Jornal — auto-reverse +


Por: ~


✧:::𝒜𝓃𝒶 𝒞𝓁𝒶𝓇𝒶 𝑅𝒾𝒷𝑒𝒾𝓇𝑜:::✧


❝ 𝙽𝚘́𝚜 𝚎𝚜𝚝𝚊𝚖𝚘𝚜 𝚗𝚊 𝚕𝚒𝚗𝚑𝚊 𝚍𝚘 𝚝𝚒𝚛𝚘
𝙲𝚊ç𝚊𝚗𝚍𝚘 𝚘𝚜 𝚍𝚒𝚊𝚜 𝚎𝚖 𝚑𝚘𝚛𝚊𝚜 𝚟𝚊𝚣𝚒𝚊𝚜
𝚅𝚒𝚣𝚒𝚗𝚑𝚘𝚜 𝚍𝚘 𝚌𝚊̃𝚘, 𝚌𝚊̃𝚘, 𝚌𝚊̃𝚘
𝙼𝚊𝚜 𝚜𝚎𝚖𝚙𝚛𝚎 𝚛𝚒𝚗𝚍𝚘 𝚎 𝚌𝚊𝚗𝚝𝚊𝚗𝚍𝚘
𝙽𝚞𝚗𝚌𝚊 𝚎𝚖 𝚟𝚊̃𝚘.❞


Bitch, better have my money, Y'all should know me well enough!

✧ Nome Completo ✧

➟ Ana Clara Ribeiro.

✧ Idade & Data de nascimento ✧

➟ 23 anos, nascida em 16/06/1994.

✧ Apelido ✧

➟ Morena, Clarinha, Aninha.

✧ Aparência ✧

❝ 𝙲𝚘𝚛𝚙𝚘 𝚖𝚘𝚛𝚎𝚗𝚘, 𝚜𝚊𝚛𝚊𝚍𝚘, 𝚐𝚘𝚜𝚝𝚘𝚜𝚘, 𝚍𝚊 𝚌𝚘𝚛 𝚍𝚘 𝚙𝚎𝚌𝚊𝚍𝚘. ❞

A cor bombom de sua pele é algo marcante. A pele lisa, de uma tonalidade linda e completamente encantadora. O corpo esbelto forma curvas marcantes e deliciosas, que sempre estão à mostra, pois no país da menina o calor é enorme, e ela vivi perto da praia. Seus 55 quilos são bem distribuídos, tendo suas coxas torneadas, os seios fartos e a bunda de um tamanho consideravelmente bom. A barriga lisa e chapada, a pelvis ousava aparecer, o que era considerado lindo por muitas pessoas. Alta, medindo 1.78 metros, Ana Clara sempre teve porte de modelo, embora estivesse longe de seguir tal carreira. Muito, mas muito longe.



O cabelo é castanho claro, os fios são lisos com leves ondulações. Seus olhos são da mesma cor do cabelo, e sua boca contém os lábios cheios e bem desenhados, carnudos e completamente convidativos. Ela possui covinhas nas costas, as charmosas entradinhas na região lombar, e muitas pessoas consideram-na um sinal de beleza. Alguns dizem que pessoas que possuem essas covinhas são melhores de cama.



✧ Personalidade ✧

É uma mulher de personalidade marcante, as atitudes esbanjam altivez, o olhar prepotente sempre analisando tudo e todos, procurando erros, falhas e fracos. Convencida e segura de si, caminha como se o mundo estivesse em suas mãos. A prepotência faz com que ela seja um pouco arrogante, mas as pessoas que convivem com ela já estão acostumados com a mulher. Principalmente com sua instabilidade. É violenta, mesmo em situações que não exijam tamanha violência. Ela cresceu em um ambiente violento, e sendo assim tornou-se um alguém violento. Ela é generosa, pois sabe que muitas pessoas passaram pelo mesmo que ela, que muitos jovens e crianças ainda vivem em meio ao crime, e que a maioria deles está fadado a morrer atingido por uma bala. Até ela. Só que ainda não havia chegado a sua vez, Lúcifer ainda não a quer com ele. Ela é marcada por sua autossuficiência e por seu pavio curto. Poderia ser assemelhada à uma bomba relógio que está prestes a explodir, mas que ninguém sabe desarmar. Tem um pouco de aversão quanto as outras facções, e seus olhares prepotentes são direcionados àqueles que não pertencem à T.N.



Possui um humor ácido, sendo uma pessoa sarcástica até demais, sempre tem a resposta certa na ponta da língua. Respostas ácidas, precisas e afiadas como a lâmina de uma faca. Com os amigos da facção, ela age de maneira mais despojada. Gosta de conversar com eles, saber sobre suas vidas, suas ambições e de fazer piadinhas para fazê-los rirem. Ela é leal aos seus amigos, e nunca seria capaz de trair a confiança deles. É uma amiga que vai estar ali para todas as horas, mas deve admitir que não é muito boa em dar conselhos. Mas ela pode surrar alguém até a morte por você. Com rápido raciocínio, em situações arriscadas, consegue se localizar e bolar um plano rápido em sua cabeça. Ela é imprevisível e tende a contrariar, sendo teimosa. É pouco emocional e não compreende a complexidade emocional de algumas pessoas, o que a faz passar a imagem de uma pessoa insensível. Têm uma força de convicção e da verdade muito forte, capaz de ver os dois lados de um argumento, o que a faz uma pessoa tolerante e sem preconceitos. Está aberta à verdade e não suporta mentiras, gosta que as cartas sejam jogadas na mesa para que todos vejam e entendam o jogo.

