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Por: ~







good girl,
ʙᴀᴅ ʜᴀʙɪᴛs








ᵇᵉᵉᶰ ᵃ ᵇᵃᵈ ᵍᶤʳˡ˒ ᴵ ᵏᶰᵒʷ ᴵ ᵃᵐ
ᵃᶰᵈ ᴵ'ᵐ ˢᵒ ʰ ᵒ ᵗ˒ ᴵ ᶰᵉᵉᵈ ᵃ ᶠᵃᶰ
ᴵ ᵈᵒᶰ'ᵗ ʷᵃᶰᵗ ᵃ ᵇᵒʸ˒ ᴵ ᶰᵉᵉᵈ ᵃ ᵐᵃᶰ






⏮ ⏯ ⏭
𝚙𝚛𝚎𝚜𝚜 𝚙𝚕𝚊𝚢.


𝓝𝑜𝓂𝑒 𝓒𝑜𝓂𝓅𝓁𝑒𝓉𝑜

Brooke Lee Edwards

O seu primeiro nome, escolhido e dado por sua mãe, tem o significado de "riacho". Qualquer um poderia pensar que há um motivo por trás disso, mas simplesmente não deram atenção às origens do nome, e este fora escolhido apenas por ter agradado a família. Já Lee, sobrenome recebido pela família materna, significa "curador" e Edwards, este por parte de pai, "protetor rico".




𝓐𝓅𝑒𝓁𝒾𝒹𝑜

Sendo o seu nome já curto o bastante, um de seus poucos apelidos é apenas a primeira letra de seu nome, B, recebido desde pequena pela família mas que, atualmente, encontra-se popular entre os amigos próximos. É chamada dessa forma sem nenhum motivo em especial, sendo apenas um apelido carinhoso para os íntimos. Algumas pessoas, sejam seus amigos, colegas ou apenas um conhecido escolhem chamá-la por um de seus sobrenomes. Não se importa muito com isso, apesar de gostar um pouquinho, quase de maneira imperceptível, de ser chamada de Lee do que de Edwards.




𝓓𝒶𝓉𝒶 𝒹𝑒 𝓝𝒶𝓈𝒸𝒾𝓂𝑒𝓃𝓉𝑜

Brooke está próxima de completar os seus 18 anos, sua contagem progressiva tendo iniciado-se no dia 12 de agosto de 1999, o que a faz ser do signo de Leão ♌.





O Leão é notado e adora ser admirado. Sabe se afastar dos que o incomodam e fazem sombra sobre ele; um signo forte que sabe se impor e permanecer na liderança. Caloroso, positivo e criativo, o Leão é leal e íntegro. Aprecia o poder e tem todas as qualidades para o sucesso pessoal e profissional. Ele é um lutador que quer ter sucesso e fará de tudo ao seu alcance para subir os degraus, um a um. É um signo tenaz que não suporta o fracasso. Gosta de deixar sua marca em tudo o que toca, ama a perfeição e está convencido de que pode alcançar esse nível de excelência sozinho. É sincero, íntegro e carismático. É capaz de proteger as pessoas que considera mais fracas até que elas possam encontrar autonomia suficiente ao trazer uma confiança interior pouco comum, o que faz ele ser quase idolatrado. Apesar disso, o Leão desperta ciúmes e muitas vezes é tido como imponente e manipulador. Facilmente causa inveja e adora isso. É um tanto ingênuo, e muitas vezes se deixa enganar pela bajulação.




𝓢𝑒𝓍𝓊𝒶𝓁𝒾𝒹𝒶𝒹𝑒

Pansexual assumida.





A pansexualidade é caracterizada pela atração sexual ou amorosa entre pessoas, independentemente do sexo ou identidade de gênero.




