~scarletwitchx

scarletwitchx
Nome: Giovanna
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Aniversário: 14 de Março
Idade: 17
Cadastro:

Hogwarts Is My Home


Postado



So you can throw me to the wolves, tomorrow I will come back leader of the whole pack


Nome: Leslie Braddock Young.

Idade: 17 anos.

Família:

Pai: Dimitri Braddock.
Idade: 37 anos.
Relação: Leslie e o pai se dão super bem, os dois sabem que sempre podem contar um com o outro. Para Leslie, seu pai é o seu verdadeiro confidente.

Mãe: Amélia Young.
Idade: 35 anos
Relação: Leslie apenas passou a infância com sua mãe, então não tem uma relação de grande afinidade, mas isso não a impede de ter sentimentos maternos.

Avô: Robert Braddock.
Idade: 76 anos.
Relação: Leslie as vezes tem medo de Robert, justamente por ele ser uma pessoa mais rígida, mas ela sabe que lá no fundo ele pode ser uma pessoa dócil.

Avó: Alina Braddock.
Idade: 74 anos.
Relação: Sua grande amiga. Alina é a que mais apoia Leslie, e as duas se dão muito bem, talvez seja porque sua avó a criou quando Leslie precisou se afastar da mãe.

Personalidade: Leslie é, acima de tudo, uma otimista. Ela tem a mania de ver em absolutamente tudo o lado bom, especialmente nas pessoas embora algumas não mereçam. Tendo convivido com a família paterna, entretanto, tal traço foi o que garantiu que os anos fossem agradáveis e que ela fosse capaz de criar laços fortes. Em sua opinião, mesmo a mais complicada das pessoas tem algo de aprazível, algum traço especial. Por isso mesmo e por julgar o menos possível àqueles que a rodeiam ela tem certa facilidade em fazer amigos, mesmo que tal característica tenha sido à prova uma vez que passou a estudar em Hogwarts. A despeito disso, afinal, ela tem imenso senso de justiça e não tolera quaisquer espécies de preconceitos. Do pai ela herdou a sabedoria e do avô herdou o dom com a palavra e sabe ser especialmente dura quando necessita, sua raiva vindo em ondas antes de tornar-se brandura mais uma vez. Quando verdadeiramente brava fica quase cega se acha estar certa, é capaz de ficar por dias e não aceita menos do que desculpas antes de conceder o perdão.
Defende aqueles que gosta e, só talvez, fale mais do que deva por algumas vezes, uma vez que conversar é com certeza é uma de suas atividades favoritas e ela extremamente honesta. Ela ama conhecer a história das outras pessoas. É meiga em seu cerne, sempre disposta a sorrir, é apaixonada por flores e ri muito. Suas piadas podem ser terríveis, e embora não saiba usá-lo, é fã de sarcasmo; para ela, demonstra inteligência. Expressiva e desastrada, ocultar aquilo que sente verdadeiramente não é tarefa fácil a não ser que pense muito em suas ações anteriormente, o que é difícil de acontecer, porque prefere deixar a atuação para os palcos. Vale ressaltar que ela também está sempre atrasada.
Teatro é sua grande paixão e, pretendendo tornar-se atriz, pareceu-lhe simplesmente lógico abraçar o novo clube como sua nova casa. Ela gosta de absolutamente tudo e tende a envolver-se até mesmo com a criação de cenários, elétrica como é. A culinária, por sua vez, é algo que tomou gosto por culpa da mãe. Cozinhar a relaxa e, quando com saudades de casa, não há nada que a faça sentir mais próxima daqueles que gosta, o mesmo funcionando para natação. Aprendeu a nadar ainda pequenina com o pai e, embora Moscou seja particularmente fria, a piscina aquecida na casa dos avós não o é e cansou de fazer pequeninas competições com o avô e com Dmitri. Também funciona muito bem quando ela está particularmente irritada, porque precisa de uma forma de por para fora a raiva e não vê algo melhor do que gastando energia até estar exausta; atuar, é claro, também lhe ajuda grandemente neste aspecto.
Leslie fala quatro línguas, afinal, passara por diversos países e fora exposta a muitas delas enquanto ainda crescia. Fala fluentemente inglês, francês, russo e português.
Como passou a morar na Rússia desde os dez anos antes de vir para o colégio, seu sotaque em inglês tornou-se um pouquinho carregado, mas ela tenta policiar-se nisso.
Quando nervosa ela tem a mania de estrelar os dedos para tentar relaxar.
Antes que se mudasse para Hogwarts, o avô como medida de segurança achou por bem ensiná-la algumas magias de defesa; ela o fez no intuito único e claro de acalmá-lo, mas é especialmente avessa ao uso destas. Também sabe se defender razoavelmente bem, novamente por culpa do avô, que julgou ser o mínimo que aprendesse como imobilizar alguém sendo ela quem era.

