~dramaz

dramaz
Nome: Med
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 24 de Dezembro
Idade: 16
Cadastro:

A n a l i c e


Postado


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Nome:
Analice

Idade:
16 anos, fazendo aniversário em 24 de dezembro. Seu signo é capricórnio, seu ascendente é câncer, seu vénus escorpião e seu sol leão.



O seu personagem é:
Semideusa, filha de Thor (Þórr).
Thor é o deus pagão nórdico, dos trovões e das batalhas. Pertence ao clã dos deuses Æsir, e é filho do deus Odin.Thor usa como arma o martelo Mjolnir, e tem o cinto Megingjord, que lhe confere enormes forças. Está associado aos trovões, relâmpagos, tempestades, árvores de carvalho, força, proteção da humanidade e também a santificação, cura e fertilidade.
A divindade era conhecida pela mitologia germânica e paganismo como Þunor (em inglês antigo) ou Donar (em alto-alemão antigo), decorrente da língua protogermânica Þunraz (que significa "trovão"). Thor também é chamado de Ásaþórr, Ökuþórr, Hlórriði e Véurr.



Personalidade:
A garota possui uma aparência frágil e doce, mas não se engane. Analice para alguns é... Complicada. Ela possui um sexto sentido invejável, se não gostar de alguém, será a pior pessoa possível por ter a certeza de que há algo errado. Se gostar, é suportável. Amável e adorável? Poucas vezes. Não é muito de conversinhas, é direta e centrada. Reservada. Não dá espaço para brincadeiras, risos... Coisas fúteis, segundo ela. Não é de puxar assunto nem se esforçar para ser legal. Não abre boca se não achar que o que irá falar acrescentará em algo e odeia quem o faz. Não se desvia do caminho dos seus objetivos, não existem distrações. Não vive do agora e nem se deixa levar por emoções. Pensa muito antes de agir e calcula todas as possibilidades existentes, por esse motivo consegue tudo o que almeja. Não é do tipo que demonstra sentimentos, nunca aprendeu a fazer isso. Serve para ser aliada, não amiga. É realista, do tipo que tem comentários que acabam com as ilusões de outro cidadão, todavia, não se importa. Sua palavra é sua honra, se promete algo, cumpre, custe o que custar. Se adapta muito bem as situações, podendo até mudar seu modo de agir, camuflando-se, se necessário. A inteligência de Analice é a maior arma que ela tem, superando as estimativas existentes. Disciplinada, sabe a hora certa de gritar e calar. Apesar de não deixar aparente, seria capaz de morrer para defender o que acha certo. É controladora, acha que apenas o seu meio de fazer as coisas é o correto, o melhor para todos. Ela se importa, mas não demonstra. "Licie" define sentimentos como fraquezas que o inimigo poderá usar contra ela no momento oportuno. Teve que aprender a ser forte, tanto por dentro quanto por fora. Curiosa, sempre disposta a aprender sobre mais coisas (isso inclui pessoas). Aliás, muitas vezes não sabe como lidar com pessoas, sentindo-se retraída, mas obviamente não mostra isso e não deixa perceberem. Apesar de tudo, aceita quando está errada. Não é fácil conseguir a confiança dela, Analice sabe o quanto alguém pode ser hipócrita e dissimulado e tem um senso de autopreservação incrível. É resistente e persistente. Absorve coisas rapidamente, se ver alguém fazendo algo, logo fará igual. Brilhante estrategista e 'dura na queda'. Nunca cederá sem lutar. Sua mente trabalha a mais de "1000 volts" por hora, não para, em todo momento bola algo, pensa saídas, projeta planos e etc.
Não se importa em matar, torturar ou dar tudo de si em luta. Possui sangue frio. Não admite que passem por cima dela para conseguir algo. Nunca a traia, ou ela esperará o momento certo para fazê-lo pagar, como uma cobra a espreita, esperando para atacar. Consegue ser uma perfeita manipuladora e pode ser maldosa ao extremo, tornando-se ainda mais indiferente a determinada situação, por pior que seja. Ela é do tipo que sempre olha para frente, não olha pros lados, não olha para trás. É como um servo, mas pode ser um lobo também. Tem caráter, porém não mede esforços se tiver que mentir. Algumas vezes se preocupa com o próximo, outras... Não. É independente, diz que não pode depender de ninguém. Crê que se sentir medo é porque é fraca, que se deixar levar por afeto é perder, porque ninguém precisa de amor. Carregada um ar de mistério extremamente perceptível, tendo dezenas de cartas na manga. A verdade é que ela tem inveja de quem consegue sorrir independentemente da situação, de pessoas felizes e boas de coração.