𝓐𝓅𝒶𝓇𝑒̂𝓃𝒸𝒾𝒶



Brooke nunca pensou em queixar-se de sua aparência em geral, mas claro, sempre há algo visto fora do lugar e, dessa vez, é a estatura não suficiente para lhe agradar com os seus 1,63 metros de altura. Por causa disso, é facilmente encontrada utilizando sapatos com saltos, nem que sejam pequenos. Excluindo essa característica, a morena pode afirmar que gosta de sua aparência e caso perguntem, fala que se acha bonita sim, pouco importando-se com o que as outras pessoas vão pensar ou falar.




A beleza de Brooke tem como contraste principal a sensualidade, desde o corpo bem estruturado até os traços de seu rosto. Amendoados olhos profundos, penetrantes, enigmáticos; é fácil perder-se nestes. As íris são coloridas de um azul profundo, chamativo e facilmente destacado, até pelos longos cílios curvados como de boneca. Na verdade, cada pequeno aspecto seu é, pelo menos, um pouco embonecado, se observados separados. Entretanto, a junção de todos eles trazem algo que está longe de ser inocente. Isso inclui o delicado nariz, que apesar de bonito, recebe muito ódio da dona por causa de sua ponta, não pequena o bastante. A pele relativamente clara, facilmente marcada ou corada, destaca não só os fios escuros da sobrancelha sempre feita de tamanho mediano, quase fina, mas também os lábios, uma área digna de atenção. Sua boca é pequena, de lábios cheios e bastante rosados que encontram-se na frente de dentes perfeitamente brancos e alinhados – tal característica que lhe custou dois longos e tortuosos anos usando aparelho – e, por fim, enganadora. Os fios de seu cabelo são absoluta e puramente negros; escuros, porém bastante brilhantes. São longos, um tanto lisos, entretanto, ainda carregando algumas ondas, e geralmente estão bagunçadamente arrumados. Já seu corpo não foge da envolvência do rosto. A cintura fina destaca os seios medianos, relativamente fartos, e o quadril e nalgas também de tamanho médio. Suas coxas, no entanto, não são tão grossas quanto Brooke preferiria, embora sejam orgulhosamente torneadas.








𝓗𝒾𝓈𝓉𝑜́𝓇𝒾𝒶

❝𝚖𝚢 𝚖𝚘𝚖 𝚝𝚘𝚕𝚍 𝚖𝚎 𝚎𝚟𝚎𝚛𝚢𝚍𝚊𝚢
𝚝𝚘 𝚊𝚕𝚠𝚊𝚢𝚜 𝚋𝚎 𝚌𝚊𝚛𝚎𝚏𝚞𝚕 𝚘𝚏 𝚐𝚞𝚢𝚜
𝚋𝚎𝚌𝚊𝚞𝚜𝚎 𝚕𝚘𝚟𝚎 𝚒𝚜 𝚕𝚒𝚔𝚎 𝚙𝚕𝚊𝚢𝚒𝚗𝚐 𝚠𝚒𝚝𝚑 𝚏𝚒𝚛𝚎
𝙸'𝚕𝚕 𝚐𝚎𝚝 𝚑𝚞𝚛𝚝




Nascida e crescida em Green Field, a vida de Brooke sempre pareceu se resumir a uma coisa: perfeita. Família feliz, boas condições e, de bônus, ainda uma boa aparência. Apesar de, quando mais nova, era mais tímida e retraída, com apenas uma melhor amiga, nunca houvera nada que a impactasse demais durante a infância. Era o tipo de criança que todos na cidade amavam e que sentia-se ressentida quando faltava muitas aulas. Por isso, foi estranho quando, aos quatorze anos da menina, essas mesmas faltas, embora não consecutivas, passaram a ser mais frequentes e sem explicações claras aos seus colegas de classe, com quem ela costumava ser bastante sociável, mesmo sendo tão tímida ao ser o alvo de muitos olhares.




