40 fatos sobre mim


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A @Cheers é uma pessoa que me ama tanto que pediu pra eu fazer isso aqui para que ela pudesse me conhecer melhor e tal, e como eu tô bonzinho, resolvi fazer.

Também tem a @Dakotta-. Eu já tinha ela nos meus amigos há quase um ano, mas só na última terça [17/03] que eu fui finalmente puxar assunto com ela [na verdade foi ela que puxou assunto comigo, mas beleza]. Então tá aí, uma forma de voser mim coieser melior gãtãmnn

Eu foquei em questões internas, ligadas ao psicológico. Nada de vivenciamentos, como “coisas que já fiz”, “coisas que já me aconteceram” e coisas do tipo. Acho que assim é uma forma mais bacana de as pessoas, mesmo aquelas que já me conhecem há anos, me conhecerem melhor. Garanto que tem coisa aí que vai surpreender a todos, sem exceção. Boa leitura.


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Fatos gerais:

1 – Tenho certa fixação pela Alemanha, apesar de não conhecer esse país tanto como eu queria. O que eu sei é que existem três coisas que eles odeiam: Hitler, Rammstein e chucrute;

2 – Não sou fã nem de perto dos meios de comunicação a distância, como chats de redes sociais e aplicativos para tal. Falar ao telefone então, tenho imensurável repulsa. Só me comunico por esses meios por necessidade, porque por mim, eu trataria todos os assuntos com as pessoas pessoalmente;

3 – Ao contrário da esmagadora maioria das pessoas, eu gosto de andar de ônibus, por mais lotado que esteja. É um dos poucos lugares onde eu consigo viajar nos pensamentos enquanto eu estou literalmente viajando, o que pra mim chega a ser terapêutico;

4 – Quanto a alimentação, eu tenho um pensamento meio “selvagem”, ou “do mato”. E se tratando de carne, penso que todo tipo, sem exceção, é válido como forma de alimentação. Afinal, nossa espécie evoluiu e chegou até aqui comendo tudo que era animal que encontrava pela frente. Para mim, essa redução a “galinha, porco e boi”, ou ainda, esse sentimentalismo com gatos e cachorros que fazem algumas pessoas abominarem o costume chinês de comer carne de cachorro é puramente frescura da sociedade moderna;

[Obs.: Longe de eu odiar cachorros. Eu amo cachorros e jamais comeria carne de cachorro. Quando eu digo que é frescura da sociedade, estou me incluindo nessa. Gato eu num gosto não, gato é do demonho ù.ú]


Política, religião e opiniões:

1 – Defino meu posicionamento político como “centrista”. Pra mim essa noção de direita, esquerda, pra cima, pra baixo, pra frente, pra trás, já está mais que ultrapassada. Sou mais tendencioso para o lado da direita e, ainda mais, para o liberalismo, mas acho que uma boa política é a soma dos pontos positivos de todos os lados;

2 – Sou a favor da liberação das drogas, do aborto e da eutanásia para pessoas, porém não apoio seus usos;

3 – O grande ceticismo existente dentro de mim é o que me torna ateu. Penso que, pra Deus interagir no universo [desde o cosmos até o universo subatômico], ele precisa se adequar às leis da física e possuir massa e/ou energia. Mas acredito também na hipótese do “Multiverso”, o que traz de volta a sua possibilidade de existência, o que me torna também agnóstico. Em resumo: não acredito, mas não nego a possibilidade de existência;

4 – Odeio bancar o “ateu chato”. Procuro ficar o máximo possível na defensiva. Mas se me provocar, eu solto os macacos e começo a falar todas as coisas que a pessoa em questão odiaria ouvir sobre sua religião, a fim de tocar na ferida mesmo. Eu odeio fazer isso, mas tem gente que parece que pede por isso, e eu faço só de pirraça;

5 – Defendo o direito de cada um crer naquilo que acha certo para si próprio. Ninguém é igual, todos pensamos diferentes. Vamos aceitar isso e ser felizes juntos, aceitando as diferenças;

