~bolchevique

bolchevique
— may your god deny you +
Nome: ܟf̤υc̤k̤i̤n̤g ̤m̤e̤s̤s ̤s̤o̤m̤etimes || ̷p̷o̷k̷é̷m̷o̷n̷ τrainer™
Status: Usuário
Sexo: Masculino
Localização: Solidao, Pernambuco, Brasil
Aniversário: Indisponivel
Idade: Indisponivel
Cadastro:

M.e.a.n.s: ficha


Postado




Δ Nome:
Jonathan Gabriel Walker

Δ Apelido:
Walker — o mais usado, como geralmente é conhecido; por consequência, poucos sabem seu nome e muitos o chamam apenas pelo sobrenome.
Jon — apelido não muito comum; só pessoas próximas a ele usam esse apelido, um básico encurtamento de seu nome.

Δ Idade:
Dezessete

Δ Data de nascimento:
07/03

Δ Aparência:
Jonathan possui 1,78 de altura; perto dos jogadores de futebol não fica muito grande, até porque não possui um corpo malhado ou muito musculoso. Sua pele é bem clara, e as veias de seus pulsos aparecem, assim como as das mãos e pés. Seu rosto não possui traços muito marcados; parece ser mais jovem do que realmente é — alguns, no entanto, não pensam assim —, e um dos fatores que contribui para que isso aconteça é a ausência de barba. Jonathan não tem barba, e quando ela nasce pelo seu rosto, é rala, falhada e ele não a mantém por muito tempo. Seu nariz é a coisa que mais gosta em si mesmo, logo depois de seu cabelo; o nariz é reto, levemente arrebitado, e não incomoda Jonathan sendo muito grande ou muito pequeno.
Possui cabelos castanhos macios, lisos, que sempre estão arrumados para um dos lados; são castanhos assim como seus olhos, que possuem um brilho mais próximo ao âmbar. Jonathan não admira muito seu próprio sorriso, mas é uma de suas características mais marcantes e bonitas.