A morte da tia Ellen foi um período difícil para toda a família, mas principalmente para Sue, que estava presente durante o acontecimento. As duas irmãs estavam andando juntas no final da arde quando um homem com mãos trêmulas que seguravam um revólver apareceu no caminho. Foi tudo muito rápido: Ellen pretendia entregar sua bolsa à ele, mas, assustado com o movimento, acabou puxando o gatilho, acertando peito da mulher e saindo correndo depois. Sue chamou a ambulância no mesmo minuto, mas chegaram tarde: sua irmã havia morrido em seus braços, diante de seus olhos. E, a partir daí, no início da adolescência de Brooke, seus verdadeiros problemas começaram a surgir.




Quando não conseguia inventar uma desculpa convincente o bastante para ficar na cama o dia inteiro e precisava ir à escola, Brooke parecia cada vez mais estranha. Parecia distante toda vez que conversava com os colegas, e não parecia querer abrir-se tanto ou falar sobre as coisas que vinham acontecendo nem mesmo com a melhor amiga, embora ela deixasse claro que sempre estaria ali. Secretamente, Brooke era eternamente grata a ela. Mas, por fora, apenas sorria e mudava para algum assunto qualquer. Tudo o que a morena mais queria fazer era bloquear toda e qualquer coisa que a relembrasse da tia Ellen, de sua mãe, de seu pai, de sua casa. Escolhia a opção que lhe parecia melhor: ela fugia.




A menina já fazia seus dezesseis anos, no primeiro ano do colegial, e sempre insistia à Thomas, seu pai, a voltar para casa andando, e que ele não precisava sair de seu trabalho somente para buscá-la e muito menos contratar um motorista. Em uma tarde qualquer, não houve o mínimo estranhamento quando chegara em casa e não encontrara sua mãe por lá: Sue passou a sumir quase todas as tardes para e Brooke não podia fazer nada além de guiá-la ao seu quarto no meio da noite. Nem mesmo sua psicóloga conseguia diminuir os efeitos do Estresse Pós-Traumático que a mulher ainda sofria. Foi nesse mesmo dia que Thomas contou à ela que tinha internado sua mãe não voltaria aquela noite, porque estava em uma clínica de reabilitação.




Sinceramente, Brooke não ficou surpresa. Apenas magoada, magoada pelo seu pai não ter lhe consultado antes de tomar a decisão. E pronta: mais uma pessoa adicionada à lista daquelas que a menina havia se desaproximado. Ela havia pegado o hábito de se afastar de todo mundo, e então se perguntava por quê sentia-se tão sozinha. Contudo, dessa vez foi tudo diferente. Brooke já estava cansada de tentar tanto andar na escuridão, tentando passar despercebida e, mesmo assim, ser perseguida pelos flashes de pessoas curiosas que queriam confirmar os boatos que ouviram; não iria mais encolher-se pelos cantos, com medo da própria sombra. Se eles queriam arrancar alguma coisa dela, arrancariam, só não podia prometer que diria sempre a verdade.


Família

Sue Lee — 43 anos — Bióloga Marinha


Amy Adams

— Mesmo com as típicas restrições pais-filhos, sempre foram muito unidas. Elas são muito livres uma com a outra e Brooke normalmente lhe contaria tudo, no entanto, em nenhum momento houve qualquer deslize desrespeitoso por "liberdade demais". Brooke lembra-se se Sue não ser uma mãe despreocupada: cuida muito da filha, mas é compreensiva e sabe quando deixá-la respirar. Sue costuma ser uma pessoa com a cabeça na frente de seu tempo, e isso sempre aumentou a confiança de Brooke nela.


Thomas Edwards — 41 anos — Cirurgião


Patrick Dempsey

— A proximidade entre os dois já foi maior, contudo, Brooke vai até ele quando não há mais ninguém para ela se apoiar. Thomas é o tipo de pessoa que tenta divertir as pessoas à sua volta, mesmo que algumas de suas piadas sejam péssimas. Ele é um tanto protetor em relação à filha, mais do que a mãe, e isso pode causar algumas discussões devido ao cuidado do pai e ao espírtio livre da filha, somado à uma mágoa de um passado não muito distante. Mas, no fundo, Brooke sabe que ele a ama.




