About my life


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About my life

Como prometido, escrevo meu primeiro jornal comemorando 2 meses que cadastrei-me no site.

Para você que está lendo essa baboseira toda, vou contar um pouco sobre mim e olha eu odeio falar sobre minha pessoa porque não vejo nada de interessante para contar, tudo na vida tem sua primeira vez, certo? Ok.

Para começar, meu nome é Jessica e não gosto do meu nome, meus amigos me chamam de Jess e prefiro assim. A pronúncia é Jhess, mas ao escrever fica Jess, acho que entendeu. Tenho quase q-u-a-s-e 18 anos, faltam 4 meses para completar a idade mais esperada de todo adolescente que não vejo a menor graça, cá entre nós, não ligo para aniversários. Qual a graça de você querer tanto fazer aniversário e ficar mais velho e quando encontra alguma oportunidade para você falar "nossa, como que eu queria voltar a ser criança" ou "nessa idade eu não me preocupava com nada" ou mais ainda "as coisas estão difíceis agora, antes era tudo tão mais fácil." Não gosto de contradições.

Tem pessoas que vem aqui mesmo no site e chamam-me para conversar e logo perguntam "você escreve certinho assim mesmo?" Acho tão engraçado isso. Escrevo sim, certinho como falam, é força do hábito. Cresci em meio aos livros e cresci aprendendo a escrever e a falar corretamente. Adoro a língua portuguesa e a uso em meu dia a dia. Meio que acostumei-me.

Tenho uma inspiração muito grande pela música M-Ú-S-I-C-A e não esses ritmos variados que só o Brasil tem. Como que eu queria morar na Europa! MPB você gosta? Eu adoro e você pode até achar-me meio careta: eu gosto de música clássica. Mas a melhor parte, não troco o bom Rock n' Roll por nada! Sou musicista, tenho meu melhor amigo violão sempre por perto.

Ok, chega de falar de mim. Próximo mês conto um pouco mais sobre meu ser. Se quiserem fazer alguma pergunta, fiquem a disposição, adoro perguntas. Isso se alguém estiver lendo!

Escrevo textos, ou pequenos textos. Aqui é um deles. Espero que goste.

De longe pude avistar uma sombra branca. Tentei chegar o mais perto possível, mas alguma coisa impedia-me de fazer isso. Meus pés foram fincados no chão e uma luz incandescente cegou meus olhos. Fiquei paralisada.
De repente, ouço uma explosão e penso que tudo em minha volta tinha ido à tona. Mas eu ainda estava viva. O que causara isso?
Quando finalmente pude abrir os olhos, minha visão ainda continuara turva. A sombra branca que tinha avistado mais cedo, agora tinha tomado forma. Era um garoto. Ele estava de costas para mim, abaixado revirando a terra entre os dedos, não o dava para vê-lo muito bem. Dele estava saindo raios solares muito fortes, talvez seja isso que tivesse cegado-me. Agora pergunto-me: "isso é uma miragem?". Só podia estar ficando louca. Como alguém podia causar tanto estrago físico. Tinha certeza que ele era o motivo.
Ouço uma voz, chamando-o. Tento reaproximar-me para ouvir melhor só que a luz impedia-me mais uma vez. Consigo avistar outro menino, parecia mais velho e em suas costas tinha... Asas. Como isso é possível? Céus! Chacoalhei a cabeça, passando minhas mãos sobre meus olhos tentando entender o que estava acontecendo. Tudo em minha volta tinha-se ido com a explosão e o menino abaixado estava intacto sem nenhum arranhão e muito menos eu. Do meu lado tinha escombros do que ali tivera uma casa. Agarrei-me em uma tábua solta, escondendo-me atrás dela. A claridão que antes havia cegado meus olhos, se fora e pude vê-los nitidamente.
O menino com asas pousou suas mãos nas costas do outro menino agachado e então levantou-se e deram um abraço que parecia ser fraterno. Ouvi cochichos. Estavam conversado, mas minha audição não era boa o bastante para ouvi-los.
Tentei chegar mais perto e por um deslize meus pés passaram por cima de um tronco médio de alguma árvore abalada pela explosão, ela partira ao meio. Com o barulho, os meninos olharam rapidamente para onde eu me encontrava, mas consegui esconder-me a tempo. Eles sentiram a minha presença e então ouvi murmúrios, parecia que falaram alto o bastante para que eu os ouvisse que já sabiam que eu estava ali.
— Quem está ai? — um deles disse, senti meu coração acelerar, não podiam saber que eu estava espionando-os.



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