~bolchevique

bolchevique
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Take Me To Church – Ficha


Postado

Take me to church
I'll worship like a dog at the shrine of your lies
I'll tell you my sins
so you can sharpen your knife



Frase: “Eu sou rebelde porque não sigo os demais”.

Nome:
Nicolai Lambert Weizman

Apelido:
Todos aparentemente não tomam liberdade para chamá-lo por um apelido, apenas de Nicolai.
Alguns, poucos, muito poucos, chamam Nicolai de Nico apenas por carinho.

Idade:
Vinte e três

Mês/Ano em que nasceu:
10/1833

Orientação sexual:
Homossexual

Aparência:
Nicolai possui uma estatura de 1,80, sendo um rapaz alto e não muito robusto. Os ombros não são muito largos em comparação com seu peito; Nico não aparenta ser forte por ser magro e esguio. Sua pele é branca sem muitas nuances avermelhadas nas bochechas, pois ele não chega a ser pálido. O rosto é um tanto comprido e tem um aspecto quadrado, de maxilar largo e queixo não muito estreito, que não chega a ser tão largo quanto o maxilar; o nariz é reto e não muito fino.
Os cabelos de Nico são rebeldes e ondulam para todos os lados; são volumosos, porém de fios finos, formando alguns cachos nas pontas; quase tocam os ombros e normalmente são postos para trás por ele pelo fato de possuir uma franja que cai sobre seu rosto. Possui olhos cor de avelã num formato amendoado que faz com que pareçam tristonhos, com cílios pretos, suaves e levemente curvos. As sobrancelhas são espessas e escuras, sendo mais espessas do que sua barba rala que nasce pelo seu rosto, especialmente no queixo e nas bochechas.











Quando começou a sentir atração por pessoas do mesmo sexo?
Quando tinha treze anos

Personalidade:
Nicolai é um rapaz tímido e quieto, primeiramente. Anda com os olhos baixos para não ter a desgraça de cruzar olhares com pessoas, apenas porque tem vergonha. Timidez, no entanto, não implica sua grosseria ou isolação do mundo lá fora; sua gentileza é admirável, assim como sua simpatia. Vive realizando pequenos atos de cavalheirismo como pequenas eventuais ajudas apenas por ser gentil; é de boa vontade, mesmo que sua timidez intensa o atrapalhe.



É certo que Nico não fala muito e que prefere ouvir a falar, também que sua capacidade de comunicação é levemente enrolada; ele se embola nas palavras que profere, e uma coisa simples a ser explicada se transforma em um monte de informações sem nexo e confusas. Por ser muito quieto, Nicolai presta atenção nas coisas com frequência; sua facilidade para ouvir é tamanha, e sua capacidade de observação é notável.
Quando realiza uma gentileza, por exemplo, tem de ser, obrigatoriamente, por sua própria vontade; Nicolai tem o péssimo traço de não gostar de ser domado ou mandado a fazer algo. Deve-se ao fato de que sua visão acerca das coisas é muito abrangente; prefere muito mais escolher a quem vai obedecer do que aceitar o que lhe é imposto, o que realmente pode ser um problema, mesmo que seja uma qualidade. Nesse quesito, Nicolai é muito argumentativo e tem uma alma com sede de confronto, mas sua timidez o atrapalha – ou o salva –; nunca que irá conseguir falar o que pensa por ter vergonha, embora pense argumentos e réplicas em sua cabeça como se estivesse gritando. Ele, claramente, não gosta de seguir a massa sem antes analisá-la propriamente, e o que parece ser raso demais, Nicolai jamais seguirá.
Dotado de um pensamento racional, pode parecer muito calculista na hora de tomar suas decisões, mas é apenas pelo fato de que gosta de obter sucesso com o que escolhe. Para Nico, ele vem em primeiro lugar, afinal, a vida pertence a ele – não que vá ignorar a tudo e a todos; seu egocentrismo é apenas uma forma de sobreviver. Nicolai sente-se atingido pelas coisas que acontecem a sua volta; abala-se muito e fica muito triste por dentro, mesmo que não esboce qualquer lágrima. Seus sentimentos ruins todos são reprimidos pelo hábito que Nico tem de acreditar que ninguém se importa com o que ele sente de mau. Os sentimentos bons são demonstrados de forma sutil, mas ele demonstra.
A coisa que mais gosta de fazer é pintar. Sua mente articula imagens e Nicolai tende a querer reproduzi-las em tela, ocasionando pinturas. É realmente bom no que faz, e usa da arte para expressar um pouco do que está sentindo ou expressar uma paisagem que gostaria de ver, por exemplo. Suas pinturas tendem a ter uma visão pessimista, retratando o que Nicolai de fato é como pessoa.



