Jornal [[d]on't (ʟᴇᴛ) m.e !!down¿— WANTED


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Mostrar Spoiler: 𝓽𝓱𝒆 𝓺𝓾𝓲𝒆𝓽 𝓼𝓽𝓸𝓻𝓶



A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos. Percebo agora que o importante não é o que a gente leva, mas o que a gente deixa.❞


𝚒'𝚖 𝚑𝚎𝚛𝚎, 𝚝𝚛𝚞𝚜𝚝 𝚘𝚗 𝚖𝚎









【nome completo 】



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Diana Taylor Black ✦
seu nome é incrivelmente apreciado pela própria garota, que faz questão de se apresentar com ele completo — o que influencia ainda mais para sua postura séria. Diana tem origem do latim, sendo seu significado, literalmente, divina. Entretanto, a garota considera um outro lado também: Diana é o nome arcaico da deusa grega Ártemis, a deusa da caça, das floresta e também, por quem é conhecida, da Lua. Taylor, diferente do que pensam, não é seu sobrenome, mas, sim, um segundo nome escolhido pela mãe, já que esta ainda não havia opinado no nome da garota. Sendo unissex e de origem inglesa, significa alfaiate, mas, por um significado tão chulo, a garota prefere pensar em aquele que conserta. Seu último nome e único sobrenome propriamente dizendo é de origem paterna e possui dois significados completamente diferentes. Um deles é o referente a palavra em si, que, do inglês, vem (da cor) preto. O outro, que seria o referente a origem do sobrenome, é que este se origina do termo blank (em branco), significando, no fim das contas, branquíssimo; a garota costuma dizer que, para condizer melhor consigo mesma, o primeiro seria o ideal. ❞





【apelidos+ motivos 】



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Dia, Di, Anna, Morena ✦
Dia é a maneira mais antiga que criaram para referir-se a garota, surgido na época da escola primária, não passa da primeira sílaba de seu nome, e, por lhe remeter o passado, Diana não gosta tanto assim do mesmo e prefere que este fique guardado no bauzinho de suas memórias❞

Di também se formou a partir da primeira sílaba de seu nome, tendo sido criado quando a garota já era um pouco mais velha, mais especificamente quando a mesma entrou na faculdade, sendo uma tentativa de seus colegas de interagirem com a mesma. Apesar de não parecer, Diana aprecia o apelido e até prefere que pessoas mais próximas da mesma o utilizem para diferenciarem-se da maioria❞

Anna foi um apelido criado pela própria garota numa brincadeira com o pai, que começou a chamá-la assim desde lá, na infância. Apesar de ser seu favorito, a garota não permite que ninguém o utilize e, novamente, prefere deixá-lo guardado em sua própria memória ❞

Morena é, praticamente, seu codinome, sendo criado e utilizado pelos próprios membros da gangue, principalmente durante suas missões, para não precisarem chamá-la pelo nome real. Ela o acha bem generalizado, pois fala simplesmente pela cor de seus cabelos, mas gosta de tal nomeação, principalmente por quem a usa serem seus amigos mais próximos e, de certa forma, não permite que ninguém além deles o faça❞





【idade + nascimento】



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Diana é uma ariana que conta com vinte (20) invernos iniciados no dia 15 de Abril de 1997 ✦

.。.:*»sobre o signo«*.:。

Seu signo diz muito sobre quem ela é, apesar de Diana acreditar que qualquer coisa relacionada a astrologia seja mentira. Em Áries, o signo do carneiro e também conhecido por ser considerado o pior do zodíaco pela maioria das pessoas, encontrá-se espontaneidade, uma energia que é total impulso e um forte anseio por existir. Este signo tem uma forte tendência a realizações instantâneas, pois vive sua vida no agora;
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era só mais uma tarde de outono no interior do Texas quando Diana Taylor Black resolveu vir ao mundo prematura de pouco mais de sete meses, assustando completamente os pais, que não esperavam o nascimento do bebê tão repentino. O parto normal teve consequências não só a vida da garota, mas, sim, de toda sua família, e, até hoje, ela se pergunta o que teria ocorrido se ela visse a nascer em qualquer outro momento❞



.。.:*»vou me amar«*.:。

.。.:*»e não preciso de mais ninguém«*.:。




【aparencia 】

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Diana pode ter reclamado de e tido dificuldade com milhões de coisas, mas sua aparência, definitivamente, nunca a perturbou. Na verdade, era o visual o que mais usavam para acalmá-la em suas crises repentinas, com frases do tipo "você é bonita, então sempre vai ter uma porta aberta para você", o que a deu, de certa forma, parte do descaso que faz com sua aparência, já que nunca quis que as pessoas achassem que o que ela conquista é por culpa de como ela é, aparentemente falando ✦