𝓟𝑒𝓇𝓈𝑜𝓃𝒶𝓁𝒾𝒹𝒶𝒹𝑒



Formada de um enorme instinto de liberdade, Brooke é autossuficiente e, não importa se está rodeada de pessoas ou sozinha, sabe que é mais do que capaz de fazer qualquer coisa por si mesma e está longe de ser o tipo de pessoa que aceita viver presa na coleira. Na verdade, é bem pelo contrário: desde simplesmente dar a sua opinião e contradizer a dos outros até quebrar várias regras, Brooke sente a necessidade de acabar com qualquer coisa que a faça sentir-se controlada ou confinada. Por isso, não é recomendável dar um "freio" na menina, porque isso não só a incomoda, mas pode fazê-la querer afastar-se de quem tentou fazê-lo. Por culpa de sua autonomia, a morena sempre pensa três vezes antes de pedir ou aceitar a ajuda de alguém. Gosta de conseguir as coisas sozinha, conquistar por si mesma; ela vê a necessidade de ajuda como algo parecido com fraqueza, como se essa necessidade não fosse permitida a ela. Por isso, sempre que desiste e aceita uma mãozinha, acaba com o orgulho ferido, sentindo-se como se devesse ter se esforçado mais.

Confiança é outra palavra que se aplica a ela. Já duvidou de si mesma por muito tempo, e percebeu que isso não a levara a lugar algum: demorou e precisou de alguns fortes e dolorosos empurrões, mas conseguiu. É muito segura e decidida, sabe o que quer e sabe que pode conseguir de alguma forma. É natural: Brooke confia tanto em si mesma que as outras pessoas não têm outra escolha a não ser confiar nela também. É como se ela transmitisse sua segurança e calma por um simples olhar. Ah, a calma. Mais uma coisa que mudou muito: de explosiva e impaciente, a morena passou disso para dona de um poço de paciência que chega a incomodar aqueles que querem vê-la enfurecida, irritando-os simplesmente por manter-se indiferente. Ela não se importa com nada, muito menos com o que as pessoas falam ou pensam dela – ou, pelo menos, é o que parece. A expressão facial que transborda indiferença, algo que não parece querer deixá-la, por mais que ela tente, é comum quando não fala com ninguém, o que pode lhe dar a impressão de alguém desagradável, dessa forma, não são muitos os que tomam coragem para começar uma conversa.

Extremamente sincera e sem papas na língua, Brooke não parece pensar muito antes de falar certas coisas, como verdades duras ou coisas que podem deixar as pessoas desconfortáveis – desde assuntos delicados até simples tabus da sociedade. Apesar de não parecer, é descontraída, não se importa em responder perguntas indelicadas ou entrar em brincadeiras, desde que não se sinta desrespeitada, não vê o menor problema em coisas do tipo. Brooke não faz muita questão de mostrar caso a situação não peça, mas é extremamente inteligente, a ponto de sua família já ter desconfiado de a menina ter o QI acima da média, para descobrir mais tarde que ela é apenas mais esperta que as outras pessoas, não chega a ser um gênio, mas sua linha de pensamento é rápida e complexa ao mesmo tempo, chegando a ser surpreendente. Por isso, não se deixe enganar pela grande calma da menina. Caso você a irrite de verdade, toque em algum ponto fraco ou simplesmente olhe feio para algum de seus amigos, em um estalar de dedos dela, você estará chorando na cabine do banheiro pelo resto do dia.

