História Zootopia: O Lobo solitário. - Capítulo 14


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Categorias Zootopia - Essa Cidade é o Bicho
Personagens Judy Hopps, Nick Wilde, Personagens Originais
Tags Drama, História Alternativa, Reviravolta, Suspense, Zootopia
Exibições 51
Palavras 5.518
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeeeey! Volteeeeei!
Então pessoal, vamos conversar? * Puxa uma cadeira*, podem se sentar, sirvam-se de um cafézinho também! O melhor de São Paulopia é aqui!
Bem, vamos á conversa:
Pessoal, estou com um bloqueio criativo! Então para fazer este capítulo, demorou bastante!
Minha escola também ta fazendo um mega projeto, preciso me dedicar mais à isso.
Recentemente, estive triste (não me perguntem o por quê), mas isso é temporário, então não liguem muito para isso.
Minha vida está bem corrida, tenho que tratar de uma doença.
Perdão! Perdão, perdão, me desculpeeeem! Pelo atraso! Não tenho previsão do próximo capítulo!

Agora vamos à coisas a esclaresc-
...
Cling Clang... Dekonado não está mais aqui.
Quero brincar com vocês, e minhas correntes também.
Contar-lhe-eis uma pequena estória, sim?

Capítulo 14 - "Pois agora, seremos uma grande família feliz."


Fanfic / Fanfiction Zootopia: O Lobo solitário. - Capítulo 14 - "Pois agora, seremos uma grande família feliz."




[Caverna de Tundralândia, 8:30 PM, Tempo local: Frio forte]
[Nick]


Então eu coloquei a Judy no chão, me agachei e me aninhei com ela, que correspondeu refugiando-se em meu peito, então em questão de segundos, adormecemos juntos, cada um no peito do outro, em um sono leve.


[Avanço de Tempo, Quinta-Feira, 9:20 AM, Tempo: Frio]


Eu ainda estava dormindo junto a Judy, que estava aninhada em meu peito, quando o rádio começou a tocar, me despertando.
Os primeiros raios de sol já iluminavam a caverna em que nós estávamos, a fogueira que antes brandia suas chamas em favor a caverna, agora estava transformada em cinzas.
O clima gélido ainda permanecia o mesmo, mas agora estava um pouco menos frio do que a noite anterior.


"- Ai Judy... Atende você..." - Disse enquanto me mexia com preguiça. Judy ainda parecia estar dormindo, então peguei o rádio e disse com uma voz cansada: "- Alôô?" - Disse enquanto soltava um bocejo "- Oficial Wilde."


[Rádio|Nick]
"- GRAÇAS A DEUS, VOCÊS ESTÃO BEM!" - Disse uma voz preocupada.
"- Quem é?" - Reforcei a pergunta.
"- Oficial White, Ana. Vocês não deram uma transmissão de rádio durante um dia inteiro!"- Disse Ana com intensidade e preocupação.
"- Ah, nos desculpe," - Disse enquanto levantava e me espreguiçava, Judy já abria seus lindos olhos roxos com delicadeza. "- se isso serve de consolo, estamos bem." - Disse enquanto estendia meus braços ao ar.
"- Bem, como está indo o caso de adaptação?" - Perguntou Ana, curiosa.
"- Aparentemente, nós nos adaptamos até que razoavelmente bem ao clima de Tundralândia." - Disse para Ana, mas na realidade, não sabia se Judy tinha se adaptado bem.
"- Ótimo, continuem com o bom trabalho! Câmbio desligo." - Despediu-se Ana, enquanto um chiado e uma voz estranha vinha de fundo no rádio.


[Nick]


Judy ainda parecia estar encolhida no fim da caverna... Ela estava tão fofinha! Ela se encolhia com seus braços e com suas patas em uma posição fetal, tentando se aquecer contra o frio inabalável de Tundralândia.
Não queria despertá-la tão cedo... Ela apenas abriu seus olhos por minha causa, mas já voltou a dormir. Vou tentar arranjar alguma coisa para nós fazermos durante todo o dia em que passaremos em Tundralândia, talvez algum castelo de neve ou algo parecido.
Eu estava ficando com fome... Acho que vou até o Hotel comer algo, não comi nada no dia passado e eu aposto que Mirtilos não nascem tão facilmente em Tundralândia!


Saio da caverna e coloco minha pata para me proteger dos raios de sol que pareciam agredir meus olhos, mas logo me adapto ao mesmo.
Tenho uma idéia, vou até o hotel pegar um café da manhã para Judy! Caminho até o hotel e adentro no mesmo, era um pouco longe, mas dava para ir andando.
Quando entro, me deparo com duas renas servindo chocolate quente, perto das grandes janelas.