Seu charme encontra-se no rosto, como dizem, de traços angelicais e beleza inocente, que contradiz com o corpo selvagem. O rosto pequeno tem formato de coração, com queixo pouco pontudo, maxilar mais largo, e bochechas até que fartas. Os olhos são grandes mas nem tão redondos assim, sua coloração escura é o destaque: pretos como uma noite sem estrelas. Para completar seu olhar inquisidor, ganha ajuda dos longos e curvados cílios, naturalmente. Além disso, vale a pena citar as fortes sobrancelhas de forma retangular que marcam presença em seu rosto, contrastando com sua pele. O nariz é pequeno, fino e arrebitado, combinando perfeitamente com sua delicada face, pelo menos, foi o que sempre ouvia quando reclamava de tal parte — por alguma razão, ela não gosta de seu nariz, e, se pudesse, até faria uma plástica para diminuir sua ponta. A boca grande de lábios finos também fora muito elogiada por culpa de sua forma bem desenhada e de sua coloração naturalmente rosada, o que a destacava mesmo que sem maquiagem. Os dentes também não ficam para trás, sendo de coloração natural clara, além de arcádia sempre ter sido muito bem alinhada, o que a concede um sorriso um tanto quanto contagiante quando sincero, já que pode ser qualificado como perfeito — pelo menos, para um dentista. Sua pele era um dos outros motivos por qual se destacava: perfeitamente branca. Sim, a jovem é bem clara, do tipo pálida, e raramente consegue se bronzear, apesar de qualquer coloração mais escura já ficar estranha para quem se acostumou a vê-la normal, pois, digamos assim, sua pele branca combina com o resto da aparência angelical. Além disso, esta não conta com nenhuma marca, mancha ou pinta, felizmente, pois qualquer uma dessas, como um machucado — quando acontece dela se machucar, já parece se destacar 10x mais por culpa de sua coloração. Pelo outro lado, muitos dizem que ela fica muito atraente quando envergonhada ou brava, pois suas bochechas acabam rosando e dando-lhe um ar mais dócil. Os cabelos completam o perfil inicial de Diana: tão negros quanto os olhos, mas tão delicados quanto a pele. Seus fios são bem hidratados, o que os fazem bastante livres e até um pouco rebeldes no cotidiano. Por isso, não é raro ver a garota com química no cabelo, tornando-o completamente liso. Algumas vezes, também, eles aparecem com algumas mexas mais claras que outras, mas isso, como ela fala, é por culpa do clima, sendo um fenômeno totalmente natural. O comprimento dos fios sempre foi longo, quase chegando a sua cintura e passando facilmente pela altura dos seios, entretanto, ela sempre pensou em contar, e, agora, com a aliança entre policiais e a gangue, Diana pretende cortá-los mais curtos que seus ombros, apenas para representar sua nova fase, uma mudança total❞

O corpo é um mistério selvagem que entra em contraste com o rosto tão inocente. Apesar de não se cuidar tanto, a garota tem a sorte de manter um físico bom naturalmente, como se fosse genética. A altura é um de seus pontos negativos, de acordo com a mesma: ela se considera baixa, apesar de 1,65m não ser assim tão ruim. Pelo outro lado, possui ombros e quadril mais largos, que destacam ainda mais a cintura fina e a barriga lisa quando resolve colocar roupas mais coladas. As pernas e braços longos e torneados resolvem chamar atenção quando opta por uma peça mais curta, também. Para completar suas curvas que parecem ter sido desenhadas, os seios e bumbum médios e firmes dão mais volume para as roupas que coloca diariamente. A tatuagem da gangue localiza-se, no caso de Diana, escondida no lado direito de seu dedo anelar da mão esquerda, mostrando sua lealdade e devoção a gangue, visto que é o mesmo dedo que se veste a aliança de casamento.❞





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.。.:*»a mudança«*.:。




𝓐ssim como citado brevemente em sua aparência, Diana pretende cortar os cabelos após começar a trabalhar junto com o FBI, então, se possível, gostaria que tal fato fosse citado na história — nem que seja tão breve quanto o que aconteceu acima;


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【sexualidade 】



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Heterossexual demiromântica✦

.。.:*»sobre a sexualidade«*.:。

Em poucas palavras, a demissexualidade é só sentir atração sexual quando há uma conexão emocional e/ou intelectual e/ou psicológica com a outra pessoa. Ou seja, além de parceiro, são, também, amigos;
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Diana é muito aberta em relação a orientação sexual, respeitando e não demonstrando desconforto com nenhuma. No fundo, nem ela própria sabe de tal termo referente a sua, só é do tipo que "eu amo quem me ama de volta", mas, por outro lado, só sente atração sexual pelo sexo oposto. No caso, para entrar numa relação séria, esta pessoas teria de ser extremamente próxima a mesma (por isso "demiromântica)❞





【curso + grupo 】



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Diana cursa Estatística, podendo ser enquadrada na turminha dos excluídos


Após muita indecisão sobre o que cursar, Diana resolveu entrar na área de exatas, onde poderia seguir a lógica e trabalhar com cálculos. Entretanto, tal decisão fora feita bem antes da aliança, sendo a entrada da garota na gangue até uma das consequências da faculdade — que queria pagar sem tanta dificuldade. Ou seja, Diana já estava na faculdade quando se uniu a gangue, o que a faz já estar começando o último de quatro anos de curso❞