Aparência:

Analice possui longos cabelos ruivos que caem como cascatas por suas costas, destacando-se em sua pele alva. Sua altura é de 1,62, pesando 48 quilos. É magra, porém não muito, possuindo curvas e um bumbum empinado. Seus olhos são de um verde claro, sutilmente puxados e um pouco grandes, dando um aspecto infantil e doce. Dona de lábios carnudos e rosados naturalmente, com um contorno perfeito. O nariz é um pouco arrebitado e suas sobrancelhas arqueadas e um tanto grossas. Um rosto que a presenteia com um tom angelical, sendo este afinado, apesar das bochechas grandes. Resumindo: tem uma beleza sútil, que transpassa calmaria e confiança, sem deixar de chamar atenção. Além disso, "Ana" apresenta uma voz e suave e grave, ao mesmo tempo; agradável.


História:
Analice é de origem russa, mas essa é a única coisa que sabe sobre si mesma, além da idade. Nas primeiras horas de vida foi entregue a uma freira de um orfanato católico pela embaixada americana. Não tem ideia dos motivos que a levaram ao abandono ou de quem é sua família. Cresceu naquele lugar, sentindo-se solitária de uma forma ou de outra, porque as freiras não conseguiam, por mais que tentassem, dar atenção a todas as crianças. A garota nunca conseguiu ser adotada e se culpa por isso, acreditando que nunca fora digna. A verdade é que a ruiva, desde pequena, carregava dezenas de indagações e percepções da vida que garotos de sua idade normalmente não obtinham, isso a fazia ser uma criança fechada, ao contrário das outras que eram adotadas. Adquiriu uma postura mais madura e responsável, cuidando dos mais novos, afinal, querendo ou não, aquela era sua família. Sempre carregou consigo uma raiva dos pais, ao invés de sentimentos de saudade ou amor, havia rancor.
Quando tinha 12 anos, o orfanato em que vivia fora invadido por dezenas de homens armados e encapuzados. Houve uma chacina. Nunca se descobriu os motivos da invasão, nada fora roubado e as freiras, obviamente, não tinham inimigos. A maioria morreu por tiros disparados de forma aleatória, aqueles que sobreviveram, morreram através do fogo que tomou conta da igreja velha. Analice escondeu-se em um túnel que ficava abaixo do lugar e através da passagem que existia ali, escapou. Como ela sabia da existência? Descobriu por acaso, quando escondia-se das outras crianças.
Seu mundo acabou naquela noite. Correu como se o mundo fosse acabar, nem ao menos sabe o tempo que o trajeto perdurou, estava em torpor, quando parou não sentia suas pernas. Não tinha ideia de onde estava. Jogou-se no chão de joelhos e começou a chorar e naquele momento se inciou uma tempestade feroz. Raios e trovões enfeitavam o céu, sendo acompanhados por ventanias fortes.
Desde então, a jovem vive só, não tem casa, não tem família. Nunca para no mesmo lugar. Sobrevive através de pequenos furtos.
A verdade?
Em 1997, Thor, filho de Odin, por frustração pessoal, resolveu descer à Terra. Seu destino? Rússia. Era inverno, nada melhor. Perambulava pelas ruas de Moscou discretamente, quase invisível. Não tinha um propósito, apenas queria se afastar de tudo o que representava. Eis que um dia conheceu uma jovem garçonete, ao entrar em um bar para comer e beber qualquer coisa. De algum modo, a garota, de 19 anos, o notou e percebeu a angústia que carregava consigo. Iniciou uma conversa com o homem e dali em diante, Thor passou a frequentar o lugar toda noite.
Como era de se esperar, iniciaram um romance, o deus era um novo homem e Hannah não imaginava nada de seu passado. Dois anos foram necessários para que a mulher engravidasse. Odin, obviamente, soube e ficou furioso. Ordenou que o filho retornasse e ameaçou a vida da humana. Sem escolha, Thor abandonou nova vida na Terra e a mulher que amava.
Hannah, sentindo-se burra e traída, manteve a gravidez até o fim. No dia 24 de dezembro de 1999, ao andar sozinha por vielas da cidade, começou a dar a luz. Naquele dia pouquíssimas pessoas perambulavam por aí. Ela estava sozinha. A criança nasceu ali mesmo, no chão. A mãe teve uma hemorragia e estava morrendo aos poucos. O lugar mais próximo era a embaixada americana e lá ela deixou o bebê, enrolado em um casaco velho. A mulher não possuía família, além de um pai viciado. Aquela era a única chance de dar uma boa vida para a menina que acabara de nascer. Correu do lugar o mais rápido que pôde, morrendo minutos depois, em uma calçada qualquer.

Família:

Thor, seu pai.


Habilidades:
Herdou os poderes de seu pai, apesar de não saber de praticamente nenhum.
Força física sobre-humana
Resistência física sobre-humana
Imunidade divina
Capacidade de controlar os elementos da tempestade.

Deseja ter um par/affair?
Sim, apesar de ela não ser uma pessoa fácil, gostaria de conhecer o amor.


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