~AobaClear

AobaClear
Feche os olhos, Não observe
Nome: Arthur, Matthew, Matthelyn
Status: Usuário
Sexo: Indisponivel
Localização: Murça, Vila Real, Portugal
Aniversário: 1 de Janeiro
Idade: 21
Cadastro:

Ddd


Postado

—— 3029 According Experience Day ——

O dia amanheceu gélido, o tempo cizento e a rua numa explícita neblina expressa, onde o vento se mantia lânguido, quase a cessar. Tão longínquo, As madeixas azuladas a ficarem rebeldes a cada breve brisa que soprara para dentro daquele quarto; Incomodado com a estreita disjunção das janelas, seu resmungo fez se presente ao ir obstruir a passagem do bafejo gélido, girando os calcanhares a voltar para a cama agora fria, que por Deus ele não acreditava estar álgido por tera saído apenas míseros segundos. Com um breve respiradouro, O Azulado voltara a digitar em seu objeto tecnológico. Mas fôra impedido com um bater suave na porta.

— Crowley? O Mestre vos chama para o laboratório. — Uma voz soara do outro lado da porta.

O Azulado travou os dedos para observar o teto, pedindo paciência e tempo mentalmente, Oh como queria terminar aquela pesquisa.
Dando leve impulso, caminhou ele até a ombreira por onde passara, Sem fitar o homem máquina de madeixas albinas. Mas antes mesmo de deixa-lo pra trás, Disse-vos:
— Finalmente Solucionaram Aquela Geringonça? — Sem fitar o outro, está mera pergunta escapou-lhe dos lábios.
O silêncio mútuo rondou todo corredor. O albino processava tal pergunta, e, logo, acaba por entende-la, abriu-lhe a boca a responde-lo. Todavia, Fôra interrompido por um pigarreio inquietante.
— Apressa-te! Albert-kun nos aguarda! - Outra voz máscula soou de uma das portas.
Simultaneamente sua boca fôra fechada e seus pés apressaram-se em direção ao de madeixas escuras. Parando em sua frente e pedindo licença com um aceno de cabeça, que fôra concedida ligeiramente. Agradecido, o de orbes rosa-lilás adentrou-se ao laboratório. Aquela sala quase silenciosa, onde o único som era de borbulhas de fervor entre os tubos com líquido ligeiramente colorido, e o homem-máquina passeou os olhos pelo cômodo, parando-os em um quanto, onde um belo homem de madeixas azuladas fitava um grande lençol, que por debaixo escondia uma máquina.
— Meste, Como vai a experiência? Conseguimos algo? — A voz suave soou pelos ouvidos de Albert. E este estremeceu por perceber o quão perto o amigo estava.
Afastando-se ligeiramente fitou o albino com um sorriso afiado nos lábios pronto para responder sua pergunta, mas antes, não hesitou em aproximar-se o rosto de seus ouvidos e num sussurro o responder.
— Sim, Conseguimos.
Arqueando a sobrancelha, O azulado fitava o pai confuso, o homem percebeu o olhar do filho e mandou seus amigos os deixarem a sós. Crow E perguntou o que ele queria, o homem o fitou com um sorriso afiado e pediu pra que ele deitasse na maca. Rolando os olhos ele foi, Seu pai injetou algo em seu braço com uma seringa, sedativo. O garoto apagou.
Sorrindo o homem arrancou com uma Serra o braço esquerdo do filho, e substituiu a um braço de robô para sua experiência.
O garoto acordou assim que a noite caiu.
Sentiu uma tremenda dor no braço. E quando olhou viu o de uma máquina, gritou apavorado achando que aquilo era um sonho, mas pelo contrário. Era realidade, Seu pai então entrou no laboratório com um sorriso sacana nos lábios. O menino sentiu um fervor enorme em seu corpo e foi até seu pai, o homem desviava de seus golpes facilmente, saberia que aquilo aconteceria, então usando um cabo descapado enfiou no olho destro do menino. Que gritou, Seu olho começou a mutação de cor, ficou totalmente dorado, o cabo de eletricidade começou a fazer parte de seu olho. O homem se assustou e tirou o cabo dali.
O menino tinha o corpo se contorcendo, sua raiva estava tomando conta de seu interior, Seu olho começou a se mover sozinho. Somente um, Seu pai apavorou-se e viu a pele de Crow antes morena ficar albina. Seu sorriso ficou afiado e seu semblante era de pura diversão.
— Vamos brincar papai? —Falou com a voz totalmente rouca.
O homem cambaleou pra trás e saiu correndo do laboratório. Jogando todos os móveis possíveis no chão, impedindo a passagem do outro. Que gargalhava de tudo. Seu pai entrou no quarto, Crow negou com a cabeça e entrou após ele.
— Ah papai, que tôlo- parou de falar assim
que ouviu o som de calmaria vindo de sua caixinha de som. Seus joelhos fraquejaram e bateram forte contra o chão, o demonio estava totalmente hipnotizado; e então ele apagou. Mas.. Seu olho Dourado continuara aberto e observava o homem, recuoso, Albert, virou-se ao baú que tinha ali no canto do quarto, tirou o Tapa-olho que continha o simbolo de um circulo e o X no meio; tirando de dentro do objeto que tinha no quarto do filho, ele fitou a peça, era de seu pai. Colocou-o sobre o o rosto do filho, tampando aquele maldito olho dourado.
— Eu sabia que você não era meu filho.


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