História Zero For Conduct - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Block B
Personagens U-Kwon, Zico
Tags Canibalismo, Creepypasta, Gore, Psicopatia, Satansoochallange, Serial Killer, Zikwon, Zikyung
Exibições 51
Palavras 3.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oioioi
acabei demorando mais com esse capítulo doq eu queria jjjjjj mas fazer oq, estou num 'semi-hiatus' e pra conseguir internet, cruz credo, está difícil -qqq
well, esse capítulo ta especial pra vcs sz espero q gostem

boa leitura

Capítulo 6 - Luxúria


Fanfic / Fanfiction Zero For Conduct - Capítulo 6 - Luxúria

Zico estava mais calmo. Encostado na cadeira ao lado oposto da maca onde Yukwon persistia em continuar sentado olhando para si. Estático.

Faziam-se algumas horas e nem um, nem outro, trocavam uma palavra sequer. Contudo, apesar do silêncio total que estava o ambiente, tendo somente suas respirações para preencher aquilo, de forma alguma suas mentes estavam em paz.

Yukwon refletia no que fazer ou dizer para o outro, hora ou outra deixando respiradas fundas escapar, contudo nada saía de seus lábios. Queria poder aliviar, o provável peso, que surgiu no peito do maior.

Enquanto isso, Zico organizava tudo o que estava sentindo. Não culpa de tudo o que havia dito antes. Quem sabe apenas um pouco porque era muito para ele lembrar, entretanto, pensava sim na confiança que deu para Yukwon tão absurdamente rápido. Ou nem tão rápido assim.

Ah, mas quem dera se fosse apenas isso.

Pensava em seu desejo. Aquele desejo louco que começava a surgir em si. Ele queria tocar aqueles lábios de novo, tomá-lo em seus braços, fazê-lo agradecer por estar ali e acima de tudo, deixá-lo seu e apenas seu.

Zico queria que Yukwon fosse seu fiel amante. Afinal, por que não ser? Se fosse receber melhores condições o que com certeza receberia, não haveria motivo para não desejar uma coisa dessas. Apenas se retirar o fato de Zico ser um completo lunático que come jovenzinhas vivas.

Nada que Yukwon não possa dar um jeito.

A horas estava se controlando para não pular no mais baixo. Seus lábios entreabertos o provocavam como nunca imaginou que algum dia fossem provocar, aqueles olhos semicerrados e perdidos o deixavam extremamente sexy, apenas piorando a situação. E a cada respiração um pouco mais funda dele, Zico jurava ver estrelas.

Tanto se controlava, que mordia seus dentes. Entretanto, em certo momento, fora impossível continuar se contendo, e abrindo um longo sorriso de orelha a orelha, começou com o seu jogo de provocações.

-- Yukwon... -- falou baixo. -- Vais mesmo ficar nessa?

O rapaz balbuciou, não entendendo o que Zico quisera dizer. Yukwon não era o tipo de pessoa, digamos, muito esperta quanto a essas coisas. Podia ser um dos 'estranhos' de sua roda de amigos, mas isso não mudava o fato de ser extremamente inocente.

-- O que quer dizer com 'nessa'? -- questionou o maior que riu pelo nariz, ajeitando-se melhor então, estendendo o olhar e tentando por seu ar de superioridade em prática.

-- Ora, não é como se eu e você não soubéssemos. -- provocou mais uma vez, fazendo Yukwon franzir o senho. -- Não se faça de tolo, Kim Yukwon.

Zico, então, lançou um olhar provocante e desafiador ao menor, começando a engatinhar em sua direção. Yukwon não sentiu medo nem sequer moveu um músculo; estava já a tempo muito mais do que seguro de que o assassino não lhe faria nada de mal.

Contudo, Zico acabou por parar extremamente perto de si, segurando em seguida o queixo desse com dois dedos. Fixou seu olhar no do outro, sendo capaz de sentir apenas com aquilo cada pelo de Yukwon se arrepiar. Sabia!; pensou para si mesmo. Zico sabia que não era o único que estava enlouquecendo por dentro.

O de fios multicoloridos sorriu mais uma vez, falando com um tom baixo: -- Viu? Você sabe do que estou falando.

Yukwon engoliu em seco, começando a ficar receoso quanto àquilo. Entretanto nada pôde fazer e já teve os seus lábios colados com os de Zico.

Sentiu-se sem chão naquele momento, mas não era um sem chão ruim. Na verdade era maravilhosamente maravilhoso. Os lábios de Zico eram macios e mesmo contendo um gosto meio metálico por conta do sangue que esse tanto devorava, eram deliciosos. O toque de antes havia sido tão rápido que, Yukwon nem sequer havia conseguido notar essas pequenas coisas.