6 – Abomino posicionamentos políticos e/ou religiosos que tenham o intuito de promover o ódio ou algum tipo de rixa e segregação entre as pessoas. Quando eu fui ao show da minha banda favorita [Kreator], o vocalista falou uma frase que me marcou e que vou levar pelo resto da vida comigo. Essa frase se encontra na minha sign há um bom tempo, e vai ficar lá por mais tempo;


Ligação com a matemática:

1 – Muito probabilístico: Meu gosto por matemática me fez adquirir o pensamento de que todas as possibilidades de eventualidades são viáveis enquanto não tiverem exatamente 0% de chance de acontecer. Em outras palavras, se algo possui 1% de chance de acontecer, ou 0,1% de chance, ou 0,000000000000001% de chance, eu sempre estarei considerando essa possibilidade;

2 – Muito detalhista: Não aceito fatos e detalhes distorcidos, da mesma forma que, se algo possui uma interpretação ambígua, peço sempre por mais detalhes;

3 – Muito exato na resposta [ou adepto da “desinformação seletiva”]: Se alguém me pergunta alguma coisa, eu vou responder exatamente aquilo que foi perguntado. Uma pergunta de resposta sim ou não, eu vou responder apenas “sim” ou “não”, ao menos que peça para justificar. Nunca darei mais detalhes, ao mesmo que a pessoa peça para que eu dê mais detalhes. Eu só quebro essa regra quando estou com tempo e disposição para interagir mais com a pessoa;

4 – Ter gosto pela matemática já está no sangue da família do meu pai. Minha tia chegou a cursar, mas largou porque passou num concurso público e meu pai, desde sempre, mexe com contagens de alguma forma. Mas o caso mais impressionante é o meu avô, que abandonou a escola na terceira série do fundamental e tem a capacidade de calcular coisas que talvez nem um aluno do ensino médio conseguiria calcular, como frequência de giro de engrenagens interligadas e razões e proporções entre ângulos. Imagino que tudo isso me influencie de alguma forma;


Ciência:

1 – Meu atual objetivo de vida, a longo prazo, é estudar física quântica e ser uma referência na divulgação científica;

2 – Aliado ao fato anterior, está o sonho de criar um espaço onde as pessoas podem imergir nas ciências que estudam o universo, como um planetário ou algo assim;

3 – Por ser muito apegado à ciência, eu tenho a necessidade de experimentar, testar, sentir e viver, na prática, tudo, absolutamente tudo. Só ouvir falar não basta, eu preciso vivenciar;

4 – Apesar de preferir as ciências exatas e da natureza, também tenho certo fascínio por ciências humanas;

5 – Possuo o desejo insaciável de querer ensinar e tirar dúvidas. Tenho o [talvez mal] costume de, no meio de uma conversa, começar a falar o que a ciência tem a dizer sobre aquele ponto;

6 – Eu considero Stephen Hawking meu herói pessoal. Nunca chorei tanto na minha vida quanto no dia que eu vi o filme sobre ele [que o ator principal ganhou o Oscar esse ano e tal]. Está entre meus sonhos vê-lo pessoalmente;


Interação e comportamento:

1 – Odeio ser interrompido. Se me interromper enquanto falo, xingo até a quarta geração da sua família, mesmo que apenas mentalmente;

2 – Não aprecio muito coisas ligadas a ficção: livros, filmes, games e afins, o que faz eu me sentir “o patinho feio” da sociedade e dificultar a minha interação com as pessoas; eu tenho que procurar meios alternativos de me interagir;

3 – Falo sozinho, e como se estivesse falando com alguém. E pior: falo pelos dois, perguntando e respondendo. Não é raro alguém chegar em casa e me encontrar tagarelando comigo mesmo;

4 – Sempre que estou com dificuldade para dormir, eu recorro a um método que tem me ajudado em quase 100% dos casos: pensar em sexo. Mais ainda: ME imaginar na situação. Enquanto que para pessoas normais isso tiraria completamente o sono, pra mim é uma forma de fazer o sono chegar mais rápido;

5 – Eu tenho tendência a me apegar muito às pessoas, e por consequência cultivar um sentimento muito forte por elas. Portanto, se eu disser que te amo, não vá pensado que é da boca pra fora; é mais sério do que possa imaginar;

