meu lado. Passamos o dia conversando e ele me mimando sim eu tinha os melhores amigos do mundo e por falar nisso Jin deu sinal de vida enquanto Jae tentava me animar. Jin fez uma chamada de vídeo enquanto estávamos ali.

- E aí como estão meus meninos?

- Mal.

- O que foi?

Eu e Jae contamos tudo que aconteceu e estávamos esperando o momento em que Jin atravessaria a tela e daria um soco enorme em Jackson.

- Mas que idiota, o que passou na cabeça dele?

- Não sabemos hyung.

- Mark já conversou com ele?

- Não to afim nem de olhar na cara dele, mas Jae já me alertou que eu tinha que conversar com ele, mas eu não to querendo pensar nisso agora.

- Você que sabe.

- Por favor Jin não conta nada para o Jaebum se ele contar para o Joye vai virar uma bola de neve desnecessária.

- Eu não conto mas ele foi um imbecil.

- Sim.

- Meninas eu tenho que ir, minha aula começa daqui a pouco, estou morrendo de saudades de vocês.

- Tchau Jin hyung até um dia.

- Tchau Jin.

Jae ficou mais um tempo em casa, eu não queria ficar sozinho.

- Hyung eu tenho algo para contar.

O olhei.

- Diz.

- Antes de ir te procurar eu encontrei Jackson e ele parecia preocupado com você, será que não é melhor conversar com ele?

- Eu não quero conversar, não agora.

Jae passou mais um tempo comigo e foi embora antes que ficasse muito tarde encostei a cabeça no travesseiro afim de dormir e esquecer tudo de ruim que havia acontecido nesse dia. Acabei dormindo, acordei somente com minha mãe batendo na porta.

- Pode entrar. – Me sentei coçando os olhos.

- Está tudo bem filho?

- Sim. Por que?

- Encontrei Jackson lá fora e ele disse que passou mal hoje na escola.

- É, passei um pouco mal sim, mas já estou bem melhor não precisa se preocupar.

- Qualquer coisa me chama.

- Pode deixar mãe.

Após ela sair do quarto me levantei para tomar um banho e voltar a descansar. Parecia que dormindo doía menos.

 

**

 

Quem me dera eu pudesse dormir até sarar, infelizmente eu ainda tinha um futuro e não podia falta à escola por causa de coração partido. Desci após estar pronto e tomei meu café sozinho, cada dia que passava eu sentia mais falta de Joye e mais pensava em ir de vez para lá.

Era outono e as ruas estavam tomadas de tons cinzas e marrons claros e escuros, se eu pudesse eu observaria isso o dia inteiro, mas invés disso peguei o rumo da minha escola, odiava chegar tarde e eu já tinha saído dez minutos mais tarde de casa.

Estava distraído quando senti mãos nos meus ombros e me virei, era Jackson e ele ostentava um sorriso nervoso no rosto, bufei e me soltei dele continuando meu caminho.

- Mark o que foi?

- Nada.

- Está tudo bem? Ontem Jae passou na sala para pegar suas coisas, disse que não estava se sentindo muito bem. Perguntei para sua mãe mas ela não sabia de nada e você não atendia o celular.

- Sim Jackson está tudo bem, eu só quero ir.

- Amor, se estiver acontecendo algo pode me contar, sempre estarei aqui.

O Olhei com nojo e meus olhos já marejavam.

- Jackson eu só quero que saia da minha frente, não quero dizer nada para você está me ouvindo?

- Amor o que houve?

- O QUE HOUVE? AINDA ME PERGUNTA O QUE HOUVE? Jackson você estava estranho a semana inteira, cheguei a pesar que eu tinha feito algo errado, mas ontem quando eu te procurei para conversar e saber o que estava acontecendo eu te vi com ele, de novo e dessa vez doeu muito mais porque tínhamos algo que eu achava ser especial mas para você não foi nada. Jackson eu queria saber por que dez isso comigo, sabe como foi difícil abrir meu coração para você? Sabe como foi saber que agora não sou só eu, éramos nós e de repente “puff” tudo sumiu, desmoronou, virou cinza. Eu posso ser um imbecil por que eu não te odeio, na verdade Jackson eu te amo, e amanhã eu vou continuar te amando, mas eu não quero mais olhar para você.

Jackson ficou parado apenas ouvindo quando terminei continuei andando e secando meus olhos eu não iria chorar na frente dele, não ia dar esse gostinho.

- Mark... Mark espera..

Corri o mais rápido que meus pulmões deixaram e entrei na escola correndo para minha sala, me joguei na carteira e ali fiquei, alguns segundos depois vi Jae entrando e se sentando na cadeira em frente a minha.

- O que houve?

- O que mais seria? Jackson claro.

- O que aconteceu?

- Acabei soltando umas verdades na cara dele e depois corri para a escola.

- Fica bem hyung.

- Vou ficar.

- Promete?

- Na medida do possível sim.

