~scarletwitchx

scarletwitchx
Nome: Giovanna
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Aniversário: 14 de Março
Idade: 17
Cadastro:

Room 636


Postado



Are you insane like me?


Nome: Clarissa Montano, também conhecida como Clary.

Idade: 18 anos.

Aparência: Clary possui uma pele clara e limpa, praticamente sem imperfeições. Seus olhos são castanhos escuros, dando um ar de mistério a garota. Seus fios são naturalmente ondulados num tom de castanho avelã, caindo mais ou menos na altura da dua cintura. Seus lábios são bem desenhados e volumosos, suas sobrancelhas perfeitamente feitas e arqueadas. Seu nariz é levemente empinado. Apesar de magrela, tem um corpo bastante atraente, digamos que ela está na medida certa com seus seios, curvas e bumbum, nada muito exagerado, tudo muito bem moldado. Ela mede 1,70 de altura, medida considerada alta, e 53 quilogramas. (Daniele Campbell)







Personalidade: {Acho melhor ler a história primeiro} A verdade é que Clarissa Montano só conseguiu sobreviver por tanto tempo naquele ambiente hostil porque é dona de uma sagacidade e excentricidade incomuns. O que para muitos é meramente ligado à sua loucura, para a garota é mais um modo de fazer as coisas funcionarem, de manipular a sua realidade e transformá-la em algo agradável através da intuição. Talvez, por conseguir manter uma linha de raciocínio razoavelmente boa às vezes. A garota tem alterações de humor constantes, podendo ser tagarela e extrovertida num momento e o oposto no outro; sendo esta a causa de sua imprevisibilidade, além de ser muito desequilibrada com seus poderes. É atormentada dia e noite por vozes que lhe dizem o que fazer, que a incitam a realizar coisas terríveis consigo mesma e com os outros. Clarissa tenta lutar contra esses sons, mas tudo o que consegue fazer é introduzir nas veias mais uma dose de morfina e escapar da realidade. Nunca aprendeu a ficar calada, suas opiniões são fortes, assim como seu gênio. Tem vezes que sabe ser bem ranzinza, principalmente se está com alguma coisa entalada na garganta ou de saco cheio de alguma situação, quando algo lhe desagrada, fecha a cara rapidamente ou fica muda. Ultrapassa os limites da normalidade para atingir seus objetivos, é metódica em todos os passos que dá, séria, não se abate com certos acontecimentos, capaz de planejar cada passo e executar com eficiência, sem se importar se isto vai prejudicar alguém. Não tem apego aos valores morais e é capaz de simular sentimentos, para conseguir manipular outras pessoas.



História:



A história de Clarissa começa verdadeiramente nas entranhas do Internato Del Rey. Ninguém sabe realmente como a garota foi parar ali dentro, já que ela conta um história diferente a cada vez que lhe perguntam. Talvez ela nem mesmo se lembre de todos os sórdidos detalhes. Clary só tem certeza de que seus pais a colocaram lá; e a polícia estava no carro com eles. Ela lembra vagamente de ter uma arma nas mãos, mas o que fez com o objeto metálico ainda lhe parece incerto. Afinal, após tantas doses de tranquilizantes, esses flashes são as únicas memórias que permeiam a sua mente quando tenta recordar o que havia feito de tão ruim para acabar ali, naquele terrível lugar. As visitas de sua família deixaram de ser frequentes no prazo de duas semanas, até que em três meses ela já tivesse dificuldades para lembrar de alguns traços da fisionomia deles. Ambos a tinham abandonado. A dor da decepção fora maior do que o amor que diziam nutrir pela garota, aparentemente.
Clarissa encontrava-se dormindo – agasalhada pelas amarras apertadas de sua fiel companheira: a camisa de força – quando fora levada para uma sala estranha, cheia as aparelhos e produtos químicos e até mesmo coisas radioativas. Quando acordou de volta em seu "quarto" ainda tonta pelo efeito dos remédios que a apagaram durante as experiências, notou apenas os gritos de socorro dos outro pacientes. Todos com fome e muita sede. O edifício afundava pouco a pouco na imundície do abandono. Indivíduos pedindo para serem atendidos e libertos de seus quartos trancados, implorando por mais uma dose dos tranquilizantes que tanto os mantinham calmos. Mas não haviam enfermeiras ali, nem médicos ou funcionários extras para ajudá-los. Estavam fadados ao confinamento até que seus corpos não aguentassem mais e sucumbissem à morte. Clary não sabia, mas aqueles gritos de agonia piorariam com o passar dos dias e a deixariam ainda mais insana.
Uma semana se passou até que Clarissa finalmente conseguisse se livrar da camisa de força. A verdade é que, quanto mais tempo Clary passou sem ingerir seus tranquilizantes, mais seus novos poderes ficavam evidentes. Contorcia-se a todo custo, esforçando-se para se livrar das fivelas metálicas, até que elas finalmente se abriram – como se tivessem atendido aos caprichos da paciente. Ela já havia escutado histórias fantasiosas sobre pessoas com habilidades estranhas, também já havia assistido coisas do tipo em filmes antes de ter sido internada, e ela não era exatamente incrédula. Seus sensos estavam deturpados demais para que sequer tivesse qualquer tipo de ceticismo. Instigou-se a testar aquilo que acreditava ser telecinese, algo como um dom. Mas notou que conseguia fazer mais do que levitar objetos. E foi assim que Clarissa conseguiu abrir a tranca da porta de seu quarto, libertando-se finalmente após seis anos de confinamento. O internato era grande. E ela era a única caminhando por aqueles corredores, abrindo cada porta, em busca de uma saída. E após se recuperar dos dias que passou sede e fome, Clary saqueou os mantimentos e medicamentos do local antes de ir embora. Mal sabia que teria de sobreviver sozinha – por dias – nos escombros de uma cidade quase abandonada. Abrigando-se em prédios, tomando controle de alguns lugares vazios, e traficando as drogas roubadas. Clarissa faria absolutamente qualquer coisa para sobreviver.
A garota passava boa parte de seu tempo enfornada em porões de prédios abandonados, levitando e explodindo objetos sem valor. Tentando coisas novas, explorando aos poucos as suas capacidades. Mas ela sabia que estava longe de saber controlá-las perfeitamente, pois muitas vezes falhava ao tentar manipular seu dom. E esse é um dos motivos pelo qual fica constantemente irritadiça, fazendo com que perca o controle de seus poderes. Clarissa costuma saquear outros hospitais na cidade para reabastecer seu estoque de drogas. A mais popular entre elas é a Morfina e outras substâncias alucinógenas que a garota costuma encontrar durante suas explorações.

Habilidade: Manipulação de manocinese é uma manipulação de uma energia magenta com funções estranhas, pode-se dizer que tal poder é comparado a uma grande energia mágica que foge do confronto dos poderes.
Clarissa é capaz de levitar objetos, lançar rajadas de mana, criar armas psíquicas e campos de força, com muito esforço consegue localizar pessoas ao tocar em um objeto, pode projetar ilusões e mimetizar seu corpo em mana, tudo isso com seus olhos brilhando na cor magenta.

Extras:
 • É alérgica a kiwi.
 • É claustrofóbica.
 • Embora nunca registrado oficialmente, Clarissa pode ser esquizofrênica.
• Viciada em morfina.
• De certo modo, ela tem medo do que pode fazer com seus poderes.




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