~bolchevique

bolchevique
— may your god deny you +
Nome: ܟf̤υc̤k̤i̤n̤g ̤m̤e̤s̤s ̤s̤o̤m̤etimes || ̷p̷o̷k̷é̷m̷o̷n̷ τrainer™
Status: Usuário
Sexo: Masculino
Localização: Solidao, Pernambuco, Brasil
Aniversário: Indisponivel
Idade: Indisponivel
Cadastro:

::...ROOM 636;;;.. ficha


Postado


Nome:
Atlas Scott

Idade:
Dezesseis

Aparência:
Atlas é um garoto com a altura razoável de 1,70; alguns são maiores do que ele, não que Atlas se importe com seu tamanho. Não é musculoso ou aparentemente forte; Atlas é magro, sem qualquer gordura extra para pegar com os dedos. Sua pele parece frágil: clara e pálida por sua falta de afinidade com "tomar sol", e mesmo que tome qualquer sol, não ganha qualquer bronzeado.
Seus olhos são uma coisa que ele valoriza, e alguns acham que ele tem razão; possui olhos grandes e claros, expressivos e reluzentes, emoldurados por cílios suaves e castanhos; nem ele mesmo sabe se o azul dos olhos pende para o cinza ou para o verde. Atlas possui o lábio inferior maior do que o inferior e dentes perfeitamente alinhados.
Seus cabelos são acastanhados e encaracolados, raspados dos lados e um pouco mais compridos na parte de cima, onde se formam mais caracóis, que caem cobre sua testa.






Photoplayer: Troye Sivan

Detalhes da personalidade:
Atlas tem um andar que expressa sua curiosidade acerca das coisas; observa o que o cerca, com a cabeça erguida e ombros relaxados. Por prestar atenção demais nas coisas em volta, acaba trombando nos outros com muita frequência. Apesar do andar aparentemente confiante e seguro, Atlas é levemente tímido, ainda mais quando está num lugar novo, que ele ainda não se familiarizou. Vira um bicho do mato quando está em lugares desconhecidos, novos, mas não demora a se soltar e mostrar-se alguém divertido.



Atlas não costuma falar muito; não gosta muito de se comunicar, mas quando o faz, é com certa desenvoltura e habilidade. Sua lábia é quase fantástica e sua linguagem corporal apenas complementa seus dotes para a comunicação.
Como dito, Atlas é muito observador e atento às coisas, mas sua memória é patética; sua percepção também é ótima, e perceber as intenções dos outros são coisas que ele sabe fazer até que muito bem, seja entender um sinal ou interpretar linguagem corporal. Costuma analisar o fundo das coisas com muita precisão; vê os caminhos e alternativas possíveis e racionais para obedecer e seguir. Faz isso porque liga para seu bem-estar; ele é a pessoa mais importante para si. Pensa muito no que pode beneficiá-lo antes de agir, e seu egocentrismo faz com que perca amigos de vez em quando por se colocar antes dos outros. Porém Atlas não menospreza seus amigos.
Não é a pessoa mais animada quando se trata de obedecer regras com as quais ele não concorda. Para Atlas, é muito difícil aceitar regras de alguém que ele não quer obedecer, e quando segue, segue de má vontade; nesta hora, também é impossível para o garoto segurar sua língua, e acaba comentando qualquer coisa sarcasticamente — esse sempre foi o motivo pelo qual levava/leva broncas. Não obedece quem não considera um líder, uma pessoa apta a ditar regras ou não obedece se as regras parecerem abusivas ou contraditórias.



Também não confia facilmente nas pessoas. É desconfiado a um nível quase paranoico, é confiar nos outros é um desafio; para ele, todos podem estar planejando algo, e o espírito bisbilhoteiro de Atlas entra em ação. A polícia chama de "stalkear", por mais que Atlas chame de "descobrir a verdade".
Como dito, Atlas não menospreza seus amigos, apenas pensa em si antes dos outros. Por mais que goste deles e que goste de fazer com que deem boas risadas, ele ainda vem primeiro. Atlas tem a estranha mania de mentir e de omitir o que está sentido ou pensando, até mesmo de mentir sobre fatos inteiros e criar histórias para encobrir a verdade. Não é uma coisa da qual se orgulhe ou se vanglorie, ele tenta mudar e falar a verdade nos últimos tempos, mas parece ser impossível não mentir; a mentira é mais atraente do que a verdade em si. Sua boa lábia contribui para que seja um excelente mentiroso, e é o que ele faz de melhor. É impossível saber o que ele sente, se é verdade ou não, mas ele está tentando mudar.