Não levou muito tempo contorcendo tudo aquilo, e Yukwon cedeu, fechando os olhos e abrindo a boca brevemente para sentir tudo o que Zico era capaz de fazer. Iria se derramar e deixar ir sem questionar, muito menos implicando com algum gosto 'peculiar' do maior.

Zico, da mesma forma sentiu seu estômago borbulhar. Yukwon era tão assustadoramente delicado. E apenas havia notado isso com precisão naquele momento que iniciaram o tal beijo que estava levando ambos a querer acelerar.

E aceleraram.

Zico movimentava a sua língua não com muita calma, sendo perfeitamente correspondido por Yukwon que auxiliava mexendo a cabeça de lados a outros e também entrelaçando sua língua com a alheia. Sem contar suas mãos que começavam a subir para o pescoço do maior e puxar os fios dali.

Entretanto, Zico logo fez o favor de acabar com a diversão que Yukwon estava começando a sentir subir por seu peito, separando o beijo. E, encarando-o com o mesmo olhar, apenas um pouco mais malicioso, disse: -- Bom garoto...

Logo voltou a beijar o mais baixo, dessa vez com ainda mais desejo e com movimentos mais violentos. Yukwon arfava com cada mordiscada em seus lábios, cada chupão, e quando as mãos de Zico passaram a percorrer sua cintura, sentiu tudo ficar ainda mais interessante.

E, antes de parar novamente de beijar sem delicadeza alguma Yukwon, Zico mordeu com força o lábio inferior desse, puxando-o e freccionando com ainda mais força até sentir uma gotícula de sangue sair dali. Essa que, por sinal, Zico não deixou perder, voltando a beijar o menor, segurando fortemente em seus ombros e se colocando um pouco mais para cima.

Chupava o local, lambia, mordia mais para sair mais e mais sangue, e Yukwon apenas se deliciava ao invés de sentir dor. Apenas em ter o calor do outro, já era mais do que o suficiente para permiti-lo abusar de si de todas as formas possíveis.

Zico então, empurrou Yukwon para o chão, deitando-o ali e ficando por cima. Retirou suas mãos do ombro alheio, levando essas para o pulso fino do menor, segurando agora ali com força e colocando suas mãos ao lado da cabeça.

O beijo que levavam apenas continuava com ainda mais fervor, tendo Yukwon inquieto por conta das milhões jogadas de quadril que Zico fazia. Nunca, em nenhum momento, imaginou que alguém conseguiria deixá-lo daquela forma; pendente de mais. Nem sequer em todas as suas transas com a sua namorada ficara daquele jeito. Oh sim...

Sua namorada, nem sequer havia lembrado-se dela em todo aquele tempo.

De início quem sabe tenha sido o medo, mas depois, nem em seus mais profundos sonhos ela apareceu. E agora que não apareceria. Se alguém fosse aparecer, esse alguém seria Zico. Dizer que não estava mais obcecado pelo assassino seria mentira.

Zico separou finalmente seus lábios do outro, deixando os de Yukwon já muito inchados e manchados de sangue, descendo para o pescoço desse, logo embaixo do maxilar. Ali maltratou, mordendo, chupando, lambendo com a sua já característica falta de delicadeza. Não que essa incomodasse Yukwon, muito pelo contrário.

Podia, até mesmo, chegar a dizer que agora pertencia a Zico.

E, não bastando muito tempo, mais algumas gotas começaram a escorrer da região que Zico maltratava, e da mesma forma, esse saboreou-se com o sangue do atual amante. Sangue esse que podia dizer ser magnificamente magnífico.

Não que fosse, porém, parecia ser diferente diante daqueles olhos negros tão vibrantes. Yukwon era incrivelmente sensual, de uma forma que Zico não havia notado antes, e por tolice sua.

Mesmo a muito tempo sem uma alimentação adequada, pouco em Yukwon mudava. Isso, em seu físico, é claro. Os braços fortes e marcados de nada perdiam a tal ' ' textura ' ', enquanto o resto Zico estava prestes a ver e apreciar. E mesmo que não se impressionasse, Yukwon já era delicioso daquela forma, perfeito, apetitoso.

Seus grossos lábios estavam encharcados pelo líquido vermelho vinho que escorria do pescoço do rapaz, marcado esse pelos dentes de Zico no qual passava a língua seguidamente para saborear-se ainda mais do sangue de Yukwon. Sangue esse que, apenas pelo fato de ser do menor, já era de sabor e questão muito maior que qualquer outro.