Ela é sagaz. Sua sagacidade é algo que sempre esteve ao seu favor, ela não é idiota e não deixa que ninguém a faça de boba. Ela é esperta, e por ser uma pessoa desconfiada de tudo e todos, nunca vai cair em ladainhas tão facilmente. Relacionamentos não são necessariamente seu forte, visto que é uma pessoa instável, uma hora gostar e, na outra, não, por isso seus relacionamentos nunca duram. Ela perde o interesse rapidamente. Ela é rápida e possui uma capacidade sem igual de escapar de enrascadas, evita saia justas e te dá um fora sem você nem perceber. Muda de assunto como uma debutante muda de vestido, e mesmo assim consegue manter a conversa interessante. Ela é articulada. Vigor. Ela o tem. Não desiste com facilidade, e ama desafios, dos mais fáceis aos mais difíceis. Egoísta e pouco sentimental, pode não compreender os problemas de outras pessoas. Sabe muito bem jogar a seu favor, usando a manipulação para seu próprio beneficio. Usa sua inteligência para criar estrategias, sempre conseguindo um acesso mais fácil para algum lugar, seja para invadir ou para escapar.



Por incrível que parece, Ana tem medo da rejeição, devido ao seu passado. Ela foi rejeitada pela mãe e pelas famílias adotivas a qual passou, o que faz com que a mulher seja insegura em relação as pessoas. Ela disfarça, escondendo isso em suas profundezas, mas a sua insegurança e seu medo da rejeição e do abandono a atormenta. Quando deita para dormir, memórias de sua infância sempre voltam, assombrando ela com flashbacks de sua mãe se drogando, dela morta no banheiro, de Robert batendo nela, de ela levando uma surra no reformatório. Com toda certeza, a maior cicatriz que ela leva está em seu interior. Em sua mente.

✧ Sexualidade ✧

➟ Heterossexual.

✧ História ✧

Ana nasceu no Rio de Janeiro, Brasil. Ela nunca conheceu seu pai, embora sua mãe nunca tenha falado sobre ele quando ela perguntava. Sua mãe nunca ligou muito para ela, e sempre deixava a menina sozinha em casa para sair e usar drogas, ou trazia as drogas para casa e as usava ali mesmo, com sua filha observando tudo. A mulher faleceu quando Ana tinha 14 anos, por overdose, a filha a encontrou no banheiro da quitinete imunda em que viviam. Ana não tinha mais ninguém para ficar com ela, sendo assim entrou para o sistema, pertencendo, assim, ao Estado. Aos quinze anos, foi para um lar adotivo temporário, apenas para verem como ela se sairia no ambiente e, caso os pais adotivos a quisessem, assim seria feito. O lar não era muito melhor do que quando ela vivia com a sua mãe; o cara era um desgraçado bebum, enquanto a mulher fazia-se de morta para não ter que ver nada de ruim que o marido fazia. Certo dia, o homem, que respondia por Robert, bateu em sua esposa, jogando o prato de comida nela e dizendo que a comida estava uma porcaria. Ele estava bêbado. Ana tentou impedir, para ajudar a mulher, e apenas conseguiu levar um tapa do homem. Ana revidou, chutando as partes dele e correndo para a sala, onde pegou um taco de baseball que ficava ao lado da estante. O taco foi a arma que Ana usou para depredar o carro de Robert, que irado tentou bater na menina, mas a essa altura sua esposa já havia chamado a polícia. Ninguém acreditou na versão de Ana, e ela foi mandada para o reformatório, onde conheceu más influências e virou o que hoje é. Quando saiu do reformatório, aos 17 anos, para ser mandada para um lar adotivo temporário, pela terceira vez, ela começou a fazer coisas pela rua. Conheceu uma galera da pesada, a qual se envolveu, usando drogas e roubando coisas, tomando cuidado para não ser pega. Quando completou 18, o estado já não mais mandava nela. Adulta, ela fugiu, indo viver por aí com a gangue que ela tinha entrado. Estava mais para uma facção. Eles vendiam drogas e tudo mais, e ocorreu de alguns deles irem ilegalmente para os Estados Unidos, isso quando ela tinha 19 anos, para negociar com outra facção. Victor, o chefe da facção, envolveu-se em uma briga séria com Michael, chefe da facção Truthfulness. Victor foi morto, porém Ana se escondeu durante o tiroteio, entrando em um beco e correndo para longe. Uma semana depois, Ana procurou Michael, a quem ela pediu para se tornar parte da facção. Michael, por alguma razão, gostou da mulher, o que fez com que ele a aceitasse em sua facção, mas avisando-a que, a qualquer deslize, ela estaria morta. Aos poucos, Ana foi conquistando a confiança do homem que, finalmente, percebeu que Ana é uma ótima aliada, fiel e cem por cento honesta ao seu chefe. O que não é mentira, pois Michael a ajudou quando ela estava sozinha em um país desconhecido por ela, tornando-se um alguém próximo e que ela sabe que sempre pode contar.

✧ Família ✧

Amanda Carolina Ribeiro ✧ Mãe ✧ 31 anos quando morreu por overdose ✧ Amanda nunca ligou para a sua filha, ela amava mais as drogas do que Ana. Nunca tiveram uma boa relação, uma verdadeira relação, Amanda apenas largava a menina sozinha para sair e se drogar, Ana já chegou a passar o Natal sozinha em casa, sem o que comer e chorando. Ana não sente falta da mãe.


alicia keys


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