Ficha


Postado

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração
(Fernando Pessoa)




Imagine Dragons, Legião Urbana.


[centro]❀Nome Completo:
Koyama Hinata

Hinata: Lugar ensolarado; Koyama: Pequena montanha. "Pequena montanha em um lugar ensolarado".


❀Apelidos:
Nichi-san (significa sol). Hina-chan, ocasionalmente You-san/You-chan.
Seu irmão mais novo e suas amigas, vez ou outra, usa You-san para apresentar-se.

-You significa "luz do sol".

❀Idade:
15 anos
(31 de outubro, escorpiana)

❀Classe: Primeiro ano do ensino médio

❀Clube: Artes (plásticas e visuais) e futsal (futebol de salão).

❀Aparência:
(Chitoge-Nisekoi) Longos cabelos de tonalidade loiro, beirando à um amarelo-limão. Lisos, cumprimento longo, até a cintura. Uma franja repicada, que muitas vezes cai sobre seus olhos. As orbes, de tonalidade azul ciano, puxando para um azul-gelo, tem formato ovalar. A pele, branca e livre de muitos sinais ou oleosidade, porém, algumas cicatrizes, umas maiores, outras menores. A estatura média (1.55) e o corpo magro (43kg), coberto por uma fina camada de gordura, que a torna mais frágil. As feições são infantis e suaves, bochechas e lábios róseos, nariz arrebitado e miúdo. As mãos, finas e pequenas, dedos longos e um pouco calejados. Os pés, da mesma forma que as mãos, pequenos, de sola ríspida, por estarem sempre desprotegidos. Curvilínea, tem um corpo bonito, equilibrado.







❀Personalidade
Duas palavras seriam a base para descrevê-la: hiperativa e calorosa. Hinata é uma garota fácil de se entender (ou não). Seu estilo é totalmente liberal, tendo a mesma como mediadora de suas ações. Não consegue parar quieta por um instante, e está sempre procurando novas atividades para espantar o tédio. Tem um conhecimento de mundo muito apurado, alguns chamam de "molequice", outros, de "sabedoria das ruas". É uma pessoa amável em boas horas, mas possui uma língua afiada e argumentos muito bem construídos.
Tem uma mente inimaginavelmente criativa, o que justifica o fato de ser meio "no mundo da lua". Comumente se afoga nos seus pensamentos, principalmente quando quer fugir um pouco de alguma situação desconfortável. A garota tem o lema próprio, de "fazer o bem sem ver à quem" , por isso, se esforça para ajudar sempre que pôde, sem precisar de um propósito. Altruísta, seria o termo correto. Educada até certo ponto, sua sinceridade é tanto uma virtude como um defeito. Não tem medo de falar o que pensa, independente das consequências que venham a ocorrer, de todos os pontos de vista, Hinata é uma pessoa muito inconsequente. Faz coisas que para ela são banais sem pensar duas vezes, ou no que vai acontecer amanhã. Para ela, não existe amanhã, nem futuro, e se você se esforçar, pode esquecer o passado. Tudo que importa para você é o hoje, e ninguém pode te tirar esse direito.

Hinata sofre um conflito interno por se considerar falsa. Após tantos acontecimentos, ela não sabe se a forma como age é realmente a forma como sempre agiu, ou apenas um reflexo de como ela gostaria de ser. Basicamente, inspira sua personalidade em alguém que não é ou não devia ser. Na verdade, ela tem medo de ser alguém vazio, um vaso com lágrimas e fardos, que incomoda a todos e não tem papel na história. Tem medo que descubram a sua fragilidade emocional, e sempre age como se não o fosse. Por isso, as pessoas muitas vezes notam o desânimo ou a indiferença em seu olhar. Hinata tem muita dificuldade de se expressar. Ela não conhece os "gestos de afeto" e não tem ideia de como se aproximar de alguém. Seus amigos sempre iniciam as conversas. Tenta expressar com pinturas e desenhos o que não tem coragem de admitir em voz alta. Sua arte é a sua palavra. Frágil, pode parecer que não se importa com a opinião alheia, mas se magoa, envergonha-se, machuca-se com facilidade. Não brinque com os sentimentos dessa garota, você só sente falta das pessoas quando as perde.

Uma menina desorientada, eu diria. Confusa. Desconfiada, principalmente. Tem um pouco de receio de se aproximar intimamente das pessoas, mas não as evita. Quando você fala com ela, não tente escolher as palavras certas, mas sim as verdadeiras. Ela é bastante seletiva quando aos amigos.