"- Olá, posso pegar duas xícaras de chocolate quente?" - Perguntei para as renas.
"- Claro, claro! Sente-se aqui conosco! A lareira já está acessa." - Convidou uma das renas em um tom amigável para mim.


Bem, eu acho que ainda vai demorar muito para Judy acordar, sem contar que ela sabe me encontrar, então me sentei junto às renas no banco de madeira.
Ficamos conversando sobre alguns assuntos, inclusive elas conheciam bem Brasilpia, perguntei sobre alguma cidade ou estado com um clima gélido e elas me responderam que geralmente no Sul do país é bem frio, mas nada tão gelado como Tundralândia, por um momento fiquei aliviado, Judy não irá passar muito frio por lá.
Tudo parecia bem convidativo para eu ficar por lá, a lareira, os bancos rústicos, mas precisava voltar para Judy, já eram 9:28 AM e o chocolate quente dela já estava esfriando.


Me levanto do banco e me despeço das renas, eu já estava saindo do hotel e chegando na caverna, quando vi Judy se despedindo no rádio.


“- Tudo bem, nós estamos a caminho, câmbio desligo.” – Disse Judy em um tom sério enquanto colocava o rádio na cintura.
“- O que foi?” – Perguntei enquanto entrava na caverna com o chocolate quente.
“- A oficial Ana quer que a gente a ajude investigue um caso de um mamífero morto, na Praça de Tundralândia.” – Disse Judy, “- Ei, isto é chocolate quente?” – Perguntou.
“- Não, imagine! Na verdade, isto é café.” – Disse com um tom de ironia.
“- Há, há, há passe isso para cá.” – Disse Judy enquanto pegava o chocolate quente.


Após ela beber o seu chocolate quente, entramos no carro e eu dirigi até a Praça de Tundralândia, não estava muito contente em ajudar Ana... Ela parece muito suspeita, com todo aquele “bom humor” e “sinceridade” dela, tudo isso parece ser suspeito, claro, nada contra pessoas de bom humor ou sinceridade, mas algo me diz para não confiar nela, sem contar que ela me lembra muito a BellWheter... Manterei meu olho nela.


Infelizmente, o trânsito estava muito forte em Tundralândia, parecia que os caminhões de madeira estavam descarregando justo hoje, havia muitos carros, grandes e pequenos na nossa frente, parecia que iria ser um longo dia no tráfego, soltei um suspiro enquanto apoiava minha cabeça em minha pata.


[Quebra de lugar, Saída da Escola Pública de SPP, Avanço de Tempo, 12:35, Tempo: Calor]


[Matheus]


Eu já estava saindo da escola, precisava ver aquela localização que Cling Clang tinha me dado e jantar com minha mãe, quando Rosa correu animada ao meu encontro, com sua mochila e seu uniforme... Admito que ela estava bem bonita, estava com uma saia e uma blusa regata, com seus pelos reluzentes ao sol.


“- É amanhãã!” – Disse Rosa com uma empolgação em sua voz enquanto segurava as alças de sua mochila.
“- É, e é tudo por minha conta!” – Disse correspondendo a sua animação enquanto andava para frente.


O dia parecia que iria ser longo e caloroso, o sol já aquecia as ruas e os milhares de carros já enchiam e lotavam as ruas.


“- Nossa, que calor!” – Expressou Rosa com certo cansaço na voz, pensei em pagar algum sorvete para ela, já que estávamos perto do Shopping Savana Dourada.
“- Quer um sorvete?” – Perguntei para Rosa enquanto olhava para o Shopping.
“- É claro!” – Correspondeu Rosa animadamente.


Então nós dois andamos até o Shopping, que era bem grande por sinal, havia três andares e bastantes atrações, como museus egípcios, restaurantes, lojas de sapatos e diversos outros. Prestei atenção em um anúncio de uma empresa chamada “Meatorola” está lançando um novo modelo de celular... Preciso de um novo, o último que meus pais compraram foi o Moto Z, versão 1.0, o que é bem desatualizado.


Logo eu e Rosa estávamos em frente à sorveteria Mouse Donalds, ela iria pedir uma casquinha de sabores mistos, mas entrevi:
“- Você fica com o melhor!” – Disse com empolgação, “ – Um MouseFlurry e uma casquinha mista, por favor.” – Completei.
“- Deu onze e cinquenta.” – Disse o atendente, paguei o mesmo e eu e Rosa saímos do Shopping.


