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Ai monão
Nome: .barbrinha.
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 11 de Junho
Idade: 15
Cadastro:

.Hope.


Postado

.Hope.

Olhe ao seu redor agora. Ouça o que está sendo discutido na televisão. Leia os artigos que estão pela internet...Em que sociedade vivemos? É, isso aí. Um dos adjetivos que mais define essa sociedade, não apenas hoje como desde sempre, é machista. E é visto como algo tão natural, imposto pela nossa educação desde cedo. Por que será que a maioria dos garotos não brincam de boneca, ou por que muitas meninas sentem medo de cortar o cabelo curto demais sabendo que serão alvo de comentários tontos? Talvez porque a sociedade se acha no direito de controlar seja quem for. Nós mesmos somos praticantes desse comportamento, dessa "cultura machista", sem perceber. É como ter chips eletrônicos infiltrados em nossos corpos, entretanto o que nos torna diferentes é a nossa capacidade de pensar além, de ter objetivos e opiniões que questionem o porquê estamos vivendo isso. O porquê nós, mulheres, temos que viver com tanto medo do mundo. Eles nos definem como "o sexo frágil" porque sabem que somos fortes, e que essa força só vai crescer por meio de um laço de união. Uma boa parte das pessoas já está cansada de ler, ouvir ou falar sobre isso. Uma boa parte não acredita numa mudança. E, pra ser sincera, nem eu acredito que o mundo vai ser um lugar livre de tudo isso. O que eu acredito é que nós podemos ter a nossa liberdade. Devemos ter, aliás. Para alguns, esse é apenas um texto feito para "causar uma cena", visto que ultimamente tem sido um assunto tão falado. E se quer saber, é justamente todo esse movimento que me deu inspiração para escrever o que escrevi aqui hoje. Não virei santa, nem uma feminista obcecada. Quem sou eu pra isso? Apenas tenha em mente que é nosso direito se expressar. Bom, essa é a parte em que penso que escrevi demais, e que ao mesmo tempo me sinto melhor do que antes. Sim, o machismo não deixou de existir após o que foi escrito aqui. E provavelmente eu ainda serei meio machista em algumas situações. Mas, quem sabe, isso nos faça ter um pouco de esperança?

- De minha autoria (17 de junho de 2016).

Escutando: os sons do mundo numa noite fria
Lendo: as conversas do wpp
Assistindo: o coral de grilos no lado de fora (espiando, já que não me convidaram)
Jogando: o cabelo na cara, porque sou doida
Comendo: Uma pizza com muito queijo e maionese, mas só no pensamento
Bebendo: suco de ninguém liga

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