Yukwon era perfeito para Zico.

E, de forma lenta e cautelosa, tomando cuidado para não deixar uma gota sequer escorrer de seus lábios, Zico estende seu corpo, voltando a olhar fixamente nos olhos vibrantes de Yukwon. E com um sorriso de canto, diz:

-- É doce, não metálico. -- passou seus dedos friamente pelo rosto de Yukwon, finalizando: -- Poderia beber teu sangue para todo o sempre.

E Yukwon sorriu ao saber que havia agradado o amante, logo tratando de ajeitar-se melhor ali, mas não bastou e Zico já tomou-o em seus braços, voltando a beijá-lo com vigor. Contudo, em seu colo, deixou Yukwon sobre a maca ao lado que ali se encontrava. Essa não estava suja, e também se estivesse, ambos ali teriam um sério problema.

Entretanto, em meio a movimentos provocantes e violentos, esses como arranhadas e pequenas investidas apenas para provocar, por sinal que arrancavam gemidos bem sucedidos de Yukwon, Zico voltou a deixar os lábios completamente maltratados do menor, descendo sua atenção para o corpo desse no qual estava tão interessado e curioso.

A blusa socada do moreno não recebeu cuidado algum de Zico, que apenas rasgou-a enquanto chupava o maxilar do rapaz. E então tendo a visão do tronco de Yukwon, Zico pareceu devorá-lo com o olhar; estava impressionado no quanto o menor era extremamente bem desenhado em todos os sentidos, e o corpo bem definido apenas o deixava ainda mais louco.

Como disse, Yukwon era perfeitamente perfeito para Zico, e esse não desperdiçaria isso de forma alguma.

Contudo, em meio a toda aquela pegação, Zico não pôde deixar de notar um ferimento recente no abdômen de Yukwon. Um pouco acima do quadril e um pouco abaixo das costelas, no lado esquerdo. Era um corte, e aparentemente de faca. Ficou curioso em saber o que era aquilo, porém, toda a situação logo o desligou daqueles pensamentos, voltando a focar apenas no que iria fazer com o garoto abaixo de si.

Zico lambeu os lábios, manchando um pouco mais esses do sangue que ainda permanecia em sua língua, mas logo em seguida abocanhou cada centímetro daquele corpo, começando pelos mamilos que insistia em destruir, arrancando gemidos cada vez mais altos e satisfatórios de Yukwon. 

Descia, arranhava, mordia, sangrava; e quando ambos perceberam, já estavam cobertos por aquele líquido vermelho que vinha de Yukwon. Mas esse não se importava, na verdade, a cada segundo pedia por mais, para que Zico continuasse a marcá-lo daquela forma masoquista que tanto estava começando a aprovar.

Quem sabe, realmente tenham sido feitos um para o outro. Em meio ao medo, Yukwon achou a sedução e o lado carente do outro, até mesmo adorável. Enquanto Zico, re-vivenciando um completo trauma seu, encontrou o prazer de estar ao lado de alguém que parecia tão incrivelmente calmo e confortável. A calmaria que lhe faltou por anos.

E quando menos esperavam, ambos já estavam praticamente sem roupa alguma, ou pelo menos Yukwon que já tinha tido sua calça e camisa rasgadas por Zico, enquanto esse apenas a blusa retirada com mais normalidade pelo atual amante.

Zico torturava Yukwon, não cansando de o marcar e deixá-lo cada vez mais coberto de sangue, contudo esse não se queixava. E então, querendo dar um chega para finalmente ir para a parte no qual mais esperava, leva suas delicadas mãos para os fios de Zico, levantando seu rosto, fazendo esse olhar para si. Assim que recebeu a resposta, mordeu o dedo indicador e apontando esse para o maior.

-- Anda logo, chupa.

E assim Zico fez sem pensar duas vezes, chupando o dedo com uma gota de sangue prestes a escorrer, como se fosse a coisa mais preciosa do mundo. Isso apenas o fez ficar ainda mais próximo do menor, empurrando um tanto esse para cima, contorcendo o corpo com as várias investidas provocantes que fazia nesse, mesmo que ainda estivessem com algo trajado.

Da mesma forma, essa foi a completa deixa para suas roupas, retirando-as por completo. No mesmo instante, Zico continuava maltratando a pele de Yukwon, saindo do dedo ensaguentado desse e indo para o braço, manchando esse também, e passando por todo seu corpo mais uma vez, até finalmente chegar no quadril nu desse.

