Jornal Mama


Por: ~


Mama

Boa noite, eu sei que todos estão doidos com os contratos e eu como alguns sabem, estou de mudança e com pouquíssimo tempo, assim, embora ache que só vai aguçar mais ainda hehe, estou postando um trechinho hehe Até que eu consiga escrever os capítulos de todas as três fics <3 Em Setembro acho que já estabiliza as coisas ok?
Boa leitura:


“Michelle querida, a partir de hoje você vai acompanhar seu irmão mais velho no trabalho ok? Papai também não vai voltar da Rússia, assim a mamãe terá de ir também. Mas mamãe jura que voltará um dia. Porém caso ela não voltar, lembre-se desses números ok? Eles são importantes, você vai decorar para a mamãe? Como o pequeno gênio que eu sei que é? Um dia pode precisar deles, mas só use em caso de absoluta necessidade ok? Mamãe te ama, meu pequeno docinho!”

A pequena Michelle, de quase seis anos assistiu a sua heroína, sua elegante mamãe, cheia de joias brilhantes e casaco de pele fina, ser levada por um monte de homens grandes e estranhos do seu quarto. Aquela foi a última vez que viu a amável mulher que esfregava suas costas todas as vezes que se machucava, mas foi o primeiro dia de seu treino como assassina nas mãos do seu irmão doente.
E os números, que hoje ela sabia ser um endereço de localização e um número telefônico, estiveram para sempre gravados em sua mente, na mais obscura de suas memórias infantis. E desde então, desde o dia em que ficou sozinha com o irmão, nunca mais quis usar joias, nem casacos, nem saltos como sua mãe. Depois daquele dia também lhe era impossível imaginar que cada uma e todas as pessoas que seu irmão tirava a vida sem um segundo de piedade ou hesitação, poderiam muito bem ser sua mamãe em algum lugar em uma situação parecida e o gatilho que sempre estava engatilhado entre seus dedos, nunca pode ser puxado, embora ela tivesse uma mira perfeita enquanto treinava em alvos inanimados.
Quando cresceu, percebeu que sua mãe não era vítima, nem nunca foi, muito menos morreria tão fácil, mas o trauma já estava lá assim como os números que ela lhe fez decorar. 38,50,121,40.


Mi voltou para a realidade e olhou para Jeongmin e Jess engatados em uma conversa aleatória sobre janelas e gatos e sorriu. Ambos se entenderam de imediato, como ela imaginava que seria. Ambos tinham muito em comum, muito mesmo.
Assistiu paciente, eles conversarem na mesa da cozinha, bebendo o suco artificial e depois começarem a bocejar como ela esperava que fizessem. Ainda era manhã e então ao beberem a água e ela fazer o efeito, ia levar um tempo mesmo. Olhou para o relógio, quinze minutos.
Hyuk estava certo. A água estava mesmo alterada com sonífero. Que filho da mãe!
Logo os dois desmaiaram na mesa e ela se ergueu indo até a janela da cozinha e olhando para baixo. Três deles estavam ali.
Foi em silêncio para a sala e viu o único daddy ainda na casa também apagado no sofá. Checou a casa inteira para ver se ninguém mais estava ali e confirmando que só tinha três desmaiados para lidar, tirou o celular descartável do bolso e discou rápida.
— Sou eu mamãe. Vamos começar.


Fanfic Contrato irrecusável

Beijinhos!!!

Escutando: (INFINITE) - Bad

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