Já em relação aos seus status sociais, Diana sempre se mostrou muito fechada aos colegas de classe, que até tentaram se enturmar com a jovem inicialmente. Ela é do tipo que deixa bem claro que só está ali para estudar. Além disso, de certa forma, ela temia que sua maneira de agir e pensar fizessem com que os outros desconfiassem de sua interação com a gangue, que, aliás, sempre foi o suficiente para sua vida social. Assim, apesar de ser um alvo constante de cantadas e gracinhas dos garotos e até convite amigáveis de festas das garotas, Diana se exclui da turma e, quase sempre, fica quieta em todas as aulas e aproveitando seu lanche sozinha na biblioteca❞





【historia】

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✧ "Talvez se eu tivesse a chance de mudá-la, não iria tocar um dedo sequer em minha história. Pois, por pior que ela seja, é com ela que cheguei aqui. O passado me fez quem sou hoje, e, apesar de não ter sido fácil e nem prazeroso, tenho orgulho da minha pessoa atual" ✦


Thomas Black era um inglês que mudara-se para o Texas quando ainda era muito novo, por isso considerava-se americano de natureza. Entretanto, ao conhecer aquela nova aluna nova no novo ano, ele fazia questão de deixar seu sotaque britânico presente na fala. Elizabeth Collins vinha da capital da Inglaterra, assim como o mesmo, sendo aquele seu primeiro ano no país novo. Disposto a fazer de tudo para que a novata se senti-se a vontade, Thomas a apresentou todo o colégio e se ofereceu a mostrá-la os melhores lugares da cidade em que viviam. Era claro o interesse do garota em Elizabeth, pois ambos não era assim tão novos e inocentes. Entretanto, a garota deixou claro ao mesmo que não estava disposta a namorar até que se formasse. Thomas se surpreendeu, mas disse que, da mesma forma, estava disposto a esperar. Só que seu interesse era real e, meso sabendo que não tinah chances com a garota naquele momento, ele fez questão de continuar a manter contato e, logo, Elizabeth e Thomas eram conhecidos por serem melhores amigos um do outro — porque ele levara um fora, como os meninos da turma diziam. A amizade realmente se concretizou num laço de afeição profundo e forte, durando até a formatura de ambos, quando, como se o destino já estive planejando aquilo, os dois ficaram na cidade e continuaram se encontrando na faculdade regional, ambo cursando pedagogia. Thomas sentiu-se amedrontado, de certa forma, de acabar perdendo a amizade de Elizabeth se a lembrasse de sua fala de anos atrás, mas o mesmo não precisou fazê-lo. Como sempre fazia, ambos saíram juntos naquela sexta-feira, mas, ao deixá-la em casa, Elizabeth tomou atitude de dar o primeiro beijo em Thomas. E ele acabou ficando para "dormir". E foi, assim, que o romance começou. Não há muito o que detalhar sobre esta fase: ambos viveram um romance comum, duas pessoas muito próximas que eram capazes um do outro. No fundo, eles já sabiam que iam ser um do outro. Entretanto, esperaram até que ambos ganhassem seu diploma para se unirem por completo num matrimônio simples com apenas os mais próximos e com colegas que mantinham contato❞


Dizem que quando você passa muito tempo com uma pessoa acaba ganhando traços parecidos com este. E Thomas e Elizabeth já tinha gastado tanto saliva falando sobre quantos filhos gostariam de ter, e ambos sonhavam realmente em ter filhos, mas, mesmo assim, de tão acostumados a esperar, deixaram para depois que sua situação estivesse sólida. Thomas e Elizabeth conseguiram se empregar em escolas diferentes da cidade, ele dando aula para a quarta séria, ela para a segunda. Acostumados a conviver com crianças, compraram uma casa um pouco maior numa região mais afastada do centro e, finalmente, começaram a trajetória para darem forma a seu amor. Nove meses de espera nunca pareciam ter passado tão rápido. Várias consultas em médicos, mas eles se negaram a descobrir o sexo da criança para terem uma surpresa. E, realmente, foi uma grande surpresa. Ou melhor, duas: sim, Elizabeth esperava um casal de gêmeos que nasceram com quase dois meses de antecedência. A mãe sentia tantas dores que não podia ser comum, e, naquela tarde do dia primeiro de Abril, Thomas ficou horas na frente de uma porta do hospital ouvindo os passos dos médicos lá dentro, mas nenhum choro ou sinal de vida de sua mulher ou filhos. Naquela tarde, ele rezou. E os céus responderam suas preces, mas não totalmente. Ele era pai de dois bebês saudáveis apesar de tudo, mas o amor de sua vida acabara sofrendo um aneurisma pós-parto e falecera pouco tempo depois de ter dado a luz, quando a atenção dos médicos estava voltada para as novas vidas. Em homenagem a mãe de seus filhos, Thomas os nomearam como haviam combinado perfeitamente. Agora, seria tudo diferente. Ele não teve tempo de sofrer, apesar de nunca realmente conseguir superar sua perda. O homem acabou tendo de mudar-se de casa, já que agora ele era a única mão que trabalhava, e ainda tinha que sustentar seus filhos, pagando uma boa babá para cuidar de ambos. Assim foi o começo de vida de Diana Taylor Black e Taylor Collins Black, os gêmeos nascidos naquele primeiro dia de Abril. Diana realmente não sentia tanta falta assim da mãe, já que ela nunca realmente teve uma para saber como é. A criança cresceu presenteando o pai duas vezes, dividindo suas coisas com o irmão sempre. Uma vida simples mas com muito carinho. Diana, a garota carrancuda que só o pai e o irmão sabiam como amolecer. Assim como aconteceu seu nascimento, o tempo passou rápido e, logo, Thomas via seus dois filhos já completando dezesseis anos. Vendo que ali não teriam um destino tão próspero, ele resolveu mudar-se para Los Angeles, uma das maiores cidades de seu país. Então, assim, a família Black resolveu mudar a vida. Mal sabiam que eles que, realmente, tudo mudaria❞


