Notícia Casamentos no Second Life tornam-se reais.


Por: ~


da Folha Online

Há quem diga que relacionamentos virtuais são bobagens de geeks e que o importante é sair para além das telas e viver o mundo real. À sua maneira, alguns internautas adotaram essa premissa --e levaram-na ao pé da letra. Casamentos intermediados pelo Second Life acontecem cada vez com mais freqüência, a ponto de se concretizarem na vida real.

É o caso da inglesa Nina Allam. Prestes a conhecer alguém com quem conversava on-line desde fevereiro deste ano, estava nervosa. Allam e Sean Barbary moravam há alguns quilômetros de distância, e haviam se casado no Second Life antes da reunião, pela primeira vez. "Eu estava apavorada na viagem. Muito, muito nervosa. Lembro-me de enviar uma mensagem de texto para ele, dizendo: 'última chance para cair fora' quando eu estava na estação, pronta para subir no trem", afirmou ela ao site da rede CNN.

Reprodução/CNN



Nina Allam e Sean Barbary no casamento do Second Life; depois da união virtual, casal se conheceu e se apaixonou no mundo real.



Antes de seu primeiro encontro, eles conversavam por telefone e webcam. Eles até criaram um lar no Second Life, uma ilha tropical virtual na qual moravam.

Ambos dizem que têm sentimentos verdadeiros um para o outro. Allam e Barbary pretendem se casar no Ano Novo e ficar juntos na vida real. "Eu nunca senti isso antes, eu a amo muito", disse Barbary. "Nunca achei que sentiria isso."

Para muitos dos seus habitantes, o Second Life é muito mais do que apenas um jogo 3D on-line, afinal, tem a sua própria economia e milhões de residentes que possuem propriedades, empresas, fazem amigos, namorados e até mesmo traem. Ou se casam.

Um dos usuários casados disse à CNN que a relação do Second Life nas vidas reais é "maravilhosa". "Enquanto as pessoas não se machucarem, é uma grande coisa."

Comentários de Karol: Redação AnimeSpirit

Isso me lembra muito aquelas velhas histórias de "amor por correspondência" no início do século XX onde nossos avós namoravam por cartas.

Não é algo muito diferente até mesmo dos namoros "presenciais" daquela época onde pegar na mão da namorada era coisa para ser feita somente na festa de noivado e olhe lá!

Não mudou muita coisa, apenas o meio de comunicação por onde esse tipo de relacionamento ocorre.

Os riscos e também os benefícios continuam sendo os mesmos.

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