Nós já estávamos na rua, ela estava bem movimentada, vários animais andando pelas calçadas, principalmente estudantes, já que era horário de saída, quando Rosa disse:


"- Não precisava daquilo... Sabia não é?" - Disse Rosa para mim enquanto andávamos e lambia o seu sorvete gelado.
"- Mas pra você, eu sempre dou o melhor." - Disse enquanto olhava para ela e a acompanhava, nós paramos em um sinal de rua perto de uma caçamba, quando alguém saltou da caçamba e disse:
"- É UMA CONSPIRAÇÃÃÃO!" - Gritou um veado enquanto jogava a tampa da caçamba para cima e seus braços para o alto. Pelo susto, Rosa pulou para meu ombro, soltou um grito e eu quase caí em resposta.
"- O que é uma conspiração?" - Perguntei para o veado, já me recuperando.
"- ELES SABEM DE TUDO! OS ILLUMINADOS!" - Gritou novamente com euforia, “- ELES NOS OBSERVAM E ESCREVEM HISTÓRIAS SOBRE NÓS!” – Afirmou o veado.
“- Tudo bem, e eu me chamo Guelé.” – Disse em um tom de deboche para o veado.


O veado saiu da caçamba de forma desajeitada e estendeu sua pata: “- Prazer, Rafael.”


“- Prazer, eu sou Matheus e ela Rosa.” – Disse enquanto apontava para Rosa e apertava sua pata, ele não era tão grande.
 “- Matheus? É tu mesmo carinha?” – Perguntou Rafael com uma expressão de reconhecimento “- Quanto tempo desde o fundamental!” – Disse em um tom animado enquanto me abraçava.
“- Ééé, quanto teempo!” – Disse com uma voz meio desajeitada. “– E então, como está a vida?” – Disse já saindo do abraço.
 “- Não posso revelar à minha identidade! Eles estão por toda parte!” – Disse Rafael animado.


O sinal abriu e nós começamos a andar em direção à minha casa, “– Quem são eles?” – Perguntei para a girafa enquanto andava na faixa de pedestres e lambia meu sorvete.


“- Eles observam tudo o que nós fazemos!” – Sussurrou o veado, “ -  E então, publicam em um site chamado Espirit Fiction!” – Terminou Rafael.


Nem eu e nem Rosa estávamos muito convincentes daquela história, alias, acho que ninguém está, quem é que te observa, cria histórias sobre você e publica em um site chamado Espirit Fiction? Não há nexo!


“- Qual o seu emprego?” – Perguntou Rosa enquanto andava curiosa.
“- Eu? Eu trabalho em um clube naturalista.” – Disse a o veado enquanto andava para a calçada. “– O nosso principal clube está em Zootopia!” – Disse Rafael animadamente.


Rafael era um velho colega meu de escola, ele acabou saindo da escola pública aos quatorze anos para dedicar à sua vida ao “Clube Naturalista”, desde então, não tenho mais notícias dele. Andamos mais algumas quadras e Rafael se despediu, estava quase chegando em casa quando Rosa se despediu.


“- Adeus Matheus!” – Disse Rosa animadamente, “- É amanhã! Guarde este dia!” – Completou.


Me despedi de Rosa... Cara, como ela me da ânimo! Logo em seguida fui para minha casa, abri minha porta, subi às escadas, joguei minha mochila na cama e liguei o computador, iria procurar aquela localização que Cling Clang tinha me dado.
Fazendo uma rápida pesquisa no Zoogle, acabei descobrindo que a localização que ele me deu era um Galpão Abandonado na Rua Harrison John. O galpão está em estado lastimável, com pichações muito grandes, paredes cinza e sem cor, janelas quebradas e, onde parecia ser a entrada, está coberto de tijolos de concreto. O lugar parece ser bem grande, mas uma coisa ainda me intriga: Ele me deu o seguinte numero junto com o bilhete: “2108-0232”... Vou ver se Rober sabe mais a respeito. 
Peguei meu celular e telefonei para ele.


[Celular|Moto-Z|Matheus]


Rober: Alô? Se quiser mais Uivantes, peça ao chefe!
Matheus: Sou eu Rober, eu queria saber algumas coisas.
Rober: Matheeeus, grande parça! É claro, o que é?
Matheus: Queria saber se você conhecia um galpão na Rua Harrison John.
Rober: Galpão... Galpã- Ah é claaaro maninho! Mas não posso dizer nada, a chefia não permite!
Matheus: Tudo bem conhece o numero 2108-0232?
Rober: Não, agora, preciso ir! Falou maninho!
Matheus: Falou.


[Matheus]


Bem, parece que o “chefe” dele não permite... Talvez eu devesse manter distancia deste galpão, não parece ser um lugar muito “convidativo”. 
Desço as escadas e vejo se tem algo para comer... Não havia nada, existia apenas um prato de comida, mas eu preciso deixar para minha mãe, se não ela não terá o que comer. Pego minha mochila e vou trabalhar, pois já eram 1:28 PM, vou comer algo pelo caminho.