Historia: A despeito de ter nascido em uma família de bruxos no mínimo complicada, Dmitri Braddock era um homem deveras simples. Seu pai era um homem rico através de meios ilícitos, participante da Máfia Russa de Moscou e dono de muita pouca paciência. Sua mãe, por sua vez, era a belíssima bailarina Alina e a única capaz de acalmar o homem e lhe trazer um sorriso aos lábios, sorrisos esses que aumentaram quando Dmitri nasceu. Bom filho, educado, puxara mais o lado artístico da mãe e almejava seguí-lo mais do que os passos do pai (mesmo compreendendo suas razões), embora este lhe dissesse ser impreterível que o fizesse desde que tinha apenas cinco anos. Foi aos dez que ganhou a primeira câmera fotográfica, aos onze o primeiro prêmio. Aos doze seu irmão caçula nasceu e, aos dezessete, com o auxílio da mãe, ele fugiu. Infelizmente não havia forma do homem concordar que seu primogênito se torna-se fotógrafo, dizendo ser seu dever assumir ao menos os negócios legais da família.
Dmitri fugiu para o Brasil com a perspectiva de tornar-se ali quem queria, sonhando desde sempre em começar lá sua carreira por conta das paisagens estarrecedoras do país e sua gente calorosa e, embora a raiva inicial do marido de Alina tenha sido grande, passando-se meses sem se falarem, o jovem Dmitri acabou sendo perdoado. Foi através de um telefonema saudoso e recheado de pedidos de desculpas que acertaram-se e, logo após, enquanto caminhava pelo Pão de Açúcar para tirar fotografias, foi que esbarrou-se com Amélia. Do momento em que os olhos dele pousaram sobre a figura esguia e arteira da loira, nunca mais pode esquecê-la. Ela era tão diferente de todas as mulheres que já havia visto. No shorts e na blusa solta, no tênis all star surrado, no riso que saía tão solto, ele viu-se encantado. Ela não tentava ser feminina ou delicada, mas o era mesmo assim e, ainda um tanto embasbacado, ele tentou cortejá-la.
Deu certo. Tão certo que tornaram-se namorados e depois marido e mulher, o mundo seu sendo limite e a felicidade lhes parecendo infinita. E foi dessa união encantadora que nasceu a também encantadora Leslie.
Trazia os olhos castanhos da família Braddock, os fios escuros, que depois bubblegum rosa, da mulher que lhe dera a vida e o sorriso brasileiro que a todos parece acalentar. Ela era retrato das duas famílias que, tão diferentes, se completavam. Foi com a chegada da bebê que Dmitri pensou pela primeira vez em abandonar a vida nômade que ele e a mulher mantinham até então, mas a menina parecia tão encantada com cada cultura ao qual era exposta que, no fim, educá-la inicialmente em casa não foi tarefa difícil. Neste ínterim, Dmitri ganhou um Pulitzer com suas fotos, retratando a vida na Namíbia, e regozijava vendo a filha brincar livremente nas terras tão vastas, embora tão áridas. Leslie amava estar viva.
Leslie amava acompanhar o trabalho do pai, amava descobrir os detalhezinhos nas receitas da mãe e ouvir sobre as histórias do Brasil, que visitara poucas vezes para ver os avós. Amava ouvir da boca do pai os contos russos e sonhava com o dia em que poderia visitar o avô e avó paternos, com quem tinha infelizmente pouco contato. Nunca imaginou, entretanto, que tal coisa ocorreria de forma tão trágica. Foi com a notícia da morte de Ivan, irmão de seu pai, que retornaram à Rússia. Ela tinha já dez anos e muita história para contar e, embora já tivesse sido exposta a tristeza, nunca daquela maneira. Nunca havia visto seus avós chorarem, nunca havia visto tanta raiva nos olhos de tantas pessoas no enterro de alguém.
Em sua pequeneza ela nem imaginava que a razão por detrás da morte do tio era o confronto entre da facção que o avô agora chefiava com a ‘Ndrangheta italiana ou que sua vida, até então tão tranquila, mudaria. Passaram a viver sob as asas do avô numa busca por segurança maior e seu pai, antes tão gentil, mostrou-se homem mais duro que se esperava. Ele e a mãe passaram a brigar grandemente e, infelizmente, quando confronto teve seu fim o casamento antes perfeito encontrava-se completamente abalado, tão abalado que Leslie, por agora já um pouco mais velha, foi capaz de entender o que se passava. Ainda assim, não se separaram, o que restou de amor sendo o suficiente para mantê-los unidos ainda que a situação fosse tão difícil, gerando alívio da menina que temia que sua vida se tornasse uma bagunça ainda maior.
Passado o período de tempestade, entretanto, Leslie não poderia dizer que não era feliz ainda que sua vida parecesse infinitamente mais perigosa do que deveria ser. Acostumada com escoltas e gente a seguindo para onde quer que fosse, ela tentava não alterar seu jeito de ser. Passava boa parte de seu tempo com a mãe e a avó Alina, com quem dividia o gosto pela arte, em especial a interpretação. A verdade é que Leslie sonhava tornar-se atriz e graças a Deus os familiares, a despeito da preocupação do avô, apoiaram-lhe em tal decisão. Afinal, embora ele tivesse tornado a se envolver com o mundo do crime, Dmitri desejava para a filha uma vida normal e livre de temeridades.
Por está razão, e buscando impulsionar o sonho da menina de viver sua própria vida, decidiu mandá-la para Hogwarts, onde estudou quando mais jovem. Lá ela teria a base necessária para seus estudos e encontrar-se-ia mais distante dos possíveis problemas. Foi com dor no coração que ela viu-se partindo, mas tenta fazer valer pelo tempo perdido em todas as férias e não deixa de ligar para os parentes (dos dois lados da família) todos os dias. Agora, felizmente, pode-se dizer que Leslie já está mais acostumada, ao fim de seu primeiro ano na instituição.