Seu pessimismo é elevado ao ponto de possuir a autoestima relativamente baixa. Não chega ao ponto de se menosprezar, mas de enxergar, em primeiro plano, as piores alternativas. Sua visão pessimista das coisas dá a Nico um ar um tanto melancólico, e talvez seja este o motivo pelo qual as pessoas achem que ele sempre está a beira de um colapso ou de um suicídio.
Por fim, sua parte em relação a amigos e afins. Nicolai é uma pessoa boa, e passa uma imagem positiva do que pode fazer pelos amigos em suas atitudes; seu companheirismo não faz o tipo de andar grudado, sendo alguém que está longe disso.

História:
Nico teve uma infância tranquila. Cresceu no salão do albergue da família, e, portanto, nunca estranhou o local quando foi posto para trabalhar como um ajudante, por mais que quisesse brincar e correr por aí. Desde criança, Nicolai gostava muito de acompanhar sua mãe no jardim que mantinha num pequeno local de terra em casa, adquirindo uma imensa paixão por flores. Seu pai achava que aquilo era estúpido, mas para Nicolai não era nada estúpido.
Tinha as horas do dia que restavam depois de trabalhar um pouco e de estudar com seu tutor – jamais chegou a ir para a escola, por isso, possuía um tutor que lhe ensinava em casa – para ir ao jardim falar com o jardineiro que cuidava das flores de sua mãe em três dias da semana. O jardineiro era um jovem rapaz com seus vinte e poucos anos, senão menos, mas próximo disto; chamava-se Jerome, e havia acabado de começar a trabalhar para os Weizman. De início, olhava para Jerome e entrava em casa, um pouco intrigado com aquela presença ali; isso e nada mais. Foram dias e dias apenas observando o jardineiro, O Garoto das Flores, no final da tarde, para que Nicolai tomasse pelo menos uma coragem pequena de puxar conversa com ele.
Começou a conversar com o jardineiro, Jerome, e percebeu que sua fascinação era algo diferente da fascinação que tinha por pinturas. Quase tudo o que ele fazia era uma coisa maravilhosa, e Nicolai tinha certeza de que poderia ficar anos ali, olhando para seu rosto e vendo-o cuidar do jardim. Sabia que poderia ficar ali por horas e por horas, mesmo que sua mãe ou seu pai lhe tirassem dali, no outro dia, ele voltaria. O pai, obviamente, não concordava com aquela amizade, tendo os pensamentos que seu filho poderia estar virando amigo demais de Jerome.
Jerome e ele haviam se tornado amigos próximos; a relação dos dois havia se tornado uma amizade visível. Depois de quase meio ano trabalhando na casa dos Weizman sem faltar um dia sequer, Jerome faltou ao trabalho. Nicolai ficou realmente muito intrigado com o acontecido, mas nada falou ou fez. Mais dias se passaram e Jerome não compareceu ao trabalho mais; Nico não conseguiu conter sua tristeza interna que o abalava. Arrumaram outro jardineiro para cuidar das flores, porém Nicolai não queria mais admirá-las no fim da tarde a essa altura.
Com quinze anos, sua mãe faleceu de uma doença misteriosa, e Nicolai assumiu o trabalho dela parcialmente no albergue. Cuidava da maioria das coisas e dos assuntos da família juntamente de seu pai, e é assim que vive até o momento.

Classe social:
Média – Filho de dono de albergue

Gosta:
Gosta muito de dias frios ou chuvosos;
Gosta do som de uma fogueira, com o fogo crepitando;
Música;
Pintar, especialmente se for pintar paisagens;
Seu animal favorito é a águia e sua cor favorita é o azul-escuro;
Gosta muito de sopa e de bebidas quentes como chá.

Desgosta:
Obedecer a ordens de qualquer um;
Carne de porco;
Detesta batata assada;
Ser interrompido;
Detesta acordar cedo;
Dias muito quentes.

Medos/fobias:
Medo de mariposas;
Medo de morrer afogado.

Segredos:
O seu maior segredo é o fato de ter se apaixonado pelo Garoto das Flores.