Jae saiu da sala e logo Jackson entrou, desviei meu olhar e virei o rosto para a janela, ele passou ao meu lado e se sentou no mesmo lugar de sempre atrás de mim, seu cheiro ainda é tão bom, fechei os olhos com forma me amaldiçoando por isso. Por tudo isso.

- Mark – sussurrou – eu sei o que você viu, sei o que pareceu e temos que conversar.

- Jackson eu já disse que não quero conversar com você agora.

- Não pode ficar com raiva de mim por algo que eu não fiz.

- Vai me dizer que não era você naquela sala?

- Sim era eu mas...

- Poupe-me.

- Você se quer me ouviu.

- Não preciso.

- Mark.

- Jackson.

O professor chegou na mesma hora e começamos a aula, infelizmente era química e seria em dupla então mesmo evitando eu tive que lidar com Jackson pelas duas aulas seguintes.

 

**

 

Enfim em casa, estava terminando de fazer as lições de casa, algumas coisas de química que eu ainda não entendia muito bem quando ouvi o estrondo em minha janela e corri para ver o que tinha acontecido, era Jackson caído do lado de fora segurando o punho.

- O que você está fazendo?

- Eu tinha que falar com você de um jeito ou de outro.

- Jackson sai daqui.

- Não até conversarmos Mark, temos que esclarecer tudo isso.

- Esclarecer o que? Você o beijou e eu vi, foi isso.

- Não, não foi isso.

Jackson entrou se sentando na cama ainda com a mão no punho e uma cara de dor, estava preocupado.

- O que foi então?

- Ele sabia que você ia me procurar. Sabe Mark aconteceram algumas coisas em casa, nada haver com você por isso não quis te preocupar com isso e naquele dia eu realmente queria ficar sozinho e pensar, passei por Yugy no corredor e ele feio atrás de mim, quando eu já estava na sala ele me beijou e disse que sentia minha falta que éramos para ser um do outro e eu o empurrei para longe. Foi isso que você viu e aconteceu toda essa tempestade.

- Então não quis beijá-lo?

- Claro que não. O que eu tinha com Yugyeom já acabou.

- Jackson... – Me sentei ao seu lado... – Eu, eu nunca gostei de alguém como eu gosto de você e para mim está sendo difícil confiar. Eu... Eu deveria ter desconfiado quando vi que era ele e que a meta de sua vida é me infernizar mas acho que no momento eu fiquei cego de ódio.

- Ele pensou em tudo Mark, eu sofri muito quando estava com Yugyeom, ele sempre se importou com imagem, ele nunca gostou de mim de verdade. Acho que ele nunca quis me ver feliz.

- Jackson, eu te devo desculpas. Eu... Eu estou me sentindo um imbecil agora.

- Não fica assim, se fosse comigo eu me sentiria igual. Desculpa, eu deveria ter te procurado no dia.

- Tudo bem, já passou... Mas, Jin está com raiva de você.

- Contou para ele?

- Ele é meu melhor amigo.

- Entendo. Contou para o seu irmão?

- Não e fiz Jin jurar que não contaria nada... Jackson seu punho está bem? – Desde que ele caiu aqui ele não parava de massagear ele e fazer cara de dor.

- Dói um pouco.

- Vem, vamos no médico.

- Eu to bem.

- Só vem logo.

- Está bem.

Eu e Jackson saímos em direção ao médico e como eu pensei ele tinha deslocado o punho pelo mal jeito que deu quando caiu na sacada, eu sabia que isso de ficar pulando de sacada em sacada daria ruim.

 

 

**

 

- Eu te disse não foi?

- Desculpa?

- Não.

Entramos em casa e minha mãe fazia comida.

- Aonde estavam?

Ergui o braço de Jackson enfaixado do punho até a mão.

- O que aconteceu?

- Ele caiu e machucou o punho.

- Entendi, vem sentem para comer.

Eu e Jackson comemos conversando com minha mãe sobre o dia e toda hora ela me perguntava se eu estava melhor do mal estar do dia anterior, afirmei que estava e avisei que Jackson ficaria para dormir.

 

**

 

- Deixa eu ficar no canto?

- Nem vem o canto é meu.

- Mas eu estou machucado.

- Para com isso Jackson ou eu quero mesmo.

- Mark porque você é tão mal comigo?

- Eu já disse que gosto de te ver fazendo biquinho.

- Vem Mark, cuida de mim que eu to doente.

Me deitei sorrindo e Jackson deitou a cabeça no meu peito e eu comecei a fazer carinho nele.

Estava quase dormindo quando senti as lágrimas molhando minha camisa.

- O que foi?

- Eu... Eu sinto muito ta?

- Não foi sua culpa e agora eu sei. Está tudo bem.

- O que disse é verdade?

- Sobre o que?

- Sobre me amar.

- Sim e a cada dia que passa eu acho que te amo mais. – Jackson me abraçou do jeito que dava beijando minha mão.

- Eu também te amo Mark.



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