Jornal ทαทαмi нαrυкα


Por: ~


ℓσυcυrα


"As críticas destroem o seu ego mas constroem o seu jogo."


Nome:
Nanami Haruka. Significam "sete mares" e "perfume da primavera".

Apelido:
Nana: Apelido dado e usado pela família, o qual a garota realmente gosta. Amigos próximos costumam chamá-la assim, também.

Haru: Contendo o significado de "Primavera", já foi seu apelido preferido. Mas sua opinião mudou após acontecimentos os quais ela deseja, do fundo de seu coração, esquecer.

Mimi: O apelido foi dado pela irmã gêmea a qual queria um apelido que apenas ela utilizasse, então, criou este para que apenas ela chamasse a gêmea deste jeito.

Idade:
18 anos de idade. Nasceu no dia 1º de Abril.

Signo:
Áries.

Tipo sanguíneo:
B-.

Aparência:
Inori Yuzuriha, Guilty Crown.









É dona de cabelos rosados, claros, os quais são longos o suficiente para alcançar o meio de suas costas. São levemente ondulados e estão quase sempre presos em dois rabos de cavalo baixos, um de cada lado da cabeça, os fios ficando normalmente por cima de seu ombro.

Seus olhos são vermelhos escarlates, grandes e compostos por grandes e curvados cílios. Sua pele é clara e seus lábios são pequenos, o superior sendo menor que o inferior. As bochechas tem um tom natural rosado que a faz parecer constantemente envergonhada.

Seu corpo é desprovido de curvas acentuadas, sendo pouco perceptíveis. Costuma utilizar roupas largas, o que dificulta ainda mais a visualização de suas curvas. De quaisquer jeito, ela não se importa nem um pouco com isto. É de estatura baixa, medindo 1,57cm.

Personalidade:
Decidida. Quando diz que fará algo, não tenha dúvidas de que ela o fará. Nem que esta seja a última coisa que ela faça, ela cumprirá sua palavra. É o que ela faz: mantém suas palavras e promessas até o fim, até mesmo se arriscando para isto. Se sabe de algum segredo alheio, este morrerá consigo, sem ninguém além dela saber; pelo menos não de sua boca. Apesar da personalidade explosiva, é extremamente leal e confiável.

Impaciente e explosiva, é algo "normal" vê-la reclamando pelos cantos. Se irrita com uma facilidade incrível e é muito boa em brigas, não importando se são físicas ou faladas. Está sempre boa para entrar numa briga, claro que sempre contendo um motivo, não importando se é bobo ou não, qualquer coisa já é um bom motivo para Nanami se irritar. É extremamente impulsiva e não pensa nem um pouco na consequência de seus atos. Simplesmente faz o que seus instintos lhe dizem que é certo, sem nem pensar duas vezes.

Atenciosa, são raras as coisas que lhe passam despercebidas. Consegue notar com facilidade mudanças no humor ou na aparência de pessoas com as quais convive, apesar de nem sempre dizer. Prefere perguntar à sós e está sempre disposta à ouvir as pessoas. Ela acredita que desabafar é o melhor modo de tirar pesos de suas costas, que chorar é o melhor modo de deixar que suas mágoas vão embora.

Uma ótima ouvinte e conselheira. Pode não parecer, mas ela é muito boa aconselhando às pessoas e sempre está disposta a ajudá-las, mesmo que de seu próprio modo especial, que se resume à resolver tudo com os punhos. Pelo menos, na maior parte das vezes. Em outras, ela pode apenas sorrir e ser um ombro amigo, aconselhar e ouvir atenciosamente à tudo que lhe dizem.

Está sempre preocupada com todos ao seu redor e se arriscaria para o bem destes. Por fora é agressiva e direta, mas por dentro é amorosa e tem um grande coração que nem todos são capazes de ver, por isso a julgam pelas aparências. Ela não se importa muito com isso: na verdade, finge não se importar. Se magoa muito facilmente e esconde isso com sorrisos largos ou com seus ataques de raiva.

Costuma ouvir o que incomoda os outros, pegar suas dores para si, guardá-las e guardar a própria para si também. Se ela é capaz de pegar a de todos, por que não guardar a própria também?

Está sempre sorridente e sua animação parece inabalável: o contrário de sua calma e paciência, que praticamente não existem. Extrovertida e constantemente disposta a fazer brincadeiras e comentários desnecessários. Está sempre lá para importunar as pessoas na pior hora possível. É extremamente pervertida, sempre fazendo comentários pervertidos e piadas de duplo sentido quando tem a chance.

Sociável, faz amizades facilmente e pode até ser considerada desinibida, sendo algo raro vê-la envergonhada ou tímida. É simplesmente uma missão impossível fazê-la se envergonhar, ainda mais corar. É do tipo de pessoas que esconde sua dor com sorrisos mas que na verdade deseja ter alguém ao seu lado, assim como ela sempre está lá pelas pessoas.