Iam todos no mesmo carro, como sempre faziam. O pai dirigindo, os dois filhos atrás. Mas, desta vez, Taylor resolveu ir junta ao pai, no banco fronteiro do carro, apenas para irritar Diana dizendo que os homens sempre são os chefes da família e ocupam os primeiros lugares. A jovem apenas fingiu-se se importar, para ficar com o banco de trás todo para ela. Ainda era madrugada, então ela aproveitou o espaço para dormir, pretendendo continuar adormecida até chegarem ao seu destino. Ela não estava lá para dizer ao pai que não precisava acelerar tanto, porque de qualquer jeito eles terminariam a viagem. Ela não estava lá para impedi-lo de ultrapassar aquele caminhão. Ela não estava lá para dizer que tudo ficaria bem quando um outro caminhão veio de encontro ao seu carro. Por estar atrás, com duas pessoas a sua frente, ela acabou não sofrendo nenhum impacto, tendo ficado presa dentro do carro, enquanto seu pai e seu irmão foram lançados para fora. Os médicos tiveram de dizê-la tudo o que havia acontecido, inclusive que, agora, a jovem não tinha mais nenhum laço de sangue vivo para cuidar-lhe. Completou 17 anos ainda no hospital e teria de ficar mais um num orfanato qualquer, de preferência sem ser adotada, até completar sua maioridade, já que não havia mais ninguém que poderia ficar com sua guarda. Entretanto, Diana se negava a ficar num lugar com pessoas que não tinham família, porque ela ainda tinha a dela. De alguma maneira, a jovem acreditava que seu pai passaria pela porta a qualquer momento dizendo que não faria a mesma coisa que sua mãe havia feito, deixado-a. A garota pediu para, pelo menos, ter o direito de estudar numa faculdade boa com a herança herdada do pai enquanto esperava completar seus 18 anos, e, com pena da garota que havia perdido sua família e quase perdido a própria viva num mesmo acidente, seu pedido foi atendido. Mas, por outro lado, quase não viam mais a jovem Diana no orfanato, já que, na própria faculdade de estatística, a garota conheceu uma ruiva chamada Lisa que lhe ofereceu uma proposta, aceita pela mesma antes mesmo que a jovem pudesse pedir duas vezes❞


Diana não tinha ideia do que estava se metendo. A jovem de dezessete anos tinha uma realidade bem diferente do que esperava ter e, por pior que desse, não seria pior do que já estava. Assim, Diana uniu-se a gangue quando esta ainda se iniciava, aprendendo mais coisas do que poderia imaginar. A garota dava desculpas dizendo que tinha trabalhos a fazer e ficava quase todo o dia fora, inclusive a noite. Era quase impossível mantê-la presa, ela sempre dava um jeito de fugir. Algumas de suas colegas até se perguntavam como ela conseguia fazer aquilo. Na manhã do dia primeira de Abril, o aniversário da maioridade de Diana, ninguém a viu mais. A garota nunca se sentiu tão bem, agora, conseguiria ter uma vida melhor, mesmo qualquer coisa sendo melhor do que aquilo. Com o dinheiro que algumas das missões a oferecia e o resto da herança da família, que com a venda dos bens aumentou ainda mais, Diana pagava a faculdade e vivia num apartamento não grande mas suficiente, até poder trabalhar realmente no que gostava. Apesar disso, a gangue era quase isso, passando muito mais tempo na base dela do que em sua própria casa. Ela não achava que poderia se sentir amada e com família depois que seu pai e seu irmão faleceram, mas, no meio daquelas pessoas, ela se sentia bem e confortável, considerando-os sua própria família. Assim viveu por outros dois anos, quando, agora, o FBI colocou a colher no que estava bem e, mesmo que não seja de sua vontade, Diana entrou na missão dada, apenas para que aquilo terminasse rápido e tudo voltasse o normal, sem assassino ou policiais a incomodando❞





【personalidade】

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Para que levar a vida tão a sério, se ela é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos?!