[Quebra de Lugar, Zootopia, Praça Tundralândia, Avanço de Tempo, 1:30 PM]
[Nick]


Eu e Judy chegamos à Praça Tundralândia e já eram 1:30 PM, as horas voaram! Depois que os caminhões de madeira saíram, o tráfego fluiu suavemente.
Saímos do carro e andamos em direção a praça, Ana parecia estar pálida, por mais que não desse muito para perceber por causa de sua pelagem, ela estava em pé, com a mão na testa e andando em círculos.


“- Graças a deus, vocês chegaram!” – Disse Ana andando à passos rápidos em nossa direção com um tom aflito.
“- O que foi Ana, o que aconteceu?” – Perguntou com um tom sério Judy tentando consolar-la.
“- Há um mamífero morto no meio da praça!” – Disse Ana com um tom angustiado,     “- E ele está todo ensanguentado!” – Completou.
“- Se acalme, por que você não foi verificar o animal?” – Perguntou Judy.
Ana se calou, como se tivesse sido atingida por algo inesperado, e então disse: “- É... É que eu não gosto de ver cenas fortes!” – Afirmou Ana com um tom meio desajeitado.
“- Tudo bem, eu e Nick iremos analisar o mamífero.” – Disse Judy mantendo o tom de seriedade, enquanto ia para o corpo do animal.
Eu acompanhei a Judy, ela parecia meio tensa, contudo, confiante. 


[Aviso]
[Cenas Fortes para alguns usuários].


Chegamos perto do corpo do animal, que era um hipopótamo e estava em uma poça de sangue, todo o animal parecia ter sido esfaqueado ou agredido por algum tipo de corrente, ele estava deitado e de costas.


“- O sangue está fresco...” – Disse Judy enquanto se agachava e analisava o sangue, “- Foi recente.” – Concluiu enquanto pegava um bloco de notas e anotava tudo com seu lápis em forma de cenoura.


Me agachei e tentei analisar alguma coisa de útil, mas não encontrava nada, entretanto percebi que os ferimentos foram bem rápidos e a vítima tentou oferecer alguma resistência, pois os cortes, em sua maioria, eram horizontais.


“- Os cortes parecem ter sido feitos por alguma espécie de corrente.” – Disse para Judy que olhou para mim.
“- Exato.” – Concordou Judy, “- Me ajude a virá-lo!” – Pediu.


Eu e Judy viramos o animal com algum esforço, quando nós viramos o hipopótamo, ele estava sem a camisa e com a seguinte inscrição: “– Cling Clang... Lá se vão...” e logo mais abaixo, na região da barriga, estava o seguinte “poema”:


Estes insetos têm de ser eliminados.
O mundo irá ser purificado.
Quando meu monstro se levantar.


Ainda bem que chegamos a tempo, pois o sangue já estava escorrendo para cima das letras. “Quando meu monstro se levantar”? O que ele quer dizer com isso?


Judy:“- Cling Clang...” – Disse Judy com um tom para baixo e um suspiro logo em seguida, parecia que ela tinha sido afetada por isso.
Nick:“- Não fique assim cenourinha.” – Disse com uma voz reconfortante para Judy, “- Nós vamos encontrá-lo e colocá-lo na cadeia!” – Disse com um tom determinante. “- Ou eu não sou o melhor policial desta cidade!” – Completei me levantando, botando um dos meus braços para cima.
Judy:“- Bem, em uma coisa você tem razão!” – Disse a Judy se animando um pouco, “ – Você nem de longe é o melhor policial!” – Disse Judy quase rindo.
Nick:“- Ei, você entendeu.” – Disse retribuindo o tom.


 [Fim da cena forte]


Eu e Judy saímos do meio da praça e caminhamos até encontrar Ana, que não estava muito longe, ela ainda parecia estar meio abalada pelo corpo do animal, Judy estava pensativa, com uma pata no lábio e a outra em baixo do cotovelo. 


“- E então, acharam algo?” – Perguntou Ana.
“- Nada de tão relevante.” – Disse Judy meio decepcionada, “- Mas uma coisa me intriga, “- Continuou, “- Se Cling Clang está em Brasilpia, como ele matou este mamífero?” – Perguntou para Ana e para mim. 
“- Não faço idéia.” – Disse para Judy.
“- Bem, obrigado pela ajuda!” – Agradeceu Ana com uma voz aliviada, “- Podem voltar para o carro, eu assumo daqui.” – Completou.
“- De nada!” – Judy agradeceu com um tom estranho, “- É sempre bom ajudar um parceiro de trabalho.” – Continuou tentando disfarçar seu tom meio triste.


Após esta investigação, eu e Judy andamos até o carro... No caminho percebi que ela estava meio para baixo, encontramos poucas pistas sobre o caso, apenas um animal morto e algumas poucas palavras, ela estava com seu ICarrot vendo algo... Tentei consolar Judy, dizendo: “- Ei, não fique assim...” – Disse com um tom reconfortante.