Ali, então, provocantemente desceu a língua até as fartas coxas do rapaz, mordendo e chupando, também marcando de sangue. Nem adiantava mais repetir, Yukwon já estava completamente encharcado. E Zico amava aquela cena; Yukwon totalmente indefeso, morrendo de excitação, caindo-se nas margens do prazer, e pintado da cor que tanto lhe trazia prazer: o vermelho.

Zico sorriu, olhando da forma mais sensual que conseguiu para Yukwon, e com a outra mão apertando a outra coxa livre do rapaz, marcando essa com seus dedos. Ficou vermelho, roxo, hematomas. E voltando a contorná-lo com a língua enquanto apertava a coxa no qual mordia e lambia, para próximo do fim do fêmur, estendendo seu corpo para olhar fixamente nos olhos alheios. Ali solta mais um sorriso, e diz num tom rouco e baixo, quase num sussurro:

-- Grite meu nome, pois lhe farei delirar.

E não foi diferente; Yukwon gritou no instante que sentiu o volume do amante dentro de si, arrebentando-lhe as paredes. Também, não dando-lhe tempo para raciocinar, Zico apenas começou os movimentos de vai e vem de forma brutal, violenta, sem o menor cuidado. Da mesma forma que fazia antes. Nem sequer uma preparação lhe veio, também porque Zico sabia o que era bom, e sabia principalmente que Yukwon aprovaria aquilo daquela forma, logo que também aparentava estar derramado naquela transa masoquista que ambos levavam.

De início, Yukwon apenas queria se livrar daquilo, seu corpo queria expulsar aquele volume que lhe invadia, contudo, o absurdo prazer que sentiu momentos depois, foi maior e o fez entregar-se finalmente ao Zico completamente fascinado por si. Podia não parecer, mas tudo aquilo não era apenas prazer. Quem sabe fosse naquele momento, mas ambos sabiam que logo em seguida viria a parte no qual nada daquele sentimento doentio, possessivo, sadomasoquista viria à tona.

Quem sabe viesse até mesmo o mais puro amor.

Os gritos de Yukwon tomavam o ambiente. Suas mãos não demoraram para tomarem as costas de Zico, arranhando essa com as suas curtas unhas já não tão curtas. E, finalmente tendo um mínimo momento de vitória diante de todo aquele pecado, Zico solta um gemido no instante que sente o corpo do menor contorcer-se de uma forma no qual o fez delirar. Aquilo havia sido uma vitória para Yukwon; ouvir o gemido do amante.

Então, depois de tanto tempo, tendo Yukwon vendo estrelas em meio a toda aquela fantasia que implorava para que nunca tivesse fim, acaba tendo Zico fora de si. De início decepcionou-se, por que parar do nada? Contudo, logo em seguida uma resposta veio, e não muito delicada.

Zico agarrou-o pelas coxas já marcadas, colocando essas ao redor de seu quadril e levantando-se, levando Yukwon junto em seu colo. Então, bateu esse na parede de forma nada delicada, o fazendo gemer mais uma vez. E, aproximando os lábios do ouvido de Yukwon, diz no mesmo tom sensual de antes:

-- Vamos para um lugar melhor...

E assim acontece, tendo Zico carregando Yukwon para a porta que ficava no fundo daquela grande sala. Contudo, não paravam de se tocar e acariciar, beijando-se e derramando-se nas loucuras que era o calor alheio. E quando percebeu, já estavam em outro lugar. Mais especificamente uma cama.

Zico colocou Yukwon ali, também de forma não muito delicada, voltando a beijá-lo. Entretanto, no momento que ia voltar a investir no rapaz, tem esse ficando sobre si. Yukwon sorri vitorioso com aquilo, não iria enrolar mais com aquilo e poderia ter o mínimo de liderança naquele instante.

E, sem mais nada dizer, volta a ter o maior dentro de si, gemendo alto e arrastado, praticamente como um grito longo e contínuo. Mas, sem demora começa a cavalgar no colo do amante que tinha cada vez mais vontade de gemer, mesmo se controlando.

Zico ajudava investindo no menor, usando até demasiada força. E vendo aquela cena, pensando coisas cada vez mais eróticas com tudo o que Yukwon dizia, desde apenas palavras desconexas até palavrões e safadezas que não esperava do jovem, então não resiste em meio às loucuras que envolviam aquele corpo que se encaixava perfeitamente no seu:

-- A-ah... Yukwon... -- geme.