Perfeccionista. Um termo que se aplica bem à ela. Quando está empenhando-se em um desenho, aquarela, tudo tem que sair minuciosamente como planejado. Nenhuma linha passando, nenhum ponto sobrando. Elas tem que representar os sentimentos de forma terna e polida. Os seus sentimentos são tão complexos quanto às figuras. Muitas vezes sorri estando triste, chora por estar com raiva. Nem tudo o que parece é. Quando mais você procura decifrá-la, mais enigmático se torna o seu semblante, ainda que nele resista o esboço de um sorriso. Não se deixa levar por ilusões ou alusões. É pouco influenciável. Se há uma coisa que não quer fazer, ela não o fará. Se quer fazê-lo, poucos fatores a convencem do contrário. Odeia ter de seguir ordens ou horários, não gosta de ser comandada.

Apesar do comportamento agitado e personalidade duvidosa, é muito calma, apresenta uma paciência e compreensão para lidar com os demais. Costuma levantar a voz quando é mal compreendida, e quando presencia alguma injustiça. Tem um senso de ética e moral muito consistentes, e qualquer forma de humilhação, desdém ou agressão (tanto física como psicológica) não passará despercebida por seus olhos, e nem tente ludibria-la ou tentar convencê-la do contrário, pois, ninguém entende mais de lábia do que a garota. A insistência/persistência são características fortes em Hinata. Não é de desistir das coisas, e não importa se está indo mal, ou no fundo do poço, ela sempre arruma alguma forma de se sobressair ou contornar a situação. É vegetariana e para a mesma, a escravização e morte em massas de animais com intuito de saciar a vontade humana, sabendo que nos dias atuais existem substitutos aos mesmos, é considerada como a maior prova do regresso na evolução e nos valores morais humanos.

Observadora, curiosa, tem o incrível dom de se meter onde não lhe diz respeito e arrumar confusões que não são suas. Não é difícil vê-la dependurada nas árvores ou encima do telhado para espiar algo ou alguém. Desde uma borboleta de cor gozada ou um elefante de bolinhas cor de rosa. Nada passa despercebido nos seus olhos xeretas.
Hinata tem alma de artista compulsiva. "De tanto ver, você não vê". Isso não se aplica para a jovem. Nos seus olhos, tudo se renova, tudo se transforma. Encontra formas de poema e de beleza em tudo. Em qualquer grão de feijão à mínima expressão de afeição. Está sempre atenta, apertando os olhos pra extrair o quanto possível. É uma pessoa humilde, as coisas mais simples a encantam, é como se tudo fosse novo. Qualquer coisa dada com algum sentimento bom, é o maior tesouro que ela esperaria receber. Hinata não tem medo de pôr à prova a sua coragem. Não abaixa a cabeça para os desafios ou afrontas que lhe dirigem, é um pouco menos complexo que ser destemido. As pessoas dizem. "É cometer suicídio". Não importa qual seja o seu título de nobreza, profissão ou classe social, ela o tratará como à todos, sem necessidades especiais. Não se sente à vontade para falar dos seus problemas com ninguém, não se abre para escutar conselhos de qualquer um, sendo um tanto indiferente quando se referem ao seu "passado".

À primeira vista pode parecer alguém que vive "ao léu", sem objetivos ou regras. Mas não se engane. Hinata é cuidadosa com tudo e todos, cautelosa com os sentimentos dos próximos e organizada com os seus bens materiais. O seu problema, simplesmente é a naturalidade com que tudo acontece. Simplesmente não consegue conter seu comportamento. Nos momentos difíceis, ela será a amiga que te dará a mão, o cachorro para enxugar suas lágrimas, a mãe pra te fazer o afago, ou te dar conselhos de um pai que você nunca teve. Por mais que não deixe transparecer, é uma garota extremamente sentimental, não importa quantas vezes você quebre seus ossos ou lhe provoque hematomas. Se o coração estiver bem, ela vai ter amar do mesmo jeito. Pode não ter tanto conhecimento sobre matérias acadêmicas, mas sua sabedoria é inquestionável. Decerto, é alguém inolvidável.


