História Yu-Gi-Oh! Breaking Dimensions - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Yu-Gi-Oh!
Tags Chaos Goddess, Yu-gi-oh!
Exibições 10
Palavras 2.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - O teste para a academia, invoque a Chaos Goddess! Parte 1


Estava quebrando a cabeça com vários cálculos matemáticos de pontuação de vida e variação de ataque entre várias cartas, a prova para entrar na academia de duelos era terrível, a sala onde fazia minha prova estava lotada de garotos e garotas, todos querendo sua vaga, depois de duas longas horas terminei e sai para o pátio da escola, aquilo estava me fazendo subir pelas paredes, todos que acabavam tinham que esperar pelo resultado no mesmo dia, fiquei observando duelistas duelando para passar o tempo.

 - Lily : você tem muita concorrência Elias. – Disse uma garota vestida de enfermeira sentado ao meu lado no banco, ela tinha cabelos cor-de-rosa e duas asas brancas, usava um chapéu com um coração e segurava uma enorme seringa.

 - Elais : É mesmo Lily.

 - Lily : Porque não duela com alguém? Vamos detonar alguns duelistas! – Ela disse me sacudindo.

 - Elias : Vamos. – Disse me levantando com um resmungo, ela era o espírito de duelo da carta Injection Fairy Lily, desde pequeno podia ver, conversar e interagir com os espíritos das cartas, mas ninguém acreditava em mim, por isso não tinha muitos amigos, quando caminhava em direção ao meio do pátio, um homem vestido com o uniforme da academia, uma roupa completamente azul de couro com o brasão em forma de dois discos de duelos nas costas, ele era branco e de cabelos loiros longos.

 - Doutor Félix : Certo garotos e garotas, ordem! – Ele disse alto, todos pararam e olharam para ele. – Meu nome é doutor Félix , o vice-diretor da academia e responsável por anunciar quais foram os que passaram na prova escrita. – Ele pegou uma folha e começou disse nomes, cada nome pronunciado um jovem pulava de alegria, o que me deixava mais apreensivo.

 - Lily : Relaxa Elias, com certeza você vai passar. – Ela falou sorrindo.

 - Elias : Eu sei disso.

 - Doutor Félix : Certo, todos que foram chamados venham para frente por favor. – Meu coração deu uma acelerada incrivel, meu nome não estava na lista, todos os outros começaram a se dissipar, então um homem de terno entrou correndo pelo pátio. – Senhor, faltou um nome na lista. – O homem olhou serio para o rapaz. – Me chame por doutor está certo! – Ele falou bravo puxando papel da mão do rapaz. – Certo temos um grande sortudo aqui! – Todos se amontoaram na frente para ouvir. – O nome do sortudo é José Elias! – Uma onda de alivio e alegria me invadiram, empurrei algumas pessoas para passar para frente, de frente ao doutor havia mais 11 jovens.

 - Elias : Só nós passamos na prova?! – Falei espantado.

 - Doutor Félix : Está foi a escola com pior índice de alunos que passaram na prova escrita, somente 12 alunos passaram, agora vocês vão encarar a prova de campo. – Ele estalou os dedos, outro cara de trenó apareceu com uma maleta preta, ele abriu e retirou uma carta. – Eu separei as cartas mais digamos inúteis e não-usáveis de monstros de duelos, agora cada um vai ganhar uma carta dessas e usá-la nos seus baralhos no teste de campo de amanha, quem conseguir usá-la e ganhar poderá ir para a academia. – Todos se olharam assustados. – Agora façam uma fila por ordem de chamada e peguem uma carta aleatória, colocaremos seus nomes junto da carta num documento e veremos se são bons mesmo amanha. – Fizemos uma filha de frente ao cara de terno onde cada um pegava uma carta e falava seu nome.

 - Lily : Como assim cartas não-usaveis! Vou dar uns tabefes nesse afeminado!

- Elias : Relaxa Lily, vamos pegar nossa carta e mostrar pra ele amanha certo? – Ela me olhou fazendo bico, na minha vez olhei para a maleta que só tinha uma carta.

 - Doutor Felix : Vamos sortudo, pegue! – Peguei a carta, era uma carta de Synchro de Nível 8. – Parece que nosso sortudo pegou a pior carta da minha lista, a Chaos Goddess. – Os caras de terno seguraram um pouco a risada. – Olhei para a carta, era uma mulher de cabelos brancos, usava um longo vestido branco com preto e detalhes dourados e segurava um belo cetro de prata.

 - Elias : Ela não é inútil, existem duelistas que não são capazes de usar tal carta. – Olhei para ele sério, os outros também olharam, ele ficou vermelho de raiva.

 - Doutor Félix : Esta dizendo que o vice-diretor da academia de duelos não consegue usar está carta ridícula? Meu deck não precisa de tal porcaria! – Fechei o punho mas a Lily segurou meu ombro, respirei fundo, virei de costas e sai puto da vida dali.

