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Douglas Siloto Bittencourt – Oito Ou Oitenta


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Douglas Siloto Bittencourt – Oito Ou Oitenta

Decidi fazer algo um tanto diferente do que eu faço normalmente, então vou dar algumas informações sobre o querido – ou não – Douglas Siloto




Seu nome completo é Douglas Siloto Bittencourt, algo que todos sabem por se tratar dele. O Siloto veio de sua mãe, Lílian Reis Siloto, e o Bittencourt de seu pai, Romero Bittencourt. Claramente prefere o nome do pai, visto que sua mãe é escritora de livros de horror e terror – o que ele particularmente acha um emprego ruim e sem graça – e o pai é um advogado criminal renomado. Mesmo que prefira ser um Bittencourt do que um Siloto, ele ainda tem muito carinho pelos pais, mesmo que essa informação possa ser um tanto contestada pelos seus amigos.

Romero, seu pai, raramente para em casa, então não tem muito tempo para Douglas e suas picuinhas de adolescente; mesmo que a mãe trabalhe em casa, não seria o suficiente para Douglas se não tem a atenção que merece do pai. Tudo são patadas e coices que leva, mesmo que esteja quieto ao invés de estar reclamando, Douglas sempre será o alvo das cortadas de um pai irritado e cansado do tribunal.
Com a mãe, Douglas não passa do filho favorito; Lílian é uma mulher muito doce que sempre está preocupada com o filho e com o que ele arruma, por mais que a raiva dele caia em cima dela quase sempre – o que é sempre uma bola-de-neve, começando por Romero que escoiceia Douglas que escoiceia Lílian que não escoiceia ninguém, só joga seu chinelo no filho para voltar ao silêncio.
Douglas tem os olhos de sua mãe, verdes brilhantes. A sua cara de bunda pode assustar alguns, mas é apenas uma encenação corriqueira, típica dele. A pele é bronzeada por ter passado uma temporada grande em Miami nas férias, e assim como a pele, o cabelo também possui reflexos de ouro, dando a impressão de que ele fez luzes. Têm um corte que faz com que caiam sobre sua testa, numa franja infantil e parecida com Justin Bieber em 2008.




Vive num condomínio chamado Alphaville Residencial 2, numa parte mais nobre da cidade de São Paulo, que por sinal fica muito próximo ao Internato. Neste mesmo residencial, mora Luís Guilherme, seu melhor amigo.
Por raras vezes Douglas fica o dia inteiro em casa e poderia considerar a casa de Luís a sua, de tanto tempo que passa lá.
Luís é um de seus amigos mais antigos; eles fizeram o Maternal juntos, se conhecem desde sempre. Luís é o único cara que Douglas aceita a intervenção em algo que acontece em sua vida, e é dele que vêm os conselhos que o colocam na frente; por mais que não pareça, Luís é extremamente inteligente e rápido para pensar em soluções racionais, que sempre conseguem convencer Douglas. Não ousar contestar algo que Luís diga, e tanta seguir seus conselhos na maioria das vezes. Basicamente, são parceiros na vida.




É uma pessoa que pode ter várias faces, enquanto os amadores são malditos "duas-caras", Douglas já tem logo umas seis, sempre pronto para fingir o que for. Suas caras e bocas variadas são o mais cômico em suas expressões exageradas, fingidas, como quando agarra Mariana ou quando debocha de algum infeliz aluno. Não hesita em usar dessa capacidade para manipular professores, coordenadores, inspetores e até mesmo o diretor para ser o inocente da história. Suas mentiras são boas, quase em nível de atuação TV Globo, então nunca se sabe quando ele está sendo verdadeiro com você ou quando está sendo descaradamente falso.
Outra característica dele é ser queixoso, mas não um queixoso que só se queixa das imperfeições eventuais; Douglas se queixa de tudo. Tudo está ruim, nada está bom se não está quase ultrapassando a barreira da perfeição. Só respeita uma opinião se ela "não for uma merda", normalmente, achando que tudo está basicamente "uma merda", ele não irá respeitar, e provavelmente irá debochar mesmo. Entendido como uma mente que só sabe reclamar, não imaginam que ele tenha muitos gostos, mas na verdade ele tem. Gosta de muitas coisas, e um beijo para quem falar que não gosta ou criticar as coisas que ele gosta. Douglas pira quando tocam, falam ou sequer mencionam algo que pertence a ele ou que ele goste numa conversa; chega dando uma palestra cheia de insultos, colocando os outros em seus lugares depressa. Não hesita em usar da violência para liberar toda a sua hostilidade nos outros, mas por mais que esteja nervoso, se não tocarem nele primeiro, ele permanece inofensivo, apenas falando, reprimindo a vontade de lhe acertar um murro.
Um belo campeão de rages, Douglas sempre explode com várias coisas, a demora é uma delas. Impaciente demais, ele não tem tempo para esperar alguém embaralhar as cartas – se estiver mal embaralhado, se prepare –, como se sua vida dependesse da ação que está "demorando".




Extremamente competitivo, não nega nenhuma competição, tornando-se hostil, indelicado e impulsivo. Sempre tenta ganhar, quer ganhar, deve ganhar; se não ganha, prepare-se para sua crise de reclamações mais uma vez. Compete como se sua vida dependesse disto, basicamente, e pode até chegar a trapacear para conseguir o que quer, sem nenhum peso na consciência para mais tarde.
Como se não bastasse, ele não ajuda ninguém em nada. Um completo inútil, a menos que esta situação o beneficie de alguma forma e que ele ganhe um prêmio; aí pode ser que ele ajude.




Com relação aos seus amores, sempre teve uma paixão por Mariana Ferreira. Mesmo com os avisos de Luís – que ela tem um coração, sim, mas que na verdade é um cacto –, ele continua apaixonado por ela. Não há nada que Douglas não faça por Mariana, ele faz quase tudo por ela, mas caiu num abismo profundo e escuro chamado friendzone desde que ela percebeu que estava sendo amada por ele. Como não sabe disfarçar nada, toda o colégio já sabe que ele morre de amores por Mariana – também é graças a Luís, que não se aguentou e contou para todo mundo que ele conhecia –, há boatos de que eles sejam namorados, e estes boatos Douglas queria que fossem verdadeiros. Quanto a Mariana, ela não dá a mínima para nada, como diz o ditado: "o guarda-chuva de foda-se está sempre aberto"

Escutando: Devotion – Tristam

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