Independente, a palavra que melhor define Diana. Uma jovem que se acha suficiente a ponto de nunca aceitar ajuda, e, mais do que isso, quer mostrar as outras pessoas que só ela já basta. Não espere que Diana ria e diga bom dia quando te ver na rua, já se sinta suficiente com um acenar de cabeça. Não que a garota não saiba ser simpática, ela apenas não faz questão de ser quando não vê porquê, pois, assim como visível desde o primeiro momento, Diana passa longe de alguém impulsivo, pensando sempre antes de tomar uma atitude e medindo as consequências de seus atos, então, por mais sem noção que sua atitude pareça, ela tem um motivo; Muito esperta e inteligente, consegue entender as coisas que estão acontecendo com apenas um olhar, sem nem que você termine de falar. Tudo isso é capaz de acontecer pois Diana valoriza bastante cada detalhe, como se eles fossem realmente fazer uma grande diferença, o que a deixa muito atenta em relação a conseguir prestar atenção em tudo por mais chato que seja e, também, perfeccionista, do tipo que faz até as coisas menos importantes com total esforço; Ainda por culpa de traços citados anteriormente, a jovem é bastante observadora, difícil de enganar, pois parece ter um sensor para descobrir uma farsa. Seu estrategismo pode assustar num primeiro momento: a garota sempre tem um plano B na cabeça, como se já esperasse que isso desse errado. Tal fato acontece por culpa de outros dois traços que Diana não tem muito orgulho de dizer que tem: a ansiosidade, que sempre a faz passar horas em claro pensando em situações que ainda vão acontecer, e seu pessimismo, já que Diana prefere não criar expectativas sobre nada para não se decepcionar depois Costuma responder só o que foi perguntado, sendo extremamente direta e objetiva em quase todas as situações de sua vida. Se você fê-la rir, pode comemorar: a jovem raramente abre um sorriso sequer, sendo, normalmente, os motivos mais bobos e sinceros aqueles que a conquistam. Muito desapegada, Diana é considerada manipuladora, infelizmente, já que utiliza as pessoas a suas vontades e, logo depois, as descarta. Apesar disso, quando se apega, a jovem é uma total companheira, do tipo que estará ao seu lado e estará disposta a tudo por você. Lealdade é um de seus pontos fortes, ela nunca vai trair e nem suporta traições. Compreensão também: Diana vai sempre tentar ouvir as pessoas para, pelo seu lado, não tomar nenhuma atitude precipitada. É quase impossível alguém mais reservado que ela. É quase impossível descobrir o que se passa na vida de Diana ou o que se passa em sua cabeça, já que a jovem consegue manter uma expressão fechada e uma postura séria para tudo, sendo mente-aberta a ponto de não se surpreender com quase nada. Sua criatividade, apesar de não parecer, é um de seus pontos fortes: a jovem consegue criar as coisas num piscar de olhos, ter ideias num estralo de dedos. Mas não a espere lendo fantasias, pois sua lógica é bastante presente, já que, como citado, a mesma quase não demonstra sentimentos. Tal fato a faz a pessoa certa para tomar decisões em momentos de pressão, pois nem parece que está fora de uma situação normal, sem nem demonstrar indecisão❞