Judy:“- Não é isso...” – Disse com um tom meio triste, “- É que eu andei pesquisando a ficha do animal e...” – Disse enquanto pegava o seu celular “- Ele havia família.” – Completou com um tom melancólico e me mostrando uma foto que ela acabou achando no site do DPZ.


Admito que a foto que ela me mostrou me deixou meio triste... Era uma foto do hipopótamo que era pai de alguns filhotes, ele estava com sua noiva em um parque aquático, pareciam estar bem felizes e estavam se divertindo. Tudo isto acabado pela morte do pai.
E então, eu disse a Judy: “- Não gosto de ver você triste, sabia?” – Disse enquanto parava de andar.
Judy:“- Nem eu gosto de ficar triste, Nick.” – Disse Judy parando de andar, ela estava um pouquinho mais à minha frente, seu focinho já estava tremendo, bastava mais algo e ela despencaria.
Nick:“- Então...” – Disse enquanto caminhava até ela e me agachava “- Cadê meu sorriso?” – Perguntei para ela em um tom animado.
Judy: “- Não, Nick, agora nã-“ – Disse Judy enquanto foi interrompida pelos meus dedos lhe fazendo cócegas. “- Não, Nic, hahahaha” – Riu Judy animadamente.


Ela estava rindo e estava bem feliz, parecia que tinha esquecido o que tinha ocorrido ali atrás, ela não parecia ela mesma, não parecia aquela “policial” valente que eu conhecia!


“- Nãão, por favor!” – Disse Judy em meio aos risos, “- Eu to ficando sem ar, haha!” – Riu Judy mais uma vez, até que decidi parar.


Me levantei e já ia andando até o carro, entrei no mesmo e falei para Judy que ainda estava do lado de fora: “- Eaí, vamos para o DPZ ou não?” – Disse em um tom alto.


Judy entrou no carro, ela parecia bem feliz! Ela se ofereceu para dirigir, parecia decidida e destemida, como se algo tivesse se revelado em sua mente. Estávamos a caminho do DPZ.


 [Quebra de Lugar, São Paulopia, Avanço de Tempo, 8:00 PM]

[Matheus]


Cheguei em casa meio cansado devido ao trabalho, já era noite e às mesas estavam reservadas para às 9:00 PM, joguei minha mochila na cozinha e vou para sala, minha mãe estava deitada em um sofá.


“- Olá mãe.” – Disse com um tom normal.
“- Oi filho.” – Respondeu minha mãe, ela já parece ter se esquecido do ocorrido da semana passada.
“- Às nove horas nós iremos ao restaurante Meu Querido.”- Disse, “ – Em frente ao prédio Lopan.” – Completei.
“- Mas...” – Disse minha mãe abaixando o volume da TV, “- E quanto ao pagamento?” – Perguntou, “ – E o transporte?” – Terminou.
“- Não se preocupe mãe,” – Disse, “- Já está tudo combinado.” – Falei com um tom firme.


Após isto, minha mãe se levantou do sofá, deixou o volume no tom normal, e foi em direção à seu quarto. Fui até o móvel onde estava a TV, peguei um quadro de meu pai e analisei o mesmo, a foto continha eu, em baixo de meus pais, minha mãe em cima de mim e meu pai no topo da foto.


Quando algumas vozes ecoaram em minha mente, de forma rápida, como se fosse alguma lembrança, e então em uma ação forte, fechei meus olhos contra minhas pálpebras.


[Vozes|Matheus] 
“- Como eu direi isto a ele?” – Disse a voz do pai de Matheus em um tom aflito, “- É simplesmente impossível de ele compreender!” – Completou.
“- Se acalme querido,” – Disse a voz da mãe  de Matheus em um tom preocupado, “- Ele vai entender.” – Disse com firmeza.
“- Não querida,” – Discordou o pai de Matheus, “- Eu não irei mudar de cidade.” – Disse a voz do pai de Matheus.
“- NÓS não iremos nos mudar de cidade.” – Disse a voz da mãe de Matheus de uma maneira firme.
“- É como Lucas T. disse...” – Disse a voz do pai de Matheus que fora interrompida pela voz infantil e de filhote de Matheus na época.
“- Purque nós vamos mudar de casinha, papi?” – Perguntou a voz de Matheus em um tom infantil.
“- Filho,” – Disse o pai de Matheus com um tom aflito, “- O que você ouviu?” – Disse o pai de Matheus reforçando o seu tom.