Brooke é tão petulante que pode parecer até arrogante para alguns. Ela não vê problema em dizer o que pensa e a irrelevância que atribui à opinião alheia somada a suas respostas afiadas que sempre estão na ponta de sua língua parece incomodar as pessoas. Corajosa, não parece ter medo de nada e nem ninguém, apesar de isso ser nada além de um hábito seu: quer tanto parecer imponente que acaba mascarando seus medos, inseguranças e seu verdadeiro eu para que ninguém tenha qualquer poder sobre ela, o que leva a menina a afastar de qualquer um que chegue perto demais. Acostumada a mascarar suas emoções, Brooke gradualmente tornou-se não somente uma ótima atriz, estupidamente boa em mentir, mas também bastante persuasiva: sabe exatamente como usar as palavras e ações ao seu favor. Isso afeta também suas relações – as verdadeiras – com as pessoas. Brooke não é uma pessoa que manifesta seus sentimentos com muita frequência ou de forma muito gritante, e por isso sua preocupação pode parecer somente uma proteção exagerada, mas é só a importância que dá à pessoa falando mais alto do que suas defesas.

É surpreendente para os menos observadores, ao passar por cima de alguns muros da morena, que ela não é tão má quanto tenta parecer – não que isso signifique que seja um amor de pessoa, porque, na visão de Brooke, uma amizade sem patadas, sarcasmo e xingamentos é entendiante demais para ser suportada, por isso, se tiver algo contra isso, nem pense em tentar ser amiga da morena. Mas é claro que alguma parte de sua "máscara" faz parte da Brooke verdadeira, e a ironia é um exemplo disso. Pense em uma pessoa sarcástica e multiplique por três: é ela, essa menina mesmo, que não vai mudar nada em si porque alguém se sentiu ofendido com um comentário irônico que saíra de sua boca. "Ah, você jura?" é uma frase bastante ouvida. A ironia faz parte dela. É usada com pessoas que não gosta, mas tomando todo o cuidado para não descer do salto ou perder sua atitude: basicamente, nunca diminuiria o nível por uma rivalidade idiota. Já com seus amigos, é cheia de "idiota" ou "você é burro?", mas é muito carinhosa e cuidadosa de seu próprio jeito, e só enxerga isso quem realmente quer.






𝓠𝓊𝒶𝓁𝒾𝒹𝒶𝒹𝑒𝓈 + 𝓓𝑒𝒻𝑒𝒾𝓉𝑜𝓈

〈+〉 independente┃calma┃confiante┃corajosa┃honesta




〈-〉 irônica┃orgulhosa┃petulante┃muito sincera┃um pouco vingativa




𝓖𝑜𝓈𝓉𝑜𝓈 + 𝓓𝑒𝓈𝑔𝑜𝓈𝓉𝑜𝓈

〈+〉 animais┃chás┃adrenalina┃música┃ler┃festas




〈-〉 seguir regras┃se sentir presa┃pessoas mandonas┃pessoas "entediantes"┃ser subestimada




𝑒𝒹𝑜𝓈



Brooke possui Astrofobia, que é a fobia caracterizada pelo medo irracional de trovões e relâmpagos. É a sua única fobia e seu único medo gritante, além de seu pequeno receio em relação a bonecos de ventríloquo.




𝓗𝑜𝒷𝒷𝒾𝑒𝓈

𝓓𝑒𝓈𝑒𝓃𝒽𝒶𝓇
Com certeza um de seus hobbies favoritos, mas também um dos mais secretos. Não é como se Brooke escondesse sobre seu gosto por desenhar, mas são pouquíssimas as pessoas que já viram pelo menos um de seus desenhos, sejam eles mais trabalhados ou apenas alguns rabiscos.





𝑜𝓉𝑜𝑔𝓇𝒶𝒻𝒾𝒶
Sua amada câmera foi algo que comprou depois de meses juntando o dinheiro necessário. Conseguiu comprá-la finalmente aos dezesseis anos, e esta virou algo como sua amiga inseparável. Brooke está sempre tirando foto de tudo, e consegue capturar a beleza até onde parece não ter.