Aquilo despertou ainda mais loucura em Yukwon que não parava em momento algum, e sorrindo, continuando a chamar pelo nome do maior, inclina um pouco seu corpo para frente, tentando alcançar o ouvido desse, e ali fala em meio aos gemidos: -- Me chame, Zico-ah.

Zico tenta se controlar. Em sua cabeça, precisava manter a imagem de macho alfa, de que aquilo era apenas sexo. Porém ambos sabiam que não; no fundo, bem no fundo, aquilo significava muito mais coisa. Para Zico, gemer o nome do companheiro, chamá-lo, era algo muito fora do comum. Era especial, era um sentimento guardado.

-- Y-Yukwon... argh... -- geme novamente, e Yukwon sorri abertamente. Sabia que não aguentaria muito mais indo naquele ritmo — na verdade, já havia achado que aguentou muito para a primeira vez perdendo a virgindade da parte de trás —, e queria, ao menos, conseguir arrancar de Zico algo que a muito prezava.

-- Vem... eu sei que você também não aguenta mais... -- continua sussurrando, gemendo em meio as palavras e completamente ofegante. Porém, sussurrando. -- D-dentro... me faz gritar.

E aquela foi a deixa de Zico. De fato ele não estava muito diferente de Yukwon, e num longo e árduo gemido, goza dentro do rapaz, lambuzando a ambos os corpos, que foi ainda mais reforçado por Yukwon, que também chegou ao seu limite.

Não se importavam se estavam ambos sujos, não apenas do sangue do mais baixo, é claro. Suados e até mesmo com o corpo doendo em alguma região. Tanto um quanto outro estavam tão envoltos naquilo tudo, que suas vontade eram de continuar e nunca mais parar. Poder perder a tamanha insegurança e dizer que agora um pertencia ao outro e que apenas beijariam os lábios alheios.

Yukwon, então, cai de costas, ficando do lado oposto de Zico. Sua visão estava embaçada, respirava no mínimo três vezes mais rápido que o normal, mas nem por isso era capaz de sentir a dor dos ferimentos que causara em si mesmo e os que deixara Zico causar. Sentia-se, na verdade, completamente anestesiado.

Zico da mesma forma, sentia-se mais leve. Apesar de tudo parecer girar, o grotesco peso que perturbava as suas costas, pareceu ter sumido. Yukwon não passou por si daquela forma como apenas um meio de sentir prazer, mas também de alívio. Não permitiria mais que o outro desgrudasse de si.

Zico engatinhou lentamente ao menor, deitando-se ao lado desse. Ficou o observando, refletindo um milhão de vezes o quanto ele é lindo, e ficava ainda mais lindo daquela forma; indefeso.

Não levou muito tempo, e assim que Yukwon regulou sua respiração, olhou para o amante, sorrindo ao vê-lo ali; Estou ficando louco por ele; pensou para si mesmo, encarando-o no fundo dos olhos, percebendo como esse também ainda lutava para respirar normalmente.

-- Isso... -- começou Yukwon. -- foi de outro mundo...

E Zico sorriu com aquelas falas, não sabendo o que responder. Havia o satisfeito, pelo o que aparentava, e Yukwon fez o mesmo consigo. A partir daquele momento, tinha certeza que aquela mesma coisa que haviam acabado de terminar, repetiria-se muitas outras vezes. Mal conseguia esperar por isso.

E desviando o olhar do de fios multicoloridos por sinal completamente descabelados caindo sobre seus olhos, Yukwon olha para seu estado, percebendo como estava sujo. Mas não se importava, por Zico, ficaria naquele estado para sempre.

Assim que voltou o olhar para o maior, percebeu que esse também o encarava, e que levou um pouco mais de tempo para voltar a lhe encarar. Nesse instante soube novamente, que havia se enganado e nada tinha terminado.

-- Podemos fazer quantas vezes quiser... -- disse Zico num tom baixo e provocante, da mesma forma que antes. -- Apenas basta pedir...

A mão do assassino, lentamente desceu pelo tronco de Yukwon chegando até o membro desse. Onde, por sinal, assim que Zico tocou e envolveu com seus dedos, arrancou um gemido longo do Kim, a ponto de fazer esse abrir os lábios consideravelmente. Um gemido gostoso que já foi o suficiente para voltar a despertar aquele desejo em Zico.

 

É, a noite deles estava muito longe de acabar.


Notas Finais


não sei onde enfiar a minha cara depois desse lemon UASHUAHSAUH
weeeell, não tenho nada a falar
comentários?

tt; @ihbinnie


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