Δ Personalidade:
Seu andar é calmo, como se tivesse todo o tempo do mundo para chegar onde quer chegar; Jon mantém os olhos baixos, no chão. Por conta de sua timidez e também para não ter a desgraça de cruzar olhares com pessoas que não tem muita simpatia por ele; por isso, na maioria das vezes em que acaba trombando em coisas e até mesmo em pessoas, é tudo por causa de sua mania de olhar para baixo. Jonathan é extremamente tímido; não gosta de falar com estranhos e é o verdadeiro e puro bicho-do-mato. É muito complicado começar uma amizade, falar o primeiro olá e chamar para uma volta; Jon não consegue tomar atitude de primeira, e é por isso que ficou sem amigos em seus primeiros anos no colégio. Tudo isso por ser muito tímido e introvertido, além de não falar muito.
É um garoto sério e de poucas palavras, não se força a sorrir nas conversas; sua seriedade natural afasta algumas pessoas, mas é apenas seu jeito. Jonathan tem muito a dizer, muito a opinar e a debater, mas não entra em discussões públicas por ser tímido demais; treme e não consegue articular frases, então prefere esbravejar suas opiniões dentro de sua cabeça. Assim acontece quando o ofendem ou o incomodam — o que acontece muito por parte dos rapazes com mais credibilidade e popularidade na escola, que não vão muito com a cara de Jon —, ele não reage por ter muita vergonha, e engole, quase sempre, o que queria dizer. Obviamente, uma hora explode e manda uns e outros a famosos lugares, mas geralmente é bem tolerante e seu pavio é longo.
Por mais que finja que não se importa com certas coisas que acontecem a sua volta — com algumas, ele realmente não se importa —, coisas como ofensas e acontecimentos que o firam sempre repercutem muito em sua cabeça, coisas bobas que o fazem desabar por dentro; aquilo pesa e Jon se encontra preso num redemoinho, onde aquilo passa repetidas vezes, e ele remói até se esquecer. As coisas passam muito depressa em sua cabeça; concentrar-se numa prova importante e numa aula, para ele, é uma tarefa deveras complicada — por isso, senta sempre na frente para não perder o foco. Em sua cabeça passa muita coisa, muitos pensamentos quebrados, e terminar um raciocínio é raridade, mas não algo impossível de acontecer; nada faz muito sentido em sua mente, em seus pensamentos, mas, acostumado, Jonathan consegue se encontrar. Tudo dele é uma bagunça, tudo espalhado, zoneado; nada tem começo, meio e um fim, tudo acontece aleatoriamente ao mesmo tempo, e, por um passe de mágica, Jonathan termina seus afazeres muito antes dos outros.
Como dito, Jonathan não se importa com muita coisa; o que não lhe atinge não é importante o bastante para ele dar uma mínima atenção. Ele é bastante egocêntrico e individualista, sua satisfação é bem importante, e por mais que sua autoestima seja bem baixa, se sente bem apenas se for beneficiado em certas ocasiões — se não for afetá-lo nem positiva e muito menos negativamente, ele nem tenta entender ou participar da situação. Não entende muito bem como as normas funcionam, e certos sistemas são difíceis para sua cabeça moer e interpretar; admite que tem certo desprezo por normas sociais e por uma moral, e não é algo com que se importe.
Um garoto disperso, mas não lesado; entender as coisas, para ele, é fácil demais, assim como perceber sinais e situações. Muito esperto, sabe usar cada brecha da situação a seu favor; fazer a maré ir a seu favor é um de seus maiores dons. Não é à toa que leva Nicolau Maquiavel e sua memorável frase na cabeça, os fins justificam os meios; é bem verdade que Jon faz de tudo para conseguir o que quer, sem muitos escrúpulos na hora de agir. Usufrui do cenário e das pessoas para conseguir o que quer com muita facilidade. Manipulador e mentiroso, sabe muito bem fazer a correnteza mudar de direção.
Por último, Jonathan é um escapista nato. Não consegue tolerar a realidade, o meio em que vive e em que está inserido, é quase um pesadelo. Pensa que os outros o julgam o tempo todo, e é realmente inseguro; sua falta de confiança e autoestima baixa refletem muito a vontade que tem de fugir do mundo, e para isto, usa música. Enfia seus fones nos ouvidos e escuta música de diversas bandas, cantores e DJs; sua válvula de escape é a música e a escrita. A realidade o amedronta e o entedia, e para se desligar disso, usa um bom som nos ouvidos e/ou uma caneta e um caderno.

Δ História:
Nasceu na Califórnia, numa família estruturada com uma mãe e uma avó, que morreu um ano depois de seu nascimento, restando-lhe apenas sua mãe, que, mais tarde, presenteou o lar com mais uma filha. A figura paterna nunca esteve presente em sua vida, e desde que nasceu até seus dias atuais, não conheceu o pai que deveria ter, ou até mesmo outra mãe. Cresceu numa casa sem harmonia alguma; uma mãe alcoólatra que sempre se mostrou negligente para com o filho, e o que Jonathan poderia ter de figura materna/paterna, tinha sido perdido em álcool muito menos de ele nascer. Sua mãe chegava em casa bêbada depois de noitadas, e quando não esquecia Jonathan na escola, levava-o para casa dirigindo alcoolizada, com sérios riscos de bater o carro. No entanto, como uma criança, enxergava o mundo — que, para ele, era Holland, sua própria mãe — como um lugar lindo, perfeito.
Uma mulher sem noção das coisas que, certa vez, quando Jonathan tinha apenas sete anos, levou-o para uma de suas noitadas, e o esqueceu no lugar onde acontecia uma festa entupida de gente. Jon, assustado, se perdeu da mãe no meio da festa, enquanto ela se embebedava. Perdido na festa, foi até as pessoas que encarou como responsáveis — ou adultos —, que, por sorte, eram amigos de sua mãe. Passou a noite na casa dos Wymer, tais amigos dela, e voltou para casa no dia seguinte; assustado e com medo de ter perdido a mãe, até hoje se lamenta por não ter fugido de uma vez de lá.
Foram meses até Holland abandonar o álcool para ter a irmã de Jon, que nasceu autista. "Curada" do alcoolismo, a mãe tomou inciativa para arrumar sua vida e arranjar emprego em um laboratório de manipulação, enquanto revelava uma parte perturbadora de sua índole. Conforme Jonathan crescia, percebia que não era mais recompensado por esforços que fazia no colégio e nem por qualquer coisa; Holland parecia ter prazer em menosprezá-lo e em colocá-lo para baixo em todas as vezes que podia; castigos desnecessários e gritos violentos só conseguiam fazer Jonathan chorar. Não se sentia bravo nem nada, apenas triste, destruído por quem considerava ser um tipo de deus — com certos problemas, mas um deus —, e quando viu que ela pretendia mandá-lo a uma escola diferenciada, quando fez dezesseis anos, achou que só podia ser brincadeira, mas não era. Sua vida mudou completamente quando entrou para Delawcut, e sua mãe pareceu apenas um pesadelo distante.
Permaneceu apenas por um ano no colégio por precisar ir numa viagem — que ele achou ter sido apenas m golpe de sua mãe para afastá-lo da escola, para assim ver como ele se sentia longe do que mais gostava — para a Inglaterra, onde os irmãos de Holland tinham casa. Passou um ano lá, e aquele ano finalmente havia passado; a escola inglesa jamais seria tão legal quanto Delawcut, e esperava encontrar a felicidade de novo lá, naquele novo ano que se iniciava.