𝒶𝓃𝒾𝒶𝓈

Quando pensativa, tem o hábito de morder a ponta do dedão
Entrelaçar seu braço com quem estiver andando ao seu lado




𝓣𝒾𝓅𝑜𝓈 𝒹𝑒 𝓅𝑒𝓈𝓈𝑜𝒶 𝓆𝓊𝑒 𝑔𝑜𝓈𝓉𝒶

Pessoas que ousam; aquelas que não têm medo de falar o que pensa, fazem o que quiser e não se importam com o que possam falar. Basicamente, pessoas com a linha de pensamento parecida com a dela. Não é como se Brooke tivesse algo contra aquelas mais retraídas, claro que não, mas pessoas de personalidade forte são mais propensas a se darem bem com ela, as que não se intimidam pela morena. Mas não é como se Brooke baixasse a guarda perto dessas pessoas. Age normalmente, entretanto, solta um comentário amigável – amigável do seu jeito, claro – e um sorriso vez ou outra. Não deixa a ironia de lado: o sarcasmo também é deixado no ar, como um teste para ver se a outra pessoa aguentaria ficar muito tempo ao lado dela; tudo isso antes de Brooke considerar a tentativa de iniciar uma conversa que possa, talvez, levar à uma amizade. Há também pequenas coisas, como o quase imperceptível esforço da menina em ser o mais simpática dentro do possível depois que percebe que uma amizade com esse certo alguém seria possível, ou mesmo oferecer o resto de sua água ao ver que estava com sede. Ela não é o tipo de pessoa que deixa tudo muito claro, até porque espera por uma "confirmação" da outra antes de realmente poder chamá-la de simplesmente colega.




𝓣𝒾𝓅𝑜𝓈 𝒹𝑒 𝓅𝑒𝓈𝓈𝑜𝒶 𝓆𝓊𝑒 𝓃𝒶̃𝑜 𝑔𝑜𝓈𝓉𝒶

Por incrível que pareça, Brooke não é o tipo de pessoa que sai espalhando ódio para quem não merece. Na verdade, é difícil conseguir o seu desgosto, até porque poucas coisas conseguem realmente afetá-la a ponto de notar o desagrado que alguém sente. Ela acha irritante pessoas que buscam atenção demais a ponto do ridículo e também aquelas que estão sempre buscando uma oportunidade para ser desagradável. Claro, Brooke entende parte disso: ela é exatamente o tipo de pessoa que ama fazer aqueles que já a odeiam, a odiarem ainda mais, mas não vê sentido algum em ser assim com absolutamente todos. Pessoas que tentam de tudo para provocar Brooke somente perdem seu tempo: só tem a honra de estar na lista de inimigos da morena quem tiver coragem o bastante para mexer com os amigos dela, a única coisa que a irrita em um piscar de olhos. Mas, a partir do momento que uma pessoa consegue esse feito, precisa estar preparada para ter sua vida transformada em um inferno: ironia, provocações, qualquer coisa que estiver ao alcance de Brooke, ela fará para deixar claro o que sente em relação à ela. Caso ela insista em testar Brooke, ela pode fazer coisa pior além das palavras, mas sempre sem sujar as mãos.