Passado:
Nasceu numa cidade pequena no interior, próxima ao antigo reino de Sussex, Inglaterra, filho de proprietários de uma pequena fazenda de subsistência. Sua mãe teve muitos filhos, afinal, precisava de ajuda na pequena lavoura e na criação de galinhas, e Atlas foi o quarto filho, nascido com o nome de John, um de dois garotos, do total de seis filhos. Nunca conheceu a escola, pois cuidava da plantação com os pais e ia até a cidade para vender os produtos; várias pessoas compravam, afinal, era apenas uma jovem criança de seis anos. Foi lá que conheceu um rico senhor que costumava comprar os ovos que a fazenda produzia, e foi criando laços fraternais com o aristocrata do centro da cidade. Ele sempre lhe apresentava a mesma proposta: ir morar em sua casa. Certamente era tentador, e todos os dias, o menino voltava para casa com a pulga atrás da orelha, até que um dia, ao ir até a cidade para vender os ovos, encontrou o senhor aristocrata e aceitou sua proposta para morar em Aberdeen, Escócia. Não deu tchau à família nem um mínimo adeus; apenas mentiu e fugiu para a vida nova.
Ganhou um novo nome ao fugir de sua família miserável: Atlas, com o sobrenome do senhor que o adotara, Scott. Havia deixado de ser John, o miserável, para se tornar o filho adotivo de Neil Scott, Atlas Scott.
Atlas finalmente havia começado sua educação, porém em casa, na mansão Scott, onde morava sozinho com seu "pai". Não saía como uma criança normal, não tinha mais amigos além dos empregados e dos cães; saía, no máximo, até o quintal, onde corria com os cães, sozinho. O senhor Scott nunca havia deixado o garoto sair, e ele era conformado com isso, pois sabia que pedir não adiantaria nunca. E a única coisa anormal não era o fato de que Atlas era proibido de sair; havia também as agulhas. Todos os dias, ao acordar, os empregados entravam em seu quarto e lhe davam uma única injeção, que obviamente doía bastante, mas não surtia maior efeito senão uma enorme dor de cabeça. Todos os dias era a mesma coisa, após a injeção, poderia fazer o que quisesse, com os empregados monitorando-o, e em raras vezes, o senhor seu pai aparecia. Conforme foi crescendo, mais injeções recebia, uma ao acordar, ao meio dia e ao anoitecer, e para 'piorar', seu pai havia substituído suas brincadeiras para seções numa sala onde havia apenas um copo em cima de uma mesa, e o objetivo de Atlas era mexê-lo sem tocá-lo, apenas erguendo sua mão. Era impossível; Atlas pensava que nunca conseguiria, e as injeções apenas o deixavam sem sono e com uma baita dor de cabeça. Reclamava para o senhor, mas ele nada fazia. O comportamento do senhor seu pai era sempre o mesmo; falava ao telefone e sempre mencionava Atlas em suas conversas, o garoto ouvia detrás da porta de seu escritório.
O garoto nunca entendeu o que acontecia; as injeções continuavam, não importa o tempo que as tivesse tomando e seu pai falava mais ao telefone também quando completou dezesseis anos, elogiando-o, por mais incrível que pudesse parecer. Só passou a compreender a situação quando entrou sorrateiramente no escritório do senhor seu pai, descobrindo que estava para ser mandado a um lugar estranho, que "estava pronto", o Internato Del Rey era este lugar. Atlas, com seus dezesseis anos, seria finalmente mandado a uma escola. E seu pressentimento não era bom.

Informações básicas:
Atlas desenvolveu uma estranha alergia a leite quando tinha dez anos;
Sofre de insônia desde muito cedo, e às vezes, precisa tomar remédios para que consiga dormir;
Tem um medo inexplicável de ficar preso em salas ou quartos, tanto que nem fecha as portas;
Gosta muito de cobras, quase uma fascinação;
Seu tipo de música favorito é o dubstep e o drum and bass;
Sua letra é tão feia que chega a ser ilegível, por isso que ele odeia escrever;
Ele nunca foi para a escola, teve a educação em casa até pouco tempo.

Habilidade:
Telecinese — o poder permite que o usuário seja capaz de mover objetos e pessoas através das mãos ou com o próprio poder da mente.

Sexualidade:
Homossexual


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