Δ Família:

Holland Walker — mãe — quarenta e três anos — bioquímica
Possuem a pior relação possível. Holland é uma sociopata que tem o estranho desgosto por seu filho mais velho, Jon. Nunca usa um tom de voz ameno para falar com ele, e sempre arruma motivo para deixá-lo de castigo; no entanto, nunca consegue deixá-lo bravo, apenas consegue fazê-lo chorar, eventualmente, quando grita e esbraveja de forma assustadora por qualquer falha do filho. Às vezes, Jonathan sente que não quer voltar para casa para não ver e ouvir Holland brigar com ele.
Photoplayer: Sarah Paulson


Grace Walker — irmã — dez anos
A menina autista tem fascínio por Jon, seu irmão mais velho. Ele a ajuda na terapia e ela gosta de ficar próxima dele. Jonathan tem muito carinho por ela e é o que mais colabora com sua terapia; protege a menina e costumava levá-la para a escola.
Photoplayer: Megan Charpentier

Δ Ocupação:
Vice-presidente do Grêmio Estudantil

Δ Orientação sexual:
Bissexual — basicamente se sente atraído por ambas as partes, sem preferência.

Δ Deseja par?
Não, pode deixá-lo sem par mesmo. Porém, caso seja necessário, pode ser.

Δ Relação com par:
O jeito de mostrar que gosta efetivamente de alguém é ser irritante, bem irritante. Incomodar acima de tudo, mas o grande porém é que não tem iniciativa alguma para qualquer movimento além de encher a paciência do ser humano, então se for esperar algo de sua parte, pode esperar sentado. Caso ele perceba certa reciprocidade com relação ao que sentem um pelo outro, pode ser que tome vergonha na cara e faça o primeiro movimento.
Seu carinho pela pessoa será grande, por mais que não o demonstre por conta de seu complexo de inferioridade imenso — pensa que tudo o que faz pode ser idiota, que estão lhe julgando o tempo todo —, terá paciência e fará de tudo por ele/ela.
Não faz o tipinho básico de ciumento; Jonathan não é ciumento de forma alguma, acredita que pessoas têm que ser livres, mas não significa que são livres para trai-lo. Não admite traições, e pode ser o suficiente para que tudo acabe.

Δ Relação com Beatriz Foster:
A relação deles é algo interessante. Não têm o costume de boas maneiras e de cuidado com o que falam um para o outro; não é ódio um pelo outro, eles trocam insultos e farpas em suas conversas, mas não se odeiam de fato, contudo não são próximos como amigos. Um é grosseiro com o outro, mas nada sério; uma brincadeira contínua. Costumava chamá-la de Senhora Cenoura por causa de seu cabelo, obviamente uma brincadeira, e adorava vê-la brava.