❀História:
Bem, vamos voltar ao início de tudo. Hinata nasceu em uma madrugada chuvosa às 4:36 de 31 de outubro. Sua mãe sofreu um descolamento da placenta no oitavo mês de gravidez após escorregar na escada e sofrer uma grave hemorragia, por pouco não perdeu a vida. Uma gravidez acidental do casal ainda jovem. O pai, Koyama Fubuki, herdeiro de uma grande empresa de eletrônicos, se viu perdido em meio à tudo. Ume tentou por muitas vezes abortar a criança, mas o mesmo não permitiu, no entanto, nem ele sabia o que fazer. Uma criança não cairia bem aos negócios. Abandonou a mãe e a criança, e mudou-se para a capital. Dava-se o dever de pagar uma pensão mensal, mas nada a mais do que isso. Durante toda primeira infância ao colegial, sofreu abusos da mãe.
A criança se encolhia em posição fetal, com as mãos no ferimento, que lhe formava uma poça de sangue ao seu redor. Chorava em silêncio. _"Por quê está chorando? Isso não é nem metade do que você merece! Chore mais um pouco, vai que alguém sinta pena, não é mesmo?" Chutou as costelas da menina. Mordeu a língua para abafar um grito. "Não chore, ela não gosta quando você chora"- Pensava a pequena. Com o cano de aço do guarda-roupa, a mulher lhe proferia pancadas descoordenadas. Pôs as mãos na cabeça. Encolheu-se o máximo que pôde. O que tinha feito para merecer tudo aquilo?
De fato, não havia um motivo exato. Mas Ume a culpava por lhe tomar a juventude, e dentre todos os outros problemas, ela a "ajudava" a acabar com o stress. Acontecia todos os sábados, quando não estava trabalhando. Se esconder já havia virado uma rotina. Hinata ficava encolhida em um canto debaixo da cama, ou na dispensa, rezando com as mãos trêmulas. Nunca foi uma criança problemática. Mas também não lembrava de ter sido criança. Sua infância foi roubada por aquela que deveria protege-la, em um gesto de mesquinharia. Seu maior sonho? Sumir. De forma tão silenciosa que nem mesmo Deus notasse seus passos. Que ninguém fosse avisado ou sentisse sua falta. Afogar-se nos antidepressivos.
_"Você é a causa de toda a desgraça da minha vida. Pague você mesma, ou peça pro seu paizinho de merda vir te salvar. Não sei. Você é tão inútil, que não valeria a pena me sujar. Você não concorda comigo, Hina?"Conseguia lembrar o sarcasmo em sua voz. E aquelas palavras, memórias, remoíam em sua mente com um ciclo vicioso. Não importa quantas vezes apanhasse, lembrasse, ignorasse. Nunca seria indiferente a dor. Mas isso a aliviava. Sua dor era o que comprovava sua vivência. Ainda queria viver. A garota não fazia questão de expor o medo nos seus olhos. Para todos a quem considerava amigos, cumprimentava com um sorriso terno. E quando a solidão lhe acolhia, conversava com si mesma, uma voz que repassava toda a sua dor. A voz que lhe mantinha sã. No seu aniversário de 8 anos, ganhou um presente que seu pai mandara por encomenda. O primeiro, mas não o último. Era uma boneca, daquelas de louça, com o rosto delicado e roupinhas de crochê. O encantamento não durou muito. Ume tomou a boneca de suas mãos, com ira: " Não quero que alimente falsas esperanças." Com isso, o brinquedo foi arremessado na parede. Naquele dia, Hina entendeu duas coisas: Sua mãe não gostava de seu pai. Não se pode brincar só com os cacos.
Ume não a privava de comida. Duas fatias de pão e um copo de água durante as refeições, mas eram meras consequências da falta de recursos financeiros. Mais ou menos. Era possível se manter muito bem com a pensão que recebiam de Fubuki. Se a mulher não o gastasse com seus próprios interesses, escondendo a existência do dinheiro para a garota. Hinata era diferente das outras crianças. Enquanto todas se entusiasmavam com o toque do fim das aulas, essa era a pior hora do dia para mesma. Podia ficar quantas horas quisesse, não queria voltar para casa, não podia. Sentava-se no pátio, e quando o zelador vinha avisá-la que a escola estava fechando, repetia o caminho do apartamento duas vezes antes que escurecesse. Mantinha-se ao luxo de escrever/ler poemas e histórias, talvez a única alegria que memorava. Ou até mesmo quando passava as tardes e noites brincando com as crianças da rua, enquanto sua mãe tinha que cumprir o turno no trabalho.
Aos seus 14 anos, Ume a abandonou sozinha em casa. Não entendeu muito, mas ouviu do conselho tutelar que vizinhos haviam ligado para relatar seu caso. Não o das agressões, mas o do abandono. No momento, pareceu que finalmente suas preces de mais de 12 anos haviam sido ouvidas. Mas a insegurança a assolava. Como seria seu pai? Será que estava disposto a assumir sua guarda? Eram muitas informações para assimilar. Como contaria à ele sobre o abuso? Por sorte, Fubuki era um homem bom. Digo, ele aprendeu a lidar com essas dificuldades. E garantiu que não era o mesmo jovem que as deixou naquela cidade. Teve que conviver com a desconfiança de Hinata, e as alternas idas ao psicólogo. "Não preciso de um psicólogo" Afirmava. "Psicólogos são para pessoas traumatizadas, medrosas ou qualquer coisa do gênero". "E você não se encaixa?" Dizia. "Todas as noites eu choro por isso. -riu em frustração- Mas enquanto eu ainda chorar, que por assim, estarei viva, também vou lembrar da minha vitória. E por mais que não se sentisse sozinha, a voz dentro de si continuava. Ela repetia todos os acontecimentos e reproduzia a mesma dor de tantos momentos. Mas aquilo lhe aliviava. Ela entendia que toda a dor não havia sido em vão.