 - Elias : Como ele pode falar assim das cartas, odeio duelistas assim! – Disse chutando uma lata de refrigerante.

 - Lily : Você não precisa ficar de cabeça quente por isso, eu sou a aborrecida lembra? – Peguei a carta e li seu efeito.

 - Elias : Ela realmente é bem complicada, mas conheço alguém que pode me ajudar. – Desci em disparada pela rua, 5 minutos depois cheguei na loja de duelos da cidade, a Duel Treminus, entrei e vi que só havia o dono, Flavio, ele era um quarentão, tinha cabelos cacheados e olhos castanhos.

 - Flavio : Finalmente Elias, estava louco pra saber se tinha passado na prova, como foi?

 - Elias : É claro que passei.

 - Flavio : Meus parabéns Elias, você é um grande duelista, merece mesmo.

 - Elias : Agora eu preciso de sua ajuda, a prova de campo amanha exige que eu use essa carta e vença o duelo. – Puxei a carta do bolso e entreguei para Flavio, ele a examinou, colocou contra a luz e usou uma lupa.

 - Flavio : Chaos Goddess hein, você e bem difícil, deve ser um deck bem estruturado para usá-la Elias. – Ele disse me entregando-a de volta.

 - Elias : É por isso que preciso de ajuda, pode fazer isso por mim? – Ele me olhou sério.

 - Flavio : Vamos fazer o seguinte, como sou amigo de sua família muito tempo, você pode ir para o estoque de cartas lá nos fundos e montar um deck para usá-la, vai por mim, cartas para essa garota não vão ser encontras nesses novos boosters.

 - Elias : Sério Flavio? Valeu mesmo cara, te devo uma. – Disse abraçando ele de novo. – Mas não vou montar outro deck, vou adicioná-la no meu para mostrar ao vice-diretor da academia de duelos que ela não é uma porcaria.

 - Flavio : O que? Ela a chamou de porcaria?

 - Elias : Foi.

 - Flavio : Os duelistas estão realmente perdendo o verdadeiro sentido dos duelos. – Ele falou balançando a cabeça negativamente. – Então vá ao trabalho garoto, vou ligar para sua mãe e disser que vai passar a noite aqui.

 - Elais : Certo! – Fui para a porta atrás do balcão e abri, havia uma cozinha e uma outra porta que dava para o quarto dele, desci umas escadas e cheguei no porão, onde havia várias caixa de papelão.

 - Lily : Todas essas caixas estão ceias de cartas? – Ela falou espantada. – Como vamos encontrar as certas nessa confusão?

 - Elias : Com isso. – Disse pegando um livro numa mesa de madeira, soprei a poeira que fez a Lily tossir. – Ele mantem todas as cartas organizadas e listadas nesse livro, agora vamos começara a estudar. – Puxei uma cadeira e comecei a ler o nome das cartas enquanto a Lily olhava por ai.

 - Lily : Estranho não haver espíritos de duelo aqui com todas essas cartas.

 - Elias : Acho que estão felizes, o dono delas as trata muito bem, todas semana ele cuida de todas, limpa o lugar, checa se estão em ordem, ele me disse que só pelo carinho elas não sentem que estão esquecidas, ao contrário, estão muito felizes por ter um dono tão atencioso.

 - Lily : Assim como você. – Ela disse sorrindo.

 - Elias : Obrigado, agora vamos ao que interessa. – Me levantei e comecei a vasculhar as caixas, separar cartas e pensar em estratégias, a porta se abriu e vi que era Flavio com uma bandeja.

 - Flavio : Trouxe seu jantar, meio bolo de chocolate com uma lata de refrigerante. – Ele falou colocando a bandeja em cima da cadeira. – Conseguiu algo?

 - Elais : Está faltando alguma coisa, montei alguns combos e tenho que escolher qual vai entrar.

 - Flavio : Tenho uma coisa para você. – Ele disse puxando uma carta do bolso e me entregando. – Esse é o Chaos Sorcerer, e bem poderoso, ia te dar de presente se conseguisse entrar na academia mas parece que precisa de toda a ajuda.

  - Elias : Valeu mesmo, você me ajuda em tudo.

 - Flavio : Você é como um filho pra mim, agora vou lhe contar uma história. – Ele se sentou no chão. – O Criador de monstros de duelo fez 7 tipos de invocação diferentes da normal e especial, sabe quais?

 - Elais : Claro, Tributo, Ritual, Fusão, LV, Synchro, XYZ e Pendulo.

 - Flavio : Certo, mas há uma oitava invocação, o Chaos Summon, e esta carta faz parte dessa invocação.

 - Elias ; Remover um luz e um trevas do cemitério para invocá-los, incrivel. – Disse lendo o texto da carta.

 - Flavio : Ele criou essa oitava invocação mas com pouquíssimas cartas e um semi-arquetipo, o Chaos, existe varias cartas com Chaos no nome mas não são consideradas como um arquétipo, diz uma antiga lenda que elas representam as dimensões que existe, elas são o que mantém a ordem entre as várias dimensões.