[Matheus]


Uma lágrima escorreu no meu olho esquerdo... Eu fico muito triste quando falam de meu pai e sobre... O ocorrido... O que ele não queria que eu soubesse? Por que nós nos mudaríamos de cidade? E o que Lucas T tem a ver com isso? Estava em um transe sem fim, quando uma voz me tirou:


“- Ouviu?” – Disse minha mãe, “- Eu pago o ônibus!” – Disse em um tom animado, ela estava vestida com um vestido longo de cor preto, com um colar de perolas e uma sapatilha.
“- Ouvi mãe.” – Disse com um tom suave enquanto botava o quadro em cima da mesinha que tinha ali próximo.
Minha mãe veio até a sala, estava prestes a desligar a televisão, com o controle nas mãos, quando começou à tocar uma música romântica
"-Essa é a música do meu casamento!" - Exclamou minha mãe enquanto ouvia a musica com animação, e se sentava no sofá.


These nights never seem to go to plan
I don't want you to leave, will you hold my hand?


Era uma música bem romântica, como eu entendia até que bem de inglês, eu pude traduzir quase toda a música, que falava de duas pessoas que teriam que se encontrar, mas elas estavam separadas, e o noivo ficou super triste por isso.


Oh, won't you stay with me?
'Cause you're all I need
This ain't love it's clear to see
But darling, stay with me


Essa música me fez lembrar os bons momento que tive com Rosa, com meu pai e com minha mãe, bons tempos, e eu até me animei por um momento! E então à minha mãe até começou a cantar a música, suavemente.


And deep down I know this never works
But you can lay with me so it doesn't hurt


"- Vamos filho, cante comigo!" - Disse minha mãe enquanto cantava animadamente.
"- Não mãe, eu não consigo." - Disse para ela enquanto a observava cantar no sofá.


Estava meio engraçado à minha mãe cantando... Ela cantava tudo errado! Mas não queria acabar com a graça dela, ela parecia estar em um transe, lembrando dos momentos que teve com meu pai e de seu amor.


“- Andeee Deeeeepeeee doone, I kinowww this neveeer workeees!” – Cantava minha mãe de uma maneira errada, mas de uma maneira empolgada! Admito que estava me segurando para não rir, pois se o fizesse, minha mãe iria ficar um tanto chateada!


Why am I so emotional?
No it's not a good look, gain some self control
And deep down I know this never works
But you can lay with me so it doesn't hurt    


Ela continuou a cantar, até que a musica acabasse, eu até estava curtindo toda aquela cantoria, mas infelizmente ela acabou, a cantoria estava me trazendo uma sensação boa.


“- Podemos ir?" - Perguntei para minha mãe que pareceu sair do transe. Ela se levantou do sofá e andamos até o restaurante.


[Avanço de Tempo, 8:30 PM, Quebra de Lugar, Restaurante Meu Querido, Tempo: Frio]
[Narrador]


Matheus e sua mãe desceram próximos ao restaurante Meu Querido, bastava andar algumas quadras para chegar ao mesmo. A noite estava linda, fria e aparentemente confortável, a lua enfeitava toda São Paulopia com seus raios luminosos enquanto a cidade contribuía com seus imponentes prédios emitindo luzes das janelas e o transito calmo, o prédio Lopan também se destacava entre as edificações. 

Eles entraram no restaurante e o mesmo estava lotado! Havia vários animais correndo de um lado para outro, as mesas estavam cheias e as luzes estavam bem fortes para contribuir com o clima, os dois subiram as escadas e foram até a sacada, se sentaram nas mesas e esperaram o atendimento.

Uma brisa de vento leve de frio anunciava uma tempestade próxima, mas os dois continuavam focados.

Um urso trouxe o prato de entrada a eles e disse: "- Para o prato principal, temos Spaggeti." - Disse enquanto servia eles. "- Para acompanhar, vinho tinto e suave." - Terminou enquanto servia uma taça de vinho aos dois, Matheus não era muito de beber, aliás, nem deveria, entretanto apenas beberia um pouco.

Os dois começaram a comer o macarrão que estava acompanhado de um molho de alho, a mesa estava decorada com velas e alguns potes contendo flores.

"- Mãe..." - Disse Matheus quebrando o silêncio em um tom para baixo, "- Me desculpe pelas minhas palavras na semana passada." - Completou, pedindo perdão à sua mãe.

"- Eu te perdôo," - Disse a Mãe de Matheus, "- Mas não faça mais isso, por favor." - Ela pediu com um tom discreto.
"- Entãão lembra de Rosa?" - Continuou Matheus, tentando descontrair o clima tenso.

Enquanto os dois conversavam sobre assuntos do dia a dia de forma descontraída, um tigre estava no alto do prédio Lopan, arrumando a mira de sua M-200 Intervention calibre 408 CheyTac (imagem do capítulo) em Matheus, até que seu Walkie Talkie tocou.