.。.:*»so you say I'm complicated«*.:。

.。.:*»that I must be out my mind«*.:。
ℬ𝓾𝓽 𝔂𝓸𝓾'𝓿𝒆 𝓱𝓪𝓭 𝓶𝒆 𝓾𝓷𝓭𝒆𝓻𝓻𝓪𝓽𝒆𝓭



Uma pessoa esforçada e paciente, que dá seu máximo e tudo para dizer que fez o possível e que nunca se cansa em esperar as coisas e as pessoas. Determinada e corajosa, indo até o final com as coisas que bota na cabeça e sem abaixá-la para nenhum medo, é do tipo que acredita que nada vem sem esforço, o que a torna até desconfiada quando uma pessoa lhe oferece coisas de mais. Pelo outro lado, Diana é uma das pessoas mais confiáveis que você pode conhecer, valorizando tal característica em si mesma sem contar nada do que sabe ou viu para ninguém, se é que ela acha isso necessário. Apesar disso, sua honestidade e senso de justiça são fortes, a jovem, sempre que pode, faz o certo e o que deveria ter feito desde o início das situação, valorizando a verdade para si mesma, sendo mentiras uma das piores coisas que poderiam acontecer com ela. Por isso, de certa forma, a sinceridade é tão presente em sua personalidade: se perguntou a opinião de Diana, prepara-se para uma bomba de críticas e elogios misturados em sua fala, o que a faz ser constantemente chamada de grossa ou fria, por não pensar nos sentimentos dos outros. O que acontece é que, no fundo, Diana quase não se emociona ou sai do sério, já que possui um auto-controle e uma falta de sentimentalismos tremendo, e, se você quer a magoar, saiba que só a verá chorando se invadir seu quarto a noite, pois ela se nega a derramar uma lágrima em público. Orgulho é quase seu nome do meio: a garota gosta de deixar bem claro quando é a melhor em algo ou ganha de alguém, pois acha que seu esforço deve ser contado Sua calma é um pouco irritante, às vezes. A jovem parece nunca sair do sério, e, para completar, ainda é quieta, do tipo que você raramente verá pulando por aí de felicidade ou animação. Apesar disso, Diana é alguém bastante disposta a fazer as coisas, e não existe essa de pedir duas vezes para ela. Pode ser marrenta o quanto for, mas ela gosta de se sentir útil, e, por isso, tornou-se generosa a ponto de tentar sempre ajudar as pessoas ao seu redor. Seu sarcasmo também não a faz alguém de fácil convívio, pois, além de raramente falar, quando fala é para soltar alguns de seus trocadilho de duplo sentido. Este, também, é sua primeira arma contra pessoas que não gosta, utilizando dele para irritá-las até quando pode. Sua ousadia é algo surpreendente: para quem achava que Diana era aquela pessoa certinha que não sai das regras, saiba que a morena tem o pensamento de seguir suas próprias regras, gostando de ver o olhar surpreso das pessoas quando ela mostra que sabe do que está falando ou fazendo. Algo que dificulta bastante a relação com Diana é que ela realmente parece não se importar com nada, quando, na verdade, a jovem é bastante responsável e sempre cumprirá o que prometeu. Tudo não passa de uma das dificuldades maiores da morena: demonstrar sentimentos. Além de anti-social, a jovem é fechada ao ponto de não conseguir passar o que está sentindo ou pensando para seu corpo e rosto, apesar de ter grande habilidade com palavras, do tipo que faria uma declaração de amor por mensagem apenas para não ter de ficar sendo encarada. Mas não confunda, a garota passa longe de alguém tímido, na verdade, é bastante desinibida, do tipo que não liga de passar vergonha em público desde que tenha um motivo. Diana é capaz de fazer tudo, desde que tenha um motivo para.


.。.:*»and I'm dangerous«*.:。

.。.:*»and you can get off«*.:。
ℬ𝓾𝓽 𝓲𝓽'𝓼 𝓪𝓵𝓵 𝓪𝓫𝓸𝓾𝓽 𝓶𝒆 𝓽𝓸𝓷𝓲𝓰𝓱𝓽







【gostos +
desgostos】



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Diana não é facilmente agradada, mas, por outro lado, também não desgosta das coisas tão facilmente. Digamos que a jovem costuma manter uma opinião neutra sobre quase todas as coisas, do tipo "em algum momento uma delas vai me servir, mesmo não sendo necessariamente agora"


❝❪+❫:Noites estreladas, Livros de suspense, Mitologia grega, Ventanias, Matemática, Vitórias, Elogios, Bicicletas, Aventuras, Tortas de pêssego ou maçã, Café, Balas de iogurte, Filmes de ação, Armas, Lutas, Piscinas, Cobertores peludos, A cor verde, Natureza, Cinemas, Sentir-se aliviada, Ser confiada por alguém, Ajudar | Sentir-se últil, Computadores, Sucesso, Missões com ação, Tomar banho, Moda, Gastronomia, Música:❪+❫❞

❝❪-❫: Exagero, Barulhos altos ou/e finos, Bagunça, Sujeiro, Segundo-lugar, Sujeira, Limpar casa, Doenças, Tédio, Desistir, Calor demais, Desconfortos, Mentiras, Traições, Pesoas melosas, Perguntas demais, Automóveis em alta-velocidade que ela não esteja pilotando, Sabores Cítricos, Perfumes fortes, Bêbados, Crianças, Hpspitais, Temprestades, Lugares Altos, Críticas, Pessoas fantasiadas:❪-❫❞



【qualidades
+ defeitos】



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Esforçada, Determinada, Compreensível ✦
Diana é uma pessoa que dá seu máximo em tudo, por menos importante que seja. A garota nutre, também, grande observação e atenção nas coisas, já que seu perfeccionismo a obrigada prestar atenção em cada detalhe. Apesar de não ser tão simpática, a jovem é bastante generosa e sempre ajuda as pessoas ao seu redor, além de ser compreensível ao ponto de sempre ouvi-las. Seu estrategismo a obriga a sempre ter um plano b na cabeça. Determinação e coragem pode defini-la, e originam sua ousadia de alguém que não tem medo das outras pessoas e se acha suficiente sozinha. Prática e objetiva, ela não curte enrolações e vai direto ao ponto, seno decidida. Assim como dito anteriormente, independência a define;❞



Sincera, Reservada, Sarcástica ✦
O único humor que possui é o irônico, que serve, também, para irritar alguém e tirá-lo do sério, pois isso é uma das coisas que ela sabe melhor fazer. Não é de falar muito, apesar disso, até nos fazendo perguntar se ela realmente está ali, sendo alguém reservada que, por mais que nos tornamos próximos, não parecemos conhecer. A sinceridade é um de seus piores defeitos, pois é o que a faz fria e grossa, até um pouco irritante algumas vezes. Sua desconfiança e seu desapego também valem ser citados em seu defeitos;❞