❀Família:

Pai: Koyama Fubuki, 38 anos.


Se dão muito bem, eu diria. Fubuki é um pouco ciumento como pai, mas é mais como um amigo. Rígido com resultados escolares, para ele é essencial que ela esteja bem na escola, senão, nada de atividades extracurriculares, nem saidinhas com os amigos. Não é muito bom em dar conselhos e é um pouco "desengonçado". Trabalha excessivamente, e raramente para em casa.

Irmão: Koyama Ryu, 3 anos.
Ryu é uma verdadeira peste, e embora vivam brigando (de uma maneira saudável). Hinata é quem cuida das necessidades do pequeno, desde que sua mãe morreu em seu nascimento. Ele apelidou-a de You-nee-san, e tem a irritante maia de ser ciumento com todos os garotos que se aproximam de Hina. Um garotinho mal educado, porém de bom coração. Sempre arruma confusões para a irmã.





❀Gostos
. Pinturas, aquarelas, grafites, iluminuras (Artes plásticas e visuais).
. Andar descalça (sempre que tem a oportunidade).
. Músicas de gênero Rock.
. Crianças
. Todos os tipos de animais
. Dependura-se nas árvores, subir.
. Roupas leves, de tecidos finos.
. Apaixonada por dança. (estilos clássicos)
. Escrever poemas, contos, crônicas.
. Begônias, Rosas e margaridas são suas flores favoritas.
. Matérias exatas (principalmente matemática)
. Cores (em todos os sentidos da palavra)
. Dias chuvosos
. Comidas doces e/ ou apimentadas
. Filmes/contos infantis.
. Livros de drama, ficção fantasia, aventura.
. Lutas de caráter esportivo (MMA, Boxe, Judô)

❀Desgostos
. Roupas muito pomposas
. Sapatos
. Comidas amargas
. Ter de seguir ordens/horários
. Calor excessivo.
. Ser subestimada, afrontada
. Matérias Humanas
. Batata frita, pizzas, e fast food em geral.
. Pessoas dramáticas
. Filmes/livros de romance
. Escuro
. Pessoas intrometidas
. Tagarelas
. Frutos do mar

❀Manias:
Tem mania de esfregar os pés quando está escondendo algo, escrever poemas quanto julga necessário (está feliz ou triste). Batucar os dedos quando está parada, ou os pés (ritmicamente). Cantarolar músicas sempre que destraída. Falar em outros idiomas quando está com raiva. (Latim, Francês, Russo, etc).

❀Fobias
Farmacofobia — medo de tomar remédios;
Ghostfobia — Medo de fantasmas;
Lissofobia — medo de ficar louco;
Mictofobia — medo de escuridão;
Nosocomefobia — medo de hospital;
Nosofobia ou nosemafobia — medo de ficar doente;
Iatrofobia — medo de ir ao médico;

❀Par


❀Relação com o par
Gostaria que desenvolvesse a relação entre eles como preferir.

❀Relação com as meninas: É uma excelente conselheira. Do tipo de pessoa que pode não aparentar, mas sempre está lá quando todos precisas. Compreende ou tenta compreender o que estão sentindo, mas muitas vezes não evita dar-lhe tapas para abrirem os olhos ou diminuírem o ego. Apesar de ajudar bastante, também é aquela que está sempre arrumando confusões para o grupo. Quando procuram sinceridade, ela é a primeira pessoa a ser procurada, seja qual for o caso. Sempre disposta, não nega favores, está sempre à tona para acatar com responsabilidades e auxiliar em tudo. Por ser sentimentalista, costuma se envolver facilmente com problemas emocionais das mesmas, de forma benéfica, digo. É boa em guardar segredos, tanto quanto é para descobri-los. Por sua curiosidade, sempre corre atrás do que se passa com elas, e se tiverem algo a esconder, ela normalmente descobre. Na frente delas, age na agitação de sempre, mas em particular com cada uma, é possível reconhecer o seu lado sério.


❀Alguma dúvida? Não

❀Algo mais?
-É ambidestra
- Tem asma, rinite alérgica, sinusite, e pulmões muito frágeis.
-Não se assusta facilmente
- Fala mais de 5 idiomas, incluindo: Francês, Inglês, Basco, Espanhol, Russo, Latim, etc.

❀Medos
-Escorpiões, cobras peçonhentas.
-Espelhos (ver algo sobrenatural lá).
- Escuro
- Mostrar suas cicatrizes passadas.
[centro]


Gostou da Jornal? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...