Gênero personalitivo:
Tsundere.

Par:
Kanato Sakamaki.

Doença:
Esquizofrenia, TOC, transtorno de ansiedade, bipolarismo.

Poderes:
Telecinese & Animalia.
[ Capacidade de fazer objetos e afins flutuarem, podendo os lançar, mantê-los parados no ar e outras coisas & capacidade de falar e entender aos animais, sendo capaz de simpatizar com estes e até mesmo fazê-los seus amigos.]

Como você se comporta no manicômio?
Muito mal, em resumo. Está sempre se metendo em brigas e tendo mal comportamento, sendo repreendida milhões e trilhões de vezes por ser tão impulsiva. Há vários dias que apenas fica no quarto, na maior parte das vezes pois fora sedada para não provocar problemas.

O que tem na sua cela?
Normalmente, comidas as quais ela consegue pegar escondida, seus pertences pessoais -que não são muitos- e ursos de pelúcia, boa parte velhos e sujos. Há também poucos livros, os quais ela relê continuamente e já tem as palavras praticamente gravadas em sua mente, de tantas vezes que leu.

Relação com as meninas:
Mantém uma boa relação com estas, desde que elas não a provoquem. Se esforça para manter a calma perto destas, afinal, tem certa consideração por elas, não iria querer as ferir fisicamente, muito menos emocionalmente. Afinal, em sua opinião, a dor emocional é sempre pior que a física, não importando a intensidade. Com pouco tempo cria um laço forte com estas, se apegando tão facilmente como nunca antes.

Relação com os irmãos:
Não consegue baixar a guarda perto destes. Qualquer aproximação demasiada ou palavras inadequadas vindas deles são motivos para tentativas falhas de ataques da garota. Com o tempo ela acaba se acostumando com o fato de que não conseguiria facilmente atacá-los e simplesmente desiste, se esforçando para simpatizar com estes, mesmo que pareça ser a coisa mais difícil que ela possa tentar fazer.

Relação com o par:
Obviamente, sua relação com este é diferente quanto à dos outros. Nanami sempre teve uma queda, vulgo precipício, por coisas fofas, principalmente quando se tratam de pessoas. E Kanato, à primeira vista, poderia ser considerado a coisa mais fofa que Nana pôde ter conhecido. Mas, aos poucos, conhecendo sua personalidade, percebeu que não era bem assim. De qualquer jeito, ele despertava o interesse da garota, o que a fazia querer se aproximar, conhecê-lo mais.

A relação entre eles pode ser considerada... Instável. Afinal, Nana se irrita muito facilmente, mas se esforça para não fazê-lo com Kanato. O mima como se este fosse uma criança, tendo completa noção disto. De qualquer jeito, gosta dele e agradá-lo é até divertido, desde que este não passe dos limites. Aí, é outra história.

Hobbies:
Desenhar;
Ler;
Cozinhar;
Pintar;
Tocar piano.

Passatempos:
[Não sei se devia ser diferente xD]
Desenhar;
Ler;
Cozinhar;
Tocar piano.

História antes de ir parar no manicômio:
Nanami tem uma irmã gêmea mais velha, esta chamada Shiromi. Nasceram numa família de classe média e foram, tecnicamente, a causa de sua morte. A mãe morreu durante o parto, o que causou uma tristeza muito grande no seu pai. Ele acabou nutrindo um ódio das gêmeas e deixou a criação destas para a irmã mais velha, Sakura. A mesma não tinha outra escolha, então apenas cuidou delas como se fossem as próprias filhas, mesmo sendo tão nova.

Quando as irmãs completaram seus dez anos, o pai passou a descontar o estresse diário nestas, as violentando sexualmente. Ele ameaçava a irmã mais velha, impedindo-a de denunciá-lo. Assim, se passaram anos em que as garotinhas sofriam nas mãos do próprio pai. A sua irmã gêmea, sendo incapaz de aguentar por mais tempo, se suicidou. Deixou Nana e Sakura sozinhas, tendo apenas uma à outra como apoio, tendo apenas uma à outra no mundo.

Então, num dia, Nana tivera um ataque de raiva. Esfaqueou o próprio pai pelas costas, enquanto este estava distraído. Para ela, ele sequer podia ser considerado um pai. Era simplesmente um estuprador nojento, em seus olhos. Então, finalmente denunciaram-no e ele foi preso após ser cuidado. Ele não morreu, mas não poderia mais ver suas filhas, ficaria um bom tempo na cadeia, o que era um alívio para as garotas.

Foram ambas levadas para um orfanato, mas já na primeira semana foram separadas, sendo que Sakura fora adotada por um casal de idosos que pareciam realmente gentis e queriam companhia. Então, Nanami ficou só. Tinha apenas à si mesma, sendo excluída das demais crianças. Nenhuma parecia querer se aproximar dela, influência dos boatos que rondavam dentre o orfanato sobre o passado da garota.