𝓟𝒶𝓇



𝓞𝓱, 𝓷𝓸
𝐼'𝓋𝑒 𝒶𝓁𝓇𝑒𝒶𝒹𝓎 𝒸𝑜𝓂𝑒 𝓉𝑜𝑜 𝒻𝒶𝓇
𝓢𝓾𝓭𝓭𝒆𝓷𝓵𝔂, 𝓷𝓸𝓷𝒆 𝓸𝒇 𝓽𝓱𝓲𝓼 𝓲𝓼 𝓪 𝓰 𝓪 𝓶 𝒆 𝓪𝓷𝔂𝓶𝓸𝓻𝒆

Brooke "não tem interesse nessa coisa de se apaixonar", palavras dela. Isso se agravou não só com a sua súbita mudança um tempo atrás, mas também quando se apaixonou pela primeira vez. Foi em uma viagem, sabia que relacionamentos a distância não davam certo e tinha a plena consciência de que foram apenas dois beijos e um "acho que gosto de você", mas mesmo assim, foi um soco no estômago ouvir, depois de já separadas, que a menina já havia encontrado-se com outras pessoas cerca de uma semana depois de se despedirem, e que era só uma paixonite. Desde lá, Brooke nunca passou de nada além do carnal com ninguém. Sem sentimentos envolvidos. Ela não tem problema em ficar com quem quiser: está solteira, não é? Mas, a partir do momento que esses beijos e mãos bobas passam a envolver qualquer sentimento além de pele com pele, Brooke pode se assustar, e isso pode fazê-la agir com relutância, hesitação, coisa que qualquer um poderia ter, qualquer um menos Brooke, e isso pode deixar a outra pessoa um tanto confusa. Ela demoraria um pouco para admitir que quebrara a promessa feita a si mesma, e demoraria mais ainda para contar à pessoa, sendo quase necessitada de um apoio de algum amigo nesse momento, parecendo dependente como jamais foi. Em um relacionamento mesmo, Brooke mostraria-se extremamente leiga. Hesitando quarenta vezes antes de pegar na mão na pessoa, não sabendo como agir ao vê-la todos os dias, essas coisas de pré-adolescente. Isso provavelmente surpreenderia a outra pessoa, deixando Brooke ainda mais ansiosa. Logo ela, a calma em pessoa. Ela não sabe muito bem como agir e nem seria capaz de falar "eu te amo" o tempo todo, ser expressiva ou mesmo anunciar abertamente de forma natural que está em um relacionamento. A pessoa precisa ser paciente e compreensiva, pois tudo o que Brooke pode fazer a esse ponto é se esforçar.




𝓒𝑜𝓂𝑜 𝒸𝑜𝓃𝒽𝑒𝒸𝑒𝓊 𝒜𝓁𝒾́𝒸𝒾𝒶 + 𝓡𝑒𝓁𝒶ç𝒶̃𝑜



Alícia e Brooke eram ainda crianças quando se conheceram e tinham uma amizade muito forte, verdadeira, do tipo que não se joga fora. Contudo, o tempo acabou separando-as, especialmente com as mudanças de Brooke e, talvez, de Alícia também. Então a relação delas mudou; não eram mais amigas e muito menos inimigas. Apenas agiam como conhecidas, esforçando-se para impedir aquelas palavras entaladas na garganta de saírem.




𝓟𝑜𝓇 𝓆𝓊𝑒 𝒶𝓅𝒶𝓇𝑒𝒸𝑒𝓇𝒾𝒶 𝓃𝒶𝓈 𝒸𝒶𝓇𝓉𝒶𝓈 𝒹𝑒𝒾𝓍𝒶𝒹𝒶𝓈 𝓅𝑜𝓇 𝒜𝓁𝒾́𝒸𝒾𝒶?

Exatamente por causa da amizade das duas que acabou. Brooke sabe: se não tivesse se fechado e mudado tanto, talvez ainda tivesse sua melhor amiga ao seu lado. E tudo ainda acabara sem nenhum "adeus" e nenhum motivo, e isso afetou muito os dois lados da história.




𝓟𝑜𝓇 𝓆𝓊𝑒 𝑒𝓃𝓉𝓇𝑜𝓊 𝓃𝒶𝓈 𝒷𝓊𝓈𝒸𝒶𝓈 𝓅𝑒𝓁𝒶𝓈 𝒸𝒶𝓇𝓉𝒶𝓈 𝒹𝑒𝒾𝓍𝒶𝒹𝒶𝓈 𝓅𝑜𝓇 𝒜𝓁𝒾́𝒸𝒾𝒶?

Pela pura preocupação que ainda nutre por Alícia. Podiam ter se afastado drasticamente, mas Brooke se importa com a outra, ainda que secretamente. Além disso, há uma baixa, porém inquieta voz no fundo de sua mente repetindo que ela devia isso à Alícia.




𝓔𝓈𝓉𝒶́ 𝓈𝑜𝓏𝒾𝓃𝒽𝒶 𝑜𝓊 𝓃𝓊𝓂 𝑔𝓇𝓊𝓅𝑜 𝒹𝓊𝓇𝒶𝓃𝓉𝑒 𝒶 𝒷𝓊𝓈𝒸𝒶?