【medos + fobias】



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Como citado brevemente, Diana enfrenta quase todos os seus medos de cabeça erguida para não precisar demonstrar fraqueza, então, consequentemente, quase não possui nenhum, e os que tem realmente lhe amedrontam, o nível de que mesmo superando-os, eles sempre voltam a atormentá-la ✦


Medo de perder quem ela gosta ou/e de ser traída por quem confia: por mais clichê que soe, Diana, às vezes, se pega pensando em como estaria se, de repente, as pessoas que ama sumissem e, realmente, lhe passa alguns arrepios pela pele. Assim como citado, a jovem pode não parecer se importar, mas, no fundo, seria capaz de tudo por tais pessoas, então, de certa forma, preferiria morrer por estas. Além disso, quase que no mesmo nível, uma raiva grande a enche no peito quando esta pensa numa possível traição vindo destes, o que a dá certa dificuldade em se comunicar com as pessoas abertamente, e, para não piorar ainda mais a situação, ela prefere nem pensar muito nisso ❞

Medo de altura: novamente um temor bastante comum, Diana nutre certa inafeição por lugares muito altos, apenas por não se sentir seguras nestes. Entretanto, novamente, este é um dos medos que ela raramente demonstra por já ter se acostumado a ter de superá-lo de vez em quando. Por outro lado, se alguém a dizer que ela não vai cair de lá, Diana ganha confiança e se sente totalmente confortável, por mais alto que esteja ❞

Medo de chuvas fortes/tempestades: de certa forma, dias/noite com esse tempo climático acabam a afetando por relembrarem-a do passado, algo que ela definitivamente não suporta. Entretanto, o que realmente lhe dá o temor é quando a chuva vem acompanhada de trovões ou relâmpagos, pois, além de tudo, estes ainda são imprevisíveis e acabam a assustando repentinamente. Por mais que consiga esconder o medo, não dá paa disfarçar seus pulos quando estes acontecem❞

Medo de palhaços ou/e bonecos: não exista algo mais falso que um palhaço. Eles estão totalmente cobertos por maquiagem e, por isso, podem fazer de tudo o que querem já que ninguém sabem quem eles são, por vestirem uma máscara. Não é exatamente algo que ela não consiga passar perto, apenas nutre certa desconfiança nessas criaturas e, se tiver opção, prefere não ter de socializar-se com estas, seja em festas ou fora❞


Vale citar um medo bobo que Diana se nega a confessar que tem, o temor por borboletas. A jovem tinha certa paixão por estes seres na infância, até vê-los de perto numa aula de biologia. A partir daí, nunca mais conseguiu olhá-los da mesma forma, sempre tendo aquela face feia em sua mente. Além disso, ela nunca consegue prever para onde a borboleta vai voar e, quando acaba entrando uma dentro de um cômodo com a garota, Diana se segura para não colocar algo sobre si e sair correndo, preferindo apenas deixar o lugar como se tivesse algo a esperando✦



.。.:*»insista, persista«*.:。

.。.:*»e nunca desista«*.:。




【grupo pertence】



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Diana é uma indispensável integrante da gangue ✦
há cerca de dois anos, Diana se unia a gangue desde seu início. Inicialmente, o que ela achou que não passava de um divertimento durante as férias se tornou, praticamente, sua segunda vida escondida por trás de uma máscara, um cargo sobre suas costas. A jovem não podia imaginar que se envolveria tanto no assunto e que, pior ainda, passaria a gostar e não conseguiria mais se imaginar longe dali. Mesmo que negue, Diana é capaz de tudo para que a gangue mantenha-se unida e, de certa forma, não seja descoberta ou tenha um fim. ❞



【funcaono grupo】



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Digamos que Diana é um dos aces do grupo: ela consegue cumprir todas as tarefas, fazendo a que for-lhe pedida naquele determinado momento ✦
de preferência dela e, também, na maioria das vezes, a jovem se envolve diretamente nos trabalhos, tanto antes, quando ela deve pesquisar por fontes pessoalmente e encontrar documentos e coisas do tipo direto no local, quanto depois, participando das invasões como uma verdadeira espiã. Costumam elogiá-la pela flexibilidade, mas, no fundo, Diana só faz bom proveito de sua personalidade, e, nestes casos, principalmente de seu lado manipulador e determinado, o que a ajuda bastante a se bem suceder. ❞



【alguma habilidade
ou treinamento?】



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Tudo o que a vida lhe ensinou ✦
Surpreendentemente para todos da gangue que sempre viram Diana como uma profissional — até porque ela age assim, a mesma nunca teve um treinamento sequer, conquistando sua lábia de situações em que a vida lhe obrigou a ter, sua resistência e agilidade de vários esportes praticados no passado com objetivo de manter o corpo saudável, e todo seu conhecimento sobre documentos, computadores e outras coisas adquiridos já depois de ter se unido a gangue, quando a mesma percebeu o quão importante era e resolveu estudá-los❞