“- O que foi?” – Perguntou o tigre enquanto pegava seu Walkie Talkie em um tom impaciente.
“- Cling Clang disse para não matar o garot–“ Disse a voz que foi interrompida pelo tigre.
“- Que se foda o chefe.” – Disse em um tom grosseiro, “ – Ele sabe de mais e está revelando tudo para o público.” – Continuou, “ - E não vejo problema em eliminá-lo.” – Terminou com uma breve pausa.


“- Ce sabe que não é assim, Lucas.” – Disse a voz em um tom calmo.
“- Eu sei exatamente como é, Pedro.” – Disse Lucas T. em um tom irritado, “- Ele vai revelar tudo.” – Afirmou.
“- Só toma cuidado cara” – Advertiu Pedro L.  


Lucas T. começou a mirar com seu rifle de precisão pesado na cabeça de Matheus novamente.

“- Então mãe...” – Disse Matheus, “ – Eu estava lembrando de algumas coisas e...” – Disse com um tom meio triste e com uma breve pausa, “- O que o pai sabia que Lucas T não queria que ele soubesse?”- Perguntou Matheus.

A mãe de Matheus que antes estava com uma expressão contente e descontraída, ficou com uma cara de séria e disse com uma voz tensa: “- Não lhe devo satisfações sobre seu pai.

Matheus ficou surpreendido pela resposta rápida e grossa de sua mãe, “- Apenas estou pedindo para saber mais do passado do pai.” – Disse Matheus com um tom sério.

“- Por que eu deveria lhe contar?” – Questionou a mãe de Matheus enquanto tomava um gole de vinho tinto.
“- No futuro,” – Disse Matheus, “ – Você pode não se lembrar disto.” – Disse Matheus enquanto fitava os olhos em sua mãe, que jogava o olhar para outros lados.
“– Quem disse isto?” – Indagou novamente a mãe de Matheus, olhando para ele. 


Enquanto isso, no alto do prédio Lopan, Lucas T. estava com seu rifle mirando na cabeça de Matheus, apenas esperando o momento certo para atirar, apenas um dedo no gatilho e pronto, seria o fim de Matheus, quando seu Walkie Talkie tocou novamente.

“- Fala logo,” – Disse Lucas T em um tom rápido e grosseiro.
“- O chefe ta ameaçando de ir ai.” – Disse Pedro L com uma voz tensa, " - Ele pode acabar com todo o esquema!" - Terminou.
“– To pouco me fudendo pra ele,” – Disse Lucas T em um tom ríspido, “- Ele me prometeu me colocar no governo.” – Terminou Lucas T. 
“- Quer saber?” – Perguntou Pedro L, “- Que se fod#.” – Falou Pedro L em um tom arrogante e rápido.

Lucas T. desligou seu Walkie Talkie e mirou novamente em Matheus, com o dedo no gatilho da arma. De volta ao restaurante Meu Querido, Matheus e sua mãe estavam quase entrando em mais uma discussão.

“- Preciso lembrar você,” – Disse Matheus, “- Que você tem Mal de Alzheimer?” – Perguntou de uma maneira rápida e mantendo o tom de seriedade.
A mãe de Matheus ficou em silêncio, até que Matheus se pronunciou novamente: “- Eu preciso dessas informações, mãe.” – Disse Matheus.


“- Ainda não vejo motivos para lhe dar satisfação." - Disse a mãe de Matheus, com um tom firme.
"- Mãe, - Disse Matheus, "- Uma hora você terá que me falar." - Disse com uma breve pausa para um gole no vinho, "- Você não pode esconder isso para sempre." - Completou com razão, ela não poderia esconder os fatos que sabia sobre seu pai.


"- Não é bom, "- Disse a mãe de Matheus,” - Você saber disto." - Completou.
“- Eu apenas,” - Disse Matheus fitando os olhos na mãe,” - Quero saber os fatos." - Terminou.
"- Há muitas coisas,” - Disse a mãe, " - Que seu pai não queria que nós soubéssemos." - Disse com um tom de pesar em sua voz.


Neste ponto, Matheus já estava se correndo por dentro por não saber o que o pai dele queria que ele soubesse, e ainda estava sobre a mira de um dos melhores rifles de precisão no mundo. 


"- Não tente," - Disse Matheus "- Desviar do assunto," - Disse com seriedade enquanto comia um pouco de macarrão.
"- De fato,” - Iniciou a mãe de Matheus com uma garfada no prato, " - Seu pai estava envolvido com algo." - Terminou. 
“- Eu só quero saber o que e no que ele estava envolvido.” – Disse Matheus, pensando que tinha ganhado algo, mas com o mesmo tom de antes.


