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Nome: 이태민 ✞ Francisco
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Teoria


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Teoria

Eu tenho uma teoria.

Não que eu ache que alguém vai concordar comigo ou não, mas, eu tenho essa teoria. Ainda bem que eu não conheço ninguém nesse site, então eu vou satisfazer meu desejo de postar isso e ninguém vai ler... Thank God.
Minha teoria é algo mais clichê do que livro do Nicholas Sparks. É sobre amor. É isso que nos mantêm vivos, não é?
Devo contar um pedaço de minha história, o que me transformou em um antirromântico, e o que anda me tirando da minha linha ultimamente. Eu nunca fui de amar ninguém no sentido “pessoa que eu quero casar, ter filhos, beijar, amar, transar, compartilhar”, não, eu sempre só amei minha família, mesmo sendo algo tão complicado, e meus amigos. Mas ai quando eu tinha uns 14 anos (você pode pensar, uma criança de 14 anos tá falando que nunca amou, que bebê, mas talvez eu fosse uma criança diferente com 14 anos), enfim, eu me apaixonei, e acreditei que se eu conseguisse fazer essa pessoa me amar, eu ganharia na loteria, por que uma pessoa como eu, não era digna de amor nenhum. Eu fiz essa pessoa gostar de mim, eu fiz essa pessoa me aceitar... E foi o pior erro da minha vida, ou um dos piores. Foi ai que começou a humilhação em busca de um amor que não existia, ele nem precisava fazer esforço pra me ver humilhada, eu mesmo fazia isso de graça. Eu nunca fui de chorar, ou me emocionar, ou sentir e dizer algo. Então 4 anos da minha vida eu guardei. Até que no ultimo ano eu era a pior pessoa e mais fria que alguém possa imaginar. Se eu me orgulho disso? Talvez sim, eu não ligo.
Quando eu finalmente dei um basta nessa história que foi longa demais pro meu gosto, eu primeiro me fechei, e ai, eu mudei bastante. Se existir uma pessoa mais pilantra e heartbreaker do que eu fui por aqueles tempos, se pronuncie! O amor pra mim virou uma brincadeira, um argumento pra eu fazer o pessoal transar com o príncipe perfeito do fake. Eu podia “amar” qualquer um, e ver as pessoas correndo atrás de mim era um pouco divertido sim. Eu nunca fui uma pessoa boazinha, e aflorar só o meu lado malvado talvez tenha me transformado em um monstro... Só talvez.
Então eu prometi pra mim, que não ia amar ninguém de novo. Mas ai ela apareceu.
Em forma de amiga, aos poucos e ao mesmo tempo levando tudo como um furação. E eu disse pra mim: “você não pode amar ela”. Mas ela resgatou o que havia restado do meu verdadeiro eu, escondido naquela armadura. Então, era pra estar tudo bem.
Então eu começo minha teoria clichê: Sempre tem que ter algo que atrapalhe.
O amor nunca vem sozinho, ele vem com um passado, ou um empecilho, ou um gênio, ou você não é correspondido.
No meu caso, minha amada, por mais que seja minha, está ligada a outra pessoa. Vocês têm noção do que é isso para alguém que está amando da forma que eu estou? Eu só amei duas pessoas na minha vida, e nenhuma delas é totalmente minha. E por mais que eu lute, todos sabem o final dessa guerra, eu entrei nela de teimosia, essa guerra não é pra minha humilde pessoa ganhar. E, como aqui dentro grita uma pessoa péssima, eu acabo machucando minha amada com ciúmes e demonstrações de ódio mútuo, pra alguém que é dela, e que ela supostamente possa pertencer.
Então, concluindo meu estudo, amor tem que vir com dor. Se não, não é amor. É só uma paixãozinha passageira.

Escutando: Meu coração bater

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