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OBSESSÃO DO YOUTUBE SECRETA DO 5 SECONDS OF SUMMER: VÍDEOS DO GREEN DAY


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OBSESSÃO DO YOUTUBE SECRETA DO 5 SECONDS OF SUMMER: VÍDEOS DO GREEN DAY

O 5 Seconds Of Summer talvez seja jovem, mas eles já estão acostumados a tocar para arenas gigantes lotadas de garotas gritando. Eles abriram para o One Direction em duas turnês internacionais diferentes, se tornando estrelas antes mesmo de lançarem seu álbum auto-intitulado de estréia. Depois de preparar vários datas de teatros, o quarteto menor de 21 anos está agora tocando em arenas européias para a primeira parte de sua turnê Rock Out With Your Socks Out. Em junho, eles voltam para a Austrália para alguns shows em seu país natal, e em Julho eles começam os dois meses de shows na América do Norte. Essa é a primeira vez que a banda é a atração principal, mas nenhum dos integrantes parece estar se sentindo muito pressionado. “Continua sendo os mesmos quatro caras no palco,” o cantor Luke Hemmings disse a Rolling Stone enquanto se preparava para tocar no show de Madri. “Não consigo pensar em muitas coisas negativas.”

O que vocês mais aprenderam ao abrir para o One Direction?

Fazer turnê com esses garotos foi uma experiência muito boa para a nossa banda, especialmente a primeira turnê. Vir do ponto de não fazer realmente nenhum show para o ponto de apoiar shows em arenas para esses caras foi apenas incrível, especialmente o progresso como banda ao vivo que aconteceu. Foi incrível ser jogado para o topo. Tentar vencer uma platéia que não é sua também foi ótimo para nossa banda. Nós somos definitivamente gratos por aquelas turnês. Eles nos fizeram ser quem nós somos hoje, e a banda ao vivo que somos.

Teve um ponto onde vocês finalmente sentiram como “Uau, nós estamos finalmente ganhando as Directioners!”?

[Risadas] Definitivamente teve um ponto onde mais e mais pessoas começaram a prestar atenção na gente, e gostaram mais da nossa banda depois de nos ver. Especialmente fazendo a primeira turnê em todos os lugares, e depois indo na segunda e vendo mais fãs vindo para ver tanto a gente quando o 1D, foi um prêmio ver que valeu a pena. Fazer toda aquela turnê e todo aquele trabalho, você podia ver acontecer. Pessoas estão usando suas camisetas no show e cantando todas as suas músicas, mesmo não sendo o seu show. Aquele foi um momento legal. Foi um progresso, e não apenas um momento onde isso aconteceu.

Como são os shows?

Nós tocamos um show parecida no The Forem ano passado. Nós, basicamente, queríamos fazer shows em teatros com luzes de teatros em uma escala maior. Não tem muitos truques. Nós temos um palco bem legal, com uma bateria suspensa onde o Ashton [Irwin] toca. Tem uma pequena passarela. É meio como um palco de banda mais com uma qualidade melhor. É um show nível arena-teatro. Esse é o melhor jeito de descrever – é apenas um show de banda de rock.

Quem foram suas inspiração de arena-rock para esse show?

Você sabe o Behind the Music do VH1? Nós assistimos muito isso, como o do Guns N’ Roses, o do Poison e do Bon Jovi. Obviamente, enquanto nós crescíamos, nós víamos o Green Day todo santo dia online, e também o Blink-182 e coisas assim. Nós meio que nos inspiramos nessas bandas e o que eles fazem no palco, como o Axl Rose comandaria todo um estádio e como Billie Joe faria a mesma coisa. Apenas tirando coisas disse e colocando em nosso próprio show.

Alguns elementos de seus shows ao vivo realmente me lembram o Green Day, como quando você chamam alguém da platéia pro palco pra tocar a guitarra do Michael Clifford. Quanto que essa banda influenciou vocês durante os anos?

Eu acho que como grupo, todos nós temos nossas bandas individuais preferidas, mas Green Day é provavelmente a preferida da banda. Eu me lembro no início – e até mesmo agora – nós sentávamos no computador e apenas assistíamos eles online. Você pode ver como o Billie Joe pode apenas comandar 80 000 pessoas e eles estarão apenas curtindo com cada palavra dele. Se nós pudermos ser qualquer coisa como eles – se nós pudermos ter aquele palco e ficar lá tão orgulhosos quanto eles – Eu ficaria muito feliz. Mesmo que só um pouco.

Qual foi o primeiro show ao vivo que vocês já foram?

Foi, na verdade, minha banda preferida da época. Foi do Good Charlotte. Eles foram para a Austrália [quando eu tinha 13 ou 14 anos]. Eu fui com o meu pai [risadas]. Foi ótimo! Eles foram minha banda preferida por muito tempo. Eu ainda amo aquela banda. Eles são basicamente a razão pela qual eu comecei a tocar guitarra quando eu era um adolescente irritado.

O que irá surpreender mais os fãs quando eles forem ver vocês esse verão?

Eu sinto que nossos fãs nos veem religiosamente no YouTube, então eles sabem exatamente como nosso show é e como ele soa. [risadas] Eu acho que é bem interativo, mais que qualquer show ou qualquer turnê que a gente já fez. A platéia está sempre fazendo alguma coisa todo o tempo, o que é o que pretendíamos fazer. Eu acho que é apenas um show muito interativo, o que soa como um show infantil ou coisa parecida. Mas nós estamos fazendo eles fazerem coisas, como gritar e bater palma, o que veio de assistir tanto Green Day e todas aquelas bandas e ver o que eles faziam. Tem músicas mais calmas, um cover super rápido de “American Idiot” e tudo no meio disso.

Lendo: Rolling Stone

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