Ela ficava cada vez pior. Queria amigos, queria alguém com quem pudesse contar, queria companhia novamente. Não queria mais ficar só, sendo assombrada por memórias ruins à todo momento. Como se não bastasse o fato de ser sempre só, passou a sofrer preconceito em sua nova escola, sendo agredida praticamente todos os dias por colegas de classe.

Ninguém ficava sabendo e Nanami não se importava tanto. O vazio dentro de si, a dor que sentia em seu coração, a impediam de sentir a dor dos socos e chutes das garotas. Aos quatorze anos, anêmica e sempre com roxos espalhados por seu corpo magro e frágil. Finalmente, decidiu que não seria mais saco de pancadas de ninguém. Passou a revidar, adquirindo sua atual personalidade.

Ninguém a incomodava mais, mas passou a ser mal falada. Todos falavam de seu comentário agressivo e do fato de sempre estar só. Assim, adquiriu seu primeiro amigo. Seu nome era Kousuke, um garoto popular. Ele passou a falar com a garota repentinamente e logo se tornou seu primeiro amor. Mantiveram sua amizade até o dia do aniversário da garota, o dia em que ela fora para a cama com ele. Eles pareciam um casal apaixonado e inseparável, até Kou contar a verdade para ela.

Na verdade, era uma aposta. A garota pareceu sempre intocável e repentinamente havia se tornado corajosa e imbatível. Então, despertou o interesse do grupo de populares, que desafiaram-no a se aproximar da garota. E ele fez mais do que isso: a conquistou e amou-a, mesmo que falsamente, e quebrou seu coração em diversos pedaços. Mas Nana não deixou barato. Se vingou, do melhor jeito possível.

O fez sofrer, amarrando-o num beco qualquer, deixando-o nu e indo embora. Ele foi encontrado semanas depois e não foi capaz de contar a verdade: Nana o mataria se ele o fizesse, ele tinha noção disto apenas pelos olhares que lhe eram lançados por parte da garota durante as aulas. E assim, puderam ter um fim não exatamente feliz, mas consideravelmente bom. Não mexeram mais um com o outro e simplesmente seguiram com suas vidas.

Mas, anos depois, Kou ainda não havia esquecido o que Nana havia o feito. Então, a denunciou. Ainda tinha provas contra a garota, as quais foram suficientes para que ela fosse levada até a polícia. Fora forçada a falar com diversas pessoas, inclusive psiquiatras, este os quais descobriram suas doenças psicológicas e mandaram-na para o manicômio.

Roupas de dormir:





Roupas de passeio:





Roupas de praia:





Gostos:
Doces;
Coisas fofas;
Animais;
Música;
Desenhar;
Piano;
Frio;
Neve;
Chuva.

Desgostos:
Calor;
Multidões;
Barulho de mais;
Comidas azedas;
Comidas amargas;
Insetos;
Verão;
Tempestades.

Fobias/medos:
Insetos;
Acrofobia;
Monofobia.

Como é você no colégio?
Do tipo que sempre tenta matar aula, evitando ao máximo lugares muito cheios e sempre tendo ciência de lugares em que possa se esconder e/ou evitar contato com outras pessoas. Apesar de não querer chamar atenção, acaba o fazendo sendo que sempre acaba se metendo em confusão, principalmente em brigas.

Virgem?
Não.

Hentai Ecchi?[color]
Sim.

[color=#FF6EB4]Reações:


Se visse o par com outra?
Ficaria extremamente irritada, evitando-o até ter a chance e coragem de perguntar quem era aquela "vadia" e o que ela fazia com ele. Pode ser extremamente ciumenta e possessiva, ao ponto de brigar com o par por conta da aproximação de outras garotas.

Se fosse sequestrada?
Pensaria num plano de fuga. Talvez a ajuda não chegasse logo, talvez sequer chegasse, então tentaria fazer tudo por si mesma: fugir, o mais rápido o possível. E, quando conseguisse, correr sem pensar, não importasse para que direção.

Se fosse estrupada pelo par ou por outro homem?
Pela primeira vez, tentaria revidar. Já tivera o bastante disto em sua vida e não queria mais. Não desejava relembrar dos tempos em que era constantemente estuprada. Faria de tudo e utilizaria de toda a sua força para se livrar, apesar de ter a certeza de que não seria forte o suficiente.

Se descobrissem algum segredo seu?
Imploraria que não espalhasse, até mesmo ameaçando para que a pessoa não falasse para mais ninguém e mantivesse apenas para si. Até mesmo se ofereceria para fazer algo pela pessoa, e em troca, a mesma manteria sua boca fechada.

Ao ver os Mukamis, o que faria?
Seria praticamente como foi com os Sakamaki's inicialmente: tentaria manter distância, ameaçando partir para a agressão à qualquer movimento suspeito. Não confiaria nestes ou baixaria a guarda, assim como fora anteriormente com os outros irmãos.

Algo a mais?
Não.

Bebendo: "

Gostou da Jornal? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...