Família:

Adam Askel Weizman – pai – vivo – dono de albergue – cinquenta anos

É um homem fielmente devotado à Igreja Católica, um chamado “cristão-novo” por ter sido judeu em seu passado – muito demonstrado através de seus nomes, Weizman e Askel. Mesmo sendo cristão, não segue exatamente às riscas o que ela propõe, na verdade, é mais um falastrão que gosta de tomar conta dos outros, e não de si mesmo, um chamado hipócrita; no entanto, disfarça sua condição muito bem. Pelo fato de ser viúvo, Benjamin aproveita da “condição” para visitar prostíbulos quando não está tomando conta do albergue onde trabalha, o Albergue Streetlamp – que fica em frente a casa dos Weizman. É aí que Nico precisa tomar conta do albergue, mesmo que não queira.



Um adulto não muito menor do que o filho, mas de ombros encolhidos por conta de sua idade. É calvo, e seus cabelos louros claríssimos nascem apenas ao lado da cabeça, finos e leves como plumas. Os olhos são acastanhados como os do filho, apertados e pequenos. Gosta muito de fumar um bom cigarro, e quase nunca é visto sem um na boca.
Photoplayer: Ulrich Tukur

Rose Lambert Weizman – mãe – morta – trabalhava no albergue do marido – teria quarenta anos
Era uma mulher bela e com sua missão voltada às crianças. Trabalhava no caixa e no balcão do Albergue Streetlamp, mas faleceu aos trinta e três anos, quando Nico tinha apenas quinze anos e Elijah, seu filho caçula, tinha oito. Rose faleceu de uma doença misteriosa numa noite de verão, deixando seu marido e seus dois filhos para trás. No albergue, era muito conhecida por ser muito carismática, mesmo que com seus filhos não fosse daquele jeito, fosse até que um tanto assustadora.



Uma mulher baixinha, realmente muito pequena e roliça, com os ombros encolhidos. Cabelos escuros encaracolados e olhos verdes faiscantes quando viam algum de seus filhos fazendo zona. Pode não parecer muito assustadora de vista, mas seus filhos e seus relatos provam o contrário.
Photoplayer: Emily Watson

Elijah Lambert Weizman – irmão mais novo – vivo – não faz nada da vida por enquanto – dezesseis anos

O irmão mais jovem de Nico é um rapaz que sempre foi um tanto difícil, tanto pelas suas travessuras quanto pelas coisas que arruma pela cidade. Gosta de ludibriar os feirantes e tentar furtar-lhes uma fruta ou algo assim, caindo tudo na conta do pai, mais tarde. Aprecia uma vida na rua e raramente fica parado em casa, tendo vários amigos estranhos e não tão estranhos pela cidade e pelo centro.
Não fala muito com Nicolai por ser um espírito livre, mas quando se encontram, agem como amigos. Brincam constantemente de lutinha ou até mesmo conversam civilizadamente; não brigam com frequência, apenas quando Elijah decide fazer algo que, aos olhos de Nico, parece muito errado, que é o que o irmão menor geralmente faz, só que não costuma contar ao irmão, por isso que não existem brigas.



Um garoto de um e setenta, não muito mais alto do que uma garota alta. Seus cabelos são loiros como os do pai, porém possui os olhos claros de sua mãe. Elijah tem os lábios grossos, sendo o inferior maior do que o superior; o rosto quadrado também está presente em sua fisionomia.
Photoplayer: David Kross

Par e relação com o mesmo:
Poderia escolher por mim, por gentileza.
Nicolai é um ser humano tímido demais, então ele jamais irá falar de primeira com o rapaz, precisa de tempo para tomar coragem. Como dito na personalidade, ele se atrapalha com o que fala, soa idiota às vezes e até fala umas coisas toscas, mas depois ele se acostuma ao falar que nem uma pessoa normal. Nicolai também tem um histórico de sentimentos demonstrados sutilmente, provavelmente andaria devagar, no fim das contas, mas andaria.

Vai querer cenas de sexo?
Meu personagem é maior de idade, então acho conveniente (rs)

Zona erógena:
Pescoço

Mataria para sobreviver?
Sim

Morreria por amor?
Sim

Uma citação de algum livro preferido:
"E a minha alma sob esta sombra que paira no chão/Não se erguerá – nunca mais!" – O Corvo, Edgar Allan Poe

A partir do momento em que seu/sua personagem for aceito ele pertencerá a mim. Está ciente disso?
Obviamente sim

Caso precise, eu farei algumas mudanças em seu personagem. De acordo?
Totalmente

Seu personagem não possuirá vida eterna, o que significa que, a qualquer capítulo, ele poderá morrer. Tudo bem com isso?
Tudo bem

Complete o ditado:

Se a vida fosse realmente justa, os bons viveriam para sempre.

De boas intenções eu desconfio.

Vivemos num país onde a justiça é injusta.


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