 - Elias : O Chaos mantendo a ordem? Que estranho.

 - Flavio : Por isso quero que fique com ela e tenha duas carta Chaos. – Olhei para a carta da Chaos Goddess encima da mesa,

 - Elias : Certo. – Ele se virou e saiu, continuei a montar meu deck, a historia sobre as cartas Chaos ainda ecoavam na minha cabeça, de vez em quando bocejava e me esticava. – Vou descansar os olhos por uns cinco minutos. – Me estirei no chão e fechei os olhos, durante um tempo foi só o silencio, de repente ouvi um barulho de alguém chorando, estava tudo escuro, ao longe vi alguém abaixado, me aproximei, o som ficava mais forte, perto o suficiente vi que era uma garota de cabelos brancos sentada no chão com as mãos no rosto. – Você está bem? Perguntei pegando em seu ombro, ela parou e se virou, ela tinha o rosto mais belo eu já tinha visto, uma pele lisa e branca, seus olhos eram de um vermelho intenso, ela se levantou de um salto e me abraçou aos prantos. – Você está machucada? O que houve? – Perguntei meio sem jeito pois ela me apertava, ela olhou nos meus olhos, continuávamos abraçados, aproximei meu rosto do dela. – Me ajude. – Ela disse, então tudo ficou claro de repente, acordei sendo balançado por Flavio.

 - Flavio : Elias acorda, está atrasado, vamos! – Olhei para o relógio que marcava 7:30.

 - Elais : Os duelos são as 8 horas! – Peguei minha jaqueta, peguei meu deck e o coloquei no bolso. – caramba, tenho que arrumar as cartas.

 - Flavio : Depois nós dois organizamos, agora suma daqui garoto.

 - Elias : Valeu mesmo Flavio! – Gritei saindo em disparada, as ruas da cidade já estavam movimentadas, com certa dificuldade, me esquivava de pedestres e veículos pelo caminho, cheguei de frente ao portão onde dois homens de terno já iam fechá-lo. – Espera aé! – Gritei, corri e cheguei de frente a eles. – Vim para os duelos, posso ainda entrar? – Disse ofegante.

 - Sinto muito garoto, se não chegou na hora não entra mais.

 - Elias : Por favor. – Insisti. – Eu ralei muito pra chegar até aqui.

 - Isso não é da nossa conta. – Disse o outro já fechando o portão.

 - Não vão dar uma chance para um duelista? Bela academia de duelos que barra duelista na porta. – Um cara alto e branco falou, ele usava uma camisa vermelha e uma jaqueta preta por cima, uma calça jeans azul-escuro com um cinto que levava o deck, seu cabelo escuro era meio cacheado e tinha uma mecha branca na frente.

 - Isso não é da sua conta! – Falou o primeiro cara de terno.

 - E da minha conta se importar com duelistas, se não deixarem ele entrar, vou denunciar isso para todos os meio de comunicação, isso deve agradar bastante seus superiores. – Eles se olharam.

 - Entra logo garoto, vai! – Eles abriram mais um pouco a porta, me virei e olhei o rapaz.

 - Elias : Obrigada cara. – Ele sorriu e se virou.

 - Boa sorte garoto, você vai precisar. – Ele falou e saiu andando, ia chamá-lo mas os dois caras de terno me empurraram para dentro, o ginásio dos testes era imenso, corri pelos corredores e consegui chegar na quadro principal onde havia vários jovens com o uniforme da academia assistindo os duelo.

 - Certo pessoal, esse foi o ultimo duelo do selecionados presentes, infelizmente nenhum conseguiu usar sua carta para conseguir se classificar o ao menos ganhar o duelo, mais sorte no ano que vem. – Um homem de terno falou no microfone.

 - Elias : Ei aqui! – Gritei agitando os braços, todos olharam para mim. – Ainda não duelei. – Disse ao chegar perto do cara com o microfone.

 - Doutor Felix : Parece que você não é tão sortudo, não chegou na hora então não vai duelar, sinto muito. – Ele deu as costas e começou a andar.

 - Elias : Vou mostrar pra você que posso invocar a Chaos Goddess, diferente de você é claro. – Falei para que todos ouvissem, ele parou e se virou.

 - Doutor Felix : Não tenho tempo para idiotas com sonhos de vencer um profissional.

 - Elias : Vamos ver então, quero provar a você que não existe nenhuma carta inútil e sim duelistas incapazes. – Ele me olhou com raiva.

 - Doutor Felix : Tragam meu disco de duelo, vou mostrar pra esse moleque com quem ele mexeu. – Um dos caras de terno me levou para uma arena na quadra, o Doutor apareceu com um disco de duelo preso a um apoio no peito, ele colocou o deck e o aparelho acendeu, peguei meu disco e duelo no bolso e coloquei no braço, coloquei meu deck.

 - Elias : “ Vamos mostrar pra ele que não se deve humilhar as cartas pessoal. “

 - Duelo!



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