6 – Por outro lado, possuo uma intensa dificuldade em fazer novas amizades. O fato anterior só vale a partir do momento que essa barreira é quebrada;

7 – Sempre que digo que sou tímido, duvidam e falam que não sou. Mas alguns traços que evidenciam isso: se alguém olha pra mim, eu viro o rosto na hora; nunca converso olhando nos olhos, ou é olhando pra baixo, ou pro lado;

8 – Sou muito fresco e me emociono fácil. Não é difícil eu chorar quando vejo uma história comovente ou um gesto de boa ação;


Questões internas:

1 – Atualmente, o que mais me deixa frustrado é o fato de eu não ter nenhum talento ligado ao raciocínio lógico, juntamente com o fato de não ter uma voz boa para cantar Power Metal;

2 – Ter levado uma vida praticamente vazia até os 17 anos me causa uma angústia profunda, que vai me infortunar pro resto da vida. Pode parecer frescura, mas se fosse frescura não seria tão sério pra mim;

3 – Muito da minha atual forma de pensar foi moldada com base no tempo em que fiquei assistindo repetidamente e exaustivamente o seriado Dois Homens e Meio. Hoje em dia eu ‘ligo o foda-se’ na hora de procurar soluções e aponto sempre as soluções mais simples e óbvias [característica forte do Charlie – personagem principal da série], o que eu vejo como algo positivo;

4 – Penso muito na seguinte questão: “Se eu morrer, que legado vou deixar para as pessoas?”. Até o presente momento, ainda não encontrei nenhuma resposta satisfatória, mas ainda tenho esperança;

5 – Uma vez me disseram: “todo metaleiro tem uma rosa dentro de si”. Eu diria que eu tenho um buquê inteiro;

6 – Eu não tenho frescura quanto a reconhecer a beleza de um homem; se eu vejo que o cara é bonito, eu reconheço e ainda faço questão de apontar se ele é bonito, bonitinho, gostoso, ‘pegável’, dentre outros...

7 – Durante um certo tempo eu me questionei se o fato anterior não seria algum traço de uma possível bissexualidade. Mas já constatei que sou hetero mesmo. Citando o que meu amigo me disse: “Você só é sincero pra caralho”;


Amor, paixão e afins:

1 – Timidez e completa falta de autoconfiança é o que me define, e diante das mulheres não seria diferente. Isso explica o porquê de todas as vezes que eu fiquei com alguém terem sido por, digamos, “modo facilitado”;

2 – Possuo aquilo que chamam de “coração de pedra”. Até hoje, só uma pessoa conseguiu amolecê-lo, portanto, devo dizer que ela é foda, e não é pouco: ela é muito foda! Fez o que parecia ser impossível;

3 – Atualmente eu sinto que estou meio ‘apaixonadinho’, mas me recuso a encarar isso como verdade. Prefiro acreditar que é só coisa da minha cabeça;

4 – Não tenho nenhum tipo de impressão negativa quanto a experiência relatada no fato nº 2 desse tópico, muito pelo contrário. Porém, mesmo assim, ao final, prometi a mim mesmo que nunca mais voltaria a me envolver amorosamente com alguma garota virtualmente. “Está na hora de você começar a viver o mundo real e esquecer um pouco o virtual” foi o que eu disse a mim mesmo. Essa promessa justifica tudo o que está escrito depois do “mas” no fato anterior;

5 – Eu morro mas não conto de quem eu tô falando no fato nº 3 :P

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Tá aí, gostei dessa iniciativa. Prestenção, essa é a corujinha do amor:



Quem comentar e receber na resposta do comentário a corujinha do amor será intimado[a] a postar um jornal com, no mínimo, 6 características internas: personalidade, opiniões, questões pessoais... Sei lá! Coisas estão na caixola e que te definem!

É isso, espero que tenham gostado de conhecer grande parte das coisas que passam pela minha cabeça. Algumas ali são inéditas; eu nunca havia falado antes com ninguém.

Então é isso, valeu, e até a próxima! o/


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