Apelido: Bubblegum, Pinky, Sparkle, todos derivados devido a cor de seu cabelo.

Aparencia:





















Gosta:
- Chicletes
- Cupcake
- Atuar
- Cheiro de grama molhada
- Morder os canudinhos de plástico
- Observar a lua
- Fotografar
- Observar
- Descobrir novas coisas

Desgosta:
- Chuva
- Machismo
- Injustiça
- Mentiras
- Silêncio
- Que se metam na sua vida e assuntos pessoais
- Inverno
- Choro de bebê

Quer par?: Sim. Leslie vai negar até o fim que está apaixonada, vai tratá-lo como qualquer pessoa, mas não mexa com ele pois Leslie vai fazer da sua vida um inferno. Quando assumirem namoro, Leslie vai ser bem carinhosa, deixando bem claro que não gosta de muita melação.

Varinha: Vinte e seis centímetros, maleável, feita de Pau-Brasil (Redwood), núcleo de fibra cardíaca de dragão.

Casa: Grifinória.

Sonhos: Tornar-se uma grande atriz.

Segredos: Leslie esconde de todos que sua família fez parte de uma máfia, mas fora isso ela é um livro aberto.

Patrono: Raposa.

Musica que define:


Sabe que seu personagem estará em minhas mãos caso ele for aceito?: Sim.

Favoritou?: Sim.

Irá comentar de pelo menos dois em dois cap?: Sim.


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