【opiniao sobre
a alianca】



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✧ "Por quê?" ✦
ah, Diana não consegue muito bem descrever, apenas sentir. Aparentemente, a jovem não se importa tanto em trabalhar com a F.B.I., apenas sente-se ameaçada sobre o futuro do que acontecerá após este trabalho terminar, já que, assim, sua identidade não vai ser mais segredo, além do que ela teme o fim da gangue depois disso. De certa forma, a jovem não será 100% eficaz como normalmente é com seus colegas, pois sua desconfiança a fará guardar os detalhes, alguns até crucias, dos policiais, abrindo-se apenas com os outros integrantes sobre. A jovem vai estudar as ações destes até se sentir segura, já que, como dizem, traga um amigo pra perto, e o inimigo ainda mais. Tentará ao máximo não se aproximar dos outros realmente, pois não sabe o que faria caso se visse apegado a um de seus oponentes. Resumidamente, a garota está tentando lidar com a situação como se fosse apenas mais um trabalho, só que sendo mais cuidadosa e estratégica durante este, também tentando manter a gangue unida e próxima, e, ainda, não olhando tanto para o futuro para que não se preocupe ou magoe atecipadamente.❞



【par + relacao】



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✧ "Pode parecer que não, mas eu odeio o fato de te amar" ✦
Saiba que a relação com Diana não é uma das fáceis, como fica claro de acordo com sua personalidade e pensamentos. A jovem é uma pessoa de fases, que um dia estará sorrindo de qualquer coisa que você fala e no outro não irá parar de te cortar no meio das frases. A morena se negará, inicialmente, estar se apaixonando por alguém e, por isso, só libertará seu sentimento a partir do momento que a pessoa em questão o fazer por ela, ou seja, normalmente, Diana nunca toma o primeiro passo. Assim como citado, seu parceiro seria além de namorado, um amigo a quem poderia confiar, e, por isso, lealdade é quase que o nome do relacionamento entre os dois, não existindo quase que nenhum ciúmes pois ambos sabem da fidelidade em questão. Diana não vai ligar pra datas, e, no fundo, só quer estar ao lado do parceiro sempre que pode, mas algo que dificulta toda esta relação é o fato da jovem não parecer se importar com nada, do tipo, você é só mais um dos meus divertimentos. A garota pode estar apegada o quanto for, pode estar carente o quanto for, pode ser capaz do que for por você, mas nunca realmente demonstrará ou deixará isso claro, sendo a função do parceiro entendê-la e demonstrar compressão sobre este seu jeito tão rabugento e reservado de ser. Por isso, de certa forma, só ficará claro o sentimento de Diana quando a situação for ruim, seja para ela ou para o parceiro, já que este seria o primeiro a quem ela pediria ajuda, da mesma forma que ela seria a primeira a oferecer a ele. Assim, a relação entre Diana e seu par seria baseada em atitudes pequenas mas que significariam muito para eles, amigos próximos que se entendem apenas com um olhar e que seria capazes de tudo um pelo outro, mesmo que, para os outros, não realmente pareçam um casal fofo ou romântico❞




【curiosidades】



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É ambidestra, ou seja, consegue fazer todas as coisas perfeitamente com ambas mãos ━ coisa que fica mais visível enquanto escreve, não tendo preferência sobre qual das mãos utilizar❞
Seu codinome é Morena ━ um de seus apelidos, também ❞
Nunca namorou sério, e perdeu o bv e a virgindade na mesma noite, com certa de quinze anos, quando ainda morava no interior❞
Diana é uma ótima cozinheira, e gastronomia até tinha sido uma de suas opções na hora de começar um curso, entretanto, como conseguiria sobreviver sendo uma profissional em cozinhar?
Sabe tocar piano e teclado muito bem, mas raramente o faz❞
Diana tem uma mania um pouco estranha durante as missões: pelo seu medo com carros em alta-velocidade, ela costuma colocar música alta durante as viagens, para se concentrar nestas ao invés do caminho❞
Relcionando aquele seu medo, ainda, ela aprendeu a dirigir assim que entrou na gangue por, mais ou menos, ou motivo. É uma boa motorista, apesar de, novamente, não dirigir com tanta frequência❞
Quando se envolve diretamente nas missões, ela só usa preto. É como uma maneira de ter sorte❞
Apesar de saber manuseá-las muito bem, Diana não gosta de portar armas pois acredita que isso apenas pioraria a situação caso ela fosse pega. Consigo, costuma sempre levar um canivete escondido nas meias ou no bolsos❞
Nas manhãs de domingo que tem livre, ela assiste a desenhos animados❞
Não gosta de falar sobre seu passado e, se ela o fizer com você, é porque realmente confia-lhe e importa-se❞

açam bom uso de minha personagem, pois dou-as em suas mãos. Meus únicos pedidos são para que, de preferência, não mudem nada (e se caso seja necessário entrem em contato antes), além de manterem os créditos meus sobre ela e todo o conteúdo da ficha. Agradecida.
inks úteis:
http://plsgifs.tumblr.com/post/143682358905/lily-collins-gif-icons-under-the-cut
https://spiritfanfics.com/historia/wanted--interativa-9417739


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