A este ponto, a mãe de Matheus não tinha mais nada que pudesse lhe servir de argumento, não poderia falar que “Não posso lhe contar”, ou usar a velha desculpa “ Porque não.”, Matheus já não era o mesmo menino de cinco anos atrás, ele tinha crescido e sabia muito bem o por quê das coisas acontecerem. Então, a mãe de Matheus se entregou.


“- Você sabe no que seu pai trabalhava?” – Perguntou a mãe de Matheus.
“- Ele trabalhava como político.” – Respondeu Matheus com firmeza, “- Disto eu sei, mãe.”- Continuou. 


No alto do prédio Lopan, o tigre já estava com seu rifle recarregado e já estava prendendo a respiração para realizar o disparo contra a cabeça de Matheus, que cairia morto na varanda do restaurante Meu Querido.


“- Ele havia ouvido uma conversa de Lucas T.” – Disse a mãe de Matheus com pesar, “ – E esta conversa havia assuntos corruptos.” – Terminou. 


Matheus ficou chocado, como se algo o atingisse e não pudesse mais sair de seu corpo, algo como uma grande descarga elétrica de alta voltagem, após um breve silêncio, o urso chegou com novos pratos:


“- De prato principal,” – Disse o urso enquanto tirava ambos os pratos de macarrão, “ – Temos arroz mineiro com feijão paulista.” – Terminou o urso botando um prato quente de arroz e feijão.


Matheus ainda permanecera em silêncio, então o Pai de Matheus havia sido morto porque sabia de assuntos corruptos... “- Que tipo de assuntos?” – Perguntou Matheus retomando sua vitalidade enquanto pegava um garfo.


“- Assuntos que...” – Disse a mãe de Matheus, “ – Devem ser esquecidos.” – Terminou com uma garfada no prato de arroz.
“- Por favor mãe,” – Pediu Matheus, “- Eu preciso saber dos assuntos.” – Completou.
“- Lucas T havia feito um esquema...” – Disse a mãe de Matheus como se algo atingisse sua voz, “- Um esquema com uma pessoa estranha.” – Completou. “- Muito medonha, seu pai diria.” – Complementou com o mesmo pesar na voz.


Algo se clareou na mente de Matheus, algo muito grande. Lucas T. era o assassino de seu pai, que só o matou, pois o pai de Matheus sabia que ele havia feito um esquema com uma pessoa estranha.


Matheus começou a prestar atenção em algo fútil e inútil, tirando o seu olhar que antes estava em sua mãe, tentando pensar em como faria para dar um jeito em Lucas T. até que à chama da vingança se acendeu em Matheus, ele estava enfurecido por dentro, mas calmo e suave por fora, não poderia agir de forma estúpida, pensar que seria o “Super-Homem” e mataria Lucas T. em um passe de mágica seria um erro grave. Esta mesma chama e estes mesmos pensamentos foram totalmente apagados pela voz de sua mãe: 


“- Matheus...” – Disse a mãe de Matheus com um tom suave, “- Você não fará nada de estúpido... Fará?” – Perguntou a mãe de Matheus encarando o filho.


Matheus ficou pensativo por um momento, retribuindo e concentrando seus olhos em sua mãe, até que disse com uma voz decidida: 
“- Não, eu não farei, “- Disse Matheus com uma breve pausa, “- Mãe.” – Terminou com um sorriso largo no rosto. “- Pois agora,” – Complementou, “- Seremos uma grande família feliz.” – Terminou novamente com aquela típica frase de sua infância. 

*- Não... A vingança não vale à pena...* -Pensou Matheus enquanto falava isso.


Até que um tiro altíssimo pode ser ouvido no alto do prédio Lopan, Matheus se assustou devido ao barulho estrondoso, fechou seus olhos e quando re-abriu os mesmos, a região da barriga de sua mãe estava com algo que parecia ser sangue.


Outro choque recaiu sobre Matheus, seu corpo entrou em desespero e aflição, seus olhos se arregalaram e então Matheus perguntou enquanto respirava rapidamente: “- Mãe?!” – Perguntou Matheus em um tom desesperado. 
 


Notas Finais


Cling Clang... Não se preocupem, terá mais capítulos... Ou não?
Enquanto isso, irei me divertir com o Dekonado... Então.
Cling Clang... Lá se vão...
Achei algumas histórias interessantes... Mas não se convençam.

Zootopia 2, uma aventura de tirar seu folego:https://spiritfanfics.com/historia/zootopia-2-uma-aventura-de-tirar-seu-folego-6394823
Zootoopia Colegial:https://spiritfanfics.com/historia/zootopia-colegial-6629126
Zootopia uma nova história:https://spiritfanfics.com/historia/zootopia-uma-nova-historia-6427718
A vida por em um olhar Safira:https://spiritfanfics.com/historia/a-vida-em-um-olhar-safira-6581802


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