História Zombie Exodus - Capítulo 1


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Mistério

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Zombie Exodus


Fanfic / Fanfiction Zombie Exodus - Capítulo 1 - Zombie Exodus

Era mais um sábado que achava ser comum, Agatha junto com seu irmão foram visitar Sarah, como já estava anoitecendo resolveram fazer macarronada, mas faltava ingredientes, então foram ao mercado que ficava na esquina. Primeiro passaram pelo enorme estacionamento, e de repente se escuta barulho de dinamites e tiros, em desespero corram dentro do mercado.

Notaram que as pessoas estavam diferentes, andavam lento, seus olhos eram bancos e sua pele pálida. Os três entraram juntos porém entre um corredor e outro se separam, Sarah ficou um pouco nervosa, pois notou que eles haviam descobertos, ou seja, não estavam contaminados.

Agoniada procurava a amiga junto com o guri, mas não podia dar muita bandeira de que pessoas normais tinham entrado, tentou andar lento, olhar atento a qualquer movimento mais estranho do que já estava. Ao ver a amiga tentou leva-la embora, mas antes pegou alguns biscoitos e, tentou sair o mais rápido possível.

Agatha como uma boa garota disse que deveriam pagar antes de ir, mas não havia tempo, os zumbis se juntarem nas áreas de saída do mercado enquanto outros iam ao encontro deles. Agora realmente percebendo o risco os três saíram correndo, desceram as ranpas e entraram no primeiro carro que apareceu, Sarah fez ligação direta no carro, mas estava demorando para funcionar.

 Quando enfim funcionou, ela acelerou, parecia motorista do velozes e furiosos, dirigia igual uma louca, 100 km/hr era o mínimo, furava o sinal. Miguel, estava com medo da forma Sarah dirigia, acho que se não morreram pelos zumbis, morreriam num acidente de carro.

Cada vez mais acelerava, os passageiros tentavam se segurar em qualquer lugar, mas estava difícil, parecia que estavam numa montanha-russa.  

- Mana, vai com calma, ou vai bater o carro.

- Depois penso em desacelerar, quando tivermos mais afastadas do centro.

Após dirigir a noite toda chegaram num lugar que parecia uma favela, casas juntas e rusticas, só no tijolo e cimento que não cobria nem a metade da parede. Decidiram ver se encontravam ajuda, acharam duas lanternas no carro, e foram desbravar o lugar. Havia o espaçamento de quase 1 metro entre as casas, porém não havia portas era apenas um espaço de 30 cm para entrar, as janelas de vidros opacos, pedaços de madeira jogados pelo chão, tijolos quebrados, tecidos rasgados que pareciam cortinas, furos nas paredes fazia com que entrasse um pouco de luz.

Sarah subiu as escadas com a lanterna numa mão e um pedaço de madeira na outra, Agatha não queria ficar sozinha então acompanhou a amiga, e Miguel foi logo atrás. Parecia que os outros andares ainda estão em obra, tinha alguns baldes com água suja, tijolos empilhados.

Os prédios era interligados no terceiro andar, quando estavam em outro prédio ouviram o barulho de um carro sendo ligado, levaram um susto tentaram voltar o mais rápido mas tudo parecia um labirinto, já não sabiam ao certo para onde teriam que ir, Agatha tentou ver algo pela janela.

Um grupo estava se formando ao redor do prédio em que estavam, mas não conseguia ver direito o que tinham em mãos. Miguel não entendia o que acontecia, mas tentou fazer a irmã se acalmar, pois parecia que a qualquer momento teria um ataque cardíaco.

Mais centrados conseguiram voltar para o carro, o grupo os esperavam, perguntaram se estavam contaminados, e pediram para que os seguissem. Começaram a entrar no meio no mato, e logo viram por dentre as árvores um acampamento, com mais ou menos 15 barracas e várias tentas.

Foram guiados por uma dos homens do grupo para a tenda principal, o líder os esperavam.

- Sejam bem vindos.

- Bem vindos exatamente aonde? – perguntou Sarah.

- Ao único lugar seguro.

- Do que estamos fugindo? – perguntou Miguel.

- De coisas más, monstros atacam quem não tem as mesmas características genéticas que ele.

- Pera, como isso aconteceu?

- Há alguns meses, estávamos fazendo experimentos para descobrir a cura para determinados doenças, testamos primeiramente em animais, porém um deles escapou e mordeu um dos meus filhos, que acabou sendo infectado – fez uma pausa, já com os olhos marejados continuou – não tive coragem de mata-lo, então deixei-o livre, mas não sabia o que iria acontecer.

- Então esses zumbis que estão por ai foi culpa sua?! – os irmãos falaram juntos.

- Pode se dizer que sim.

- O que ele causa exatamente?

- Bom – quase nem se lembra, pois o experimento ainda estava no começo – como vocês devem saber esse é um vírus parental tipo selvagem, ou seja, ele se desenvolve em condições especificas, mas as pessoas infectadas não atacam membros de sua família sanguínea, em compensação ataca todo o resto.

            - Ok, bom saber que podemos ser atacados por qualquer monstro – disse Miguel.

            Conversaram por mais algum tempo, depois foram levados para a tenda em que ficariam. Se passou quase uma semana já estavam adaptados, fizeram amizades, mas nãos esqueciam do perigo que corriam.

            Em uma tarde, Miguel brincava com outras crianças, sem querer chutou a bola que foi parar no meio da mato, Agatha foi pegar a bola, um grupo tentou impedi-la, mas não conseguiram, ela demorou um pouco e logo voltou com a bola. Então outras crianças começaram a jogar várias bolas também, sem qualquer motivo aparente.

            Os adultos ficaram irritados e começaram a brigar com as crianças, disseram que era perigoso, pois na mata ao redor do acampamento havia zumbis, e todo cuidado era pouco para proteger a todos. De repente se ouve um barulho estranho, os “guardas” prepararam as armas e..... era apenas uma jaguatirica, todos respiraram aliviados ao ver o animalzinho.

            Passado o susto, acharam melhor começar a treinar os jovens com mais de 15 anos para eventuais acontecimentos, pois todos deviam estar preparados.

 



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