O plano inicial de Brooke era ir sozinha, tipicamente. No entanto, foi rápida ao perceber que seria mais inteligente juntar-se às pessoas, visto que várias cabeças pensam melhor do que uma.



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❝𝙰 𝚟𝚒𝚍𝚊 𝚎́ 𝚊𝚙𝚎𝚗𝚊𝚜 𝚞𝚖 𝚓𝚘𝚐𝚘. 𝚅𝚘𝚌𝚎̂ 𝚙𝚘𝚍𝚎 𝚜𝚎𝚛 𝚞𝚖 𝚓𝚘𝚐𝚊𝚍𝚘𝚛 𝚘𝚞 𝚞𝚖 𝚋 𝚛 𝚒 𝚗 𝚚 𝚞 𝚎 𝚍 𝚘.❞



❝𝙴𝚞 𝚊𝚙𝚛𝚎𝚗𝚍𝚒 𝚊 𝚜𝚎𝚛 𝚐𝚎𝚗𝚝𝚒𝚕 𝚙𝚛𝚒𝚖𝚎𝚒𝚛𝚘, 𝚙𝚘𝚛𝚚𝚞𝚎 𝚟𝚘𝚌𝚎̂ 𝚙𝚘𝚍𝚎 𝚜𝚎𝚖𝚙𝚛𝚎 𝚜𝚎𝚛 𝚖𝚊́ 𝚍𝚎𝚙𝚘𝚒𝚜, 𝚖𝚊𝚜 𝚊𝚜𝚜𝚒𝚖 𝚚𝚞𝚎 𝚟𝚘𝚌𝚎̂ 𝚏𝚘𝚛 𝚖𝚊́ 𝚌𝚘𝚖 𝚊𝚕𝚐𝚞𝚎́𝚖, 𝚗𝚊̃𝚘 𝚟𝚊̃𝚘 𝚖𝚊𝚒𝚜 𝚊𝚌𝚛𝚎𝚍𝚒𝚝𝚊𝚛 𝚗𝚊 𝚐𝚎𝚗𝚝𝚒𝚕𝚎𝚣𝚊. 𝙴𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚜𝚎𝚓𝚊 𝚐𝚎𝚗𝚝𝚒𝚕, 𝚜𝚎𝚓𝚊 𝚐𝚎𝚗𝚝𝚒𝚕, 𝚜𝚎𝚓𝚊 𝚐𝚎𝚗𝚝𝚒𝚕, 𝚊𝚝𝚎́ 𝚚𝚞𝚎 𝚌𝚑𝚎𝚐𝚞𝚎 𝚊 𝚑𝚘𝚛𝚊 𝚍𝚎 𝚙𝚊𝚛𝚊𝚛 𝚍𝚎 𝚜𝚎𝚛 𝚐𝚎𝚗𝚝𝚒𝚕, 𝚎𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚘𝚜 𝚍𝚎𝚜𝚝𝚛𝚞𝚊.
𝙰𝚜𝚜𝚞𝚜𝚝𝚊𝚍𝚘𝚛, 𝚎𝚞 𝚜𝚎𝚒. 𝙴𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚙𝚎𝚗𝚜𝚎 𝚍𝚞𝚊𝚜 𝚟𝚎𝚣𝚎𝚜 𝚊𝚗𝚝𝚎𝚜 𝚍𝚎 𝚝𝚎𝚗𝚝𝚊𝚛 𝚜𝚎 𝚊𝚙𝚛𝚘𝚡𝚒𝚖𝚊𝚛 𝚍𝚎 𝚖𝚒𝚖. 𝚅𝚘𝚌𝚎̂ 𝚗𝚞𝚗𝚌𝚊 𝚜𝚊𝚋𝚎 𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚝𝚎 𝚎𝚜𝚙𝚎𝚛𝚊.❞



Plágio é crime.


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