Δ Relação com Bella Young:
Ela sorriu uma vez para Jon nos corredores, e ele sorriu de volta, um pouco atônito por sua beleza. Neste dia, começaram a conversar, e Bella se tornou uma pessoa muito próxima dele. São bons amigos e Jon se sente mais alegre quando a vê, quando fala com ela. Falam sobre assuntos variados e é uma das pessoas mais importantes para ele; no entanto, Jonathan não admite para si mesmo que tem uma queda por ela, além de gostar bastante do que Bella é como pessoa — e com certeza jamais iria admitir isso tanto para si mesmo quanto para a própria Bella.

Δ Relação com Ella Montgomery:
Trabalham juntos, e esse é o primeiro ponto. Foi a porta de entrada para serem melhores amigos, e mesmo que não se vejam por um dia, por um mês ou ano, sempre continuará o mesmo companheirismo e amizade forte e concreta. Sempre faz bastante para agradá-la e deixá-la com um sorriso no rosto; compartilha músicas com ela — o mais importante — sempre que pode, e é um excelente "companheiro de Grêmio", como ela mesma diz.
Jonathan se enxerga em Ella, e sabe que ela é uma pessoa incrível. Os dois são amigos no geral, e quando percebe que Ella está nervosa, a recebe prontamente caso queira contar algo a ele.

Δ Vícios:
Não tem

Δ Música tema:
rock + roll — EDEN

Δ Gostos e Desgostos:
Gosta muito de animais no geral, especialmente gatos;
Adora música de todos os tipos, gêneros, escuta de tudo, sempre está com seu celular em mãos;
Seu celular;
Gosta muito de suco de laranja;
Sua cor preferida é o azul, embora goste bastante de vermelho também;
Gosta de dias frios e chuvosos;
Gosta de usar suéteres e moletons;
Pulseiras, gosta muito de pulseiras de couro;
Dormir, uma coisa que não consegue muito bem.

Não gosta de qualquer tipo de discriminação ou privação de liberdade;
Detesta refrigerante;
Exatas, principalmente física;
Não gosta de perder suas coisas;
Não gosta de bebidas geladas;
Não gosta de ter insônia, um problema que enfrenta;
Não gosta de ser o centro das atenções;
Não gosta muito de insetos;
Comidas e bebidas geladas;
E muito menos de amarelo.

Δ Qualidades e Defeitos:
Qualidades:
Esperto;
Observador;
Perspicaz;
Sério;
Ambicioso;
Criativo;
Inteligente;
Tolerante.

Defeitos:
Tímido;
Distraído;
Introvertido;
Manipulador;
Mentiroso;
Incapaz de aceitar a realidade;
Apático;
Pessimista.

Δ Habilidades:
É muito bom com crianças, sabe muito bem como lidar com elas;
Desenha muito bem, embora não o faça com frequência razoável;
É muito bom em consertar coisas;
Tem facilidade com biologia e química;
Lida bem com animais.

Δ Manias e Hobbies:
Hobbies:
Jonathan costumava escrever; escrevia histórias que imaginava e inventava em momentos aleatórios, porém não o faz mais com tanta frequência. Possui um caderno com suas ideias onde anota o que acha interessante para criar pequenos contos.

Manias:
Uma mania sua é mexer nos cabelos, Jon mexe nos cabelos e nem percebe, segura sua franja sem ao menos notar que o está fazendo.
Outra mania é balançar a perna quando se senta sobre qualquer lugar.
Jonathan costuma rabiscar — ou desenhar — nas bordas das folhas de seus livros didáticos e cadernos, seja para passar o tempo ou para rabiscar algo qualquer.

Δ Possui preferência por alguma autora para escrever sobre seu personagem?
Não

Δ Algo mais?
Tem alergia a tinta vermelha, corantes vermelhos sintéticos;
Tem insônia com frequência, e toma remédios para dormir.


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